História Impurios e a Legião Perdida - Capítulo 13


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anjos, Demonios, O Vazio
Exibições 7
Palavras 1.090
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oie gentem, estou aqui novamente para mais um cap.
Esse não foi muito aquela festona de dezoito, mas espero que gostem. Se prestarem bem atenção tem uma coisa que liga a outra nesse cap.
BOA LEITURA

Capítulo 13 - Um aniversário de dezoito


POV. NEITHAN

- O que? – perguntou Guenn.

- Isso mesmo – disse Alexandra. – Estamos em uma legião perdida no tempo.

- Como isso é possível? – perguntei.

- Ainda não sabemos – disse Oliver. – Estamos tentando descobrir a anos. Mas tem seu lado bom: Não sofremos com as mudanças.

- Verdade – disse Jay. – E como se encontra Impurian?

- Não está no mapa. Basta querer que ela aparece – disse Alexandra.

- Incrível! – disse eu.

Andamos muito naquele dia. Chegou à noite e ainda estavamos um pouco longe da casa onde estávamos. Passamos por casas e árvore-casas. Todos alegres como se só fosse alegria na vida deles. Às vezes tive uma grnde vontade de perguntar por que tanta alegria, mas me contive quieto.

Voltamos umas oito da noite para casa. Comemos muito por causa do dia cheio de coisas que conhecemos. Mesmo muito cansados não conseguiamos dormir, por isso fomos para a sala assistir algo. (Sim, Mesmo perdida no tempo havia uma tecnologia ou outra).

- Jay – o chamei.

- O que foi? – perguntou ele. – Não gotou do filme?

- Não, eu gostei. Só que... – parei um pouco e continuei. – Só que como você sofreu a transformação de demônio aquele dia na floresta se você já tinha esse poder?

- Eu senti uma grande dor de cabeça, como vocês três – ele começou. – E de tanta dor eu resolvi ir para um rio ou lago para me refrescar e ver se parava de doer.

- Entendi... – disse olhando para a televisão e dando uma gargalhada do personagem que havia feito uma careta.

Não me perguntem o nome do filme porque eu nem me lembro direito.

Depois de assistir o filme fui para o meu quarto. Não estava com sono ainda, mas decidi ir para ficar só e pensar em como iria achar minha mãe.

 

POV. BRITTANNY

Entrei no salão principal com raiva e sentei em meu trono. As velas que tinham mudavam de cor conforme meus sentimentos. E elas ficaram com as chamas negras – isso era a cor mais frequentimente que ficavam por causa da minha ira, às vezes era cinza bem escuro.

- CRIADA! – gritei.

- O que foi? – Charlotte disse.

- O que foi? – retruquei-a. – É assim que se fala com a sua irmã Charlotte?

- Me diga o que você quer logo – disse ela.

- Fale comigo direito ou o seu queridinho filho irá morrer – disse eu ameaçando-a.

- Não! Ele não – disse ela apavorada.

- Então como se fala? – perguntei novamente.

- O que queres minha ama? – disse revirando os olhos.

- Agora está bem melhor – disse. – Quero que ache a porra do seu filho e o traga a mim.

- Não! – disse ela se apavorando novamente.

- Por que não? – pergntei fazendo um sinal para ela vir em direção ao meu trono.

- É o único filho que tenho – disse ela chegando aos pés do meu trono.

- E o papa? – disse pouco me importando com o que ela dissesse.

- É que... É que... – ela estava gaguejando. – É que eu quero que você vá a merda sua vadia.

Ela pegou algo das suas costas e me atacou. Me fez um corte no rosto com a suposta adaga e saiu correndo em direção a porta. Me levantei e a sugurei no ar. A trouxe de volta até mim, ela se debatia para tentar escapar mas não tinha jeito.

- Olhe aqui sua vadia basica – disse com raiva. – Você se comporte ou arrancareip de  verdade a sua mão!

Uma lagrima saiu de seu rosto. Não agentava isso. Odiava ver alguem chorar pelo motivo de querer matar a pessoa, porém com ela me dava uma vontade imensa de rir. Não pensei duas vezes e ri a jogando no chão.

 

POV. CHARLOTTE

Fui jogada de costas no chão. Não aguentei e gemi de dor. Memo sendo a minha irmã, queria vê-la morta.

- GUARDAS! – Brittanny gritou. Dois homens com asas nas costas entraram correndo.

- Sim rainha – disse um. Como podem aceitar ordens dessa vadia. Ela merece morrer.

- Levem-na daqui e a deixe lá fora – disse ela. – Ela irá buscar o filho dela.

- Sim! – os dois disseram ao mesmo tempo. Um me pegou e colocou-me nos ombros, me levando para fora.

Finalmente estava indo embora desse castelo. Estava quase livre, ainda tinha que vir buscar meu marido, o George.

Me jogaram no chão como se eu fosse um saco de lixo – mas para eles e para a minha irmã eu era literalmente um saco de lixo. Estava perdida naquela noite, não yinha para onde ir e nem onde ficar.

 

POV. NEITHAN

Acordei de manhã sem ninguém ou alguma coisa me acordar. Milagres acontecem!

Desci as escdas e fui para a cozinha comer algo. Todos estavam lá, comendo e rindo.

- Bom dia Neithan! – disse todos juntos.

- Bom dia – eu disse meio sem jeito. – Por que tudo isso? – perguntei ao ver a mês cheia de coisas e todos ali em volta.

- Hoje é o aniversário da Alexandra – disse Oliver em meu ouvido.

- Uau! – disse com um pouco de vergonha. – Quantos anos? – perguntei no ouvido dele. Sorte que ninguém reparava em nós.

- Dezoito.

- Sério? – perguntei. – Pensei que ela tivesse uns dezoito já.

Rimos um pouco e fomos para junto de todos.

Aquele dia foi totalmente uma festa. Comemos bolo umas dez horas pelo dia inteiro – sério... toda hora era um bolo diferente que vinha, e como eu não rejeito comida, já deve saber, né?

No fim do dia Oliver me chamou para dar uma volta. Andamos para longe da casa e paramos em uma floresta.

- Para que você me trouxe aqui? – perguntei.

- Então... – ele parecia nervoso. – Queria te pedir uma coisa.

- O que? – estava ficando um pouco nervoso também.

- Você pode me ajudar em como pedir a Alexandra em namoro? – ele soltou. Me tranquilizei por não ser uma coisa tão séria assim.

- Mas é claro – disse. – Acho até que vocês ficam bem juntos.

- Jura? – ele disse feliz. Fiz que sim com a cabeça e ele agradeceu.

- Já disse a ela? – perguntei.

- Não – ele disse. – Não tenho coragem nem para falar com os pais dela. Imagina falar isso para ela.

Rimos um pouco.

- Quer saber de um segredo perfeito para isso? – disse.

- Qual? – ele estava ansioso.

- Seja você mesmo e faça a magica – disse e ele não pareceu muito feliz, mas compreendeu e assentiu.

Voltamos para a casa e ficamos junto a todos até que acabou a festa. Ficamos acho que até umas cinco da manhã acordados comemorando.


Notas Finais


Deixem comentários por favor, não sei se vcs estão gostando sem comentários rsss. Deixem nos comentários se vcs sabem q misteriozinho é esse q tem no cap.
Vamo ver qm acerta rss.
(Desculpem-me os erros, escrevi meio voando)


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