História Impurios e a Legião Perdida - Capítulo 7


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anjos, Demonios, O Vazio
Exibições 28
Palavras 1.339
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi gente!
Desculpa n ter demorado pra postar antes, aconteceu outro imprevisto, tinha feito até o cap nove, acabei perdendo eles, demorei pra lembrar tudo mais fiz rsrsrs..... Espero q gostem deste cap..

Capítulo 7 - Sonhos estranhos — o final — Transformação 1/5


Fanfic / Fanfiction Impurios e a Legião Perdida - Capítulo 7 - Sonhos estranhos — o final — Transformação 1/5

Consegui finalmente levantar.
     Meu braço ainda estava latejando de dor, porém já dava para suporta-la.
     Estávamos em um lugar diferente.                                      Nunca tinha vindo aqui antes. Era escuro, como se não houvesse luz naquele lugar.
     Porém, consegui enxergar um pouco na escuridão. Havia prédios e casas destruídos por todo canto. A cor preta impregnava tudo. O céu estava nublado, com cores vermelhas. Fala-se que não sabem como é o inferno, bastava só ir para a legião dos demônios que veria como é.
      Apesar de tanta destruição, estava tudo calmo. Algumas crianças brincavam de pique-pega, mas sempre usando a cor preta e/ou vermelha.
     Olhei para meus amigos. Jay estava agachado no chão; Benny estava sentada no chão, lagrimas escorriam de seu rosto, porém ela não soluçava e nem as enxugavam; Guenn estava do seu lado, também sentada, não chorava e parecia que também não notava sua amiga chorando.
     Estranhei a reação de Jay quando ele nos olhou. Guenn estava machucada, Benny chorava e eu estava suportando aquela dor. Porém ele não sentia nada, até porque ele não foi atacado.
     - Estamos um pouco seguros agora – disse ele.
     - Como assim um pouco? – perguntei.
     - Estamos em Deithon – disse ele. –       Na legião dos demônios.
     - Uau! – disse Guenn. – Estamos totalmente seguros aqui – disse ela em um tom sarcástico. Ela abraçou a Benny para consola-la quando finalmente notou sua amiga. Não entendia o motivo pelo qual ela chorava, talvez por Brittanny ter nos achado.
     - Desculpa – disse ele. – Não podíamos continuar em Halltwon, estava muito peri...
     - EM HALLTOWN? – disse furiosa uma voz atrás de nós.
     Olhamos em sequencia para trás. Havia um homem, alto, de cabelos pretos, olhos castanhos, mas bem claros e usava uma roupa preta.
     Jay suspirou, olhou para o homem e disse:
     - Oi pai!
     O que? Aquele era o pai de Jay? Estávamos completamente ferrados.
     - Quem são eles? – perguntou o pai de Jay. – Eles são humanos? Como eles conseguiram passar pela barreira? Eles são como você?
     - Acalme-se pai – disse o Jay. – Eles são como eu. Você pode nos ajudar?
     O homem ficou mais rígido. Endireitou suas costas. Ele estava inclinado, pois estávamos ainda no chão.
     - No que você precisa de ajuda? – perguntou o pai de Jay.
     Jay fez um sorriso no rosto, estava feliz por algo que eu e as meninas não entendíamos.
     - Roupas – disse ele.
     - O.K. – confirmou seu pai.
     Tele transportamos para sua casa.   Por fora parecia ser negra, mas por dentro, era castanho bem claro. A entrada da casa dava em direção para as escadas, uma porta para a sala e depois em seguida a cozinha. Jay era igual a sua mãe em tudo, olhos azuis, cabelo castanho, pele bronzeada de leve – não sei como, mas... –, e a única coisa que eram diferentes, o tamanho, ele era um pouco maior que ela.
      - Desculpem-me – disse o pai dele. – Não me apresentei antes, meu nome é Jason Stony Brown. Essa é minha mulher, Karla Stony Brown.
     - Prazer em conhece-los – eu e as meninas dissemos ao mesmo tempo, começamos a rir um pouco, mas paramos em seguida.
     - Bem como se chamam? – perguntou a Sra. Stony.
     - Guenn Dore Duch – disse ela indo um pouco à frente e depois voltando.
     - Benny Stey Lare – disse também indo um pouco à frente e voltando em seguida.
     - Neithan Justice Clark – disse eu também indo um pouco à frente e depois voltando.
     - Bom – disse o Sr. Stony –, vamos para a mesa, já esta quase na hora do jantar.
    Antes Jay enfaixou meu pulso, pois estava solto e doía muito.
    Andamos até a cozinha. Percebi no meio do caminho que na sala não há televisão. Achei que na legião dos demônios, eles não admirassem uma televisão. No momento entendia o sofrimento do Jay, sem televisão sem um pouco de diversão.
    Na mesa já estavam às coisas para comer. Achei que eles comessem uma pitada de alma dali e outra dali, mas é completamente diferente, comem, na maioria, carnes bem malpassadas, bebem uma bebida desconhecida, que se chama Sambby, tinha um gosto bom e amargo.
    - Então, como se conheceram? – perguntou a Sra. Stony.
    - Eu e o Jay nos conhecemos... – dizia  eu. Olhei para o Jay, ele fez um sinal de não fala nada com mão. – Nos conhecemos quando começamos a estudar junto esse ano na escola – menti.
    - O mesmo – disse Benny.
    Não gostava muito, mas estava rolando muita mentira nessa mesa. A pergunta que não saia da minha cabeça era: O que vai acontecer se eles descobrirem a verdade?
    Terminamos de comer. Eu e Jay fomos dar uma volta assim que me troquei para ninguém perceber que eu não era dali.
     Andamos até uma floresta. Entramos nela e comecei a sentir uma dor forte nas costas.
     Olhei para o Jay e percebi que ele também sentia a dor. Cai de joelhos no chão. A dor era imensa, impossível de se aguentar.
     Gritamos. Ninguém nos ouvia. Senti algo rasgar em minhas costas. A dor aumentou, pele e roupa rasgando-se.
     Gritamos de novo. Ninguém nos ouviu novamente.
     Senti um peso nas costas. Um peso de algo grande. Algo me disse que eu tinha controle disso.
     Pensei: mexa-se! Algo se mexeu.      Curvou-se tanto que consegui ver a ponta. Era uma asa muito grande. Tinha a cor de castanho bem escuro com sangue. Começou a chover. Trovoadas faziam barulhos, estrondos por todo canto. Uma tempestade.
     Olhei para o Jay. Ele estava a um metro do chão, quase desmaiando. A cor de suas asas era igual a minha também eram grandes. Por um minuto, pensei que ele fosse sair voando por aí, mas ele caiu.
     Comecei a subir. Não entendi não a mandei subir. De repente minha visão ficou turva. Estava perdendo o sentido.    Fiquei fraco e senti o impacto no chão.

Acordei com alguém me balançando.    Já não estava mais na floresta, na legião dos Demônios.
     - Acorde! – disse uma voz feminina. Eu estava reconhecendo aquela voz de algum lugar. – Você precisa levantar rápido.
     - Mas o que está acontecendo? – perguntei.
     - Um vulcão está preste a entrar em erupção – disse ela. – Você precisa levantar rápido, vamos morrer aqui se você continuar aqui.
     - O.K. – disse. – vamos logo então.
     Ela era muito bonita, era negra, de roupas de cores quentes. Seus olhos eram de um castanho claro. Ela era encantadora. Seu cabelo estava preso em um rabo de cabelo, sua cor era preta também.
     Levantei e percebi que estávamos no vulcão. Precisávamos correr muito rápido para chegar muito longe, porém nem um de nós era capaz de correr muito rápido.
     Um estrondo se fez e começamos a correr mais rápido. Desviávamos das árvores, das pedras e do que estivesse na nossa frente.
     Olhei para trás e vi a lava escorrer vulcão a baixo. Avisei-a e ela deu um grito. Ela estava ficando apavorada.
     Senti o fervor da lava perto nos meus pés. De repente a mulher caiu no chão. Parei de correr e fui tentar salva-la, a lava vinha cada vez mais rápida.
     Quando cheguei mais perto da mulher, a lava chegou aos seus pés. Ela gritou muito alto. Fiquei tremulo, não sabia o que fazer. Ela iria morrer e eu não conseguiria salva-la.
     Puxei-a um pouco para longe da lava. Ela não tinha mais nenhum pé, derreteu tudo, só sobrou o final da canela.
     Ela chorava apavorada. Não havia mais nada com o que eu podia fazer.   Então deitei do seu lado e fiquei lá. Ela me olhava e eu a olhava também.
     Não tinha saída. Ela me abraçou e eu retribui. A lava nos consumiu por completou.

Acordei ofegante em um coxão no chão do quarto do Jay.
     Suava frio. Chovia do lado de fora. Foi então que me lembrei de que estávamos na legião dos Demônios.


Notas Finais


Bom... Deixem nos comentários o q vcs acharam desse cap, e o q estão achando da fic.
Farei o possível para n atrasar dnovo na próxima semana... Bye! 😇


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