História In Another World - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Aspen Leger, Carter Woodwork, Celeste Newsome, Kriss Ambers, Marlee Tames, Maxon Calix Schreave, Personagens Originais
Tags Romance
Exibições 105
Palavras 1.377
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oii, tudo bem com vocês? Espero que sim.

Hoje estou aqui com o capítulo de Outubro para vocês, espero que gostem.
PS. Foi muito difícil escrever esse capítulo.

BOA LEITURA

Capítulo 18 - Matheo


Fanfic / Fanfiction In Another World - Capítulo 18 - Matheo

P.O.V.AMERICA

 

No caminho de volta para casa meu carro parou no meio da rua, olhei para o painel e vi que o mesmo tinha parado porque sua gasolina acabou.

Quando sai da pizzaria estava com a sensação de estar sendo seguida, e até agora essa sensação não passou. Mesmo estando morrendo de medo em sair do carro a essa hora da noite decidi que iria fazer isso, mesmo até porque já se passava da 00:00 e provavelmente meus pais já estariam dormindo.

Balancei a cabeça para afastar esses pensamentos e fui à procura de um posto, a cada passo que eu dava era um tremor que percorria todo o meu corpo, a rua estava deserta e eu não estava nem a 1km do carro.

[...]

Fazia uns 10 minutos que eu estava andando, e até agora não achei nenhum posto, entrava em becos com uma aparência muito ruim e sempre dava em lugares desconhecidos por mim, já estava ficando cansada de tanto andar de um lado para o outro e não achar nada e ninguém. Despertei de meus pensamentos quando ouvi um barulho de algo se quebrando logo atrás de mim, olhei assustada e vi um homem com cabelos pretos e olhos extremamente azuis. Logo percebi de quem se tratava: Matheo, ele com certeza não estava bem. Estava com aparência de cansado e de bêbado ao mesmo tempo, logo que ele percebeu que eu o olhava deu um sorriso malicioso e começou a andar cambaleante em minha direção.

-Ora ora, olha quem encontramos aqui –Disse e foi aí que percebi que ele já se encontrava muito perto de mim e não daria tempo de sair correndo.

-O que você quer? –Perguntei tentando não demonstrar meu medo.

-Só quero fazer uma brincadeirinha com você, não se preocupe. Será rápido. –Disse chegando mais perto, sai correndo em direção a outro beco e quando cheguei no mesmo fiquei sem saída, ele já estava atrás de mim e eu tenho certeza que eu não iria conseguir escapar dessa vez. –Olha, se você colaborar deixarei você ir embora. Estamos combinados?

-NÃO-Gritei e meus olhos começaram a marejar-Me deixe ir embora, por favor –Pedi já chorando

-Ahh minha querida, não chore. Fique despreocupada, assim que nós terminarmos aqui você poderá ir ver seu namoradinho ok. –Disse se aproximando de mim e me prensando na parede.

- Não, por favor –Disse como um sussurro.

-Não vai doer nada querida, confie em mim –Disse com tom cínico e me beijou a força, tentei de todas as formas sair do beijo, mas ele prendeu minhas mãos contra a parede e fez com que eu ficasse sentada no chão. Queria gritar, sair correndo e ir para qualquer lugar que não fosse aqui com esse cara. Girava meus pulsos, que a essa hora já estavam sangrando de tanto esfregar na parede para me soltar, mas não dava certo, ele era mais forte do que eu. Até que ele soltou minhas duas mãos e me colocou de barriga para baixo, fazendo com que eu batesse a cabeça e prendendo novamente minhas mãos atrás do corpo. Aproveitei que estava com a boca livre e gritei:

-SOCORROOOO, POR FAVOR ALGUEM. –Gritei com toda minha voz. Ele me virou para ele com brutalidade e me deu um tapa no rosto, senti arder, mas não foi pior do que veio depois.

-Quietinha, está escutando? –Perguntou e eu assenti começando a chorar novamente. Ele com uma mão ficou segurando minhas duas mãos e com a outra ficou apertando meus seios por cima do vestido, como o vestido era meio curto, isso facilitou para ele. Não sei que horas e nem como ele tinha tirado sua calça jeans e minha calcinha, mas isso não interessava agora. Ele estava prestes a me penetrar quando me senti livre, nenhum peso contra meu corpo e minhas mãos estavam livres, fui me arrastando para a parede e vi dois homens brigando, logo percebi que era Maxon e Matheo que estavam brigando. Matheo já estava no chão desacordado e Maxon ainda chutava seu estômago, sabia que se ele continuasse Matheo poderia morrer e eu não desejava a morte dele, tudo bem que o que ele fez comigo não foi legal, mas ainda assim não desejava sua morte.

-Max –Minha voz saiu abafada ainda por causa do choro, percebi que ele ouviu já que ele parou na hora e me olhou, seu olhar transmitia tristeza e isso me deixou envergonhada e triste ao mesmo tempo, pois eu quase tinha sido estuprada por um cara louco e foi ele quem me salvara.

-Meri. –Disse vindo em minha direção, ele agachou na minha altura e me abraçou, isso fez com que eu desabasse. –Minha querida, não fique assim. –Disse me consolando, mas não adiantou nada. –Venha, irei te levar para casa.

-Não. –Respondi depressa, não iria para casa nesse estado e eu nem queria. –Por favor. – Completei.

-Ok, venha te levarei para minha casa e cuidarei de você. –Disse levantando e me pegando no colo.

-Não precisa. –Falei, ele assentiu e me deixou de pé no chão. Quando fui dar o primeiro passo cambaleei e só não cai graças a ele.

-Deixa que eu te levo. –Falou, assenti e fomos até seu carro que não estava longe dali. Chegando no seu carro reparei que o meu carro estava na frente do seu. –Pedirei para Lee vir busca-lo amanhã ok. –Falou e eu assenti. Ele me colocou no banco da frente, entrou no carro e foi em direção a sua casa. O caminho foi silencioso, exceto pelos meus soluços ecoando pelo carro. –Chegamos disse assim que estacionou o carro na garagem. –Venha. –Disse me pegando novamente no colo e indo comigo para algum quarto da casa. –Meri se quiser pode tomar um banho ok, tem toalha no banheiro e irei pegar uma troca de roupa para você.

-Ok. –Respondi e fui para o banheiro, me despi e entrei no box, liguei o chuveiro e assim que a primeira gota de agua escorreu pelo meu corpo me senti leve, sem vestígios de nada dessa noite. Terminei meu banho, pequei uma toalha, me enxuguei e cuidei dos machucados no meu pulso, sai do banheiro e em cima de uma cama de casal tinha uma troca de roupa: um pijama, que presumo ser de Marlee. Peguei a troca de roupa e fui para o banheiro me trocar, separei a roupa que eu estava e coloquei numa mesinha que tinha no quarto assim que sai do banheiro. Comecei a olhar em volta e o quarto era grande e muito bonito, posso dizer que este quarto é de Maxon, pois tem um ar masculino, sua cama é bem espaçosa e na parede em que fica a cama tem uma parede com lindas fotos, me aproximo e vejo fotos dele com Lee, sua mãe e seu pai; fotos dele com nossos amigos e uma foto, a qual me chamou mais atenção, de uma menininha ruiva brincando no jardim. Peguei aquela foto e reparei que a menina era muito parecida comigo, será que sou eu? Não, não pode ser. Por que ele teria uma foto minha em seu mural de fotografias?

-Oi –Tomo um susto com isso e deixo a foto cair no chão sem querer, ele dá uma risada. –Desculpa, está tudo bem?

-Sim –Respondo e ele caminha em minha direção.

-Vendo minhas fotos? –Pergunta e eu assinto –Gostou?

-Sim, são lindas. Quem tirou? –Pergunto

-Eu, por que? –Fala franzindo a sobrancelha

-Nossa, você tem talento hein. Quem é essa? – Pergunto mostrando a foto e ele sorri

-Você -Diz

-Eu? –Pergunto surpresa.

-Sim

-Por que você tem uma foto minha?

-Porque eu gosto de você Meri, gosto muito –Diz se aproximando ainda mais.

-Desculpa Max, mas não sei o que sinto por você.

-Sei disso, por isso quero te convidar para sair comigo sábado, depois de nós irmos visitar o orfanato, o que você acha?

-Pode ser

-Ok então, depois da visita ao orfanato. –Diz com um lindo sorriso. –Bom, vou deixar você dormir.

-Max –Falo quando ele está saindo. –Você não vai dormir no seu quarto? –Pergunto e ele nega.

-Estarei no quarto ao lado, pode ficar aqui, Tchau Meri. Boa Noite

-Tchau Max obrigada, Boa noite. –Respondi, deitei na cama e não demorou muito para cair no sono.

 


Notas Finais


RESPOSTAS: *NOME: GIULIANA
*IDADE: 15
*SIGNO: LIBRA

PERGUNTAS: *COR FAVORITA:
*SÉRIE FAVORITA:
*FILME FAVORITO:

ESPERO QUE TENHAM GOSTADO, OBRIGADA PELOS 46 FAVORITOS E 60 COMENTÁRIOS, ISSO ME INCENTIVA A CONTINUAR.


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