História In joy, sadness, ballet and adrenaline. - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias Grey's Anatomy, Orange Is the New Black
Personagens Alex Vause, Alexandra "Lexie" Grey, Arizona Robbins, Calliope "Callie" Torres, Cristina Yang, Derek Shepherd, Mark Sloan, Meredith Grey, Miranda Bailey, Owen Hunt, Personagens Originais, Piper Chapman
Tags Alex Vause, Arizonaecallie, Derek Shepherd, Derekemeredith, Greysanatomy, Markelexie, Meredith Grey, Nicholselorna, Oitnb, Owenecristina, Piper Chapman, Vauseman
Visualizações 56
Palavras 2.395
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Orange, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey guys! Esse cap saiu mais tarde que o esperado, passei o dia inteiro escrevendo e só deu tempo de postar agora.
Boa leitura! ❤

Capítulo 16 - Ariel Chapman


Fanfic / Fanfiction In joy, sadness, ballet and adrenaline. - Capítulo 16 - Ariel Chapman

Dias atuais

Alex se mudou com a mãe logo depois da última noite com Piper. O dia na boate era seu último dia na cidade, sua mãe havia assinado contrato com um escritório maior, que iria oferecer melhor condição de vida e mais reconhecimento, o escritório ficava na Austrália, apenas Nicky sabia da mudança e Alex preferiu assim. Seus negócios com Cal não haviam acabado, ela continuou fazendo o que sabia que era errado, mas como ela sempre gostou da adrenalina, do poder e da proteção, deciciu continuar com aquele erro. Rebecca, a garota do bar em que Alex trabalhava na noite de sua despedida, entrou para o mundo de Alex, a garota topou entrar naquela aventura e assim como Alex, havia se encantado com o maior problema de sua vida. Elas começaram a conversar e em alguns encontros e outros acabava rolando uns amassos entre elas, até que um dia se tornou algo mais sério, as duas começaram a namorar e moravam juntas.

Logo depois de Alex ir embora, Piper se distanciou de todos e entrou em uma tristeza sem fim, até que conheceu Kate Huston. As duas entraram em uma amizade e com o tempo se tornaram muito mais próximas, ficaram por muito tempo enrolando, elas haviam resolvido que não seria algo sério, que iriam ficar em um relacionamento aberto. Mas isso não foi o suficiente para Piper e nem para ela, Piper queria amar de novo e queria contruir seu sonho, que era ter uma família. E com muita dificuldade depois de seu casamento, nasceu uma menina linda e com vinte e oito anos, Piper havia realizado seu sonho de ser mãe. A menina era a cara da mãe, os cabelos eram ruivinhos e seus olhos eram cinzas, e assim como os da mãe, mudavam de cor de acordo com o humor. O mais engraçado é que a menina não lembrava nada do temperamento de Kate, seu temperamento lembrava o de Alex. Piper desde pequena amava a princesa Ariel e assim que soube que seria uma menininha, logo pensou:

"Essa será minha princesinha, minha Ariel."

E assim foi, Ariel completaria três anos daqui dois dias. Piper estava louca com os preparativos, seria a primeira festa da menina, o primeiro ano foi passado na praia com as mães, a garotinha havia amado o mar, qualquer hora que as mães piscassem ela já estava correndo para a areia, era até um perigo. Piper ainda dançava balé contemporâneo, ela havia se tornado famosa por grandes espetáculos.

Ariel amava ir aos ensaios da mãe e sempre que Piper podia ensinava os passos para a menina, ela acabava tropeçando e rindo, ás vezes chorava mas no fim sempre soltava o sorrisinho que deixava Piper boba, ela tinha até a roupinha de bailarina! Ficava uma fofura e Piper se derretia toda. A sainha de tule ficava uma graça e a menina ria rodava a saia.

Kate é cirurgiã e nunca parava em casa, então Piper sempre foi mais presente e ela amava isso, gostava da companhia da filha. Amava ser mãe e todos os cuidados que tinha com ela, era o tipo mãe coruja, Kate sempre foi a mais brava, mais rígida e punia Piper por ceder tudo que a menina sempre quis mas Piper nunca conseguiu negar, claro que quando era não, era não. Mas a menina sempre a ganhava com um sorriso, um abraço e um beijo no rosto.

A menina tinha apenas quase três anos, mas era esperta como uma criança de quatro anos. Ela falava enrolado mas entendia muita coisa.

Pov Piper

Era só mais um dia normal, Kate na mesma correria de sempre e eu lidando com as bagunças de Ariel, a de hoje era papinha jogada no chão e eu só virei as costas! Quando se é mãe você não pode virar as costas, porque pode ter certeza que você não vai querer ter dores de cabeça logo pela manhã.

- Piper! - ela grita do quarto e eu corro pelas escadas, preocupada de algo ter acontecido com Ariel.

- O que foi?!

- O que eu disse sobre doces já pela manhã? - ela apontou para Ariel que estava com um pirulito na boca.

- Ah, qual é? Ela é só uma criança.

- Essas coisas não são saudáveis. - ela me olhou brava.

- Mas ela fez aquela cara que... - revirou os olhos - Ah, qual é... é a última vez que eu faço isso. - me aproximei e lhe dei um selinho.

- Você disse a mesma coisa semana passada. - ela revirou os olhos.

- Dessa vez eu juro ser a última vez. - abracei ela e roubei um beijo de seu bico. Até que ouvimos o choro agudo da Ariel e corremos acudir a pequena que caiu de cima da cama.

Só mais um dia normal.

Cheguei na empresa com Ariel de mãozinhas dadas comigo e chamei a atenção de todos os funcionários da empresa, eles adoravam ela, babam nela o tempo todo. Eu achava isso muito bom, minha filha é amada por todos e isso me deixa mais boba ainda. Também, quem não se apaixonaria por esse sorrisinho cheio de janelinhas?

- Titia Aliiii!!! - falou enrolado e correu um pouco desengonçada para os braços de Arizona, que a recebeu com um sorriso enorme nos lábios e de braços abertos. Sorri com a cena, amava ver esses momentos, amava a conexão que Ariel tinha com Arizona.

- Minha ruivinha! - beijou as bochechas grandes de Ariel e sorriu forte - Veio ajudar a mamãe? - ela fez cosquinhas na barriguinha, fazendo ela gargalhar, me peguei rindo. Ela sempre conseguia me fazer rir de algo ou tirar sorrisos de mim, meu amor de mãe é tão profundo que chega doer.

Ariel chegou em uma parte difícil da minha vida, meu relacionamento estava conturbado, meu pai faleceu e me deixou com um buraco enorme, os horários de Kate sempre foram curto, nunca foi tão presente na minha vida depois de se tornar cirurgiã. Sentia sua falta e acabamos entrando em conflito, nosso casamento quase foi por água abaixo.

Até que eu descobri que estava grávida. Antes de tudo acontecer, eu e Kate estávamos planejando ter um bebê mas não deu certo de primeira. Fizemos outra inseminação mas eu já estava sem esperanças, um monte de coisa começou a acontecer, a morte de papai e tudo mais, acabei esquecendo de tudo, até que um dia abri minha gaveta de absorventes e fui checar que dia era.

Minha menstruação estava atrasada por duas semanas. Comecei a chorar, um bebê nesse momento não seria legal, uma criança não merecia viver em uma família tumultuada quanto a minha e muito menos em um casamento caindo aos pedaços. No começo algo que seria horrível, se tornou ótimo. Kate me prometeu que iria honrar seus votos e fazer de tudo para fazer eu e o bebê as pessoas mais importantes de sua vida.

E assim tem sido e estamos cada dia melhor...

Pov Alex

Mas que diabos Cal queria comigo? Parece que alguém anunciou minha chegada em NY e ele farejou meu cheiro, porque não é possível, toda vez que eu estou aqui ele já manda mensagem me avisando que teria que ir falar com ele sobre os negócios. E isso era uma chatice! Quando eu venho para cá, eu só quero curtir minhas amigas e ir para as baladas.

Rebecca estava com seu corpo colado ao meu e sua cabeça em meu peito, totalmente desmaiada, por conta da noite de antes, ou pelo menos achei que sim.

Senti suas mãos ligeiras irem até meu seio e brincar com meu mamilo que logo respondeu ao ato e se tornou duro feito pedra. Arfei e fechei os olhos, sentindo o toque, até que senti seus lábios contra o meu e seu corpo quente nu sobre o meu. Minhas mãos foram até suas costas, arranhando toda aquela parte, causando arrepio por sua pele. Pressionei mais seu corpo sobre o meu e soltei um gemido baixo, seu sexo molhado tocou sobre o meu e me deixou toda molhada.

- Isso tem que ser rápido, parece que Cal quer jogar conversa fora como sempre. - falei ofegante.

- Claro meu amor. - ela sorriu maliciosa e me beijou.

O sexo com Rebecca é ótimo, direi isso pois sei que não amo-a, se me perguntassem se eu casaria e teria uma família com ela, eu provavelmente diria não. Nosso relacionamento é meio louco, eu sei que já tive várias traições da parte dela e ela sabe dos meus vacilos. Então apenas nos juntamos em algo que precisávamos uma da outra. Juntamos nossas carências, digamos assim...

Eu senti muita falta de Piper no início, ás vezes me pego pensando como sería se ainda estivéssemos juntas. Eu estaria feliz, eu amava Piper, e pra melhorar, o sexo era ótimo. Sem falar que eu me encontrava em Piper e ela sempre me fazia rir, sorrisos verdadeiros.

Não estou dizendo que não estou feliz com o que tenho com Rebecca. Eu sou profundamente feliz por ter alguém para me ajudar nos piores momentos, mas sei que entre eu e Rebecca, mesmo que chamemos isso de namoro, sabemos que é apenas uma amizade colorida. Ela está ali quando eu preciso. Com Piper não era assim... eu sentia que precisava dela pra respirar. Eu vivia Piper, eu respirava Piper e amava Piper.

Mas como muitos relacionamentos de adolescência, o nosso também não deu certo. Por erro meu, mas eu era jovem, ingênua e insegura sobre mim. Eu não era capaz de enfrentar Cal. Eu podia muito bem ter abrido minha boca naquela época, mas qual a probabilidade de aquilo dar certo? Era quase zero.

Eu apenas aceitei meu erro e continuei em frente. Agora estou aqui, em uma das minhas coberturas mais caras, vivendo uma vida de luxo. Eu me sinto completa financeiramente e profissionalmente mas no amor, eu me sinto vazia.

Eu tinha shows para fazer daqui três dias, vim só pra matar a saudade das minhas fiéis escudeiras e poder refrescar minha cabeça melhor. Se bem que quando venho pra cá, lembro de meus melhores momentos de adolescência, onde vivi meu primeiro amor e minhas primeiras aventuras e nem refresco.

Eu e Rebecca enrolamos na cama, até Cal me ligar.

- Qual é? Tá entalada em algum lugar? Que demora... - ele disse bufando.

- Eu demoro o quanto eu quiser meu querido, você não é meu patrão e nós estamos no mesmo patamar, não sei se você sabe mas meu poder nisso é bem maior que o seu. - falei de forma irônica, adorava falar isso. Eu sempre feria seu ego e o deixava irritado.

- Ah, cala a boca! - desligou na minha cara, todo irritado. Coloquei meu celular no criado rindo e Rebecca me acompanhou.

- Meu Deus! Ele não cansa! - ela bufou e colocou o travesseiro em seu rosto, tampando a claridade.

- Não mesmo! Anda, vamos tomar uma ducha. - sorri maliciosa e a puxei para o banheiro.

Chegamos na empresa e acenamos para todos.

- Srta. Vause. - a recepcionista acenou com a cabeça e eu retribui - Sr. Chapman a espera em sua sala.

- Obrigada Chloe, nos vemos depois. - Rebecca estava de mãos dadas comigo e fomos até o elevador, chegamos na sala e abrimos a porta sem cerimônia.

- Não sei se você sabe mas bater na porta antes de entrar é uma boa demonstração de respeito.

- Vai á merda.

- Meu Deus do céu, que grosseria.

- Você sempre me deixa assim. - revirei os olhos e sentei na cadeira à sua frente, Rebecca fez o mesmo.

Até que uma garotinha ruiva de mais ou menos três anos adentrou a sala, vestindo saia jeans e uma blusa preta do batman, com sapatinhos pretos. Era linda, me lembrava... Piper?!

- Titio Cauuuu!!! - ela correu para trás da mesa de Cal e ele a recebeu com um sorriso que nunca havia visto em seu rosto e um brilho nos olhos que achei que nunca veria.

- Oi minha sereinha! - ele deu um beijo em sua bochecha e ela riu, por conta da barba - Oh, estou fazendo cosquinhas? Vem cá então! - ele a abraçou e começou a fazer cosquinhas em seu corpinho. - Cadê sua mãe? - ela apontou para a porta.

- Desculpa Cal! Você sabe como é sua sobrinha. - ela entrou rindo.

Até que ouvi a voz dos olhos azuis que vem sendo dona de meus melhores e piores sonhos.

Pov Piper

- Tudo bem, Pie. - ele sorriu para mim e eu sorri. - Batman? - ele riu e eu ri também.

- Ela que escolheu! Eu coloquei um monte de blusas na cama e ela apontou justo pra essa. - disse rindo.

- Você sempre fazendo a vontade dessa menina.

- Olha essa carinha Cal... eu me derreto e acabo fazendo. - faço cara de boba.

- E Kate fica brava. E com razão! Você vai acostuma-la mal. - ele riu

- Kate não tem que achar nada. Eu que carreguei. - revirei os olhos e ele riu.

- Tudo bem então. - deu de ombros.

Percebi que não estávamos sozinhos na sala quando uma morena tossiu. E meu corpo logo reagiu, não entendi o porquê.

- Oh, desculpem, atrapalhei vocês. - fui até a mesa de meu irmão e peguei Ariel no colo. Dei um beijo no rosto de meu irmão e olhei para frente.

Congelei.

Não sei quanto tempo fiquei daquela forma, estava imóvel.

Não era possível que depois de nove anos o destino ainda nos colocou á prova. Seus olhos se prenderam no meu e os meus no dela, nenhuma palavra foi dita. 

Até que a ruiva que estava em seu lado, a abraçou de lado, como forma óbvia de posse.

- Vamos filha, titio tem que trabalhar e nós já atrapalhamos demais. - beijei sua bochecha rosada e ela deitou em meu ombro, dei sua chupeta. Ela estava com sono e logo dormiria e me deixaria trabalhar. - Prazer revê-la, Alex. - sorri.

- O prazer foi todo meu, Piper. - ela sorriu.

- Vamos que alguém vai fazer naninha. - apertei ela em meu corpo e ela resmungou. - Deixa eu ir, maninho, ela está caindo de sono.

- Vai lá, depois vamos almoçar juntos.

- Claro. - sorri.

- Até mais, Alex. - Sai porta a fora, deixando uma Alex totalmente sem rumo.

E mais uma vez, o destino está nos pregando uma peça. 


Notas Finais


Até o próximo, espero que estejam gostando! ❤


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