História In love again - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Imagine Taehyung, Kim Taehyung
Exibições 25
Palavras 1.450
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Mistério, Romance e Novela, Seinen, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


DESCULPA A DEMORA PRA POSTAR, MEU DEUS
É que o Spirit não enviou isso DUAS VEZES
E EU TIVE QUE REESCREVER TUDO DUAS VEZESSSSSSS
Que ódio.
Enfim, boa leitura <3

Capítulo 3 - Você me perguntou como eu me sinto, eu não disse nada


Taehyung P.O.V – Flashback

“— O que?! – S/N riu, bem humorada. Ela estava tentando se fazer de brava, mas aquilo certamente não colava com a imagem cotidiana dela. – Eu não acredito que você comprou o jogo que a gente estava esperando há SÉCULOS e não me contou!

— É claro! Você estava toda íntima daquelas garotas. – fiz bico. – Achei que não iria mais querer jogar jogos de menino comigo.

O rosto de S/N se contorceu de forma emburrada: — “Jogos de menino”? Qualé, Tae! Nós já temos 11 anos, estamos bem grandinhos pra diferenciar as coisas por sexo. – ela puxou meu nariz, como sempre fazia quando estava brava.

— Você que fica com esses papos estranhos! – me defendi. – Esqueceu que até ontem você disse que não iria poder ir na praia comigo por “ter coisas de menina pra fazer” com suas amigas? – questionei, zombeteiro.

O rosto de S/N corou.

— Bem... O contexto é totalmente diferente!

— Não, não é!

— É sim! Agora cala a boca e vamos jogar isso rápido! Aposto que a gente zera até o fim de semana!

Ri, passando o controle do videogame pra ela, que pulou no sofá ao meu lado.”

 

S/N P.O.V – Atual.

— Garota que seu hyung tanto fala? – arregalei os olhos, ao citar a frase da menina. Taehyung pareceu constrangido e passou a mão pelo cabelo, descendo até a nuca, desconfortável.

— Não dê ouvidos pra Tzuyu, ela confunde muito as coisas. – ele retrucou. Isso, por algum motivo, me fez rir. Mas Tzuyu parecia bem longe de rir, ela fez uma cara emburrada, inflando as bochechas.

— Eu confundo muito as coisas uma ova!

Ele tossiu: — Bem, de qualquer modo, sobre as apresentações formais. – se virou pra mim. – Essa é a Tzuyu, minha irmã mais nova. Tzuyu, essa é a S/N, minha colega e sua nova “babá”.

O jeito que Taehyung me referiu, como “colega”, martelou na minha cabeça por alguns instantes. Suspirei e em seguida sorri.

— É um prazer conhece-la, Tzuyu.

— O prazer é meu!

Pelo resto da tarde, eu apenas conversei amigavelmente com a garota e nós chegamos a assistir um dorama juntas, enquanto Taehyung ficava trancado no quarto. Embora tivesse sido maravilhoso descobrir mais sobre a Tzuyu (e saber que ela sonhava em ser bailarina), isso me chateou de certo modo, pois eu acreditava que aquela seria a oportunidade perfeita para me aproximar de Taehyung. Mas bem, era o primeiro dia, apenas.

As coisas poderiam mudar dali pra frente, não poderiam?

Eu queria muito mudar o conceito dele sobre mim. Não queria mais ser apenas uma “colega”. E eu queria que ele me desse motivos para gostar dele, de verdade. Porque, no fim das contas, eu sentia como se ainda não o conhecesse direito para que meu sentimento saísse da zona de “quedinha”.

Em geral, eu era muito superficial em relação a ele, e aquilo me incomodava.

Quando o dorama terminou, já era minha hora de voltar pra casa. Suspirei e me despedi da Tzuyu. Eu estava prestes a sair pela porta, quando Taehyung me chamou.

— Quer que eu te acompanhe?

-

Enquanto caminhávamos silenciosamente, uma súbita lembrança me veio à mente.

“Eu tenho uma irmã mais nova e minha mãe está procurando alguém para cuidar dela”, tinha sido o que Taehyung me dissera. Mas se a mãe dele estava morta, como isso era possível? Quando delicadamente o questionei sobre isso, ele deu de ombros.

— Ninguém sabe que meus pais morreram.

— Nem mesmo seus melhores amigos? – estreitei os olhos, chocada. Esconder uma morte daquele jeito era tão fácil? Eu tinha certeza de que não.

— Não quero preocupar eles. Não é obrigação deles aguentarem isso.

Puxei o ar com força: — Entendo. – na verdade, não entendia, mas não adiantava debater sobre aquilo. Amizade era para qualquer momento, seja ele triste ou feliz. Taehyung certamente não conhecia muito sobre amizade de verdade.

Chegamos a porta da minha casa, e eu me virei para o Taehyung.

— Bem, até amanhã. – falei, meio desanimada.

— Até. – ele respondeu e então beijou minhas bochechas, que com certeza ficaram rosadas depois do ato, bem lentamente. Fiquei sem reação diante disso e apenas observei ele ir embora com um sorrisinho de cantinho estampado no rosto.

“Maldito seja”, amaldiçoei mentalmente, corando mais. Abri a porta de casa com agressividade, correndo pra dentro e subindo as escadas sem sequer cumprimentar mamãe. Tranquei a porta do quarto, ofegante e pulei na minha cama, rolando por ela histericamente.

Depois de soltar um gritinho abafado pelo meu travesseiro, eu finalmente me acalmei. Ou quase. Meu coração continuava quase saltando para fora da minha boca. Provavelmente eu tinha algum problema, porque tinha sido uma reação tão extrema por algo simples e normal entre colegas. E isso me fez entrar num enorme conflito interno. Ah, colegas uma ova!

Eu estou me referindo a Kim Taehyung, o ser simplesmente mais gostoso da face da Terra! E ele tinha beijado a minha bochecha! A minha bochecha! Aquilo era mais significativo para muitas meninas que ganhar na loteria. Bem, não exatamente.

-

— ISSO É SÉRIO?! – Helen gritou, no meio da rua, atraindo a atenção de várias pessoas que passavam por ali. Eu levei o dedo indicador aos lábios e fiz um enorme “Shhh” em repreensão. – Desculpa, não me aguentei.

Meu constrangimento pela histeria de Helen não era bem por estarmos caminhando até a escola no meio de uma rua, mas sim pelo fato de que Yoongi estava conosco. Tínhamos encontrado ele por acaso e como praticamente todo mundo no universo sabia que eu gostava de Taehyung, não teria problema contar dos detalhes com ele perto e tudo o mais, mas... Não deixava de ser constrangedor.

— Ele provavelmente tá’ afim de você. – Yoongi falou desanimado, com as mãos nos bolsos. Eu olhei para ele, estranhando seu tom de voz. E pelo visto eu não fui a única.

A Naysla franziu as sobrancelhas: — E por que você fala isso como se fosse a pior coisa do mundo?

— Porque é. Acreditem, faz muito tempo desde que ele se apaixonou por uma menina, e ele não esqueceu ela tão fácil.

— O que aconteceu com ela? – Maria questionou, curiosa. – Ela rejeitou aquele pedaço de mau caminho?!

— Não sei muito bem dos detalhes, eu não era próximo a ela, mas... Ela simplesmente sumiu um dia. Ninguém na escola se pronunciou sobre o assunto, e o Tae preferiu não comentar sobre isso.

Isso me fez lembrar sobre ele não ter dito nada a respeito da morte dos pais para ninguém. Pelo visto, ele era realmente fechado e pouco sincero até mesmo com seus melhores amigos. Me pergunto o que realmente aconteceu com essa menina. Talvez ela também tenha morrido?

— Tudo o que eu lembro sobre a garota era que... – Yoongi me olhou. – Ela tinha o mesmo nome que o seu, S/N.

Arregalei os olhos. “Então é por isso que Taehyung memorizou o meu tão rapidamente?”

— Caramba. Essa história parece muito trágica. – Naysla cruzou os braços, parecendo desinteressada. – Mas sinceramente? Caguei.

— Não diga uma coisa dessas, Naysla! – Helen repreendeu, inflando as bochechas para tentar conter o riso. O jeito cujo Naysla dizia “Caguei” era simplesmente muito engraçado.

— Hmm, acho que tem caroço nesse angu, hein? – Maria franziu as sobrancelhas.

Julia, que estava quieta durante o percurso inteiro, finalmente se pronunciou: — Agora que eu paro para pensar, Jin me comentou sobre uma história parecida. Ele não gosta muito da ideia de Taehyung se apaixonar novamente.

— Nenhum de nós gosta. – Yoongi concordou. – A respeito de Jin, Julia... Está tudo bem entre vocês dois?

Julia tomou um susto, olhando para ele de forma interrogativa.

— Hã? Como assim?

— Eu achei isso estranho desde que vocês dois começaram a namorar, mas... Vocês realmente não parecem sentir nada um pelo outro. – ele olhou pra ela de canto do olho. Julia empalideceu e então tossiu forçadamente, rindo.

— Hahahah, que tipo de frase foi essa, Yoongi? É claro que nós nos amamos! – e dizendo isso, ela começou a andar apressadamente na nossa frente.

Eu, Helen, Maria e Naysla nos entreolhamos para tentar encaixar 2+2. Certamente interrogaríamos Julia sobre aquela questão depois, mas primeiramente teríamos um longo dia a seguir. Principalmente no meu caso, que teria que ir para escola e em seguida ir cuidar da Tzuyu. Parando pra pensar, eu realmente não devia ter aceitado aquilo. Estava acostumada a procrastinar inutilmente após as aulas no meu quarto, e não fazer nada de bom da vida.

Chegaram ao colégio e se apressaram para suas respectivas aulas. Eu não consegui prestar atenção em realmente nada, apenas fiquei me perguntando quem era a tal garota com meu nome, que um dia roubou o coração de Kim Taehyung.

E então, eu realmente passei a me perguntar... Será que eu deveria mesmo tentar roubar o dele?

Bem, não deveria. Mas naquela época eu não fazia a menor ideia disso.


Notas Finais


É isso, espero que tenham gostado <33
Até o próximo õ/


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