História In love speed - Capítulo 11


Escrita por: ~ e ~Tah_Minina

Postado
Categorias Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Ryan Butler
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Personagens Originais, Ryan Butler
Tags Chaz Somers, Chris Beadles, Corridas, Justin Bieber, Rachas, Romance, Ryan Butler
Exibições 596
Palavras 1.332
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


150 favoritos!!!

Sejam bem vindos novos leitores, e um beijão pros antigos. Aqui estamos nós, popularizando a fanfiction!

Mais um capítulo amorzinho para vocês , amoras!!!
Espero que gostem.
Boa leitura.


NOTAS FINAIS IMPORTANTES!!!!

Capítulo 11 - Dorme comigo? - Parte II


 

Narrador

 

Três horas passaram desde que Olívia chegara à casa de Justin. Ao contrário do que ela esperava, a companhia dele havia sido muito agradável. Era paciente e atencioso. Explicou a ela tudo calmamente e sanara boa parte de suas dúvidas.

Claro que havia tido que parar algumas vezes para bronqueá-lo por olhar para suas pernas, ou até mesmo, tocá-las. Ele era incrivelmente petulante e cara de pau, na opinião da garota. Era incrível a maneira como falava algumas coisas sem sequer importar-se de estar acompanhado. Entretanto, aquela era uma das melhores qualidades que via nele. Estava convicta de que a maneira como era incrivelmente sincero, era algo bom, tendo em vista que durante toda a vida teve que conviver com a falsidade alheia dentro da própria casa.

Olívia ria das bobagens que ele dizia. Vez ou outra revirava os olhos quando se tratava de mulheres e suas experiências sexuais com elas. Mas, apesar de tudo, estava se divertindo muito com aquela companhia. Poderia passar mais três horas ali, apenas “estudando” com Bieber. Aquele Bieber. Aquele que a cantava sim, mas que fazia aquilo com o mínimo de classe e não todo rude.  Gostava do verdadeiro Bieber. Aquele que a fazia sorrir e a fazia ter frio na barriga quando a tocava involuntariamente.

— Acho que está na hora de ir pra casa — ela disse fechando o livro que tinha em sua frente. Estava sentindo-se tão confortável na presença do garoto, que ousou deitar de bruços na cama dele, ao seu lado.

— São apenas nove e meia. — Agitou o IPhone diante dos olhos da garota. — Fique mais um pouco.

— Eu podia até dizer não, mas acontece que não quero voltar pra aquele lugar. — Ela sorriu falsamente.

— O que foi, marrentinha? — Tocou-lhe o ombro, algo como um leve empurrão. — Anda! Diga! Somos ou não somos namorados?

— Não somos!

— Só nós dois, os caras e a Tess sabemos.

— Isso não torna nosso relacionamento real.

— Então nada de amassos e rapidinhas na sala do zelador? — fez-se de decepcionado.

— Você é nojento, sabia? — Ela franziu o nariz fazendo-o gargalhar. — Aliás, vai ter que aprender a controlar o Jerry, porque já que fingiremos no colégio, nada de garotas!

— Você só pode estar brincando! — Ele ergueu uma das sobrancelhas a encarando duvidoso. Riu sem humor ao vê-la negar. — Não vai me dar e também não posso comer ninguém?

— Exatamente! — Ela agitou a cabeça levemente. — Não posso ficar com fama de corna.

— Então trate de se afastar do Beadles.

— Somos amigos.

— Ele quer te comer, Liv! Como eu, Ryan e setenta por cento dos caras do colégio — disse como se aquilo fosse algo comum. — Os que não querem ou não curtem mulher, ou apenas fingem pra namorada. — A garota não pode segurar a vontade de rir que a dominara. — Você é carne nova. Um verdadeiro filé mignon.

Olívia sentiu-se constrangida ao ver o rapaz percorrer os olhos por seu corpo, enquanto a língua passeava despreocupadamente pelos lábios. Sabia que era atraente, mas ver os rapazes a comendo com os olhos sempre a assustava.

— Pare.

— Não estou mentindo. — Ele sentou-se na cama, encostando-se à cabeceira. — Era assim com Tess antes. Ela vivia rodeada por marmanjos, cheia de cartinhas de amor dentro do armário, vários convites pra encontros, mas sempre foi fiel a mim. É como você deve ser, pelo menos enquanto todos acharem que somos um casal.

— A Tereza come na sua mão, mas não pense que será assim comigo.

— Se a conhecesse saberia que ela é a única garota que me tem a seus pés, sem o mínimo esforço, e não o contrário, pois ela é a única que realmente vale a pena.

Justin levantou-se da cama caminhando rumo ao banheiro, permitindo a Liv refletir sobre suas palavras. Algo naqueles vocábulos, carregados de ressentimento, a fez pensar que talvez houvesse um motivo para Bieber portasse daquele jeito perante todas as garotas, mas ser completamente desarmado por um sorriso de Tereza. Que ele a amava era fato, contudo, havia algo além disso. O discurso do rapaz parecia sofrido. Soava como alguém magoado.

— Justin — ela chamou-o com um tom ameno. Não demorou muito até o rapaz aparecer na porta despido do quadril para cima. A garota distraiu-se por alguns segundos, permitindo que os olhos vagassem pelo tronco esculpido do rapaz. — Eu… Eu… Eu não me lembro o que ia dizer.

— Imagino o porquê. — Ele sorriu, caminhando em direção à cama, vestindo nada além de um moletom cinza escuro, que proporcionava a garota a visão do cós de sua cueca preta. — Você está me querendo — caçoou. — Pode dormir comigo hoje à noite.

— Eu não posso — Olívia sequer disfarçava. Os olhos estavam completamente vidrados naquela figura de cabelos loiros escuros e corpo coberto por algumas tatuagens desconexas.

— Dorme comigo? — indagou a olhando de maneira sugestiva, com seu típico sorriso maroto escapando pelo canto dos lábios. — Responda!

— Minha mãe vai me matar.

— Vai nada! — Ele ajoelhou-se ao lado da garota que naquele momento já não estava mais deitada de bruços, e sim sentada no meio da cama. — Anda, gatinha. — Justin deslizou a mão direita pela nuca dela, entrelaçando os dedos nos fios próximos ao local. — Dorme comigo.

— Você está muito convincente hoje. — Piscou algumas vezes caindo em si. — Mas não vai rolar, gatinho.

Ele riu afastando sua mão da moça.

— Você é durona. — Liv sorriu timidamente enquanto o rapaz deitava na cama novamente. — Apaga essa luz e deita aí!

— Mas a minha mãe…

— Acha que namoramos e namorados dormem juntos — disse como se fosse a coisa a mais simples do mundo, mas não para Liv. — Se quiser eu ligo pra ela e aviso.

— Por que quer eu durma aqui?

— Fazer companhia. — Ele colocou ambas as mãos debaixo da cabeça. Fitava o teto distraído, vagando por sua mente misteriosa, aos olhos da garota. — Eu gosto de dormir acompanhado.

— Sei...

Olivia franziu a testa o encarando duvidosa. Sorriu ao vê-lo desviar os olhos do gesso branco do forro, voltando a atenção toda para ela.

— Duvida de mim, Prescot?

—Você está muito estranho hoje — ignorou a pergunta deitando-se de lado, próxima a ele. — Todo amorzinho.

— Preciso de você — disse baixo como se fosse só para si. — Estou tentando ser simpático.

— Está sendo — sorriu. — Você é sempre muito distante. Sempre foi assim?

— Não sou distante. Só não acho que minha vida particular é da conta de alguém além de mim.

— Mas você é diferente com Tereza. Por quê? — sondou.

— Ela é especial — ele disse virando-se para o lado oposto a Olivia, dando-a as costas.

— Tem certeza que são só amigos? — a garota estreitou os olhos, como se o garoto pudesse vê-la, quando na verdade, não. Não demorou três segundos, para que Justin se levantasse da cama em um pulo. — Você mudou desde que Chaz a beijou.

— É complicado, Olívia — disse virando-se para ela, encarando-a com cara de poucos amigos. — Eu não gosto de falar sobre minha vida particular.

— Somos um casal, baby.

— Não somos.

Ele negou em um movimento leve das mãos, sendo-se na beirada da cama de costas para a garota. Como ela odiava aquilo, falar com alguém sem olhar nos olhos.

— Finja que somos. — Sorriu de canto em uma tentativa falha de incentivá-lo a falar. — Você precisa desabafar.

— Se o que eu te disser sair desse quarto…

— Não vai. — A garota ajoelhou-se na cama, tocando os ombros do rapaz, que espasmou levemente ao sentir o toque de suas mãos quentes. — Fale.

— Eu não gosto da ideia de dividir Tess. — Ele suspirou passando as mãos pelo rosto e pelos cabelos em seguida. — Eu não quero que ela se afaste de mim por outro cara.

— Justin. — Suspirou calmamente. — Tereza te ama. Ela jamais faria isso.

— Mas aconteceu uma vez. Quando Caitlin morava aqui. Eu não posso correr o risco de acontecer novamente.

— Não vai. — Ela sorriu de canto. Achava esse Justin tão meigo.

— O que me garante? — Ele levantou os olhos, virando a cabeça um pouco para o lado a fim de vê-la.

— Eu. — Alargou o sorriso. — Eu estou aqui agora, Justin. Sua vida nunca mais será a mesma.


Notas Finais


Bom, estou tendo uma certa dificuldade em pensar em pessoas legais para interpretar Matt e Tess.
Caso vocês tenham ideias, por favor, contem-me.
Desde já, agradeço imensamente.


Capítulo betado por Srta. Danson (DOWD)


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