História In love speed - Capítulo 21


Escrita por: ~ e ~Tah_Minina

Postado
Categorias Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Ryan Butler
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Personagens Originais, Ryan Butler
Tags Chaz Somers, Chris Beadles, Corridas, Justin Bieber, Rachas, Romance, Ryan Butler
Exibições 223
Palavras 3.580
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá amoras!!!!

Milhares de desculpas pela demora, mas está realmente complicado escrever nessas ultimas semanas.
Espero que posam entender e que gostem do capítulo.

Aliás, estava me esquecendo: quase 300 favoritos!!!!!
Muito obrigada, pessoal!


Boa leitura.

Capítulo 21 - Boa noite, meu amor.


    Narrador

 

    Tereza estava odiando ter que ficar com o pé para o alto todo o dia. Estava perdendo horas de vida deitada enquanto todos os amigos curtiam sem ela. Era isso o que se passava pela cabeça da garota de olhos verdes enquanto observava o teto durante as manhãs, que pareciam ainda mais longa do que o comum, por estar sozinha.

    Maldito momento onde foi resolver descer aquela escada chorando. Além de sentir dor, ainda tinha que ficar presa no quarto vinte e quatro horas do dia, perdendo provas, trabalhos e os acontecimentos do mundo. Como se isso não bastasse, perderia também a Toronto Street Race, logo depois de ter feito o impossível para conseguir liberação do “líder” para correr.

A vida era injusta, pensava.

Por outro lado, era divertido ter Charles ali com ela praticamente toda a tarde.  E por mais que sentisse muito a falta da companhia no melhor amigo, o namorado estava substituindo-o muito bem. Tereza e entendia bem que o instante havia chegado: ela e Bieber agora tinham outras pessoas com quem contar e a quem amar. Estavam crescendo e seguindo caminhos um pouco separados.

A garota suspirou pesadamente enterrando o rosto no travesseiro. Era muito estranho para ela dormir sozinha. Mas sabia que não podia recuar. Ela queria que Justin e Olivia fossem felizes e não podia atrapalhar tudo agora que as coisas pareciam caminhar para um rumo feliz. Não podia ver o amigo chateado por causa de mais uma decepção amorosa. Não por culpa dela. Por mais que não fosse culpada.

Tess ergueu os olhos para o celular jogado a seu lado quando o sentiu vibrar. Um sorriso largo surgiu em seu rosto quando viu “Bieber” escrito na tela, com uma foto meiga que tirara do amigo enquanto ele dormia. Pegou o aparelho o mais rápido que pôde logo atendendo a ligação.

— Oi Drew! — disse animadamente.

— Oi, Te. — a  voz calma e levemente rouca do rapaz soou do outro lado linha. — Como está se sentindo hoje?

— Eu estou bem. — ela virou-se de barriga para cima sentindo a perna imobilizada doer um pouco. — Quer dizer, estou indo.

— Me desculpe por não ter ido até aí hoje.

— Tudo bem, Justin. — ela sorriu para si mesma, usando seu melhor tom compreensivo. — Eu me diverti muito com Charles. Ele não me deixa mais em paz!

— Se ele estiver te incomodando é só falar — ele riu a levando junto com ele.

— Conte-me como foi seu dia hoje?

— Fiz minha última prova. Geometria. Obviamente me saí muito bem.

— Eu queria poder estar indo para o colégio e poder correr com vocês em Toronto — Tereza murmurou entediada. — Mattew me contou sobre tudo. Estou preocupada pela Liv. Se era perigoso para mim, imagina para ela?

— Ela ficará bem. — Justin suspirou baixo. — Sabe, Tess eu acho que estamos namorando pra valer agora.

— Você está brincando?! — a garota quase deixou o telefone cair da mão chocada com as palavras do amigo.

— Não estou.

—Poxa, Bieber! Eu já esperava por isso, mas não tão rápido! — ela alargou o sorriso. — Poxa, browzinho, estou imensamente contente por vocês. Eu sabia que vocês formariam um casal. Sabia!

— E eu sabia que você iria gostar de saber essa notícia em primeira mão.  Você está me empurrando para cima dela desde que a viu no estacionamento do prédio. Lembra?

— Sou um ótimo cupido ou não sou?

— Ela é gostosa.

— Bieber!

—Ok! — a garota sorriu para si mesma. Sabia que o amigo estava revirando os olhos naquele momento. — Além de gostosa e muito gata, ela é inteligente e divertida também. Você fez um bom trabalho dessa vez.

— Eu sempre faço — o ouviu murmurar algo concordando. — Eu apenas queria poder ir aí para abraça-lo. Assim como queria ir para o colégio e a Toronto.

— Você precisa relaxar, Martinez.  Logo você estará boa o suficiente para correr ano que vem.

— Eu sei, Drew, mas eu não aguento isso aqui! É um tédio!

— Relaxe, pequena. Semana que vem a rotina na Harvey volta ao normal e você terá muito tempo para choramingar, mas agora eu preciso ir, ok?

— Tudo bem. Eu vou dormir agora. Mas vê se não me esquece aqui!

— Amanhã eu passo aí.

— Vou esperar ansiosa.  — sorriu  para si mesma. — Até mais.

— Beijo.

Tereza desligou o telefonema e o sorriso era tão grande que não podia contê-lo. Estava imensamente satisfeita por finalmente ter conseguido o sempre quisera: ter Justin feliz com alguém que realmente o faria bem. Dormiria daquele jeito, feliz. Esquecendo-se a tristeza que seria sua manhã seguinte, repleta de solidão.

 

       Olivia Prescot Point of View
 

Fiquei três ou quatro minutos encarando a porta do apartamento de Justin segurando a chave firmemente na mão direita. Coloquei - a na fechadura e vacilei em abrir algumas vezes, mas quando tomei coragem o fiz rapidamente rezando para que Pattie não me pegasse ali.

    Suspirei aliviada ao passar pelo Hall e encontrar a sala escura e vazia. Tentei não esbarrar em nenhum móvel enquanto caminhava na ponta dos pés até as escadas. Subi delicadamente indo em direção ao quarto que eu sabia ser o de Bieber. A porta estava entreaberta e a luz acesa. Durante o percurso podia ouvi-lo falar e rir. Pude constatar que estava no telefone quando parei na soleira da porta o vendo sorrir quando seus olhos caíram sobre mim.

    — Você precisa relaxar, Martinez. — ele murmurou sem tirar seus olhos de mim. — Logo você estará boa o suficiente para correr ano que vem. — Justin fez um sinal com a mão pedindo para que eu entrasse e fechasse a porta. — Relaxe, pequena. Semana que vem a rotina na Harvey volta ao normal e você terá muito tempo para choramingar, mas agora eu preciso ir, ok? Amanhã eu passo aí. Beijo.

    — Alguém não está feliz em saber que foi substituída. — comentei colocando uma mecha de meus cabelos atrás da orelha.

    — Ela não ligou. — ele atirou o celular sobre a cama e vindo em minha direção. — Ela só está preocupada com sua segurança.

    — Avise-a que sou mais durona do que pareço. — sorri sentindo meu corpo ser envolvido pelos braços fortes de Bieber.

— Você pensa que isso é brincadeira, marrentinha, mas vidas já foram perdidas nas pistas.

— Vidas  são perdidas em todos lugares a todo momento. — pousei minha mão em seu peito nu dele. — Eu posso até estar com medo, mas  faria qualquer coisa se soubesse que  Mattew está seguro.

— Não se preocupe. — vi Justin abrir um sorriso singelo. — Farei com que você também esteja.

Foram as últimas palavras que saíram por seus lábios antes que os unisse aos meus em um beijo calmo. Senti seus dedos precisos apertarem-se contra minha cintura, prensando nossos corpos. Uma espécie de corrente elétrica correu por todo meu corpo quando nossas línguas finalmente se tocaram em movimentos ligeiros e ritmados.

Minha barriga doía um pouco; o nervosismos de estar ali com aquele garoto que a semans atrás me causava tanto incômodo, em uma situação um tanto quanto íntima, parecia constrangedor agora. Eu estava apreensiva e temerosa sobre os reflexos futuros de minha atitudes impensadas. Entretanto eu sabia que estava começando a ter sentimentos por Bieber e não podia simplesmente ignorá-los. Não sabendo da reciprocidade.

Apertei minhas unhas contra a pele branca de seu tórax quando suas mãos correram agilmente para baixo, alcançando minhas nádegas. Seu toque era sutil. Talvez houvesse certo carinho em suas ações. Estava sendo mais calmo e ponderado do que as demais vezes em que nos encontramos sozinhos e prestes a nos entregarmos uma outro por completo.

— Cuidado com a unha, Liv — ele sussurrou com a voz entrecortada. — Pensei que estivesse pronta pra isso.

— E estou — falei do mesmo modo encarando-o no fundo dos olhos tranquilos e luxuriosos. — Eu te quero, Justin. É que é estranho marcar uma hora para transar. — forcei uma risada o vendo me acompanhar de maneira muito mais real.

— O que posso fazer se quando você finalmente cede alguém nos interrompe? — ele deu de ombros afastando seus braços de mim. Devo confessar, deixou-me decepcionada. Contudo, logo senti seus dedos sobre meu corpo novamente quando abraçou-me por trás. — Eu não aguento mais ficar neste impasse: hora te ter, hora não te ter. Eu te quero, Olivia — murmurou baixo com a boca encostada na minha orelha direita.

Justin guiou-me em direção a grande cama de casal. A cada passo dado naquele curso fazia-me pressentir que era mais um passo dado rumo a minha perdição. Eu realmente estava confiando meu corpo, e pior, meu coração a um garoto que há semanas atrás estava naquele mesmo leito dormindo com outras? Sim, eu estava. E faria aquilo com gosto, pois eu mesma já não podia dominar os desejos completamente obscenos que tomavam conta de minha cabeça sempre que eu ouvia sua voz ou sentia seu perfume. Eu precisava pertencer a ele, nem que por uma única vez.

— Eu serei sua — deixei escapar por entre meus lábios semi abertos, contagiada pela sede que sentia por ele.

— E eu serei seu — ouvi um sussurro rouco, antes de meu corpo ser virado brutalmente.

Mais uma vez nossos lábios estavam unidos, só que dessa vez em um beijo intenso. Seus movimentos eram ávidos, os meus, cúpidos. Senti suas mãos descendo para minhas coxas e, com um leve impulso, logo eu estava deitada na cama com seu corpo sobre o meu.

Assim que o ar faltou, os lábios precisos de Justin desceram por meu pescoço até meu colo exposto pelo decote generoso da blusa regata que vestia. Cravei minhas unhas em seus ombros nus quando senti a leve aspereza de sua língua sobre a pele próxima a meus seios. Suas mãos deslizaram por dentro de minha blusa apertando o esquerdo firmemente. Não pude conter o gemido que subiu desesperado do fundo da minha garganta, escapando por entre os lábios semiabertos.

— Vai ter que se controlar, marrentinha. — ele mordeu levemente  a lateral esquerda do meu pescoço fazendo os pelos de minha nuca eriçarem-se. — Minha mãe está no quarto ao lado.

— Ai, Justin… — choraminguei o fazendo rir. — Então não enrole.

— Sorte sua que estou muito paciente hoje. — ele surpreendeu-me virando nossos corpos, colocando-me por cima de si. — Vou deixar você comandar um pouquinho.

Sorri um tanto quanto satisfeita sentando-me e posicionando-me sobre o membro dele. Arfamos juntos sentindo o choque de nossas intimidades em estado de pura excitação. Ele estava ereto e eu pulsante. Os dois necessitando que aquilo fosse o mais rápido possível, já que nossos corpos denunciavam que já não podíamos mais esperar.

Sem enrolações, levei minhas mãos  em direção a barra da blusa puxando o tecido branco para fora de meu corpo. Atirei-a em algum lugar qualquer no chão, vendo meu namorado passar a língua sobre os lábios, analisando meus seios cobertos apenas por um pequeno sutiã preto de renda. Justin tentou colocar-se sentado querendo alcança-los, mas o impedi espalmando minhas mãos em seu peito largo. Abaixei-me e selei nossos lábios em um beijo breve, sem conseguir conter a vontade sorrir.

As mãos talentosa de Bieber foram de encontro ao meu quadril, pressionando-o com força contra sua intimidade. Grunhi sentindo a lascívia dominar meu corpo. Minhas unhas cravaram-se mais uma vez na pele clara de seus ombros. Eu estava fora de mim, já não conseguia controlar meus próprios instintos.

Apenas aprovei quando seus dedos começaram a desabotoar meu shorts e puxá-lo para baixo. Ele me jogou na cama puxando a peça para longe de mim rapidamente, antes que seus lábios voltassem para os meus novamente. Durante a guerra travada por nossas línguas que disputavam território, cuidei para que ele também não vestisse nada além da peça íntima igualmente preta.

Acariciei seu membro por cima do tecido, sem afastar meus lábios do seus, rompendo o beijo apenas quando ele urrou após um leve apertão que depositei. Eu não sabia ao certo o porquê de seu pênis ser chamado de Jerry, mas com certeza não tinha nada haver com o rato, pois tamanho não era um problema para ele.

— Você é tão incrível, marrentinha. — ele soltou em um sussurrou com a boca colada em minha orelha esquerda.

Mordiscou o lóbulo antes de descer com beijos em direção a meu colo mais uma vez. Arqueei as costas quando senti sua mão acariciar levemente meu braço esquerdo. Não precisou mais que poucos segundo para que seus dedos ágeis deslizarem-se para minhas costas em busca do fecho do sutiã. Assim que encontrou-o abriu-o em apenas um movimento, o que me fez pensar no número de vezes que ele fizera aquilo para ter tanta facilidade na tarefa.

Balancei a cabeça brevemente querendo afastar aqueles pensamentos tolos sentindo o tecido ser retirado de uma vez de meu corpo, expondo meus seios aos olhos de Bieber. Por um instante pude vê-los brilharem e ganharem um tom mais escuro de castanho. Suas pupilas dilataram no mesmo momento em que seu rosto foi tomado por um sorriso largo e malicioso.

Ele não demorou muito a tomá-los para si. Seus dedos deslizaram pelo direito, apertando meu mamilo superficialmente. Contorci-me debaixo de seu corpo sendo tomada pela onda de prazer. Meus dentes mordiam fortemente meu lábio inferior tentando conter os sons que estavam entalados na garganta.

Todavia não pude policiar-me quando senti a língua de Bieber deslizar livremente pelo seio esquerdo. Desci minhas unhas por suas costas arranhando-o sem pudor. Ele urrou contra meu seio sentindo a mistura de prazer e dor que meu gesto causara em si.

Justin não preocupava-se em ser delicado com seus movimentos em meus seios; aquilo o fazia perfeito. Ele era preciso. Sabia exatamente o que fazer e como me alucinar.  Ele manejava-me da maneira perfeita, como se estivesse esperado sua vida toda por aquele momento.

Quando ele sentia-se satisfeito com um dos seios partiu para o outro.

No instante em que terminara comigo apenas brincando naquela minha região sensível, não demorou-se a descer a mão, deslizando-a delicadamente por minha barriga até minha intimidade.  Ele encarou meus olhos como se pudesse enxergar minha alma; não tirou-os de mim durante um segundo enquanto seus dedos invadiam a última peça que eu vestia.

O simples toque sobre meu clitoris foi o suficiente para fazer meu corpo todo estremecer. Ele apertou-o utilizando apenas um dos dedos, massageando em movimentos circulares em seguida. Abri meus lábios pronta para mostra-lo o quanto aqueles gesto me agradavam, mas fui impedida por sua boca na minha em mais um beijo quente .

Levei minhas mãos até sua nuca aprofundando um beijo já profundo. Não pude impedi-lo quando um de seus dedos invadiu meu corpo em um maneio violento e veloz. Mordi seu lábio com demasiada força com o susto; fi-lo gemer alto rompendo o beijo. Ri de sua expressão de desaprovamento.

— Não deveria ter feito isso, Olivia.

Encarou-me ameaçadoramente afastando-se por completo de mim quando ajoelhou-se entre minhas pernas.  Sequer deu-me tempo de responder e puxou rapidamente minha calcinha para fora de meu corpo jogando-a no chão. Seus olhos caíram sobre minha intimidade completamente exposta diante dele. Ele sorriu vendo-a latejar.

Ficou alguns segundos — que mais pareceram minutos —  encarando-a o que me fez corar em constrangimento. Abaixei os olhos para o volume dentro de sua boxer quando suas mãos foram em direção ao cós, pronto para se livrar do tecido. E assim ele o fez, a puxando para baixo revelando o membro avantajado ereto.  Logo a peça estava junto às outras e nós dois completamente nus.

— Pegue uma camisinha ali — ordenou apontando para o móvel ao lado da cama.

Bufei erguendo o corpo e virando-me a fim de fazer o que havia dito. Senti minha nádega direita latejar quando ele depositou um tapa um tanto quanto forte ali. Soltei um gritinho baixo e agudo o ouvindo gargalhar de minha atitude.

— Idiota — murmurei baixo enquanto abria a primeira gaveta puxando um pacote preto dali.

— Não precisa nem mudar de posição — soltou segurando meu quadril firmemente com ambas as mãos, uma de cada lado dele, juntando nossas intimidades. Senti um arrepio correr por minhas espinha. — Essa está sensacional.

— Não vou transar contigo de quatro. Essa posição é muito constrangedora — falei tentando afastar-me, mas fui impedida por suas mãos. — Solte-me.

— Você precisa aprender que não se brincar comigo, Liv. — ele apertou meu quadril contra seu corpo fazendo seu pênis roçar ainda mais em minha bunda. — Precisa andar na linha, baby, e me obedecer.

    Em um movimento veloz, Bieber jogou-me na cama subindo por cima de mim mais uma vez. Em seu rosto um sorriso satisfeito e matreiro escapando pelo canto dos lábios que estavam levemente inchados.

— Está pra nascer homem que vá me dar ordens. — retribui o sorriso sórdido abrindo a embalagem do preservativo com auxílio dos dentes em seguida. — Você quem vai aprender a andar na linha, baby.

Levei minha mãos até seu membro, apertando-o levemente, deslizando minha mão por toda extensão. Suas veias já estavam um tanto quanto grossas; estava petrificado; tamanha era a excitação. Vesti- o devidamente enquanto brincava com ele ao mesmo tempo. Bieber soltou alguns murmúrios em descontentamento, quando minhas mãos soltaram-no. Eu sempre fora muito boa com as elas, mas isso ele teria muito tempo para notar depois.

Ele aproximou nossos rosto até nossos lábios praticamente roçarem-se. Senti seu volume ser pressionado contra minha entrada por alguns segundo, até que em um impulso forte ele invadiu-me sem recato. Pressionei meus lábios contra o dele desesperadamente para conter o grito causado pelo prazer.

Bieber sorriu em meus lábios antes de aprofundar nosso beijo. Passou a se movimentar sutilmente, para dentro e para fora de meu corpo, devagar, porém com força. Eu conseguia sentir-me preenchida a cada vez que era ocupada por seu membro volumoso. Conseguia sentir-me preenchida pelo prazer a cada simples gesto.

Quando o ar faltou, Justin juntou nossas testas sem tirar seus olhos dos meus. Eu estava extasiada demais para reclamar de qualquer coisa. Já não podia conter-me mais, então gemi, mas fi-lo. Pude notar que ele se divertia com minha situação e que a sensação prazerosa era compartilhada por ele também. Vez ou outra ele também rangia os dentes, em urros roucos e sexy. A cada movimento forte e certeiro mais eu podia me sentir enlaçada por aquele desejo de tê-lo, mais o queria, mais o necessitava.

Era como fossemos os únicos ocupantes do mundo e nossa felicidade e sobrevivência dependesse daquele momento juntos. Estava tão mergulhada em tudo o que estava acontecendo que mal pude notar quando ele começou a aumentar a velocidade da penetração, entretanto senti e muito quando ela passou a ser cada vez mais profunda, atingindo-me com força. Mordi seu ombro direito o fazendo gemer com a excitação.

Entrelacei minhas pernas em sua cintura quando senti-me contrair. Justin entendeu aquilo como sinal para ir ainda mais rápido. Nossas respirações estavam descompassadas e nossos corpos suados. Estávamos tão ébrios pelo deleite da movimentação ritmada de nossos corpos que era como se fossemos apenas um.

Três estocadas forte e profundas foram o suficiente pra eu me desmanchar em seus braços ao chegar em meu ápice. Bieber sorriu vendo-me arquear as costas sentindo o prazer máximo atingir-me. Em poucos movimentos como aquele foi a vez dele de atingir o orgasmo, caindo exausto ao meu lado.

Demorou alguns minutos até eu conseguir normalizar minha respiração.  Fiquei encarando o teto sem ter coragem para olhar para o rapaz que ocupava o lado esquerdo da cama. Bieber tinha estado com tantas garotas que me fazia pensar em quão exigente era em relação a sexo, afinal era um grande conhecedor. Eu queria ter sido boa o suficiente para agradá-lo. Eu não entendia bem o porquê daquelas ideias estarem ocupando minha cabeça, todavia era o que me preocupava naquele momento.

Notei Justin movimentar-se ao meu lado, e em seguida um lençol escuro vou colocado sobre meu corpo até a altura do umbigo. Quando estava prestes as puxá-lo um pouco mais pra cima, minha mão foi tomada pela dele.

— Você tem belos peitos — sua voz soou mais rouca do que o comum. — São sexy.  — Apenas assenti sentindo minhas bochechas arderem com a vergonha. — Você só esteve com dois caras, não é? — balancei a cabeça positivamente. sem ter coragem de encará-lo. — Você é fantástica.

— Você... Gostou? — virei minha cabeça minimamente para o lado encontrando um Justin sorridente.

— Você tem dúvida?

— Eu fiquei com medo de fazer tudo errado e você odiar — soltei desesperadamente virando meu corpo para o lado afim de olha-lo melhor. — Eu não sei o que está acontecendo comigo, Justin, mas eu não sei se gostaria de ser abandonada por você agora que estou… — deixei a frase no ar.

— Eu sei. — ele balançou  cabeça. Sua mão foi em direção ao meu rosto. Ele colocou delicadamente uma mecha de meu cabelo atrás de minha orelha, acariciando minha pele em um gesto carinhoso logo depois . — Mesmo se você fosse péssima, baby, não te largaria por uma noite mal dormida. Essas coisas se aprende com prática e eu adoraria te ensinar e praticar muito contigo.

—  Você não presta. — dei um tapa leve em seu peito nu, o vendo gargalhar divertido.

— Espero que esteja pronta pra outra.

— O quê? — arregalei meus olhos levemente o encarando chocada. — Me dê um tempo pra recuperar minhas energias — disse em meio a um bocejo.

— Parece que te esgotei, marrentinha. — uma das mãos de Justin escorregou para minha cintura puxando-me para junto de si. — Como eu disse, estou paciente hoje. Vou te deixar descansar um pouco.

— Obrigada pela gentileza. — falei debochada depositando um beijo estalado em seu peito aconchegando-me ali.

— Mas não acostume-se.

— Pode deixar, senhor Bieber.

Sussurrei embriagada pelo sono. Mas não estava sonolenta o suficiente para deixar de ouvir um último suspiro baixo de meu namorado:

Boa noite, meu amor.


Notas Finais


Bom, como puderam ver hot está longe de ser minha especialidade.
Me desculpem por isso. Tentarei trazer escritoras especiais pra escrever esse tipo de capítulo.
Mas de qualquer maneira me contem se gostaram.



P.S. A capa que venceu a enquete e a que está atualmente e Tess será interpretada por Taylor Marie Hill ou por Kayla Phillips (tivemos um empate). Obrigada a quem participou.


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