História In my arms - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Natasha Romanoff, Steve Rogers
Tags Família, Romanogers
Exibições 71
Palavras 2.436
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá novamente , para s felicidade de vcs estarei postando mais dois capítulos hoje . Uhuuuu

Então divirtam-se e ase puderem comentem eu sempre respondo !

Boa leitura .

Capítulo 4 - A realidade de cada um


Meu dia hoje não podia ter começado pior , primeiro aquela carta da minha "mãe"  , depois a Stark jogando amoeba na minha cabeça e a escola rindo de mim, depois meu pai me liga dizendo que eu passarei a noite sozinha e logicamente ele não irá ver meu treino . Eu gosto tanto quando ele vai , depois sempre temos um momento especial e o ultimo já faz algum tempo. 
Papai a semanas tem dobrado o expediente, está super cansado , da para notar. Ele não me diz o porque de tantos extras , mas eu sei que talvez esteja sobrecarregado  no que diz respeito às contas.   Quer saber eu vou descobri o que está acontecendo assim que  eu voltar para casa. Ele é super organizado. Deve haver algo naqueles papéis. 
Para piorar um imbecil do clube de riquinhos dessa escola ainda resolveu implicar comigo . Não me contive e acertei alguns socos nele. A próxima vez que aprontarem vão pensar duas vezes. Pposso até decepcionar o pai , mas eu arrebento eles.  Sorte minha que tenho um anjo da guarda aqui , a Carmen é um amor de gente , sempre disposta ajudar .  Acabou que o diretor me liberou , mas por pouco não paro na diretoria . Depois vou agradecer a Carmen.
 Não fiquei ali . Sai correndo pelas escadas , não tive outra alternativa a não ser entrar naquela sala de aula e aturar os comentários  murmurados das pessoas , não tinha jeito . Assim que abri a porta a turma inteira começou a rir e cochichar , o professor  olhou para mim como esperasse uma explicação . - estava na sala do diretor . - foi tudo que respondi. 
- cadê o passe ? - eu só abaixei a cabeça e entreguei um papel e me dirigi rapidamente até meu lugar . - ótimo vamos continuar . - o professor ordenou. 
A aula até continuou, mas o comentários também . Não via a hora de sair dali . Torcia para o sinal das três soar e eu seguir para minha diversão , minha paixão , a patinação artística .  Entretanto parecia que o relógio não queria colaborar comigo .  A aula seguiu maçante. Teria inúmeros deveres de casa, talvez meu pai não poder ir no treino seja  a melhor opção , terei uma noite trabalhosa . Aff . 
O sinal finalmente bateu, e eu tentei arrumar minhas coisas o mais rápido possível .  Porém não foi o suficiente para evitar a Stark e suas seguidoras .  
 - espero que sua ida a diretoria não tenha sido por conta do nosso acidente . 
- e deveria ser por que Stark ? Não foi um " acidente" como você disse?  Não se preocupe comigo . - falei em tom manso e equilibrado .  Sem perder a postura . Não ia cair nas provocações . 
- verdade . Foi um acidente , que bom que estamos em paz . 
- ótimo , posso ir ? Ou  deseja algo mais ? Eu no momento tenho compromisso ao contrário de você que é interna aqui , Melissa . 
- me respeita garota , eu posso ser interna, mas basta um telefonema e você vira poeira no Trinity ,
- é por que será que eu não estou nem aí ? Ah é , você sempre diz isso e eu continuo aqui .  O que foi a princesinha não conseguiu falar com o papai ? Adeus Stark . 
Eu dei um encontrão com ela e sai porta a fora . Não iria me  rebaixar a esse nível .  Desci as escada rumo à liberdade . Não desgosto da Stark , tenho pena dela . Tem tudo e no final não tem nada , mal  consegue ver o pai e mãe . Bem esquece essa menina meu dia não vai ficar ruim . 
Sai correndo , não queria chegar atrasada ao treino.  Meu técnico não perdoava atrasos principalmente perto de competição . Ainda bem que eu consegui chegar a tempo .  Fui me trocar no modo Flash e assim que entrei no rinque de patinação era como se eu flutuasse , meus  problemas desapareciam e eu só ouvia a música tocar . Eu passei a coreografia a cada minuto do treino , só parava quando tinha que beber água .  Passei a coreografia  com e sem patins , ele corrigiu transições de passos, postura . Se eu passei 10 vezes perfeito foi  muito . Eu estava exausta.  
- vá para casa , se hidrate muito e me encontre aqui , amanhã no mesmo horário . Sem atrasos Rogers . 
- sim senhor . - falei recolhendo algumas coisas - obrigado pela paciência 
- hoje parecia mais focada , continue assim e tudo será perfeito . Ah ... fale pro seu pai que você precisará de uma roupa nova para a apresentação. Você tá entre os tops do estado . Tem que estar impecável . 
- eu ... Eu vou conversar com ele . 
Sai do ginásio no centro da cidade  ás 8h, já estava meio escuro . É o caminho para casa  será longo . Cerca de 1h:30 até lá.  É nessa hora que eu prefiro pegar o Busão da escola , mas ele sai às 7h e eu o perdi . Rumo ao transporte público .  
Peguei o metrô rumo à estação central , e sente num banco . Estava distraída em pensamento , quando senti alguém sentar ao meu lado .  Eu nem olhei para o lado apenas fiquei acompanhando a conversa . 
- mãe , eu gostei desse último apê, a vista é linda. Quero o quarto da varanda . - a voz de um menino  surgiu 
- vou pensar no seu caso . E eu também gostei desse apartamento é espaçoso, tem quarto suficiente para nossa família , e meu escritório . É perto da sua escola e do ginásio de hóquei , que eu estou pensando em liberar você a voltar treinar. - uma voz doce  e do alto respondia, o que significava que a mulher era quem estava de pé. 
- quando nós mudamos? 
- espero que ainda essa semana , não gosto de ficar pedindo favores aos outros . Principalmente ao 
- tio , é eu sei . Você é a paixão da vida dele , tá bem explícito . 
- ele é meu amigo de uma época que seu pai nem sonhava em estar de volta à vida. 
- falando no pai , você já marcou com ele. ? 
- Eu pedi, mas vamos com calma , já te expliquei que você foi um milagre , nem eu sabia de você . 
- mãe, e se fossemos na casa dele ? Eu tenho vontade de conhecê-lo. 
- se eu for irei sozinha , seu pai não sabe de você, e tem muito para ser falado . Coisas de adulto. 
- sempre coisa de adulto - comentei para mim mesma, quando percebi ter falado alto . - desculpa , não devia estar prestando atenção na conversa de vo . - olhei para o lado e me deparei com o garoto da lanchonete mais cedo . -cês .
- você aqui marrenta? - o garoto  falou com deboche - sabe que ainda tem geleia no seu cabelo ?
- infelizmente sei . Obrigado . 
- que ótimo , já começou a fazer amizade na escola então . 
- não somos amigos, senhora , seu filho, idiota, botou o pé para que eu tropeçasse. 
- Alex- ela o repreendeu . 
- não foi de propósito , ela que tropeçou e a marrenta aí ainda me socou . Nem parece uma menina, incapaz de ser delicada. 
- Alex ! - ela aumentou o tom de voz . - peça desculpa agora ! 
- ela me bate por nada , me xinga e você defende ela ?! Mãe , sou eu que sou seu filho. 
- você a ofendeu , e se ela errou os pais dela que a eduquem, ela não é minha responsabilidade .  A próxima estação  é a nossa, deixarei você no seu tio e irei procurar seu pai . Com licença senhorita . 
- toda , e A....Alex ... É desculpa pelo soco , eu estou num dia ruim .  Eu exagerei . 
Ambos saíram do vagão e eu segui em frente . 
O resto do trajeto foi de trem e depois ônibus . No final cheguei em casa eram quase 10h da noite . Eu aproveitei o trajeto de trem para fazer os deveres . Ou seja me sobrava tempo para ver o que estava rolando , ou  melhor preocupando o pai que estaria de volta em 1h mais ou menos
Apoiei minha mochila e as coisas da patinação numa das extremidades do sofá e  segui para  a área da sala que o pai usava de escritório . Seus papéis estavam todos organizados . O que facilitaria as minhas buscas .  Vi que a carta da minha mãe estava por cima e ainda não me conformava  com a volta dela . Olhei as outras,  eram contas já agendadas,  o caderno de notas e controle de gastos e a carta do exército já aberta . 
Papai sempre diz que essas correspondências são importantes , são pedidos , intimações, ou comunicados da perda de alguém . Eu tinha um tio , tio Sam que estava  numa das missões áéreas de guerra lá do outro lado . Podia ser dele. Adoro o Tio Sam . Peguei a carta e a tirei de dentro do envelope. Não era do Tio Sam , era de um dos Generais que trabalhavam com o pai . Pera pedindo que ele se junte a ele numa missão ...
Papai não faria isso comigo, ele não me abandonaria aqui. Somos só eu e ele .... Ele não pode ... - senti lágrimas rolando meu  rosto , dobrei a carta e tentei enxugar as lágrimas . Peguei o caderno de contas  e abri nesse mês . Tínhamos o dinheiro contato e ele anotou o número de extras para um determinado valor , droga era o valor dos meus treinos e equipamentos . Droga!!!! -gritei 
- Bia, é o Tio Bucky você está bem ?  - percebi uma batida insistente  na porta . 
- estou tio, eu não ouvi ...você bater antes - falei guardando tudo no lugar e enxugando as lágrimas que ainda teimavam em cair por conta da possibilidade do pai ir a guerra . Abri a porta  e me surpreende em ver o Tio Bucky com a mãe do garoto da escola e do metro.
- tio ...- agarrei nele pela cintura. 
- oi Bia , o que houve ? Por que está assim ? Cadê o Steve ? 
- Eu estou aqui , Bucky . - ouvi a voz do meu pai surgir no corredor do prédio , logo atrás dos dois. - o que houve biaboleta - ele empurrou Bucky e me puxou para o abraço . 
- pai o senhor não vai me deixar , né? Seremos só nós dois para sempre, o senhor prometeu que não me deixaria só . - Eu chorava  , eu tava com medo . 
- filha , você nunca estará só. Eu estou negociando com o exército de trabalhar daqui, eles sabem que você é o que eu mais prezo e não posso deixá-la . Você é o meu presente de Deus . Se acalma , princesa .
- não me deixa . - eu gaguejava 
- Beatriz, ouvi seu pai se acalma um pouco, ele está aqui, vocês sempre estarão juntos eu tenho certeza.  - a mãe do Alex falou . 
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Assim que cheguei ao meu andar , eu fiquei surpreso de encontrar a essa hora o Bucky no meu apartamento com a minha borboleta nos braços e chorando desesperadamente . De imediato corri até ela e a puxei para os meus braços , tentando a todo o custo acalma-la como fazia quando ela era uma criança . 
Eu não estava tendo sucesso até que ouvi a voz de alguém que eu não esperava ver ali, a da Natasha. Aquele não era o momento , nem o lugar . Droga e se a Bia já sabia quem era ela . Pai do céu , assim , não . 
- você ...? - era tudo que eu conseguia emitir . 
- não podia esperar mais Steve. Desculpa, mas precisamos conversar, e  sua resposta é não . Você continua transparente. 
- não vejo porque não ser . 
- gente que tal eu acalmar a Bia, vocês precisam conversar sobre trabalho , né . Eu fico com ela . 
- não posso conversar agora , outra hora talvez. - olhei para a Nat . 
- Eu espero , Steve . Faça o que tem que fazer primeiro . 
Eu entendi que era mais que do que a Bia , não sei exatamente o que .  De alguma forma eu  consegui levar a Bia  até o banheiro e acalma-la , eu disse que ela precisava se acalmar  para que me ouvisse é que e hoje era melhor ela ir dormir .  Assim que ela acabou o banho e se vestiu ela foi até a sala de pijama e estávamos só eu e a nat nos encarando . 
- pai , fica comigo até eu dormir . Eu não quero ficar sozinha.  - ela falou manhosa do canto da parede. 
- me dá mais alguns minutos ... Eu sei que é importante . 
- vai, soldado ! 
- licença. - me  levantei e levei a Bia para o quarto -filha , fica calma . Eu estou aqui , você não está sozinha. 
- tem chance de você ter que ir que nem o Tio Sam?
- não vou mentir , infelizmente tem . Mas foi o que eu falei , eu estou negociando e vendo um substituto . Você sabe que eu não me separaria de você.  Eu te amo !!!!
- eu não quero que vá , somos só nós se você for eu ficarei sozinha. 
- eu não estou indo , tá . Agora descansa que amanhã você tem aula . Durma com os anjos, minha , biaboleta ! 
- esse apelido é de criança pai . 
- eu sei , mas você será minha eterna criança . Agora dorme ... - deitei do lado dela e fiquei fazendo carinho na cabeça dela até que dormisse. 
Assim que ela adormeceu eu me levantei e fui até o banheiro ao menos jogar uma água  no rosto .  Depois me dirigi até a sala / meu quarto. 
- Tasha! 
- Steve! 
 


Notas Finais


Então povo ????


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