História In The Enpty Darkness - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Hunter x Hunter
Tags Drama, Gon, Hunter X Hunter, Hxh, Killua
Visualizações 27
Palavras 1.102
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Please! Please do not kill me! (Por favor! Por favor não me mate!)
Minna, eu sei que demorei MUITO, por favor me desculpem!

Capítulo 4 - Deu a loka no Hisoka


 

N. P. Hisoka

 Vagando pelos corredores; perdi-me dentro da enorme casa (ás vezes me peguei pensando como Gon arrumara uma casa tão grande assim, mas isso é discução para depois), horas após horas vagando, perdi também a noção do tempo, não fazia ideia de que horas eram não sabia nem se já havia escurecido, pois os frios corredores não continham janelas; comecei a sentir meus olhos pesando e logo em seguida se fechando, comecei a perder o equilíbrio, o que me fez despertar novamente, não me aguentando mais, abri uma porta qualquer de e joguei-me no primeiro móvel, macio e acolchoado que encontrei em minha frente.

Sonho/Lembrança On

 -Hisoka! Hey Hisoka! Espere-me! - Somente o que conseguia escutar eram esses gritos. Os mesmos gritos que me atormentavam em meus sonhos transformando-os em terrores noturnos; mas agora não eram simples pesadelos, era minha realidade no momento.

 Com medo do que me depararia, do que faria caso virasse, caso olhasse para trás, simplesmente continuei correndo, correndo e ignorando tudo e todos ao meu redor; galhos das árvores em que contornava, arranhavam meus braços provocando ardência, no calor do momento nem sentia dor das feridas profundas que se formavam, estava em um transe louco que tomava conta de meu ser, parecia que o menininho assustado que eu era tinha possuído meu corpo novamente, sentia como se o Yoshiyuki tivesse retornado a meu corpo tomando o controle que um dia fora possuidor, retomando a seu lugar de direito que lhe foi tirado à força pelo medo e a loucura. Uma luta é travada eternamente em meu ser. Uma luta eterna que a vitória de um, é a desgraça e a morte do outro.

 –Eu tenho que mata-lo – digo apesar de ainda me faltar coregem para destruir o meu eu original. –Tenho que matar Yoshiyuki Morrow e libertar o verdadeiro Hisoka Morrow.

 –Hisoka! - Minha atenção foi voltada a figura de Illumi que, pelo que parece, finalmente conseguiu me alcançar. Seus sentimentos se encontravam muito bem escondidos até que me virei encarando-o por completo; não sei o que viu, mas seja o que for de ser algo calamitante, pois sua fisionomia expressava espanto e terror. 

 –O que deu em você? - quando Illumi pronunciou em essas palavras, como num flash de memória, senti que ele havia voltado a ser a criancinha que era por um segundo, não sei de onde tirei isso, pois só o conheci agora, depois de adulto.

 Nada disse, pois a voz necessária não saia, e as palavras em minha mente encontram-se confusas. Em uma fração de tempo minúscula, as palavras saíram de minha boca da mesma maneira que a água passa por nossos dedos entreabertos.

 -Preciso matar... Preciso matar definitivamente... Preciso matar definitivamente Yoshiyuki Morrow!

  Vendo o misto de sentimentos nunca vistos vindos de Illumi. Percebi que não somente falei, gritei, ou berrei; eu urrei o suficiente para o continente Sul-Americano escutar minhas palavras.

 Idiota.

 Hisoka Marrow Idiota.

 Yoshiyuki Morrow Idiota.

 Dupla Personalidade Idiota.

Sonho/Lembrança Off

 Bruscamente acordo e sento.

 Analiso meu corpo, e percebo que estou suando frio. Nunca suei frio. Bem, pelo menos acho que não. Depois destes sonhos e terrores noturnos que ando tendo, é difícil distinguir o que é real, do que não é.

 Me sentindo já mais animado, observo o cômodo ao meu redor. Se trata de um grande... De uma grande... ???... O que será esse cômodo onde estou???

 Tudo aqui é tão... Exótico.

  N. P. Killua

Flashback On

Coloquei minhas mãos em seu ombro, que, visivelmente estava tremendo. Eu também hesitava, e ele não sabia o quanto eu hesitava em dizer aquelas palavras. Elas eram a chave para a destruição de minha vida. Abri a boca para destravar o cadeado do inferno, e, subitamente, inesperadamente, as palavras pronunciadas pelo próprio que estava a minha frente, cortaram-me como navalha.

 "Por favor, não me deixe sozinho".

 O inferno foi instantaneamente aberto, e estava mais quente do que seria se eu mesmo houvesse ido por conta própria.

 Como lhe diria agora tudo o que pretendia lhe dizer?

 Como partir o coração da pessoa que mais te ama, sendo que você corresponde tanto quanto ela?

 Como dizer adeus e deixar para traz as palavras pronunciadas há pouco?

 Como não se ferir, sendo que, jaz em sua barriga, uma pontiaguda espada?

 Flashback Off

-Killua! Killua! KILLUA! - acordei com um doido me chacoalhando e berrando em cima de mim.

 - O que é isso Go... MEU D ÚS DO CÉU! - Berrei ao me dar conta da situação.

 Via um Hisoka fofo, de terno social e sem maquiagem, com cabelos penteados com o estilo "a vaca lambeu"! EU VOU ENFARTAR! DEU A LOKA NO CORINGA!

 Depois dessa, não consigo pensar em dizer mais nada, somente perguntar...

 -Mas que merda é essa?! O que deu na tua telha Hisoka?! - Continuei estático esperando a resposta que não chegou em momento nenhum.

N. P. Hisoka

 Minha cabeça doeu como se a tivessem a travessado com uma agulha; instantaneamente recobrei minha consciência. Agora totalmente recobrado do transe, percebo Killua com uma cara de espanto e preocupação em minha frente, logo atrás do mesmo se encontrava o Delicia de Bastardo Inocente (Gon) com uma cara de quem comeu e não gostou. Não compreendo a situação. Parece até que viram um fantasma. Comecei a me irritar, melhor tomar coragem para perguntar o que estava acontecendo ou me calar:

 -O que ouve com vocês? Parece até que viram um fantasma.

 -Fantasma não; mas assombração sim. – Gon pronunciou-se numa velocidade tamanha que acabara de confundir mais ainda minha situação.

 -Hisoka. - Ouvi a voz fria de Killua me chamar. Voz fria... Sinal que a coisa ta mesmo ruim... -Você precisa de um médico. - Como assim preciso de um médico? Ele estava afirmando ou me perguntando se preciso de um médico? - "MAS QUE PORRA É ESSA QUE TA ACONTESSENDO AKI?!” - Sem amenos perceber, acabei por me pronunciar alto. Agora as faces de Gon e Killua poderiam ser descritas como de preocupação, mas preocupação seria adjetivo barato comparado às verdadeiras expressões deles.

N. P. Killua

 -MAIS QUE PORRA É ESSA QUE TA ACONTECENDO AKI?! - A voz de Hisoka ecoou pelo cômodo completamente alterada. Foi ai que me toquei. O Hisoka não sabia de absolutamente nada. Tem algo acontecendo por aqui e eu ainda não sei bem o que é, mas vou descobrir. Essas atitudes do Hisoka desde que Gon nos encontrou; e o mais importante. Quem seria capaz de nocautear Hisoka? Seja lá quem quer que o tenha nocauteado, o fez ficar estranho, largar de agir totalmente diferente de um psicopata, pedófilo, masoquista, sádico, sado-masoquista... Etc.


Notas Finais


Sorry pela demora; vou tentar não demorar mais assim...


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