História In The Hasetsu's Sea - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Palavras 1.739
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Fluffy, Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hello '3')/
TIA MILLEY TÁ DE VOLTA COM UM CAPÍTULO FRESQUINHO E MINUCIOSAMENTE REVISADO PARA VOCÊS :)
AAAAAAAAA
Desculpa o caps lock ksjsjsjdwq, eu quebrei uma vitrine no shopping por acidente e tô toda cheia de corte e machucado aqui (PARABÉNS MILLEY, SUA GÊNIA '-') Eu realmente tô muito puta com isso ;-;
Tá bom, cheeega de suspense e vamos pra fic rsrs
Desculpa qualquer merda ou erro no capítulo, esses dias tenho sido muito retardada -q
ENFIM, boa leitura *---* ~

Capítulo 2 - O dia que abri um sorriso.


17/01/2013

YURI POV. - Hasetsu, Japão

Um domingo pacífico, que talvez fosse silencioso se não fosse o barulho do monitor cardíaco.

Aquele barulho agonizante que me dava calafrios.

Tudo que pude fazer foi entrar em desespero ao me ver acamado.

Estava com uma máscara em meu rosto e tantos tubos em meu corpo que me senti como um robô aprisionado em uma máquina.

O que não era totalmente mentira, no final das contas.

- Deve ser um sonho - murmurei para mim mesmo.

- Já acordou? - ouvi uma voz estranha do meu lado. - Isso é ótimo! Está se recuperando rápido!

Virei-me e me deparei com um médico com uma expressão encorajadora. Ele parecia muito novo para o cargo de médico.

Não se parecia com um sonho. Não mesmo.

- Meu corpo está dolorido - reclamei, mas não sabia exatamente por quê. - Mas... O que aconteceu aqui? Por quê estou aqui?

O médico respirou fundo.

- Te encontraram afundando no mar. Você estava com muita água nos pulmões, foi realmente uma benção você ter conseguido sobreviver! - Benção? Só se for para os médicos.

- Por quê estava afundando no mar, afinal? Se lembra de algo?

- Bom, antes de qualquer coisa, meu nome é Yuri Katsuki. - estendi minha mão boa, fraquejando.

- Phichit Chulanont. - ele a apertou com cuidado. Um nome diferente, pensei. E pelo seu sotaque, era um estrangeiro. - Pode me chamar só de Phichit. Nada de formalidades. É um prazer! Posso te chamar só de Yuri?

- Claro - falei, rouco, forçando um sorriso. - Hã, Phichit-kun.

- Ótimo! Agora, Yuri, me responde logo, se lembra por quê estava afundando no mar?

Empalideci. Phichit não me deixaria em paz se eu não respondesse logo a sua pergunta.

- Bom... - eu sou péssimo em mentiras, mas era melhor mentir do que dizer a verdade. Se ele soubesse de tudo, contaria tudo para a minha família, e novamente eu seria um fardo para a Mari e meus tios, que me viam como um covarde desempregado. - ...não. Não me lembro, desculpe.

- Ah, não precisa se desculpar! - Phichit não pareceu suspeitar de que tudo era mentira. - Como seu médico, quero que agora você descanse. Se quiser, mais tarde você pode falar com sua família! Em breve, você sairá do hospital.

- Oh, ótimo - sorri um pouco. Eu queria me despedir melhor da Mari, no final das contas. - Bom... Phichit, tudo bem me deixar sozinho um pouco?

- Como achar melhor. Se você não fugir, melhor ainda - falou, divertido.

Ele estava saindo de perto de minha maca e se acomodando para conversar com outro paciente, quando eu resolvi fechar os olhos e descansar um pouco.

Tentava segurar as lágrimas para não parecer fraco outra vez.

...
 

Acordei no mais absoluto silêncio do hospital. Achei estranho o fato dos pacientes estarem tão calados, e assim como eu, sem visitas.

Um médico que eu desconhecia andava pelos corredores sem dizer uma única palavra, apenas olhando os pacientes.

Eu queria fugir dali, mas estava sendo vigiado e os pacientes facilmente notariam a minha fuga. Portanto, fiquei calado e aproveitei que estava perto de uma janela para admirar o céu azul do lado de fora.

Não estava nem um pouco nublado. Os seus tons claros eram tranquilizadores. Era inverno, mas não havia neve; somente os galhos das árvores se chocando com o vento forte do inverno.

Tinham curtos momentos que eu conseguia sorrir para as nuvens e até me sentir um pouco arrependido por ter planejado abandonar tudo isso.

Eu estava perdido em meus próprios pensamentos quando eu ouvi uma voz sonolenta ao meu lado.

- É você Chris? Chris? Você tá aqui? E aquele moço? Cadê eles? - o paciente do meu lado direito se levantou da maca com uma expressão de puro sono, olhando confuso para os lados. Seus cabelos eram platinados e estavam completamente bagunçados. - Ué. Cadê eles? E por quê eu tô no hospital?

- Calma, Victor, está tudo OK. - disse a ele o médico que estava fazendo a ronda. - O Chris já informou os médicos e ele está bem. Você está com uma lesão no braço esquerdo, mas por sorte foi apenas isso.

- Ué. Então por quê eu estava dormindo?

- Você estava muito cansado, adormeceu por si mesmo.

- Se é só isso, por quê eu estou na ala de afogamentos?

- Ah, sim, no incidente de ontem você engoliu muita água e...

Não ouvi o restante da conversa. Talvez fosse minha indisposição, mas de qualquer forma, eu queria saber que incidente era aquele que Chris e Victor estavam envolvidos.

Uma quase-tragédia no mar.

Éramos duas vítimas desse “monstro” aterrorizante.

Como o mundo dá voltas!

- Ei. Psiu! - alguém sussurrou ao meu lado.

Virei-me. Era o tal Victor.

- Se precisa de algo é melhor falar com os médicos. - rebati. Não queria falar com ninguém agora.

- Não preciso de nada agora, eu só queria saber umas coisas. É que você é bem familiar pra mim. Eu te conheço?

Ele falou com tanta simplicidade que eu acabei por perceber que ele era um cara bem distraído. Talvez tivesse cruzado comigo alguns momentos antes de ficar inconsciente.

- Creio que não. Também não te reconheço de nenhum lugar. Mas... Aproveitando o momento, vou te fazer uma pergunta.

- Hã?

- Ah, você e aquele médico estavam falando algo sobre um tal de Chris? O que aconteceu?

- Chris é meu amigo! Ah sim, eu, ele e mais alguns mergulhadores estávamos no mar ontem, mas aconteceram alguns imprevistos com as ondas e tal. Mas eu não lembro do nome de alguns dos mergulhadores, hehe...

- Então você é mergulhador?

Estava surpreso. Não conheço mergulhadores, e na verdade nem sabia que existiam atletas de mergulho aqui na região.

- Um amador, na verdade. Mas vivemos de competições! Então não preciso de um emprego fixo. - disse, olhando pra a janela atrás de mim. Depois de alguns breves segundos de silêncio, ele me perguntou: - Pelo que eu percebi, você gosta de ficar olhando pra paisagem, né? Isso te acalma?

Ele conseguia ser atento quando queria, pensei.

- Na medida do possível. Eu sou formado em biologia, então gosto muito de ficar olhando pra natureza e coisas assim.

- Ei, gostei de você. Você parece tão calmo e isso é uma característica que falta em mim. Eu admiro isso.

Calmo, eu? De onde ele tirou isso? Victor realmente não me conhece. Concluiu isso simplesmente sabendo que eu gosto de paisagens.

Ele pensa e fala de maneira tão simples que me assusta.

- Qual é seu nome, afinal? - ele falou, quebrando o silêncio.

- Yuri. - respondi. - Yuri Katsuki. E você?

- Victor Nikiforov.

- Sobrenome bonito - comentei.

- Mesmo? Nunca me disseram isso. É que é russo, bem diferente. - sorriu. - Eu acho os nomes daqui do Japão bem bonitos, e na verdade só sei falar japonês porque achei a língua interessante.

- Então você veio diretamente da Rússia?

- Pois é!

E continuamos conversando, como velhos amigos, e Victor era uma pessoa tão simpática que eu me senti, de certa forma, confortável com ele.

Mas é claro que aquilo não duraria muito tempo. Afinal, ele não me conhece.

Então vou aproveitar enquanto posso conversar com alguém.

Pelo menos até eu sair desse hospital, eu já teria aberto um único sorriso.

...

YURIO POV. - São Petesburgo, Rússia

- Yuuuuuraaaaaaaa - chamou-me uma voz manhosa.

Aaaah, agora eu não dá, porra. Não dá pra ser outra hora não? Queria dizer isso e fazer a dona daquela voz calar a boca, mas não falei por quê ela poderia me matar.

- Que foi, Mila? Eu tô ocupado aqui.

- Tá nada. Só tá se achando o bom todo ocupadão da vida só porquê acabou de entrar no Ensino Médio. Tá aí, todo estressadinho...

- Não tô fazendo mais do que obrigação. Eu nem queria estar aqui, mas nãããão, o professor fica adiantando o prazo dessa bosta de trabalho.

- Descansa um pouco, Yuuuraaa...

- Mila, você tá bêbada.

- Tô não. E mesmo assim, e se eu tiveer? Foooooda-se!

Que saco.

Mila era minha prima, quatro anos mais velha do que eu, uma festeira que quis largar a faculdade de medicina pra curtir baladas de merda. E agora, essa criança grande está morando debaixo do meu teto.

Ela pode até pagar as contas da casa trabalhando na floricultura da esquina, mas uma coisa é certa: Mila SEMPRE vai festejar a noite e voltar bêbada desse jeito.

E no meio da madrugada, do nada, ela aparece caindo na porta de casa e eu tenho que ficar acordado para arrastar ela pra dentro.

Velha imbecil.

- Já são 6 da manhã, eu vou pra escola daqui a alguns minutos... Ah, que merda! Eu não queria ir pra essa porcaria de escola, e...

- Vaaai lá e para de me encher, mas antes me traz um chocolate, que tem aí na geladeira...

- VAI VOCÊ BUSCAR!

- Cê é chato mesmo, Yuraaa!

- Não me chama assim! Pra você, eu sou Yuri. Y-U-R-I.

- Ataaaaa, foda-se, foda-se, to nem aí! Eu vou encontrar o Jacob as uma da tarde, e espero que tu fique fora sem atrapalhar nosso momento aquiii...

- Lá vem mais um amante... - murmurei com desprezo. - Tchau mesmo. Uuugh.

- Tchaaaaaau Yuuraaaaaa...

- NADA DE “YURA” PRA CIMA DE MIM!

Fechei a porta e comecei a ponderar. Ah, como seria bom se eu pudesse sumir de São Petesburgo.

Desde que meu vô morreu - a única pessoa na minha família -, não tem ninguém que me importo aqui. Talvez a Mila, mas ela realmente me irrita. E muito.

Mas tem Victor Nikiforov. Meu ídolo.

Pena que nessas horas, ele nem se lembraria de mim.

Nessas horas, ele deve estar em Hasetsu com uma namorada, amigos e vida normal.

Nessas horas, ele estaria aproveitando as ondas de manhã, já que no Japão seriam mais ou menos onze horas.

Nessas horas, ele está feliz.

E enquanto isso, eu estou aqui, me esforçando miseravelmente sem objetivo.

Mas acho que no final das contas, isso não importa tanto.

Pois querendo ou não, eu acredito.

Acredito que eu vou alcançar Victor Nikiforov. E inclusive, que irei encontrá-lo no Japão, onde quer que ele esteja.

Sorri por alguns segundos e corri em direção a escola.


Notas Finais


EAE???
Gostaram? Odiaram?
Tá lindo? Tá uma merda? Tá irineu? Você não sabe nem eu? xD
AAA, eu tô morta
Tô ouvindo o último álbum inteiro de Bigbang pra ver se revivo e termino logo de estudar pra porra de uma prova de história
PSE, EU TENHO PROVA AMANHÃ ;---;
ME DESEJEM SORTE, PUPILOS
Eu quero morrer
Obrigada por lerem até aqui, isso me deixa muito feliz, EU SINTO COMO SE EU NÃO FOSSE TÃO FRACASSADA QUANTO O NORMAL :v
Escrever é uma das coisas que eu mais amo, e expressar minhas palavras aqui é muito gratificante :)
MAAAAS SE PREPAREM QUE EM BREVE JÁ TÁ CHEGANDO PLOT TWIST E MUITO ANGST POR VIR >:3
ÊNFASE NO MUITO
HA
HA
HA
HA
vou deixar vocês esperando até semana que vem, fufufu ^o^
Kissus da Tia Milley e DAVAIII ~


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