História In The Midst of Hell - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Chandler Riggs, Chloë Grace Moretz, The Walking Dead
Personagens Carl Grimes, Personagens Originais
Tags Carl Grimes, Cassie Mitchell, Chandler Riggs, Chloe Grace Moretz, In The Midst Of Hell, The Walking Dead
Exibições 256
Palavras 2.775
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Canibalismo, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olha só quem resolveu aparecer \o/
Caramba, nunca fiquei tanto tempo sem atualizar como dessa vez...
Espero que me perdoem por isso, de verdade. Não foi minha intenção demorar tanto, mas não estava dando mesmo...
Pois bem, agora eu estou aqui e mesmo que eu demore eu nunca vou deixar de postar, viu?

Bom, eu espero que curtem esse capítulo por mais que eu não tenha achado lá aquelas coisas, enfim...
E antes que eu esqueça, esse da capa é como eu imagino o pai da Cassie, ok? E no comecinho desse capítulo teremos uma parte do passado de Cassie também, espero que não se percam asjaihu
Boa leitura meus amores e me desculpem os possíveis erros!

Obs: já estou surtando com a 7 temp de twd, me segureeeem aodiljcmai

Capítulo 17 - Fear


Fanfic / Fanfiction In The Midst of Hell - Capítulo 17 - Fear

Oh senhor, o céu está à espera, na esperança de ser desfeita
Leve-me para casa, leve-me para casa...
Lead Me Home - Jamie N Commons

 

As nuvens formavam rostos incomuns no céu, tapando todo o azul do mesmo. No horizonte dava-se para enxergar a chuva chegar e com isso meu medo só crescia. Eu não queria dizer aos meus pais, não queria passar como uma criança fraca e medrosa, então dei um suspiro leve e falei:

― Estou morrendo de fome... ― As palavras saíram falhadas e por um momento achei que não haviam escutado. Minha mãe olhou-me de canto e em seguida pousou os olhos em meu pai, que não retribuiu.

― Aguenta mais um pouco, Cassie. ― Eu conseguia sentir a frustração do mesmo, com sua voz saindo ainda mais grossa e por mais pequena que eu fosse, sabia que ele também estava com medo... Parecia confuso demais para pensar.

― Podemos nos manter só essa noite em algum lugar, não? Logo uma chuva vai cair e não será legal ficarmos expostos assim. ― Minha mãe tocou de leve o braço dele, tentando passar calma para o mesmo. Em seguida me olhou com um sorriso pequeno nos lábios e eu apenas concordei com a cabeça.

-

Antes que a chuva pudesse nos pegar, encontramos uma casa pelo caminho que seguíamos, estava totalmente abandonada, entretanto livre de qualquer errante. Nos alimentamos de enlatados que havíamos achado em armários e por sorte haviam mais que cinco para serem abertos. A chuva fazia barulho lá fora junto dos trovões que tremiam o chão. Demorou um pouco para que eu pegasse no sono, enquanto a minha mãe acariciava os meus fios e meu pai vigiava pela janela ao lado da porta descascada.

O dia apareceu e com ele o sol brilhava, esquentando as nossas peles. Já havíamos voltado a caminhar, porém, dessa vez, pela floresta a nossa frente. Uma vez ou outra nos deparávamos com um errante sem rumo, quais meus pais tomavam a frente para detê-los.

Passamos um tempo andando e eu conseguia sentir meu tornozelo latejar com a dor. Minha mãe ao meu lado arfava com força enquanto dava passadas esforçadas para acompanhar meu pai que seguia na frente.

― Podemos parar um pouco aqui para descansar. ― O silêncio foi preenchido com a voz do mesmo que se virou para nós após falar, paramos no mesmo instante.

Sentei sobre o chão de terra e me encostei em um tronco adjacente. Sem demora virei a água morna da garrafa de uma vez só na minha boca, sentindo o líquido descer rapidamente minha garganta, não consegui controlar a careta feita.

Logo desviei meu olhar, enxergando os dois sentados um ao lado do outro na minha frente, que começavam uma conversa qual eu não conseguia escutar. Seus semblantes estavam sérios e pareciam exaustos, mas ainda assim não evitavam de dar pequenos sorrisos um para o outro, o que também me fazia sorrir sem nem mesmo perceber.

Então ali sentada, observando atentamente uma formiga carregar uma migalha, ouço um barulho de água atrás de mim. Virei-me, olhando para trás e então levantei num pulo dando alguns passos na direção rapidamente, sentindo a curiosidade me atiçar.

Andei lentamente sem que meus pais pudessem escutar meus passos. Não demorou muito para que eu pudesse encontrar o destino do barulho; era um córrego no meio da floresta. Era tão bonito. As árvores esverdeadas enfeitavam o local ao redor e o sol dourado batia na água, a deixando ainda mais clara. Sorri ao ver aquela imagem a minha frente.

Sem esperar me ajoelhei na beira, colocando as mãos na água fria e as levando ao meu rosto e pescoço, sentindo o liquido escorrer minha pele.

Peguei a garrafa e esperei que enchesse.

― Eles vão adorar. ― Disse a mim mesma, pensando em meus pais e o quanto eles ficariam contentes ao ver minha descoberta.

Me levantei do lugar e sem demora voltei para a mesma direção de antes, forçando meus pés sobre a terra úmida.

Mas antes que eu pudesse chegar até eles, algo estranho chama a minha atenção; vejo dois homens desconhecidos rondando o local que estávamos. Sinto minhas pernas estremecerem e a respiração falhar, obrigando-me a resgatar o ar imediatamente.

Me escondo atrás de um tronco não muito perto e os observo. E então sem que eu pudesse correr e avisar meus pais, eles aparecem atacando-os covardemente. Vou com a mão para a boca, trancando o grito na garganta e sentindo meus olhos marejarem.

Meus pais estavam ali, ajoelhados de frente para um homem robusto qual estava vestido em uma jaqueta de couro preta e na sua mão levava um taco de baseball com arames emaranhados no mesmo. O que ele faria com aquilo, afinal?

Eu queria ir até lá, fazer alguma coisa, mas minhas pernas permaneciam no mesmo lugar impedindo-me de sair de onde estava.

― Tem mais alguém com vocês? ― Perguntou o homem. Sua voz estava calma, o que não combinava nada com o seu semblante. ― Sei que sim, havia uma garotinha com vocês...

― Ela foi mordida e não tivemos outra escolha... ― Meu pai respondeu, mentindo.

Eu já não conseguia controlar as lágrimas que seguiam uma linha torta pela minha face.

― Porra, que azar, não? ― Falou o homem, fingindo se importar. ― Vocês estão ferrados. Olha a cara de vocês. ― Soltou um riso pelo nariz.

Eu podia ver o olhar da minha mãe denunciando o medo que sentia e o quanto apertava forte a mão do meu pai. Ela tentava não olha-lo diretamente, o que fez o homem levantar sua cabeça com o taco, tocando levemente em seu queixo.

― O que querem conosco? ― Perguntou meu pai, após o ato.

― Vocês agora trabalharam para mim, virão com a gente seus filhos da puta! ― O mesmo disse, mostrando um sorriso cínico com os dentes perfeitamente alinhados. ― Vamos, levem eles para dentro do veículo. ― Agora sério, ordenou para uns dos caras.

Foi quando, de repente, senti meu mundo desabafar bem ali. Eu não tinha coragem o suficiente para impedi-los e nem força para ataca-los. O que seria de mim? O que seria deles? O que eu poderia fazer?

― Não... ― Falei baixo, para mim mesma e num intuito de fazer com que aquilo fosse apenas um dos meus pesadelos. ― Por favor, não... ― Supliquei num murmúrio, talvez para que alguma entidade ou seja lá o que fosse me escutasse e parasse o que estava acontecendo, mas nada mudou.

De pouco a pouco eles sumiram como fantasmas. Dei mais alguns passos a minha frente, sentindo as lágrimas enfeitarem meu rosto, eu não queria acreditar, eu não podia acreditar.

― PAI! MÃE! NÃO! Por favor... ― Senti meus joelhos ainda mais pesados, indo de encontro ao chão e foi quando eu dei por mim de que eu já estava sozinha, ficando ali até que a noite aparecesse.

[...]

― Pai?! ― Sim, era ele. ― Pai? ― Repeti, querendo ter certeza de que as minhas vistas não estavam me enganando.

Seus olhos pareciam duas bolas de gude com a luz pálida da lua fazendo-os brilhar ainda mais. Permanecia com os lábios entreabertos em forme de "O" e não parecia acreditar que eu estava a sua frente.

― Ca... Cassie? ― Disse gaguejando e com os olhos já marejados.

Eu não pensei nem mais um minuto e pulei em seus braços, abraçando-o com toda a força que pude colocar no ato.

― É mesmo você? ― Perguntei com a voz embargada, espremendo as pálpebras e o apertando ainda mais, para saber se era realmente ele.

― Sim, sou eu querida. ― Logo pude escutar a sua voz; cansada e falhada. ― Não acredito que ainda está aqui, viva! ― Tentou falar o mais baixo possível, enquanto ainda apertava-me nos braços. ― Me perdoe... ― Começou a se lamentar, como se guardasse aquilo por todo esse tempo.

Me afastei do abraço no mesmo momento, porém ainda com as mãos apoiadas em seus ombros.

― Pai, não me peça perdão. Você não tem e nunca teve culpa pelo o que aconteceu conosco... Ele, o Negan, quem teve toda a culpa. ― Abaixei o olhar por um momento, tirando minhas mãos dos seus ombros e me lembrando do dia, como se tivesse acontecido há muitos anos.

Voltei a olha-lo e agora as lágrimas já desciam pelo seu rosto, fazendo meu coração se quebrar em vários pedaços. Contudo antes que eu pudesse dizer algo a mais, um dos salvadores chamou meu pai pelo nome seguido de um xingamento qualquer.

― Você precisa sair daqui, Cassie! ― Disse ele passando as costas da mão em seu rosto, secando as lágrimas iminentes e segurando um dos meus braços no intuito de me esconder.

Eu mal sabia o que dizer ou fazer... Eu havia acabado de encontrar meu pai e eu iria embora assim? O deixaria mais uma vez?

― Eu não posso deixa-los e nem a você. Não posso ficar sozinha novamente. Eles precisam de mim assim como preciso deles. ― Tentei ser o mais firme possível. Eu podia sentir o maldito nó em minha garganta.

Ele me olhava de um jeito diferente, um olhar que eu nunca vi antes.

Mais uma vez o mesmo cara o chamou, fazendo meu pai o responder rapidamente. ― Já estou indo, cara! ― Respondeu de um jeito totalmente modificado, forçando para não falhar.

― Podemos ir juntos pra Alexandria, você poderia ajudar Rick para deter Negan e assim você ficaria perto de mim e a minha mãe também. ― Tentei pegar um pouco das minhas esperanças que eu acredito que ainda exista, a expondo em minhas palavras, mesmo sabendo que no fundo isso não passava de pura fantasia. As coisas não seria fáceis assim...

Ele novamente me olhou de um jeito indecifrável, eu nem ao menos me lembrava dessas suas expressões. Então ele bufou baixo e parecia pensar em muitas coisas enquanto fechado os olhos. A noite nos cobria com um vento gelado, balançando as folhas penduradas em cada árvore adjacente.

― Você não pode ficar por aqui, Cassie. Volte até onde você estava, até Alexandria, fique a salvo. Tudo bem? ― Perguntou-me calmamente e eu apenas balancei a cabeça em positivo. Essa realmente seria a ideia mais sensata no momento, eu não poderia fazer nada ali. ― Eu não posso perdê-la de novo. ― E foram as ultimas palavras dele, antes que eu me escondesse sobre as sombras, caminhando com o coração apertado entre a floresta em direção a comunidade.

[...]

Era inevitável não pensar em todos os outros e muito menos se algo aconteceu, se estão todos bem... E de fato ficar pensando nisso acabava comigo de alguma forma. Eu não aguentaria muito mais. E ter encontrado meu pai parecia mais um sonho rápido, do que a terrível realidade. Ele está tão mudado...

E então eu estava sozinha mais um vez, as lágrimas já não aguentavam esperar, caindo pelo meu rosto como uma cachoeira salgada. Eu sentia todas as minhas forças se esvair enquanto tinha as mãos em meus joelhos, parada no meio de uma floresta úmida. Por um momento eu quis acreditar que tudo não passava de um pesadelo, mas era tão real quanto o aperto no meu peito que chegava a doer, ainda que eu quisesse acreditar que tudo estará bem. Eu já não conseguia suportar o nó formado.

Mas logo me ajeitei, levantando o tronco e secando os resquícios de lágrimas com as mãos. Olhei para todos os lados de onde eu estava, porém não havia nada além de árvores. Sentia a angústia crescer e o medo de ter que encarar tudo de novo sozinha.

Ainda tinha a companhia da minha arma, junto da minha própria sombra. Continuei a andar, percebendo que as lágrimas ainda insistiam pular dos meus olhos, respirei fundo e segui o caminho.

Então, de repente, me veio Carl em mente e como na verdade eu queria olha-lo agora sem hesitar e me jogar dentro da sua orbe brilhante, toca-lo e dizer a ele o quanto eu gosto dele. Talvez essa seria a tarefa mais difícil de fazer, talvez eu seja tão burra a ponto de deixar que as pessoas vá embora e medrosa por não fazer nada, por sempre correr na direção contrária.

― Tudo bem, Cassie. Você consegue... ― Tentei ser firme conforme dava passos lentos no mesmo caminho e enquanto eu ponderava fui pega de surpresa por um errante perdido, fazendo meu coração pular com o susto.

Ele me agarrou pelo braço de um jeito forte que nos fez cair sobre o chão de terra, num baque dolorido. Eu segurava-o pelo pescoço, tentando afastar sua boca fétida para longe de mim, conforme tentava alcançar a minha faca. Então depois de alguns segundos, consigo firmar meus dedos sobre o objeto e sem esperar mais, num ato rápido e brusco, cravo a lamina em seu queixo que atravessa sua cabeça imediatamente.

O errante cai sobre meu corpo, desfalecido. Respirei profundamente, tentando recarregar as minhas forças. Logo o tirei de cima de mim, afastando-o para o outro lado e então levantei, passando as mãos em meus trajes.

Olhei para o morto caído no chão e abracei meu corpo sentindo o vento frio da noite me beijar. Voltei a caminhar, observando o céu por um momento; os raios do sol se despontavam gradativamente, enquanto o outro lado ainda permanecia escura.

Eu preciso ser mais rápida, eles já devem ter chegado em Alexandria. ― Pensei, tentando ser o mais otimista possível. Eu precisava acreditar nisso.

[...]

Depois de algumas horas andando e dando pequenas paradas sobre a sombra de qualquer árvore, encontrei a estrada em direção a Alexandria. Eu já poderia vê-la de longe.

Sentia a ansiedade se misturar com a angustia em meu peito, eu nem mesmo conseguia controlar. Peguei todo o ar pela boca, enquanto sentia meus dedos doerem dentro da bota.

Estava com medo de encontrar qualquer um dos salvadores ou até o próprio Negan, entretanto quando pude ver o enorme portão a minha frente, eu só pensava naquelas pessoas ali de dentro, eu só pensava em querer vê-las.

Dou uma parada no meio do caminho quando avisto dois errantes se esbarrando perto dos muros. No mesmo instante sinto meu abdômen doer terrivelmente, enquanto o meu estômago clamava por comida.

Tento chamar a atenção do primeiro mais perto, assoviando. Não demorou para que ele olhasse em minha direção, vindo com as mãos levantadas no ar, na tentativa de me pegar. E quando ele já estava perto o bastante, chutei sua perna, fazendo-o se desequilibrar no mesmo lugar, dando-me a chance de cravar a faca em seu crânio. Sem mais delongas fui até o outro, fazendo o mesmo com ele.

Senti uma vontade súbita de me jogar no chão ali mesmo. Meu corpo todo parecia tão cansado... Mas me mantive de pé e atenta. Olhei para cima, a procura de alguém que estivesse no posto de vigia, contudo, estava vazio. Franzi as sobrancelhas, estranhando aquele vacilo.

― Que droga. ― Deixei escapar pelos lábios automaticamente, enquanto eu me acercava do portão metálico.

Bati uma, duas, três vezes e nada de resposta. Comecei a pensar que aquilo só poderia ser uma grande piada sem graça, não podia ser possível. Então bati de novo e dessa vez mais alto que antes, sem me importar se algum errante escutaria.

Esperei alguns segundos, enquanto batia a ponta da bota sobre o asfalto escuro. Por fim o portão foi aberto, mostrando padre Gabriel com um semblante caído. Nem mesmo trocou palavras comigo, apenas um aceno de cabeça, me dando passagem para passar e foi o que fiz sem hesitar.

― Esta tudo bem? ― Perguntei preocupada, franzindo a testa.

― As vezes as coisas são feitas para acontecer e nós não entendemos que somos parte disso. Nós as fazemos acontecer, mesmo que não seja um ato proposital. Elas apenas acontecem. ― Disse de repente, me olhando fixamente nos olhos, deixando aquelas palavras pairadas no ar, como se estivessem escritas bem a minha frente.

Fiquei parada no mesmo lugar tentando processar aquela frase sem nexo ou eu não estava pronta para acreditar no verdadeiro sentido delas...

Botei meus olhos na comunidade a minha frente ainda intrigada; parecia mais vazia que antes, como se todos tivessem fugido dali e apenas restasse a minha alma ali dentro. Tudo parecia tão melancólico.

Não consegui controlar o medo que se iniciava dentro de mim. Medo de dar os passos que eu devia, medo do que aquela frase significava, medo do que possivelmente poderia ter acontecido... E principalmente medo do futuro a nossa frente, o que mais poderia acontecer?


Notas Finais


E então? Comentem o que acharam e não me xinguem, por favor! Hahahahha Beijão ♥


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