História Em Nome da Princesa Guerreira - Capítulo 10


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Categorias Xena, a Princesa Guerreira
Personagens Afrodite, Ares, Autolycus, Cyrene, Ephiny, Gabrielle, Joxer, Lívia, Personagens Originais, Varia, Xena
Exibições 50
Palavras 693
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Luta, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Fiz algumas alterações na Fanfiction, por motivos pessoais, para que pudesse continuar postando. Eu particularmente acho bem chato quando começam uma história e não terminam. Enjoy!

Capítulo 10 - Capítulo 10


Fanfic / Fanfiction Em Nome da Princesa Guerreira - Capítulo 10 - Capítulo 10

Resolvi tirar os próximos dias para pensar sobre a viagem para o futuro, queria que o plano saísse perfeito, sem erros. Era algo que nem sequer pensei ser possível, mas se há algo que aprendi com Xena, é que o impossível se faz necessário. Seus saltos que desafiavam a gravidade me pareciam impossíveis, um exército inteiro transformado em pedra me parecia impossível, vidas geradas por forças desconhecidas, a luta constante do bem contra o mal. Mesmo a tendo seguido e sido treinada por ela, eu jamais chegaria perto de ser a heroína que era. O livro, o qual Alti se refere, chama Necronomicon e ele foi criado muito a frente de nosso tempo. O que resta é uma página deixada por um viajante. Segundo ela, é a melhor forma de fazer essa viagem. Ainda assim, era seguro deixar uma mensagem a quem quer que fosse ler no futuro. A feiticeira não havia sido clara sobre como voltar para o "presente", talvez nem houvesse um jeito de voltar, mas eu estava disposta a morrer tentando.

As amazonas treinavam suas técnicas de combate entre si, Eve apenas observava. Ela estava quieta demais desde que eu havia trazido a possível solução do nosso problema. Segui até uma pequena cachoeira para acalmar o turbilhão de pensamentos que me atormentava desde que acordara, na esperança de que a água fresca trouxesse um pouco da calma que eu precisava. Ao entrar na água, um intenso arrepio percorreu meu corpo, pela mudança repentina de temperatura. Fechei os olhos e respirei fundo, ouvindo bem ao longe os gritos das mulheres que lutavam, ouvindo as ordens rígidas daquela que as comandava. Algumas se divertiam ao fazê-lo, riam e brincavam. O lugar todo estava em harmonia. Consegui sorrir ao pensar nisso, a energia me dominava. Fiquei um bom tempo com a cabeça inclinada para trás e os olhos fechados, sentindo o sol e o balanço calmo da água. Meus sentidos estavam aguçados e facilmente ouvi alguém se aproximar. No mesmo instante me ocorreu que Xena, além de ouvir a presença de alguém, saberia de quem se tratava em uma situação como aquela. Estando em território conhecido, ela conseguia saber a frequência dos passos e o jeito de andar, mais uma das coisas que me impressionava. Apenas disse, sem me virar. 

- Precisa de algo?

A voz que respondeu de certa forma me acalmou. 

- Queria ver você antes que partisse. 

- Escolheu uma boa hora, Eve - respondi em tom um tanto irônico, com um sorriso.

- Desculpe, o desenho nas suas costas chamou minha atenção. É muito bonito!

Ela se sentou perto do rio e ficou admirando a paisagem. Notei que evitava olhar na minha direção depois do que eu havia dito. 

- Obrigada!

- Vou sentir sua falta se não voltar. 

- Se eu não voltar, quero que continue lutando pelo bem, da forma que eu falhei em fazer. 

- Você não falhou!

- Onde quer que ela esteja, sei que não está orgulhosa de mim. Nem eu me reconheço mais. A dor me transformou em um monstro, exatamente como aconteceu com Xena pela morte do seu irmão. Eu nunca entendi como era isso até perdê-la. 

Fechei os olhos e os punhos com força, tentando sufocar o nó na garganta. Nem sequer percebi quando ela se aproximou, até sentir seu abraço por trás. Me virei e a abracei também, escondendo o rosto em seu ombro. 

- Eu estou com você, Gabrielle! 

Encarei Eve, buscando uma outra expressão que eu bem conhecia, o jeito de falar me parecia familiar. Ela deu um meio sorriso, inevitavelmente encarei seus lábios e me aproximei como se fosse um ima. O beijo foi suave, mas por vezes ela mordia meus lábios com muita vontade. Me controlei em tocá-la, ainda que fosse o espírito de Xena, o corpo era de sua filha, que eu considerava como minha. Não era prudente me deixar levar pelos desejos. Suas mãos rapidamente percorreram meu corpo molhado, descendo até minha bunda, enquanto a língua deslizava por entre meus seios. A voz dela saiu em um sussurro, que de repente me deixou atônita. 

- Desculpe, Gabrielle! Você me desperta coisas que são muito mais fortes do que eu!

- Eve?



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