História In The Night - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Doyoung, Hansol, Jaehyun, Jeno, Mark, Taeil, Taeyong, Ten, Yuta
Tags Doyoung, Hansol, Jaehyun, Kpop, Mark, Nct, Nct 127, Nct U, Taeil, Taeyong, Ten, Yuta, Yutae
Visualizações 239
Palavras 1.105
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Hentai, Lemon, Policial, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi oi oi oi olha quem chegou!!!!😂😂😂

Então é o mesmo de sempre aqui em cima. Comentem pq é muito importante e não esqueçam de favoritar para eu saber se estão gostando.

Capítulo 5 - Fifth Chapter


Yuta's POV

- Yuta Nakamoto. - Falei para o metre do restaurante (no quinto dos infernos) onde eu fui obrigado a vir com Hansol.

- Muito bem, querido. Você está indo bem. - Ele sussurrou no meu ouvido e pude sentir mais outro frio na espinha.

Engoli em seco e acompanhei o metre até a mesa. Sentei-me em frente ao assassino enquanto eu já visualizava o meu funeral com apenas Mark e Taeil assistindo.

Pedi uma garrafa de água e uma taça com gelo. O garçom logo voltou com o meu pedido e me serviu.

Levei um gole até os meus lábios. A bebida gelada desceu congelando a minha garganta.

O restaurante ainda estava lotado e havia muita gente conversando, mas o único som que eu conseguia me focar era no "tic-tac" do caro relógio de ponteiro pendurado na parede.

Hansol ainda me encarava. Ele parecia analisar todas as opções que tinha devido ao lugar onde nos encontrávamos. Hansol não poderia me matar ali, não no meio desse monte de gente:

- Como você me achou? Jaehyun te mandou é?

Mais um gole de água:

- Ele me mandou atrás de você. De fato. Mas eu tenho meus modos de te achar, Yuta. - Hansol apoiou seus cotovelos na mesa e inclinou o corpo em uma maior direção a mim. - Não se preocupe. Eu estou aberto para negociações.

- O que você quer?

- Eu quero saber o que te faz ser vício para Jaehyun. Ele nunca ficou atrás de alguém durante tanto tempo. O que você tem de tão especial?

- Pergunte para o seu titereiro. - Levantei uma sobrancelha e dei mais um gole na água.

- Eu não sou uma marionete.

- Então o que você está fazendo aqui?

- Fale como se você não estivesse com medo do que eu sou capaz de fazer contigo.

Engoli em seco lembrando das fotos que uma vez encontrei na mesa de Jaehyun. Fotos do corpo morto. O corpo que Hansol matou.

Estava desmembrado. Cheio de sangue e com marcas de diversos tipos de tortura antes de ser morto.

Hansol gostava de ver o sofrimento daquele que ele estava matando aos poucos.

Tic tac

Tic tac

Os segundos se passavam cada vez mais lentos. Já era mais de meia noite, meu corpo não estava mais respondendo de forma sensata.

Mais morte e acidentes na TV e barulhos de pessoas. Está tudo tão fudido, de ponta cabeça e aí tem o Hansol. Eu não consigo me concentrar.

O corpo de Taeyong voltou à minha cabeça. Ele era tão cruel de voltar para a minha memória agora. MERDA!

Hansol ainda me encarava:

- Você pode me deixar ir embora e me deixar em paz já que não vai me matar de qualquer jeito?

- Eu não posso te deixar em paz. Você não entende? - Hansol deu um riso frouxo.

- Com licença. Eu vou embora. - Deixei umas notas que pagariam a água e uma gorjeta para o garçom em cima da mesa e me levantei.

- Eu tentei fazer isso da forma mais fácil, Yuta Nakamoto.

Não dei ouvidos a ele e saí pela porta do restaurante em direção ao meu carro, infelizmente pelo caminho eu tive que passar por um beco escuro.

Senti meu corpo sendo jogado com força contra a parede gelada e úmida do beco. Mãos finas porém muito fortes prensavam meus ombros contra a parede.

Sua respiração era pesada mas não ofegante. Igual a respiração do Hansol quando estava no meu apartamento.

Um dos polegares dele passou pela minha bochecha:

- Eu te falei que eu tentei fazer do jeito fácil, Yuta. Por que você não se facilita? - Ele riu e puxou algo do seu bolso. - Você não deveria ter se rebelado.

- Me solta... Por favor... - Falei segurando o choro devido ao meu desespero.

- Ah, Yuta... Por que está com medo? Não era você o todo poderoso empresário frio?

- Me solta...

- Eu não posso te soltar. A gente apenas começou a brincar. - Um sorriso fantasmagórico nasceu nos lábios de Hansol. 

Eu tinha a mais absoluta certeza de que eu iria morrer e que eu não poderia fazer mais nada.

O toque extremamente gelado da lâmina pelo meu rosto e pelo meu pescoço só fez a minha certeza e o meu desespero aumentarem. Eu não conseguia pensar em nada, só em como eu queria que isso não fosse verdade e que eu não estivesse realmente correndo um real risco de vida.

A cada segundo eu pedia para que Hansol me soltasse e eu prometia que eu não seria mais um fardo na vida de Jaehyun.

Mas ele não se convencia:

- Eu só quero brincar um pouquinho com você, Yuta.

- Você é completamente maluco. - O meu choro já não conseguia mais ser contido. Eu praticamente soluçava com aquilo.

- Maluco já deixou de ser um insulto há muitos anos atrás. Depois de um certo tempo você se acostuma.

Hansol ignorava todos os meus pedidos e continuava a dar socos no meu estômago me deixando cada vez mais fraco.

Ele pegou sua faca e fez um corte que partia desde a parte debaixo do meu olho até perto do meu maxilar. Gritei o máximo que eu pude devido à dor causada pelo ferimento:

- SOCORRO! SOCORRO!

- Ninguém vai te ouvir gritar, Pequeno Yuta. Esqueça. Estamos só nós dois aqui. Jaehyun queria que você sentisse dor, mas eu não fiz direito ainda.

Hansol me deu mais socos e eu já sentia o sangue saindo pela minha boca. Meu corpo já perdia todas as energias que talvez ainda tenha.

Ele soltou meus ombros num reflexo o que causou minha queda com força no chão. Gemi com dor por conta daquilo.

Se Jaehyun queria que eu sentisse dor, posso garantir que ele conseguiu o que queria. Nunca senti isso.

Quando eu achava que Hansol já tinha causado sofrimento o bastante, ele sobe em mim e abre mais cortes no meu abdômen, ombro e no meu peito. Eu só conseguia chorar e pedir socorro baixinho. O resto de energia que eu ainda tinha eu gastava tentando lutar com ele, logicamente não deu nem um pouco certo.

Meus olhos já estavam quase se fechando, minha vista ficava cada vez mais turva e meus sentidos aos poucos sumiam.

Tudo piorou com o corte profundo que Hansol abriu no meu punho. Era possível sentir o sangue escorrendo pela minha mão e depois pelos meus dedos. Eu já estava praticamente não conseguindo mais respirar direito, eu engasgava com o sangue que saia pela minha boca.

Eu iria morrer bem ali.

Hansol se levantou com um sorriso mortífero nos lábios e antes de ir embora disse friamente:

- Boa sorte, Yuta. Ninguém vai te achar. Espero que eu tenha realizado o desejo do Jaehyun.

Ele foi embora com o mesmo sorriso mortífero nos lábios. A última coisa que eu pude ouvir foi alguém gritando meu nome.

Uma voz familiar.


Notas Finais


Beijos com gostinho de Chanyeol <3


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