História In the Rhythm of Love - Hoseok [BTS] - Capítulo 5


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Personagens Originais
Tags Bangtan, Bts, Hentai, Hobi, Hoseok, Jhope, Longfic
Visualizações 228
Palavras 1.640
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Colegial, Ecchi, Famí­lia, Festa, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu tô apaixonada por essa ft kkkk

Capítulo 5 - Abused


Fanfic / Fanfiction In the Rhythm of Love - Hoseok [BTS] - Capítulo 5 - Abused

Fazia mais de meia hora que Helena  não voltava do banheiro, será que ela estava passando mal? Nossa diferença de idade é muito pequena, mas me sentia responsável de alguma forma; ela é muito inocente, muito nova e sua mãe estava novamente de plantão, eu cuidaria de sua segurança até que estivesse em casa de portas trancadas.

Me levantei, fui até os meninos na pista.

- Veio dançar, preguiçoso? - Kook me questionou embriagado.

- O rei da pista está muito quieto hoje. Vai perder seu posto para nós. - Jimin riu.

- Legal, legal. - disse meio impaciente -   Viram a Helena?

- Não. Tem tempo que não a vejo. - Kook alertou.

- Também não ví, Hyung. - Avisou meu migo de cabelos rosa.

Saí dali apressado, empurrando todos da minha frente em direção aos banheiros. Abri a porta do pequeno corredor que dava nos banheiros, estava tudo escuro. Escutei um choro leve.

- Me ajude! Por favor! - Era a voz de uma menina, parecia não ter forças para falar.

- Quem está aí?

- Hoseok... sou eu... - disse pausadamente, quase sem voz.

- Helena?? - Perguntei alto em desespero. Procurei o interruptor pelas paredes escuras. Ao achar liguei a luz e pude ver o corpo de Helena estirado no chão. Corri para perto. - HELENA! HELENA! PELO AMOR DE DEUS! O QUE ACONTECEU?

Abaixei perto dela, estava virada para a parede, quase de bruços. Ao virá-la para mim pude ver seu rosto com manchas roxas, como se tivesse apanhado, seus braços ralados, toda suja e de cabelos levemente suados.

Peguei a menina a apertando em meus braços, ela me olhava cheia de lágrimas nos olhos.

- O que aconteceu? - Falei baixo e calmamente perto, passando minha mão em seu rosto, explorando cada mancha.

- ... - Não conseguia falar. Ao rolar meus olhos para o resto de seu corpo, as calças de Helena estavam abertas e mal posicionadas em sua cintura.

- Alguém te tocou, Helena? - Seus olhos piscavam pesado - HELENA! OLHE PARA MIM, NÃO FECHA OS OLHOS! - Gritei sacudindo seu corpo com cuidado. Ela não respondia bem. A peguei em meus braços e saí pela multidão, todos nos olhavam, carreguei-a pelo longo corredor escuro e chamei o primeiro taxi que ví. Não sabia qual hospital a mãe dela atendia. Levei-a para o pediátrico de Seoul, no qual seria rapidamente atendida por Pediatras, ideal para sua idade.

(Quebra de tempo)

Ao chegar no hospital, empurrei as portas com minhas costas e pedia por ajuda. Helena não estava mais de olhos abertos, seus braços estavam caídos, corpo mole e dava para ver sangue em sua calça. Logo vieram enfermeiras com uma maca, onde coloquei-a deitada. Segui-os mas fui barrado numa porta; me direcionaram à sala de espera, onde fiquei por longas duas horas até que aparecesse uma médica. Ainda não havia ligado para a mãe de Helena, eu não tinha seu contato e na correria a bolsa dela deve ter ficado largada em algum canto. Mandei uma mensagem para que Jimin procurasse a mesma e depois nos encontrasse aqui com Jeon.

- Responsável da Helena Klein!

- Sou eu! - Levantei.

- É parente dela? Não parece ser maior de idade.

- Desculpe, mas eu trouxe-a para cá. Onde ela está? Está tudo bem?

- Me acompanhe por favor.

Segui a médica e na porta do corredor que dava pros quartos, ela parou e me questionou.

- Onde estavam? Cadê seus pais?

- Numa festa - Era secreta, então não podia contar. - A mãe de Helena está no trabalho, é médica plantonista, os meus provavelmente dormindo em casa, com minha irmã pequena.

- A menina tem manchas roxas em formato de mãos pelo corpo, tem escoriações, marcas de socos e tapas, estava imunda e tem um corte leve na intimidade. - Ao terminar eu estava chocado. - Pelo que tudo indica foi abusada. Você é o que dela? A tocou contra sua vontade?

- O que? Eu? Não, nunca! Sou apenas amigo dela.

- Como a achou então?

- Ela disse que ia ao banheiro e não voltou. Fiquei preocupado.

- Hum... Tudo bem. Ela acordou, chora muito e não falou nada com ninguém. Precisamos que ela confirme se foi ou não abusada sexualmente. Acha que como amigo consegue conversar com ela?

- Posso tentar.

Fomos para o quarto de Helena. Quarto 130, o último do corredor. Ao entrar pude vê-la sentada, encolhida, com a cabeça dentro do espaço dos joelhos, chorando em soluços. Em seu braço estava o soro indo para suas veias.

Me aproximei e a médica ficou na porta, que já estava fechada. Sentei no canto da cama de Helena, que levantou seu rosto devagar para me olhar. Ao me ver me abraçou com força.

- Hobi! Obrigada por me ajudar.

- Que isso, pequena. Eu estava preocupado, ver minha amiga alí foi doloroso. Era meu dever de homem ajudar. - Tentei soltar o abraço e ela não me soltou.

- Por favor. Não me largue por nada! E não diga para ninguém o que aconteceu. Não quero virar assunto.

- Nunca diria nada. Mas preciso saber tudo o que aconteceu, para te ajudar.

- Não quero falar disso. Já me perguntaram, mas estou com vergonha de dizer.

- Helena, querida. Calma. Estamos preocupados, se for o que achamos que aconteceu, terá de fazer exames para garantirmos que está tudo bem, caso contrário terá de ficar internada aqui. - A médica avisou.

- Pode, então, nos dar licença? - Helena pediu pausadamente.

A médica assentiu e saiu fechando a porta calmamente. Helena saiu de meus braços, segurou minhas mãos e disse entre choros.

- Eu fui ao banheiro para lavar meu rosto e fazer xixi, ao sair, um homem mexeu comigo, mas o ignorei e fui em direção a porta para te encontrar, foi quando ele, claramente bêbado, puxou-me pelos braços com força e me jogou contra a parede. Ele abriu os botões de minha calça e eu tentava de tudo para que não continuasse, até que ele começou a me bater, e... e... - Ela voltou a meus braços com as mãos levemente encostadas no rosto, chorando. Passei meus braços em volta dela.

- Ele abusou de você? - Perguntei calmo.

Senti sua cabeça assentindo contra meu peito.

- Doeu tanto! Eu gritei mas ele me bateu novamente, calando minha boca, ao ouvir a porta me largou no chão e correu para o banheiro masculino.

Eu estava tão pasmo, as lágrimas que queriam me vir não saíam.

- Sabe que preciso confirmar para a médica isso né? Ninguém sabe a saúde deste homem.

Helena apertou o botão da cama e logo veio a médica. Contei apenas do abuso, sem os detalhes. Helena me abraçava, encolhida, e se eu me movesse apertava minha blusa. A médica saiu, logo voltou com um pano lilás e uma daquelas vasilhas de metal com uns instrumentos.

- Helena,  terá que colher seu sangue para uns testes, e tenho que examinar sua intimidade, um exame nada confortável, sendo sincera. Vou pedir que seu amigo saia para que fique confortável.

Helena agarrou minha blusa com força, sacodindo a cabeça em negação.

- Helena, ela vai examinar suas intimidades, não posso ficar junto. - Tentei me soltar.

- Não me largue por nada, Hoseok. Ela tem um pano, você olha para o lado, mas não me solta. Quero ficar em seu abraço, onde me sinto segura.

- Helena, ninguém vai fazer mais nada com você, está segura, sendo cuidada.  Deixe seu amigo ir lá fora, tentar contato com sua mãe, por favor. É um exame desconfortável, ele não precisa ficar aqui.

- Não! Ele fica, e também não vai ligar pra minha mãe. Não decorei o número ainda e ela está de plantão, não atenderia por nada.

- Como preferir. - A médica aproximou-se do braço de Helena, espetou a seringa em um dos tubinhos que tinha no soro, retirou três frascos de sangue e logo foi para frente da cama de Helena.

Minha amiga se negava de abrir as pernas de todas as formas, eu virei para a parede onde tinha a cabeceira da cama, Helena choramingava contra mim. Sua situação era muito triste, uma realidade horrorosa que muitas meninas passam. Acariciei seus cabelos e antes que a médica pudesse dizer algo a avisei:

- Helena, meu anjo. Eu nem posso imaginar tudo o que está sentindo, mas precisa deixar a médica te examinar para que possa cuidar de você, garantir que esteja e permaneça tudo bem. Por favor! O pior já passou, vamos.

Aos poucos ela desceu seu corpo, deitando na maca, me fez ficar por cima abraçando-a. Senti o ventinho do pano sendo colocado sobre Helena, e uma de suas pernas encostava em minhas costas.

- Vou olhar primeiro e depois, no três eu começo o exame. É o papanicolau de adulta Helena, sei que é uma menina corajosa e vai aguentar, é rápido e indolor.

Helena soltou um "Uhum" e permaneceu com a cabeça contra mim. A médica disse:

- Aqui sua ferida está pequena e limpa Helena. É um cortezinho que vai incomodar um pouco na cicatrização. Vou começar o exame, ok? Um, dois... Três.

Helena apertou minha blusa com força, me arranhando um pouco e soltou um leve gemido.

- Aah, falta muito? Tire isso logo!

- Está doendo, Helena? Ainda preciso coletar o material.

- Não - Disse arfando. Apertou mais meus ombros, me aproximando dela.

Depois de quase um minuto ouvi o barulho das luvas de borracha da médica, e pude notar Helena mudando de posição.

- Daqui uma hora deve estar pronto o resultado e volto aqui. Vou te liberar um pouco do soro, vai pro banho. Está imunda, mocinha. Alguém vai trazer toalhas, produtos de higiene e vai trocar suas roupas de cama.

A médica saiu. Helena me olhou e mordeu levemente o lábio.

- Desculpa. Agora entendi porquê ela queria que você saísse.

- Foi incômodo?

- Pra você né?

- Não entendi. - Disse confuso.

- Ah Hobi. - Riu - Não percebeu mesmo?

- Não ué. - Disse rindo também - Reparei agora você rir, o que é bom.


Notas Finais


Esse capítulo foi muito bem comentado no Wattpad. Espero que tenham gostado.


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