História In the Rhythm of Love - Hoseok [BTS] - Capítulo 6


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Personagens Originais
Tags Bangtan, Bts, Hentai, Hobi, Hoseok, Jhope, Longfic
Visualizações 229
Palavras 1.299
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Colegial, Ecchi, Famí­lia, Festa, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor



Capítulo 6 - Taking care of my friend


Finalmente Lena me largou, mas só porquê a enfermeira havia trazido as coisas para seu banho.

Ajudei-a a levantar, sua roupa por trás era totalmente aberta, não olhei nem toquei suas costas. Andei de braço com ela até o banheiro. Quando entrou, não a olhei por respeito.

Enquanto banhava-se a enfermeira trocou os lençóis.

- Aaai!! Haaaii!! - Grunhiu do banheiro. Corri deseperado e bati na porta.

- Helena?? O que está havendo?

- Nada de mais, relaxe. Aish, aahahaaaai!

Confiei em sua palavra e sentei na poltrona. Senti meu celular dar uma vibrada em meu bolso.

*Mensagem*

Jimin:

Estou aqui com Jeon, que dorme em meu ombro. A bolsa dela está conosco. Tome o tempo que precisar.

Estava mais tranquilo com a notícia do meu amigo. Helena saiu do banheiro com outra roupa de hospital, agora bem amarrada nas costas.

- O que houve no banho?

- Não tô muito afim de falar o motivo, Hobi!

- Os roxos? Ou o corte ... lá?

- Quer mesmo saber?

- Bom, talvez...

- O corte, minha intimidade também dói, minhas pernas...

- Ah, entendi... Queria tanto poder ter evitado, é tudo culpa minha.

- Ei! - Disse levantando meu rosto com a mão. - Não foi sua culpa. Para!

Foi até a cama e deitou.

- Vou pegar sua bolsa com os meninos e mandá- los para casa, espera um minuto.

Pelo que parecia ela dormia. Que bom.

Fui até eles, peguei a bolsa dela, agradeci.

- Vão descansar.

- Como ela está? - Minie perguntou preocupado.

Expliquei tudo, omitindo o desnecessário. Ao terminar, Jiminie cutucou Jeon para acordar e pegaram um táxi.

Voltei para o quarto e em cinco minutos bateram na porta. Era a médica. Viu Helena dormindo e me chamou para fora do quarto.

- Boas notícias. Ela está limpa, sem nenhuma doença, bactéria, nem nada. Podem ir. Não esquece só de que ela precisa manter a ferida limpa, descansar e contar para a mãe né.

- Claro. Vou cuidar dela. Ah, e ela disse que tava dolorida por causa de... você sabe.

- Ah, sim. Ela pode tomar um analgésico, vou pedir que deêm antes de saírem.

- Então vou acordá-la.

- Me desculpe, rapaz; mas gosta muito dela, não é?

- É minha amiga e é mais nova. Eu a levei na festa, minha responsabilidade né.

- Não, quem devia estar aqui é a mãe dela, não você. Eu atendo meus filhos mesmo estando em plantão. Você gosta mais do que amigo, mas não percebeu. É difícil ver homens cuidadosos assim, ainda mais com sua idade.

- É, pode ser que eu sinta algo mais. Mas para ela sou apenas um amigo. Ela até teve beijando meu amigo Yoongi, jogaram basquete agarrados... af, nem gosto de pensar nisso. Obrigado por tudo, mesmo!

Ela sorriu e saiu andando. Abri a porta do quarto e fui para a poltrona. Peguei sua bolsa e seu celular, nenhuma mensagem da mãe ou notificações. Um enfermeiro entrou com um copo, nele um líquido esverdeado.

- Para a dor da menina. Podem ir, já está assinado tudo.

- As roupas dela? Onde estão?

- Vamos trazer.

Fui a chamando para acordar.

-Lena - passei a mão em seu rosto - Vamos, vou te levar para casa. Abre os olhinhos.

Ela abriu devagar os olhos e aonme ver deu um sorriso, eu retribuí.

Trouxeram as roupas sujas de Helena. Ela sentou na cama e bebeu o analgésico. Foi devagar, com minha ajuda, ao banheiro, onde se vestiu. Andamos um pouco no corredor e logo apareceu uma enfermeira com cadeira de rodas, levando-na até a porta para pegarmos um táxi. Helena não soltava minha mão e foi totalmente agarrada em mim no táxi.

Ao chegar no prédio, no elevador, ainda grudada à mim eu a procoquei.

- Acho que vou precisar de um remédio de carrapatos. Tem um grudado em mim... - ri e revirei os olhos. A mesma riu e deu um tapinha em meu abdômen.

- Caramba! Durinho!

Ela abriu a porta, acendeu a luz da sala e foi entrando.

- Já disse que aqui teus costumes não colam.

- Helena, toma outro banho. Eu ponho suas roupas na máquina. Se limpa bem e volta pra comer.

- Nossa, já dando regras. Estou indo, reizinho.

A menina foi para sua suíte, ouví o gás ligado. Lavei suas roupas na máquina e preparei dois Cup Noodles de carne que tinham.

Ela voltou em seus pijamas largos e fofos. Era uma calça azul marinho cheia de ursinhos abraçados em luas minguantes, a blusa azul marinho também, não pude deixar de reparar em seus peitos marcando. Eu a respeito, mas sou homem, olhar foi inevitável. Sentou ao meu lado para comer na mesa da cozinha.

Comemos e ela foi para seu quarto. Deitou na grande cama que ginhano quarto. Dei um beijo em sua testa e quando ia saindo para apagar aluz, segurou meu pulso.

- Não me deixa sozinha!

- Meu anjo, já está segura.

- Hobi, estou ferida na alma também. Assustada com tudo... minha mãe visulizou minha mensagem onde contava do hospital e respondeu "Só se cuida".

- É errado. Sou só um amigo, somos novos demais e meus pais vão estranhar minha ausência quando acordarem.

- Diga que dormiu num amigo pois tava muito tarde e cansado, sei lá. Mas não me abandona agora. - Fez bico. Não podia dizer não. Fui em seu banheiro, lavei meu rosto, fiz minha necessidade e deitei no chão gelado - Aqui, na cama.

- Não posso.

- Por quê?

- É errado.

- Ah, Hobi. Por favor. Ninguém precisa saber.

- E sua mãe?

- Minha mãe cagou pro fato de eu estar internada e nossos costumes são outros. Para de encher e deita aqui.

Fui e deitei ao seu lado por cima da coberta. Ela ficou em posição fetal, virada para mim, segurando minha mão. Acariciei a sua com o polegar.

( QUEBRA DE TEMPO)

Acordei e demorei um pouco a entender que estava na casa de Helena. Olhei meu celular que estava no criado-mudo dela, ligações de minha casa. Sentei na cama e liguei para minha casa.

•Ligação•

- Omma?

- Onde está menino?

- Estou bem, omma! Calma! Logo mais vou para casa e conversamos, pode ser?

- Saiu pra dança e não voltou... o que te deu?

-Mais tarde conversamos. Annyeong!

- Annyeong.

Deitei novamente de barriga para cima, braços em baixo da cabeça e pernas cruzadas sacodindo.

Logo sinto mãos passando em meu braço.

- Bom dia!

- Boa tarde né? São duas da tarde. - Rí.

- Ah, minha mãe deve estar em casa.

- Quê??? - Perguntei sentando. Ela sentou em seguida.

Helena levantou e foi indo para cozinha. Peguei meu celular, carteira chaves e coloquei nos bolsos da calça, indo para cozinha.

- Mãe! Fez almoço.

- Fiz. O que aprontou para ir pro hospital e o que Hoseok faz aqui?

- Mãe, nem sei como falar. Na festa que fui com Hoseok, quando saí do banheiro um... ho- homem... - Helena caiu no choro novamente. A abracei, que deitou a cabeça em meu peito.

- Ela foi abusada, senhora Ella.

- Fez exames? Tudo certo?

- Sim. Cuidei que tudo corresse bem. - Avisei. 

- Graças a Deus. Não terei mais gastos.

-Como pode ser tão fria? - Perguntei chocado.

- Aff! O que faz aqui, criança?

- 'Tava cuidando da sua filha, que a senhora ignorou o fato de estar internada e sozinha numa madrugada.

- Eu não pedi que fizesse isso. - Falou.

- Eu pedi! Venha Hobi. - Lena foi me arrastando para seu quarto, ao fechar a porta ajoelhou no chão aos prantos.

Agaixei atrás dela acariciado seus ombros.

- Por que é tão bom para mim?

- Gosto de você. Não aguento ver você mal.

- Ninguém nunca fez isso por mim, nem minha antiga melhor amiga da Alemanha.

- Bom, estou aqui, agora e sempre. - Virou me abraçando. - Mas agora tenho que ir, meus pais estão preocupados e quero muito meu chuveiro. Mas qualquer coisa, sabe onde moro.

- Sim, vai. Vou ficar bem. Mas não saio sozinha por nada. Te ligo.

Dei um beijo em sua testa e fui para casa.


Notas Finais


A dona Ella vai mudar, vai mudar mas não deixo de não gostar dela kkkkk


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