História In The Woods - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Alfonso Herrera, Anahí, Christopher Uckermann, Dulce María
Personagens Christopher Uckermann, Dulce Maria, Personagens Originais
Tags Christopher Uckermann, Drama, Dulce Maria, Ponny, Terror, Vondy
Exibições 15
Palavras 669
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - A Lenda


Fanfic / Fanfiction In The Woods - Capítulo 1 - A Lenda

*1989*

~*~ Christopher~*

Eu tinha 8 anos. Eu e minha família família morávamos no pequeno (para os turistas) povoado de WhiteSnake, um lugar tão desconhecido, quase impossível de achar nos mapas de Ohio. Minha mãe dizia que meu pai era louco de falar que aquele lugar tão lindo e incrível era amaldiçoado, mas ela não podia compreender, que ele tinha razão. 
Mesmo vivendo em uma casa pequena e pobre, tendo que caçar para comer na época, nós éramos felizes. Meus pais que o digam, eu amava vê-los juntos, ver que minha mãe estava feliz era tudo para mim. Mas aquilo infelizmente iria acabar de repente, sem motivo algum. Pelo menos, não pra mim.

Um dia, uma vez que meu pai saiu do trabalho, ele chegou em casa e foi descansar, como estava cansado acordou tarde e teve que ir caçar com o céu já escuro. Pedi para ir com ele, pois ele sempre prometia que me levaria junto, mas nunca cumpria sua promessa. Ele não deixou e fez sua promessa outra vez, enquanto minha mãe fingia que não prestava atenção, quando ele saiu ela deixou que eu o seguisse pois ele não cumpriria sua promessa tão cedo assim como fez quando disse que um dia iria lhe pediria em casamento. Só entendi isso um ano depois, quando completei nove anos, sempre confiei mais em minha mãe, meu pai costumava prometer mais do que cumprir.

Caminhando escondido e em silêncio para que ele não percebesse, ele parou alguns passos a minha frente e eu o ouvi dizer bem baixo:

"Que voz é esta? De onde vem esta voz tão bela? "

Eu me assustei um pouquinho pois não estava ouvindo nada, fiz de tudo para tentar escutar mas não conseguia, ele seguiu caminho pela floresta, parecia perdido. Andamos tanto que passei a não reconhecer aquele caminho, paramos em frente a um lago, meu pai olhava atentamente para ele, eu caí no chão com o susto ao olhar para o lago. Uma grande sombra saía dele eu não conseguia identificar aquilo com os pulos que meu coração dava. Meu pai só olhava para a sombra como se estivesse esperando que viesse até ele, eu o puxava pela mão mas ele não saía do lugar. Em um momento ele olhou para mim e disse em um sussurro: "Corra, não pode ficar aqui, eu não tenho como sair, não busque ajuda, só corra por favor... " Ele disse enquanto a sombra se aproximava, eu corri tanto que quando percebi estava em frente a minha casa.

Minha mãe e eu passamos a noite acordados esperando que ele voltasse, mas no dia seguinte ele chegou bem como se nada tivesse acontecido. Depois disso, dias depois ele começou a demorar para sair da floresta quando ia caçar, voltava estranhamente feliz e isso intrigava minha mãe. Eles brigavam todos os dias, minha mãe estava sofrendo e sem me importar que levaria boas bofetadas eu brigava com ele ao ponto de lhe dar chutes de tanta raiva que sentia. Uma noite ele parou em frente a minha mãe, segurou em seu rosto e disse: "Eu sinto muito, faço isso por vocês"

Ele se aproximou de mim, beijou minha testa e disse: "Quando for um homem se ainda morar aqui, por favor, não entre jamais naquela floresta se estiver pensando em alguém. Principalmente à noite, é quando ficam mais sensíveis. " e saiu sorrindo.

Ele parecia feliz mas falava como se estivesse agoniado.

Eu nunca mais vi meu pai.

Esta história se repetiu com 17 homens daquela cidade, isto fez com que minha mãe me levasse de volta para o México, nossa cidade Natal. Hoje tenho 25 anos estou casado, tenho 3 filhos e continuo vivendo no México.

Eu ainda sinto saudade do meu pai, e ainda quero saber o que ele viu naquela noite. Quando minha vó paterna soube desta história ela sorriu triste e disse: "Naquela floresta, nenhum coração tem dono, até um certo ponto." Eu sabia que ela falava para mim, só não entendia o porque



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