História In your colours - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Suga
Tags Drama, Sobi, Sope, Tragedia, Yoonseok
Visualizações 100
Palavras 2.646
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii amores!
Eu tinha esse capítulo escrito de forma ligeiramente diferente mas como alcançamos 100 favs (e eu estou me controlando para não surtar), resolvi trazer um pouco mais de YoonSeok glicose. Espero que gostem ^^

Capítulo 6 - Algodão Doce


Fanfic / Fanfiction In your colours - Capítulo 6 - Algodão Doce

Min Yoongi

   – Estou desiludida! Não esperava encontrar essa visão de vocês em camas separadas.

   A voz exageradamente esganiçada soou alto em meu tímpano, me fazendo remexer um pouco em minha cama e perceber que estava sozinho sobre a mesma. Hm? Hoseok?

   – Sério, vocês são muito amorzinhos e eu sei que está acordado, Min. – dessa vez Hana baixou o próprio volume. – Bom, omma me mandou ver se já estavam acordados. Vou falar pra ela que ainda estão dormindo, assim você tem tempo de acordar esse moreno maravilha e...

   – Irmã querida do meu coração, você poderia desaparecer da minha vida? – resmunguei entredentes.

   E, como se fosse um milagre dos deuses, a garota não disse nada, saindo do quarto. Tentei adormecer novamente porém foi impossível, principalmente porque eu sabia o motivo que Aileen pediu a Hana para vir me acordar.

   Era hoje a consulta de rotina sobre minhas pernas. Não podia negar o quão agitado estava e acho que, se não fosse por Jung nesses últimos dois dias, eu tinha ficado completamente maluco de ansiedade.

   O certo é que nessas últimas semanas minha melhoria foi notável. Eu já podia mexer os dedos dos pés e conseguia sentir um leve desconforto na planta dos mesmos quando Alexis me fazia cócegas. Também era capaz de sentir quando os dedos do cuidador esbarravam por minhas coxas, ao trocar a minha roupa, mostrando que o início da minha perna não estava completamente morto. Afinal tudo parecia estar indo bem, exceto o tão esperado doador de córnea que nunca mais surgia. Porra, queria tanto voltar a ver!

   Enquanto criava as mais variadas expectativas em minha mente, o ruído de Hoseok se espreguiçando me fez aquietar um pouco, esperando que o garoto dissesse alguma coisa.

   – Yoongi?

   – Hana já veio nos acordar.

   – Oh meu Deus, que horas são?! – ele se mostrou aflito, levantando-se às pressas da cama e andando apressado para correr as cortinas e clarear o cômodo. – Você podia ter me chamado! Agora temos pouco tempo para te arrumar. Sua consulta é hoje, sabia?

   – Calma, nós temos tempo sim.

   – Meu pai, eu nem arrumei sua roupa ainda... Será que o café da manhã já foi servido? Estou tão encrencado!

   – Seok.

   – Vou colocar a banheira para encher enquanto isso arrumo sua roupa. Ah, eu também tenho que tomar banho e... Bolas, agora que me lembrei que tinha que enviar um e-mail para o diretor do meu curso! Mas primeiro vou te arrumar e...

   – Hoseok.

   – Tenho que ver primeiro a meteorologia para hoje antes de arrumar suas roupas. A última coisa que quero é te deixar desconfortável durante essa consulta super importante. Talvez uma blusa quente e um casaco seja o suficiente. Não sei se é melhor jeans ou uma calça mais soltinha. Bom, talvez uma mais soltinha... Ah! Não posso esquecer suas receitas e...

   – Jung Hoseok, dá para calar a boca e me escutar?! – gritei, finalmente roubando a atenção do pequeno desesperado. Por falar em pequeno, ele seria mais alto ou mais baixo que eu? A dúvida bailou em minha mente, porém por pouquíssimos segundos.

   – P-Perdão, hyung.

   – Tá, tá. Respira fundo, conta até dez e vai pôr a banheira para encher. Ainda temos algumas horas antes de ir para o hospital. Se acalme.

   – Sim. Estou indo.

   Os passos do garoto sumiram da minha audição, contudo, algum momento depois, o ruído de um objeto de vidro se dividindo em mil pedaços reverberou por todo o banheiro e quarto. Se minha paciência naquela manhã estava pouca, então definitivamente aquele cuidador tinha a zerado.

   – QUAL A PARTE DO “SE ACALME” QUE NÃO ENTENDEU?!

   – Perdão, Yoongi hyung!

[...]

   Era a milésima vez que limpava minhas mãos no tecido da calça. Odiava ficar nervoso exatamente por causa do suor que se acumulava na minha palma e denunciava que algo não estava bem comigo. Nunca reagi bem a coisas que requeressem paciência, por sua vez não iria reagir bem aos longos minutos na sala de espera. A cada vez que a enfermeira vinha chamar o paciente seguinte, o frio que se alojava na minha barriga se transformava em frustração. Eu queria logo que essa consulta acabasse só para saber a nova previsão do tempo que voltaria a andar. Minha omma teria vindo juntamente com Alexis. Hoseok chegaria mais tarde já que teria assuntos a resolver sobre seu curso.

   Queria que ele estivesse aqui. Nunca quis tanto que aquele idiota certinho estivesse ao meu lado.

   – Min Yoongi.

   Uma voz feminina articulou meu nome. Finalmente, murmurei baixinho enquanto meu enfermeiro guiava minha cadeira de rodas para a sala do médico.

   – Boa tarde, senhor, senhora Min. Olá, Alexis.

   – Boa tarde, doutor Lee. – Aileen respondeu amigável. – Estamos na expectativa de que hoje sairemos daqui com boas notícias.

   – Eu também estou nessa expectativa. Bom, vamos verificar como está o estado de suas pernas, certo Yoongi?

   Dei de ombros. No momento, pouco me importava boa educação e comportamentos de boas maneiras. Tudo o que queria na realidade era saber se voltaria a andar brevemente ou não.

   Meu enfermeiro levantou meu corpo da cadeira, deitando sobre a maca do consultório. A seguir, as mãos grandes e experientes do médico obedeceram a uma sequência de pequenos exercícios, levantando, pousando, apertando, arranhando, entre tantas outras coisas que eu desconfiava servir para verificar como meus músculos responderiam.

  Por quase dez minutos o doutor Lee permaneceu assim, explicando o que esperava que acontecesse e o que eu realmente sentia. Minha omma e Alexis ouviam atentos, enquanto eu contava os minutos para ir embora.

   – Doutor Lee? – a mesma voz feminina que chamou pelo meu nome na sala de espera surgiu. – Tem um rapaz alegando ser auxiliar pessoal do paciente Min Yoongi aqui fora. Chama-se Jung Hoseok.

   – Rapaz? Jung Hoseok?

   – Sim, doutor. – a Min explicou – O antigo senhor que cuidava de Yoonie teve de se despedir então contratamos uma nova pessoa.

   – Oh, certo. Por favor, Liana, diga para aguardar um momento. Quero falar a sós com o senhor Jung.

   A mulher respondeu e então nos deixou prosseguir com a consulta. Falar a sós com ele porquê? Minha curiosidade foi despertada e a vontade de que a consulta acabasse cresceu ainda mais. Hoseok vai me contar direitinho tudo o que esse médico for falar com ele, afirmei, sentido o arrepio que começava no meu pé e morria na canela.

 

 

   – Você ainda não disse o que o médico falou contigo.

   – Não seja chato, hyung. – o cuidador respondeu com a boca cheia. – Eu prometi que diria quando chegássemos em casa. Tenha um pouco de paciência.

   – Paciência nunca foi o meu forte, Jung.

   Debati, tirando um punhado de algodão doce e colocando na boca.

   Nós já tínhamos saído do hospital a um par de horas e, depois de tanta – ou imensa – insistência do garoto, omma nos deixou no parque a quadras de distância de casa. Obviamente eu não poderia deixar passar a oportunidade de comer o melhor algodão doce da Coreia na barraquinha do senhor Saan. A verdade era que eu já estava acabando com aquilo em apenas dois minutos de compra. Deus, aquele algodão doce era celestial!

   Hoseok vinha atrás, empurrando minha cadeira pelo caminho asfaltado. Alguns gritinhos de crianças preenchiam o ambiente, juntamente com pessoas conversando e outras correndo. Uma hora ou outra, uma buzina de bicicleta obrigava o cuidador desviar meu pequeno veículo do caminho, mas nada que fosse grave. Afinal nós estávamos andando na pista das bicicletas já que o caminho para pedestres era cheio de paralelepípedos encaixados uns nos outros, e eu não estava com vontade nenhuma de ficar com ânsia de vômito por chacoalhar durante o trajeto.

   – Hyung, eu não consigo mais segurar essa bomba! Preciso te contar antes que exploda! – o timbre exageradamente animado dele me fez inclinar não só o cenho como o meu lábio, fazendo uma expressão estranha. Claramente poderia ter me punido por isso, mas não o faria. Não enquanto eu estava minimamente de bom humor.

   – Fala antes que eu fique sem companhia para voltar pra casa.

   Uma pequena gargalhada foi ouvida até que o menino anunciou, cantarolando. – Eu passei na prova prática de condução! Tenho carteira de motorista!

   – Sério? – não ocultei meu espanto. – Nem sabia que estava fazendo aulas.

   – Antes de ir trabalhar para os Min eu já tinha concluído todas as aulas, só faltava marcar a prova, mas daí o trabalho não permitiu, então aproveitei hoje, pois a senhora Aileen e Alexis ficariam com você no médico.

   – Ah, então você mentiu! – acusei, limpando o açúcar que tinha ficado à volta dos meus lábios.

   – Menti não, hyung. Só ocultei. – Hoseok sorriu cúmplice, parando a cadeira. O aroma do algodão doce de morango do seu hálito brincou em minha face quando o mesmo se inclinou para mim, terminando de limpar a borrada que o açúcar tinha feito na zona abaixo do meu nariz – Eu fiz a prova e depois fui direitinho me encontrar com o diretor do meu curso. Nossa, Yoongi, esqueceu como se come algodão doce? Sua cara está rosa e cheia de cristaizinhos brilhantes do açúcar. Parece até um bolinho assim.

   – Menos, Jung.

   – Menos nada! – ele riu audível. Nesse momento suas mãos se afastaram do meu rosto, ainda sem me limpar. – Você está muito adorável, preciso gravar esse momento épico!

   – O que pensa que vai fazer?

   – Já estou fazendo. Ainda bem que tenho bateria e espaço no celular.

   – Você está...? Não acredito! – exasperei, cobrindo meu rosto com as mãos. – Pare de tirar fotos, filmar ou fazer o quer que seja com esse celular apontado para mim!

   – Haa, tente me impedir. – o mais novo cantarolou, provavelmente ainda registrando minha cara suja na memória do smartphone.

   – Jung Hoseok!

   – Min Yoongi! – devolveu, gargalhando. Porém por pouco tempo, já que novamente senti algo frio em meu rosto. Era um lenço umedecido. – Sério, o hyung estava muito fofo.

   – Estou entendendo que sua visão de fofo é um cara de vinte anos numa cadeira de rodas com a cara suja de algodão doce de morango.

   – Você faz parecer idiota.

   – É porque é idiota.

   Então recomeçamos a andar.

   – Não é nada, Suga hyung.

   – Suga?

   – É. Para a próxima coma direito, assim já não terei que te dar apelidos.

   – E se eu tivesse comendo uma pimenta?

   – Eu acho melhor te chamar de Suga do que Pepper.

   – Pepper combina melhor comigo.

   – Não tem problema, eu até gosto dessas analogias inversas.

   – Você é estranho. – soltei, possivelmente rolando meus olhos.

[...]

   Parecia milagre mas minha mente estava calma, sem manifestar ódio, rancor ou qualquer outro desses sentimentos que me faziam perder o controle da minha boca e explodir até para a mosca que passava sorrateiramente ao meu lado. A música em meus ouvidos ajudava a que meu estado de espírito se mantivesse estável e não era para menos, eu tinha composto a letra e essa era uma das minhas preferidas.

   Mergulhado nos sons provenientes dos fones, todo o resto do mundo simplesmente desaparecia. Meus olhos fechados e meus ouvidos preenchidos era uma das poucas coisas que eu ainda gostava; ninguém me perturbava e eu ficava restringido à pequena bolha da minha mente. O psiquiatra aconselhou para que meus momentos a solo fossem reduzidos, mas eu não me importava. Ele alegava ser importante o convívio social para evitar que caísse em depressão profunda, contudo o que poderia me fazer dar o up em minha vida social? Não era como se eu pudesse ligar para os amigos e combinar uma partida de futebol. Aliás, mesmo que pudesse, não iria fazer isso. Jin hyung e Jimin nunca receberam uma ligação minha afim de marcar qualquer coisa nesse calibre, então porque iriam receber agora?

   A batida dos graves em minha cabeça me fez cantarolar baixinho e isso roubou a atenção do Jung, pois um arrepio em meus pés me fez retirar fio direcionado à orelha esquerda.

   – Não quis atrapalhar seu estudo. – me desculpei.

   – Não atrapalhou. De repente sua voz e seus pés me pareceram bem mais interessantes do que aqueles livros.

   Puxei o fone direito e o joguei na cama.

   – Já pode me contar o que o médico quis falar com você?

   – Doutor Lee não disse nada demais. – o par de mãos alheia continuava brincando com a planta dos pés, causando um pequeno desconforto que começava a evoluir em cócegas. – Ele me explicou mais ou menos que sua lesão é reversível já que é possível enviar uns estímulos doidos do seu cérebro à parte afetada de sua coluna, através de choques, e assim permitir a movimentação de suas pernas. Suas possibilidades de andar são elevadíssimas. Então me pediu para te ajudar nos estímulos manuais, sabe? Forçando a que seus músculos reajam ao toque. Eu não tinha entendido uma coisa, tipo: se houve lesão na coluna então porque você apenas podia mexer os dedos e porque sua bexiga não foi afetada? Daí ele me disse que...

   – São traumas. – conclui. – Não passa de um bloqueio no meu cérebro.

   – Sim, isso. O que quer dizer que nós temos que destravar seu cérebro teimoso e isso pode ser possível com estímulos. Alexis falou que seus exercícios vão se intensificar e o senhor DakHo, seu appa, sugeriu até um tratamento baseado em choques e essas coisas estranhas.

   – Meu appa é completamente doido da cabeça.

   – Não diga isso. Ele é legal e está preocupado com você. Mas continuando, o doutor Lee me deu a tarefa de estimular, antes de dormir, cada área trabalhada durante a sessão de reabilitação.

   – E é por isso que está fazendo me cócegas?

   – Talvez. – ele puxou meu polegar para cima, ouvindo o som do dedo estralando. – Desculpa, só queria saber se estralava. – fiz uma careta demonstrando incredulidade, porém o menino continuou. – Eu também perguntei sobre... Bem, sobre sua intimidade...

   – Minha intimidade? – não pude controlar a gargalhada pelos meus lábios. – Sério isso, Hoseok? Qual é? Você não consegue dizer pênis, rola, pau, cacete, vara, caralho, pinto, pica, jeba...?

   Eu ia continuar, no entanto fui interrompido.

   – Hyung, você está me constrangendo.

   – Desculpa, Mr. Jung Politicamente Correto Hoseok. – sorri nasalado. – E porque perguntou? Está interessado no meu mastro?

   – Eu não vou responder a isso. – ele bufou, aparentemente desconcertado e roubando mais risos de mim. – Prosseguindo... Ele disse que também é um trauma, um tipo de defesa que seu corpo adotou. Eu não entendi muito bem, mas tal como as pernas, você pode recuperar a sensibilidade.

   – Me deixa adivinhar: eu preciso tocar umas, ou melhor, me estimular para ficar duro de novo?

   – Sim, é mais ou menos isso.

   – Como o doutor te deu essa tarefa, – brinquei, levando a mão no cós do pijama e o empurrando para baixo – Você pode começar agora.

   – Aish, Yoongi! – o garoto se levantou, resmungando e largando meus pés. – Você está impossível hoje. Queria saber qual droga estava incorporada naquele seu algodão doce.

   Apenas sorri perante o desconforto dele e voltei a colocar os fones, me afundando nas almofadas. Não demorou muito até que meu corpo começasse a pesar pelo sono e cansaço. As últimas horas tinham sido de certo modo agradáveis. Bendito seja o algodão doce de morango do senhor Saan.

   Eu já estava quase pegando no sono quando meus fones foram retirados cuidadosamente de meus ouvidos. Minhas costas foram levantadas e o travesseiro arrumado da melhor maneira confortável para mim. O cobertor subiu até meu peito e por fim as mãos do dongsaeng emaranharam pelo meu cabelo, escorregando pelo rosto. No mesmo segundo meu coração deu um solavanco e minha pele controlou o pequeno estremecimento. Não entendi muito bem porque continuei a farsa de estar dormindo, só sei que valeu a pena quando ouvi o sussurro delicadamente rente ao meu rosto.

   – Você é um desafio bem complicado, Yoongi, mas eu estou adorando tê-lo aceitado. – o odor de hortelã se tornou mais forte em minhas narinas, ao passo que seus dedos contornaram minha bochecha tão sereno como uma pluma. – Durma bem, Suga. – completou, deixando um leve e demorado selar ali. Seus lábios se afastaram contra a minha vontade e logo todo o seu corpo se afastou de mim, indo deitar na cama individual do outro lado do quarto.

   Você também, Hobi. Você também.


Notas Finais


Não fiquem com esperanças. Preparem os lencinhos e não digam que eu não avisei :)
Um beijo!

ÇAHFRNÇEKRNVRKEMVNEPIGWRNVMAFLMREOMFRMAÇ (ok, não consegui me controlar!!)
OBRIGADA PELOS 100 FAVORITOS!! AMO VOCÊS!


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