História In your eyes - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Romance, Sexo, Super Poderes
Exibições 6
Palavras 980
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Festa, Ficção, Ficção Científica
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - Sonho


 4 – Sonho

Cris pov.

                       *quinta-feira*

                         - Então, O que acha? – pergunta Emily, deitada na cama,  do meu lado.

                           - Acho que devíamos ficar aqui a tarde toda – respondi, fazendo ela rir, e me lembrando o quanto eu amo sua risada.

                          - Sedentária – respondeu, me fazendo rir.

                          Então, ela colocou suas mãos em meu rosto, carinhosamente.

                          - seu desejo é uma ordem – sussurrou, selando meus lábios com um beijo macio.

                            De repente, vejo uma luz forte nos meus olhos, e percebo: foi um sonho. Droga.

                          Abro meus olhos, e me encontro em uma das macas da garagem. Me levanto rapidamente, e logo percebo que já é manha, que Luiza esta na maca ao lado.

                        - Luiza, acorda!! – ela logo levanta, num susto. – você ta bem??

                        - To, to, e voce?? – ela perguntou, e eu afirmei com a cabeça.

                         Ajudo ela a levantar da maca, passo meu olhar pela garagem e percebo uma garota no chão: é Sophia. Corro em sua direção, e Luiza faz o mesmo.

                        - Sophia!! Acorda!! – gritei, a balançando.

                          - ela ta muito pálida – disse Luiza, e percebo que ela esta entrando em desespero – ELA TA MORTA, ELA MORREU, CRIS!!

                          - CALMA LU!! – gritei, tentando acalma-la.

                            Dou leves tapas no rosto de Sophia para acorda-la, e ela logo abre os olhos, tossindo.

                          - Voce ta bem?? – pergunto, olhando em seus olhos.

                          - Sim – respondeu ela, rouca.

                          Dou um longo e calmo suspiro, aliviada. Olho pro lado, e percebo que Luiza esta no outro canto do cômodo, encolhida, aparentemente chorando.

                          Vou em direção a ela.

                           - Calma – digo, apoiando minhas costas na parede e puxando-a pros meus braços, lhe abraçando.

                           - Cris – ela disse, levantando seu olhar pra mim – o que aconteceu? Digo, depois que desmaiamos?

                           -não tenho ideia – respondi, e me toquei que eles ainda podiam estar na casa. – droga.

                         - Oque? – perguntou sophia se aproximando.

                          - vamos embora, agora. – disse já indo em direçao a porta que dava acesso ao corredor, que estava aberta.

                         Sophia e Luiza entenderam o porque de eu querer sair dali rápido, e foram logo atrás de mim.

                                                                                                                  .  .  .

                           Fomos pra casa da Luiza, já que seus pais estavam viajando. Não conversamos durante o caminho, o que foi meio estranho, mas compreenssivel.

                          Lá, combinamos de não contar a ninguém o que aconteceu, nem pra nossos pais  (eu e sophia contamos que dormimos na casa de Luiza).

                         Minha mãe ficou meio brava, pois faltei aula, mas depois não ligou muito.

                           Lá pras 3:00 da tarde, eu decidi ir pra casa. Não estava com cabeça pra nada, e ficar com Luiza e sophia estava me deixando tensa.

                                                                                                          .  .  .

                           Cheguei em casa, me tranquei no quarto e me joguei na cama. Logo em seguida, meu celular vibrou. Cliquei na tela, e logo abri um sorrio: Emily mandou mensagem.

                              “moça”

                              “Pq faltou?”

                              Fiz questão de responder logo:

                              “Dormi na casa de uma amiga”

                               E ela disse:

                              “e nosso recreio, vai ter que me recompensar.”

                               Caralho, eu tinha esquecido completamente.

                              “recompensar como?”

                              “bem, eu moro perto da sua casa, se por acaso você quiser me chamar...”

                              Respondi sem pensar duas vezes.

                             “aparece aqui”

                            “ Quando?” – perguntou.

                            “se quiser, agora” – disse, já ansiosa pra saber sua resposta.

                             Do nada, ela não estava mais online. DROGA! Será que eu fui muito direta?? Ou fiz alguma outra coisa errada?? Ahhhhhhhh.

                             Fiquei uns 10 minutos criando hipóteses, e, de repente, o interfone toca.

                           -alo? – digo.

                           - Oi, é a Emily. – a voz respondeu.

                           - pode subir – abri o portão pra ela.

                            Não sei o que devo falar quando ver ela. Ou se vou conseguir falar. Ahhhhhhhhhh.

                            Estava esperando na frente da porta do meu apartamento, quando o elevador abriu, era ela.

                           - Oi – ela disse.

                           - Oi – respondi.

                            Ela veio em minha direção, e me puxou carinhosamente pra um abraço, ela entrelaçou meu pescoço e eu envolvi sua cintura. Ficamos assim durante uns 30 segundos. Por sorte, minha mãe não estava em casa.

                           - hmm, quer água? – perguntei, quando soltamos o abraço.

                           - não, obrigada – ela respondeu.

                           Olhei em seus olhos azuis por um momento, e ela retribuiu.

                           - Vem – disse, entrelaçando nossos dedos e a levando em direção ao meu quarto.

                            Chegando lá, entrei junto a ela.

                             - fica a vontade – disse, enquanto ia em direção a porta e a fechava.

                             Quando me virei, ela estava sentada na cama. Olhando ao redor.

                             - bem vinda ao meu quarto – disse, ganhando um sorriso dela, e sentando com perna de índio em sua frente, como ela estava.

                             - você era muito fofinha quando bebe - disse ela, olhando algumas fotos minhas.

                             - é, eu era – disse, afirmando.

                             - Ainda é, muito – ela falou, voltando seu olhar para mim.

                             Ela foi se aproximando de mim, e eu, correspondia. Eu coloquei minhas mãos sobre suas coxas, e ela, acariciava meu rosto. Até que nossos lábios se aproximaram  mais, eu sentia sua respiração, e estávamos cada vez mais perto, e então, nossos lábios se encontraram, numa sincronia perfeita. Então parei o beijo e juntei nossas testas.

                            - o que acha que devemos fazer? – perguntei, quase que sussurrando.

                            - Acho que devemos ficas aqui a tarde toda – ela respondeu, e eu ri – o que? – ela disse, se parando nossas testas, e dessa vez com as mãos na minha cintura.

                           - é que eu meio que sonhei com isso – dessa vez, ela também riu – é sério.

                            - Que adorável – disse ela, parando de rir e me olhando nos olhos de novo.

                            Então nos beijamos de novo, calmamente e carinhosamente. E de novo, de novo, e de novo. Sem nenhum tipo de cansaço, como se o tempo fosse só questão de opinião quando estava com ela.

                            Lá pras 5:30 ela disse que precisava ir, então  a levei até a porta.

                            - Passa o recreio comigo – disse ela.

                            - Claro – ela sorriu.

                            Demos um ultimo beijo, e ela saiu pela porta.

                             Ela me fazia tão bem...


Notas Finais


Emisty <33


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