História Inalcanzable - Capítulo 4


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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Delfina, Gaston, Jazmin, Jim, Luna Valente, Matteo, Miguel, Monica, Nina, Pedro, Rey, Sharon, Simón, Tamara
Tags Drama, Hentai, Lutteo, Reybar, Simbar, Sou Luna, Soy Luna
Exibições 46
Palavras 1.822
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Capítulo 4


— Luna. - Ámbar disse, encontrando-a sentada em sua cama concentrada num livro de Biologia. Valente levantou a cabeça, surpresa ao ver a loira ali. - Preciso muito da sua ajuda! - Exclamou.

Luna surpreendeu-se ao ver a loira em seu quarto, ainda mais para pedir ajuda. Geralmente, quando a Smith lhe dirigia a palavra era para destratar ou humilhar a morena, coisa que ela parecia sentir prazer em fazer. Luna nunca imaginou que algum dia Ámbar pudesse lhe procurar para que lhe pedir ajuda, ainda mais tendo Delfina e Jazmin sempre a disposição. E ainda mais depois de tudo que Ámbar havia feito com a morena ela não merecia um pingo de sua ajuda, ou atenção. No entanto, Luna era o tipo de garota alegre e prestativa. Sempre queria ver todos felizes e ajudava quem precisava, nunca guardando nenhum tipo de rancor em relação a quem lhe fazia mal, decidiu pelo menos escutar o que Ámbar tinha para lhe dizer. Por esse motivo a baixinha de olhos verdes suspirou, levantando-se da cama e fechando seu livro de Biologia. 

— O que quer, Ámbar? - A mexicana perguntou, com os braços cruzados mas contendo uma expressão serena no rosto.

Ámbar engoliu a seco. Estava tão nervosa que de repente sua voz parecia não querer sair, e ela tampouco sabia como dirigir a palavra a Luna, sua pior inimiga e rival, ainda mais para pedir esse tipo de ajuda a morena, que certamente sendo toda certinha acharia que ela estava louca. Mas enfim, Ámbar somente havia recorrido a Luna por não ter mais nenhuma opção, e se quisesse ir mesmo na boate mais tarde e descobrir o segredo de Rey teria que pelo menos falar-lhe o que queria. Respirou fundo, contando até dez mentalmente, olhou nos olhos verdes e inquisitivos de Luna, e abriu a boca para falar. Infelizmente para Ámbar, outro alguém colocou a cabeça para dentro do quarto, atrapalhando a conversa e arrancando um largo sorriso da morena baixinha.

— Como vai a menina mais bonita desse planeta? - Matteo falou, sorrindo abobalhado e entrando no quarto abraçando Luna e lhe dando um selinho, o que fez Ámbar revirar os olhos.

— Olhem, eu sequer sabia que namoravam, mas se quiserem transar avisem que eu saio daqui. - Falou ríspida, ganhando um olhar torto de Matteo e um envergonhado de Luna, que corou.

— Bem, Ámbar, realmente eu e a menina delivery namoramos escondido sim, desde quando voltamos da competição internacional onde demos nosso primeiro beijo. Guardamos segredo por sua causa e do guitarrista, mas agora vejo que não temos porque esconder um amor forte e verdadeiro como o nosso. Coisa que eu nunca havia sentido antes em minha vida. - O italiano alfinetou, agarrando a cintura da namorada e puxando-a para si.

Ámbar rolou os olhos. Achava patético como Matteo havia mudado tanto por causa de Luna. Sempre que os via sentia vontade de vomitar, e tudo somente piorava com esses apelidos toscos que um havia arranjado pro outro. Ámbar sequer se importava com Matteo porque nunca o amou de verdade, apenas achava extremamente incorreto e estupido da parte dele preferir Luna a ela.

— Pois quer saber, Matteo. Podem se engolir. Eu não me importo. Apenas quero lhe avisar para não vir correndo atrás de mim quando perceber a burrada que fez ao ficar com Luna, porque eu te enxotarei rapidinho querido. - Deu um sorriso amarelo para o casal e saiu do aposento, dando de cara com Rey no corredor, a olhando com uma postura rígida.  A loira prendeu a respiração e a vontade de chorar ao ver o homem na sua frente. As palavras dele de mais cedo haviam lhe ferido profundamente, e Ámbar suspeitava que nunca conseguiria esquece-las.

— Importunando a senhorita Valente de novo? - Rey falou, em tom áspero. - Nunca se cansa de seus joguinhos, senhorita?

Ámbar bufou e o fuzilou com o olhar, ficando com mais raiva ainda dele depois das palavras que ele proferiu. Colocou as mãos na cintura e aproximou-se dele, se preparando para enfrenta-lo se fosse preciso.

— Me deixe em paz, Rey. Vai lamber o chão por onde a minha madrinha passa que ganha mais.

Rey enfureceu-se. Estava farto das palhaçadas das loira. Nunca mais toleraria que ela fosse insolente e o enfrentasse daquela maneira. Ela iria ter um castigo. E seria agora. Pensando assim, Reynaldo agarrou fortemente o braço da loira e a empurrou em direção ao seu quarto, mesmo com os gritos e protestos da jovem. Jogou-a na cama e trancou a porta logo em seguida, sorrindo sadicamente para ela.

— Me deixa sair daqui, seu imbecil. Vai fazer o que? Me estuprar? Que eu bem me lembro hoje pela manha tinha dito que nunca ficaria com uma menininha como eu. - Ámbar falou, com furia.

Rey sorriu. Por mais que quisesse agarrar a loira e fode-la loucamente como castigo o homem não cederia aos seus desejos. Iria apenas provocar a garota, e dar a ela o castigo que merecia. Ainda sorrindo, Rey tirou seus sapatos e pulou na cama, deitando ao lado de Ámbar, que estremeceu. O empregado da senhora Benson abafou uma risada pela reação da garota. Olhou-a de cima a baixo, percebendo o quanto ela era gostosa. Mordeu o labio. Teria que ter muito auto-controle para não possui-la por inteiro ali mesmo, ainda mais com o que pretendia fazer.

— Calma. Quem disse que vou lhe estuprar? Irei apenas me divertir um pouquinho, e lhe dar um castigo que merece. - Sussurrou, deitando-se por cima da loira e imobilizando seus braços. Ámbar respirou ofegante ao sentir a ereção de Rey encostar em seu corpo por cima da roupa. Tremeu. Era mais que obvio que ela queria e  desejava esse homem loucamente, mas não tinha intenção nenhuma de ceder a ele depois da humilhação que ele lhe tinha feito passar. Iria resistir com todas as suas forças. Rey nunca venceria essa batalha. Disso ela tinha plena certeza.

Estremeceu ainda mais quando sentiu Rey lhe beijando com vontade e avidez. Mesmo sem querer, acabou por retruibuir o beijo e gemer quando Rey mordeu seu labio inferior com vontade. Era mais forte que ela. Ámbar ja conseguia se sentir ficar excitada. Respirou fundo. Rey a enlouquecia, literalmente.

— Como adoro essa boca. - Rey arfou. - Poderia passar o dia todo a mordendo, mas tenho outros planos.

Dizendo isso, Rey parou de beijar a loira e suas mãos desceram para o vestido dela, que ele prontamente levantou. Ámbar queria protestar, sair dali, fazer mas estava paralisada, apenas vendo os movimentos do homem. Rey abriu um largo sorriso de satisfação ao ver que a calcinha dela estava toda encharcada. Tinha plena certeza de que isso tudo era para ele. Sem pestanejar, retirou a peça intima, deixando a intimidade de Ámbar a mostra.

— Aproveite bem seu castigo, senhorita Ámbar. - Sorriu irônico e piscou para a loira, antes de começar a estocar a intimidade dela, com dois dedos, fazendo um vem e vem frenético a medida que os gemidos dela aumentavam. Era uma satisfação para ele ouvi-la gemer.

— Ahh, Rey, pare. - Ámbar implorava, em meio a altos gemidos. Estava literalmente indo a loucura com as caricias intimas daquele homem. Rey sabia muito bem como a torturar.

Então Rey continuava fazendo esses movimentos cada vez mais intensamente sempre que a loira lhe pedia para parar. Era esse o castigo que ele queria dar a ela, que pelo visto estava funcionando muito bem. Ámbar estava se deliciando e beirando a loucura. Aquele homem sabia muito bem o que estava fazendo. A loira estava adorando sentir seus dedos dentro dela, e, por simples momento esqueceu-se de tudo que ele havia lhe dito e lhe ofendido. Nada mais importava. Apenas queria senti-lo totalmente dentro dela, sem reservas. Respirou fundo, e em meio a arfadas e gemidos conseguiu dizer.

— Rey, transe comigo, te imploro. Preciso te ter, nem que seja apenas agora. - Suplicou.

Rey sorriu triunfante. Era exatamente isso que o homem queria. Enlouquece-la de tal maneira que ela iria implorar para transar com ele. Somente não que ela cederia de maneira rápida. Ao ouvir as palavras proferidas pela loira suplicando para te-lo, Rey fraquejou, e por um momento quis ir até o fim e transar com ela, sem se importar com nada. No entanto ele logo descartou essa ideia maluca e voltou a si. Isso era um castigo para ela, portanto a intenção era fazer ela ficar querendo mais, e não ele mesmo ceder aos seus desejos. Por conta disso, Rey respirou fundo, e lentamente retirou seus dedos da intimidade de Ámbar, endireitando-se e sorrindo para ela.

— Seu castigo acabou, senhoria. Pode se retirar do meu quarto agora. - Falou, com toda a calmaria possível.

Ámbar abriu a boca, indignada. Quer dizer que Rey a atiçava, e depois caia fora. Ah, mas isso não ficaria assim. Rey teria seu troco. Ah, se teria.

Levantou-se furiosa, pegou sua calcinha molhada, e a recolocou, sem ter outra opção. Encarou Rey, que abafava um riso. O prensou agilmente contra a parede do quarto, pegando- o de surpresa. Ficou então na ponta dos pés para mordiscar a orelha esquerda dele. Sentiu o homem estremecer.

— Isso vai ter volta, Reyzinho. Ah, se vai. - Murmurou, saindo do quarto.

Matteo percebeu que Luna estava cabisbaixa, e preocupado, levantou o queixo dela com o dedo. Olhou nos olhos da amada e percebeu que mesmo triste Luna era linda. Ela brilhava, tal como o Sol.

– O que foi, amor? - Quis saber ele, completamente alarmado pelo estado em que a morena se encontrava. - Se foi pelo que a Ámbar falou não tem menor cabimento ficar desse jeito, amor. - Falou, começando a ficar irritado por Luna sempre se importar com a opinião da loira.

Luna suspirou, se afastando do namorado. Virou o rosto, para poder chorar sem que ele visse. Sabia que teria que contar a ele algum dia, não podia esconder isso de Matteo para sempre. Mesmo porque um dia ele iria acabar descobrindo. Mas, faltava coragem. Luna sabia muito bem que a vida de ambos mudaria drasticamente agora e temia pela reação que o italiano podia vir a ter. Mesmo, assim respirou fundo, enxugou os olhos e preparou-se para contar. Era agora ou nunca. Virou-se e deu um meio-sorriso para Matteo, que a fitava extremamente preocupado.

– Matteo, eu não faço a minima ideia de como te contar isso nem como vai reagir, mas você precisa saber. - Falou Luna, voltando a chorar.

Matteo assustou-se ainda mais com o estado da patinadora. Nunca havia a visto assim daquele jeito. Seu coração batia forte ao pensar que algo de muito grave poderia estar acontecendo com sua menina delivery.

– Fale logo, Luna. Chega de me assustar. - Falava ele, ja em pânico.

– Matteo, eu estou esperando um filho seu. Seremos papais, mauricinho. - Luna finalmente revelou, pousando a mão em sua barriga e dando um meio-sorriso.  

– O QUE? - Exclamaram Matteo e Ámbar, que acabava de entrar no local.

 


Notas Finais


Caramba gente, Rey deixou a loira louquinha hehe. Sera que Ámbar vai dar o troco? E Lutteo vai ter um baby gente! Que fofos! Bem, sei que muitos estão curiosos para ver como vai ser na boate, mas aviso que isso vai demorar um pouquinho, pois o próximo capitulo vai ser um especial de Lutteo contando um pouco do namoro escondido, a primeira vez e a reação da Luna ao descobrir a gravidez. Espero que gostem.


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