História Inazuma Eleven - Nova Geração - Capítulo 92


Escrita por: ~

Postado
Categorias Inazuma Eleven (Super Onze)
Tags Futebol!, Inazuma Eleven, Shonen
Visualizações 51
Palavras 2.535
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Escolar, Esporte, Fantasia, Ficção, Luta, Romance e Novela, Shounen
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoal! Bom, começamos o arco escolar bem rápido! Aos poucos a fanfic está saindo dessa parada repentina para podermos aproveitar as folhas de outono! Animes como To Love Ru, Katekyo Hitman Reborn e Ano Hana serão as grandes inspirações pra esse arco, então esperem referências! Em relação ao vídeo, ele já está pronto, só falta editar! No próximo capítulo ele já está entregue!

Espero que gostem desse arco e que estejam gostando dessa história!

Capítulo 92 - Tchau, Sol! As aulas voltam junto das folhas de outono!


Fanfic / Fanfiction Inazuma Eleven - Nova Geração - Capítulo 92 - Tchau, Sol! As aulas voltam junto das folhas de outono!


24 de Setembro de 2030, seis da manhã.

As folhas melancólicas de outono estavam decaindo por todo o Japão. As férias de verão infelizmente tinham acabado. Todas as crianças tiveram seus tempos para fazer o que queriam nesse verão. A New Raimon pode treinar e jogar seu nacional tranquilamente, mas o verão tinha acabado. O alarme no quarto de Yubetsu toca e ele bate no relógio, falando:

Yubetsu: Vamos lá.. Só mais dez minutos.. — o goleiro se remexe pela cama até Natsumi abrir a porta e andar até ele, dando um sorriso e puxando a orelha do filho até ele se sentar e acordar.

Natsumi: Endou Yubetsu! Você não vai ousar faltar o primeiro dia de aula logo após as férias de verão! Você já se divertiu bastante com futebol, com isso e aquilo, mas agora é hora de voltar a escola! Pelo menos honre o nome de sua mãe!

Yubetsu: Tá bom.. Tá bom.. — Yubetsu se levanta da cama e coloca sua faixa laranja no pescoço, descendo as escadas calmamente até a mesa. Ele vê três tigelas com arroz, uma para ele, uma para seu pai e uma para sua mãe. Ele olha pra outro lado e vê alguns ovos, já sabendo o que era.

Endou: Yubetsu, Yubetsu! Coma logo ou vai se atrasar! Tomou banho ontem a noite? Escovou os dentes? — diz Endou, correndo do banheiro. Ele usava um terno preto com uma gravata laranja. Sua faixa laranja, idêntica ao do filho, estava em sua testa como de costume. Ele tenta ajeitar a gravata mas não consegue.

Enquanto isso, Yubetsu, sonolento, pega um ovo e o quebra por cima do arroz. Ele mexe bastante o arroz até ficar homogêneo e pega os palitinhos, começando a comer. O garoto pensa, desanimado:

“Eu.. Joguei com o Japão inteiro, quebrei meu braço, minha perna, conheci gente estranha, conheci gente legal, apareci na televisão.. Para depois ter que voltar a escola como um estudante normal do colegial? Ah..Bom, pelo menos o ano está acabando e eu vou ficar livre disso tudo.. Isso se eu me formar no 8º ano, claro.”

Natsumi: Vamos, vamos, amor. Você também não pode chegar atrasado pro trabalho. — a esposa corre até Endou e ajusta sua gravata. O homem agradeceu e senta a mesa, quebrando os ovos e começando a os comer. Yubetsu e Mamoru se olham, pensando:

“O gosto é muito ruim, mas a gente se acostumou, não é?”

Natsumi senta na mesa e come junto com seu esposo e seu filho. Quando o café da manhã termina Natsumi prepara a mochila e as roupas de Yubetsu, dando as últimas para ele. O garoto, por si, foi ao banheiro para escovar seus dentes e fazer outras higienes. Mamoru pega sua mala e diz para Natsumi:

Endou: Já estou indo, amor. Tenho que dar uma palestra hoje para os novos empregados no comitê do Futebol Fronteira, também tenho que dar o treinamento naquele projeto do Hiroto.. Ah, novamente, as semanas vão ficar cheias.

Natsumi olha para Endou corada e se lembra de quando ele era uma criança burra e despreocupada. Ela dá um beijo em seu marido e o deseja boa sorte. Endou vai para o trabalho e Yubetsu sai do banheiro arrumado e um pouco mais disposto. Ele pega sua mochila e diz a sua mãe:

Endou: É minha vez, mamãe! Já estou indo!

Natsumi: P-Preste atenção na aula, Yuu-kun! E pegue a sua marmi..

O garoto sai correndo pela porta antes mesmo de sua mãe terminar. Ela olha para a marmita de Yubetsu e logo após olha para a porta, pensando:

“E pensar que o meu pequeno garotinho iria fazer tantas coisas..”

Yubetsu sai correndo pelas ruas, ele tinha uns vinte minutos para chegar na escola. As folhas de outono continuam caindo e ele para numa calçada, esperando o sinal abrir. A cidade moderna e os ilustríssimos carros faziam um barulho irritante mas ao mesmo tempo agradável. Yubetsu começa a dar pulinhos até ouvir uma voz.

—Yubetsu! Por aqui!

O goleiro olha para o lado e vê Amaterasu e Matsuda, também indo para a escola. Ele corre até eles e dá bom dia. Os dois agradecem e Amaterasu diz:

Amaterasu: É até estranho voltarmos pra escola depois de tudo que nós fizemos, não é, Yubetsu? — ela dá um sorriso descontraído e Yubetsu balança a cabeça, concordando. Matsuda olha para o sinal abrindo e diz:

Matsuda: Com certeza é estranho, mas temos que focar na escola. Principalmente você, Yuutsu. Você é um dos piores, senão o pior, aluno do oitavo ano.

Yubetsu olha para Amaterasu e se lembra que eles eram o primeiro lugar e o quarto lugar nos melhores da série, respectivamente. Ele olha para baixo e diz:

Yubetsu: Eu com certeza irei conseguir! Eu irei passar de ano e jogar muito mais futebol!

Amaterasu cora com a determinação de Yubetsu e os três atravessam a rua, caminhando até a escola. Assim que eles chegam lá dão de cara com Sora e Yukiny. A garota dos cabelos ruivos não se largava do braço de Sora. Os três que tinham acabado de chegar não entendiam nada daquilo, e então Amaterasu diz:

Amaterasu: Lolicon.

Sora: QUÊ?! QUE HISTÓRIA É ESSA?! — Sora grita, nervoso com a situação. —E-Eu não sou um lolicon! Essa garota que apareceu do nada na minha rua dizendo que estava com medo de ir sozinha para a escola e me pediu para a acompanhar! Que saco! Vocês vêem malícia em tudo!

Matsuda: Eu não dou a mínima para o que vocês estejam fazendo desde que me deixem em paz. — Matsuda passa direto por todos, indo para a escola. Yubetsu olha para Matsuda e se lembra do primeiro dia de aula, naquela primavera nostálgica. Matsuda definitivamente não tinha mudado nada.

Yukiny: É-É verdade! Eu vi um garoto muito rápido e muito estranho perseguindo uns vultos pretos e fiquei com medo! Quando eu vi o Sora-senpai eu quis vir pra escola com ele!

Amaterasu: Nossa, isso parece ser meio perigoso. — Amaterasu fala de forma sarcástica. —Bom, de qualquer forma, vamos logo para a aula, Yubetsu. Vejo vocês no intervalo.

Amaterasu segura o pulso de Yubetsu e começa a ir até a escola com ele. Definitivamente ela não queria que o garoto repetisse de ano. De qualquer forma, por mais que a New Raimon fosse muito unida, ela era dividida em duas salas diferentes. Então o time não poderia se ver muito pelas aulas. Cada aluno vai para sua respectiva sala e Yubetsu se senta na sua carteira. Ele olha para os lados e consegue achar alguns de seus companheiros que estavam na mesma sala que ele.

Yubetsu: Pessoal! É bom ver vocês! — Yubetsu diz.

Lá estavam Théos, Sakin, Noraneko, Kyoko, Sora e Yahiko. Eles eram alguns dos integrantes da New Raimon que estavam na sala Dai-Hachi-San, “Oitavo-Sol”, ou apenas DHS. No Colégio Raimon, as turmas eram designadas com o nome de corpos celestes, personalidades mundiais ou Imperadores do Japão. As turmas do Oitavo ano eram a Dai-Hachi-San e..

Amaterasu: Pessoal, vamos nos sentar! Vocês sabem que o primeiro tempo é de ciências e o professor não gosta de tumulto. Vamos, vamos!

Dai-Hachi-Tsuki, “Oitavo-Lua”, ou apenas DHT. Nela estavam pessoas como Amaterasu, Matsuda, Tatsumaki, Furosuto e Kyodaina. Os treze jogadores do Estadual estavam em salas separadas, em especial a Yukiny, que ainda estava na Escola Primária. As duas salas estavam bem agitadas, não só pela volta às aulas, mas a notícia de que alguns novos alunos iriam chegar. Para a New Raimon aquela notícia remetia a algo que eles estavam esquecendo, até que..

—Vamos, entrem.

Essa frase é repetida em ambas as salas. Na sala Dai-Hachi-San três alunos novos chegam, fazendo todos dali apresentarem rostos de surpresa, medo ou alegria. Eram Sonosuke Umigame, Kidou Hiro, Mashirou Kushina e Bakumaru Itami. Yubetsu dá um sorriso ao ver os três e Hiro se lembra da conversa com seu pai.

Kidou: Te matriculei na Raimon. Dia 24/09 voltam às aulas por lá. Trate de não se atrasar e trate todos bem. — Kidou diz, tomando café e vendo o jornal pelo seu tablet.

Sayume: AAH, MEU FILHO VAI FICAR TÃO FOFINHO COM O UNIFORME DA RAIMON! — Sayume abraça Hiro e roça sua bochecha contra a dele. Hiro não acreditava na notícia. Antes, ele achava que seu pai estava blefando, mas era verdade. Agora ele iria ter que conviver com aqueles idiotas.


Itami olha Yubetsu com os olhos completamente arregalados, ele finalmente teria a chance de derrotar seu maior rival. Todos olhavam para ele morrendo de medo, ele parecia ser insano.
Umigame teria ido a Raimon por puro livre arbítrio. Ela queria muito ser do time e conviver ainda mais com seus novos amigos. Ele dá um sorriso e coloca a mão na altura da cabeça como um escoteiro. Kushina obviamente seguiu seu capitão e seus amigos em nome de seu sonho e de sua promessa.

—Bom.. Podem dizer seus nomes e escrever eles no quadro, por favor? Também falem um pouco sobre vocês. — pergunta o professor.  

Os quatro concordam — Hiro e Itami estavam hesitantes, mas concordam — os dois pegam as canetas tecnológicas e escrevem na lousa tecnológica seus nomes.

Hiro: Meu nome é Kidou Hiro. Sou filho de Kidou Yuuto e Kidou Sayume. Vim da Teikoku Gakuen. Eu odeio doces, minhas matérias preferidas são Matemática e Ciências e, particularmente, eu odeio um garoto chamado Endou Yubetsu. Ele está nessa sala.

Todos olham para Yubetsu, que olha para Hiro com um sorriso.

Itami: MEU NOME É BAKUMARU ITAMI, BANDO DE FIGURANTE! VOCÊS NÃO PRECISAM SABER NADA ALÉM DE QUE EU SOU O HOMEM QUE IRÁ SUPERAR YUBETSU ENDOU E DEIXAR ELE NO CHÃO!!!

Os alunos e o professor olham para Itami morrendo de medo. Dava pra ver que Yubetsu chamava atenção de várias pessoas de forma negativa.

Umigame: Olá! Meu nome é Sonosuke Umigame! Sou filho de Sonosuke Kuriiku e Sonosuke Linn! Vim do Mizu Kareiiji! Meu pai é de origem australiana e o nome dele pode significar cachoeira em Inglês! Minhas matérias preferidas são Educação Física e Língua Japonesa! Eu gosto do mar, da praia e de surfar!

As garotas olham para o sorriso de Umigame com os olhos brilhando. Logo após Kushina fica com ciúmes e entra na frente dele, dizendo:

Kushina: M-Meu nome é Mashirou Kushina! E-Eu sou filha de Mashirou Hidekata e Mashirou Akiha! E-Eu vim do Otonokizaka Girls.. Minha mãe e eu concordamos e eu vir pra Raimon após alguns problemas. Minha matéria preferida é estudos sociais.. P-Por favor, cuidem bem de mim!

Kushina se curva e todos ali ficam em silêncio, apenas pensando “Que fofa”. Kushina fica irritada com sua performance e Théos diz:

Théos: Espera.. Se eles estão aqui.. Os outros.. — Théos começa a ficar um pouco nervoso e o professor manda os três sentarem.

Enquanto isso, na Dai-Hachi-Tsuki..

Anna: Prazer em conhecê-los. Meu nome é Fubuki Anna, mas também podem me chamar de Fuyu Anna. Esse é meu nome de nascença e uso ele em algumas ocasiões. Sou filha adotiva de Atsuya Fubuki e conhecida de Furosuto. Eu nasci no Japão, mas fui para os Estados Unidos com a minha mãe muito cedo e fui abandonada lá. Atsuya me adotou e voltamos para o Japão. Me perdoem se meu Japonês não for muito bom. De qualquer forma, minhas matérias preferidas são Matemática e Música. Eu gosto de ouvir música, de jogar futebol e do frio.

Ela termina de escrever seu nome no quadro e se curva diante da turma, se sentando ao lado de Furosuto.

Tsubasa: Bom, por onde posso começar.. — Tsubasa se pergunta, entediado, escrevendo seu nome no quadro. —Meu nome é Allem Tsubasa. Sou filho de Tsubasa Mei e Tsubasa Ikki. Eu vim de uma escola não muito famosa, nem um clube de futebol ela sequer tem, o Gurē Karejji. Vim para a Raimon pois meus amigos estão aqui e acho que seria mais legal ter eles por perto. Minhas matérias preferidas são História e Geografia. Espero me dar bem com vocês.

Tsubasa se curva diante da turma e todas as garotas começam a murmurar entre si. Sophie olha aquilo com raiva e bastante vermelha. Agora era a vez dela. Ela escreve seu nome na lousa com raiva e cruza os braços, batendo o pé no chão. Todos estavam com medo dela.

—Q-Quem quis colocar essa garota aqui?! — diz uma aluna cheia de medo.

—E se ela nos machucar?! — grita um outro garoto.

Sophie: P-Parem com isso! Eu definitivamente tô melhor que antes! E-E porque diabos eu tenho que me justificar pra vocês?! Que saco, Théos! Que saco! Meu nome é Afuro Sophie, eu sou filha de Afuro Terumi e Afuro Valentina! Vim da Royal Academy e eu não preciso de nenhuma matéria preferida se sou boa em todas! E-Eu gosto de.. V-VOCÊS NÃO PRECISAM SABER DO QUE EU GOSTO!

Arrepios percorrem o corpo de todos e Sophie vai se sentar. Amaterasu olha para ela e diz:

Amaterasu: Seja bem vinda, Sophie. Fiquei sabendo do que os garotos fizeram por você..

Sophie: NÃO PRECISO DAS SUAS CONDOLÊNCIAS! E EU NUNCA QUIS QUE ELES FIZESSEM ISSO! — Sophie grita com bastante raiva. Todos olham para ela com medo e ela coloca a cabeça na mesa, se escondendo. O professor começa a dar a aula.

Finalmente, todos estavam de volta à escola.

Localização Desconhecida, Horário Desconhecido.

—Chegou a nossa vez. Agora que o futebol está calmo e cheio de esperanças, podemos dominar tudo. — diz um homem. Sua silhueta era invisível, apenas sua voz era audível. Quatro crianças o encaravam, três meninos e uma menina.

—Já entendemos o que é pra fazer. Vamos dividir os alvos. Eu fico com aqueles que se dizem o “Instituto Imperial” — Diz um garoto de cabelos e olhos bicolores. Seus cabelos eram azuis e brancos e seus olhos eram verdes e cinzas escuros. Existia uma queimadura abaixo de seu olho esquerdo. Ele aspira um pouco de vapor frio de sua boca enquanto chamas exalavam do lado esquerdo de seu corpo. O lado direito criava gelo por todo os lados.

—Interessante. O que estamos fazendo é.. Interessante. Porém é uma pena eu ficar com um time tão fraco quanto o Sengoku Igaijima. — Diz um menino de cabelos bagunçados roxos e olhos tão azuis quanto o céu. Ele dava um sorriso animado. Seus dentes eram certinhos e seus caninos eram bem afiados. Ele usava uma capa negra cujo convergia em uma pérola de cores roxa e azul fortes.

—Nós deveríamos estar satisfeitos só pela oportunidade de podermos sair quebrando tudo e desafiando pessoas fortes! Temos que fazer isso por aquela profecia que foi deixada anos atrás! — A garota dá um sorriso adorável, mas ela era logicamente perturbada e violenta. Em sua mão direita brilhava uma energia verde-água e em sua mão esquerda brilhava uma energia roxa.

—Não me importo quais sãos seus alvos, não me importa se meu alvo é o mais forte ou o mais fraco. Eu só sei que ele me prometeu meus olhos de volta. Se for por isso.. Eu definitivamente faço qualquer coisa.

Os olhos do rapaz eram totalmente azuis, não eram olhos humanos, com certeza artificiais.

—É pra eu esmagar a Raimon? Eu esmago.

A silhueta dá um sorriso e diz:

—Então se preparem, Instituto Chikara. A contagem regressiva de sete dias começa agora.


Notas Finais


Obrigado por ler!


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