História Incertezas do Amor - Capítulo 21


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Categorias Originais
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Palavras 2.138
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá pessoal! Demorei , mas voltei. Depois de ler esse capítulo, não esqueçam de dá uma olhadinha nas notas finais.
Boa leitura!

Capítulo 21 - Eu e Ela.


** Fernanda **


Depois de apanhar a garota no ponto de táxi, ela me comprimenta timidamente com um beijo no rosto e vira sua atenção para a janela observando a movimentação da rua. Ela parecia meio pálida, mas mesmo assim ainda continuava linda. Percebi que ela adora usar vestido soltinho. Como agora por exemplo, ela usava um vestidinho florido que iam até ao meio das suas coxas, uma jaqueta clara e uma sapatilha da mesma cor.
Ela permanecia calada e distraída, enquanto eu me sentia incomodada pelo o seu silêncio.

-- Como está? - tento puxar assunto

Ela desvia sua atenção para mim e fala calmamente.

-- Estou melhor, mas eu ainda continuo enjoada.
-- Vou te levar ao médico. - digo decidida
-- Não precisa, Fêh.
-- Claro que precisa!
-- Sério, é só um enjoô. É normal para quem tem gastrite.
-- É só isso mesmo?
-- Sim. Tenho certeza que daqui a pouco eu estarei melhor.
-- Certo. Mas vou logo te avisar, se até a hora que você estiver comigo e esse enjôo não passar, nós iremos a um hospital. Combinado?

Percebo que ela fica um pouco desconfortável, mas mesmo não gostando muito da idéia a mesma concorda.

-- Combinado.

O silêncio reinava entre a gente com cada uma perdida em seus pensamentos. Eu dirigia rumo ao hotel pensando em como eu deveria tratar a garota. Ela me parecia tão frágil que a única coisa que eu queria fazer naquele momento, era aconchegar ela nos meus braços e cuidar dela a noite inteira.

Já no quarto do hotel, eu ligo para recepção e peço algo para a garota comer. Ela senta na cama , se encosta na cabeceira e passa a me observar atentamente.


** Raquell **


Meu coração pulsava feito louco em meu peito. Desde quando eu entrei naquele carro que estou sentindo essa forte palpitação. Rezei várias vezes o "Ave Maria" para que ela não ouvisse meus batimentos. Já pensou se ela ouvisse? Aí mesmo que ela me levaria para o hospital pensando que eu estaria infartando .
Depois que chegamos no quarto do hotel, eu mais que depressa sento na cama e me encosto na cabeceira. Eu estava muito nervosa, não conseguia me manter em pé. A mulher mais velha pega o telefone que tinha no quarto e liga para recepção pedindo algo. Observando ela atentamente, passo a analisar cada detalhe do seu corpo. Nunca pensei que algum dia eu a veria vestida daquele jeito. Em um shortinho jeans curto e despojado, uma regata branca um pouco folgada e uma bota negra de salto um pouco alto, com o cano curto. A mulher estava simplesmente linda. Enquanto eu babava minha querida chefinha, ela desliga o telefone e se aproxima de mim sentando do meu lado.

-- Está com fome?
-- Não. - falo saindo do transe
-- Eu pedi uma canja de galinha, seria bom você tentar se alimentar um pouco.
-- Obrigada, Fernanda, mas eu estou sem fome.
-- Você se alimentou hoje?
-- Não.
-- Então, você vai comer agora.
-- Não sou muito chegada a canja.
-- Mas agora você vai ser.
-- Não vou comer aquilo não.
-- Vai sim.
-- Não vou!- cruzo os braços emburrada
--Vamos ver!

Minutos depois a canja chega. A Fernanda pega a bandeja e coloca sobre meu colo . Só de ver aquele líquido amarelo, misturado com frango desfiado e outros tipos de legumes, sinto o meu estômago embrulhar e uma vontade absurda de vomitar.

-- Eu não vou comer isso! - coloco a bandeja sobre a cama.
--Vai sim! - ela pega o prato e leva a colher de sopa até a minha boca.
-- Vai me obrigar? - viro o rosto
-- Vou. Agora vira o rosto pra cá.
-- Nem vem.
-- Cuida, Amanda!
-- Não!
-- Prometo que se você não gostar, eu não insisto mais.
-- Mas eu não gosto.

Ela respira fundo, fecho os olhos e fala :

--Faz esse esforço.
-- Não sei..
-- Por mim.

Olho para ela e percebo que a mesma fazia um esforço enorme para não explodir. Com medo dela jogar aquele líquido fervendo sobre mim, eu resolvo comer a canja antes que ela se irritasse mais do que já estava. Ela me dava o alimento cuidadosamente e sempre que eu me sujava, ela limpava minha boca com guardanapo e perguntava se estava tudo bem. Ela tinha uma expressão preocupada, parecia que ela se importava mesmo comigo.


-- Posso te fazer uma pergunta?
-- Pode até duas. - ela sorri

Encaro ela estranhamente. Ela me parecia um pouco mudada, parecia outra mulher que estava ali na minha frente. Fico meio receiosa de fazer a pergunta, mas a curiosidade fala mais alto me fazendo perguntar o que eu precisava saber.

-- Porque não esperou para me ver amanhã?

Ela para com a colher no ar e fica calada sem saber o que dizer. Ela coloca o prato sobre a bandeja e se levanta ficando de costas para mim.

-- Eu queria te ver hoje.
-- Porquê?
-- Porquê sim, Amanda.


Fico insatisfeita com a sua resposta, então eu resolvo insistir outra vez.

-- Você disse que eu poderia fazer até duas perguntas. Então responde, porque queria me ver hoje?

Ela se vira rapidamente para mim com a sobrancelha levantada, ela cruza os braços e fala:

-- Muito esperta , hein?
-- Claro. - dou uma piscadela - Então, vai me responder?
-- Responder o quê?
-- A pergunta que te fiz.
-- Que pergunta que você fez?
-- Por favor né, Fernanda!? Não vem querer me enrolar. - falo sem paciência

Ela me encara por um instante , abaixa a cabeça e fala sem me fitar.

--Não te vi o dia inteiro.
-- E?
-- Fiquei preocupada.

Sinto uma alegria imensa pelo o que acabei de ouvir. Dou um sorriso satisfeito, porém discreto.

-- Eu estou bem , Fêh. Não precisa se preocupar. - tento tranquiliza - la

Ela me encara um pouco séria e volta a sentar perto de mim.

-- É claro que eu preciso me preocupar.- ela acaria meu rosto e me fita intensamente - Você é minha garota, lembra?

Não consigo dizer nada. Enquanto eu processava o que tinha acabado de ouvir, ela me puxa para perto de si, encostando seu corpo no meu e esfregando o nariz no meu pescoço.

-- Que saudades desse cheiro... - ela sussurra com a voz rouca


Ela me aperta forte e distribui vários beijos e mordidas pelo meu pescoço. Sinto o meu corpo ficar em chamas pelo seu toque e sem esperar mais, ela beija minha boca. Ela sugava meus lábios com volúpia, enquanto sua mão direita tentava tirar minha jaqueta, sua mão esquerda descia pelos meus seios indo parar na minha coxa. Ela acaricia e passa a unha levemente me causando arrepios. Solto gemidos de excitação e mais que depressa eu levanto meu vestido e sento no seu colo. Ela pousa as mãos nas minhas nádegas, me fazendo rebolar gostosamente no seu colo. Escuto ela gemer alucinadamente entre meus lábios e isso me incentiva a aumentar mais o ritmo da minha rebolada. Pego sua mão levando até o meu sexo que já estava completamente encharcado e sussurro:

-- Esta vendo como você me deixa?
-- Hummmm... Delícia. - ela geme massageando meu sexo por cima da calcinha.

Eu queria que ela me possuísse de uma vez, então eu resolvo a provocar.

-- Estou louca pra te dá. Me faz sua, por favor!

Parece que minha provocação surtiu efeito. A mulher arranca meu vestido com desespero, ela tira sua roupa e me deita na cama ficando por cima de mim. Ela passa a língua pelo meu mamilo e logo depois ela suga com força. Ela passeia com sua lingua pela minha barriga e afasta minhas pernas delicadamente .

-- Eu preciso te provar.

Nas vezes que fizemos amor, a Fernanda não chegou a práticar o sexo oral em mim. Eu entendia ela. Eu era sua primeira garota e acho que ela ainda não se sentia preparada.

-- Tem certeza?

Eu nem precisei ouvir a resposta, pois ela abocanhou meu sexo com sofreguidão. Agarro seu cabelo com força , enquanto ela explorava meu sexo deliciosamente. Ela sugava meu clitóris com desejo e sem eu esperar, ela introduz dois dedos em mim. Aperto com força a colcha da cama e começo a rebolar com loucura na sua lingua e dedos. Com os seus dedos ainda dentro de mim, ela me coloca de bruços e passa a me penetrar com força por trás. Ela morde levemente a minha bunda e logo em seguida, ela começa a dar vários tapinhas me deixando ainda mais excitada. Sinto o orgasmo se aproximar e sem me conter, gozo gostosamente para ela. Eu respirava com dificuldade. (Deus, o que foi isso?)

Ela bebi todo meu líquido , beija meu corpo inteiro e se deita sobre mim exausta.

-- Uau!
-- O que foi , garota?
-- Você foi... - dou uma pausa

Ela levanta a cabeça , me coloca de frente para ela e me encara

-- Foi...? - ela ainda esperava eu completar a frase.
-- Incrível!
-- Não seja boba, garota.
-- Tô falando sério.
-- Ta bom então.

A gente fica calada por alguns segundos, só ouvindo a respiração uma da outra. Passo a mão pela suas costas, afago seu longo cabelo loiro e passo a cantarolar uma linda música do Jota Quest.

Anda,
Enquando o dia acorda a gente ama
Estou pronto pra te ouvir aqui da cama
Te espero vamos rir de todo mundo
Nesse quarto em segundo, ah ah
Para
Repara e tente ver a sua cara
Contemple esse momento é coisa rara
Uma emoção assim só se compara
A tudo que nós já passamos juntos, ah ah

Preciso tanto aproveitar você
Beijar teus olhos
Olhar tua boca
Dizer palavras de um futuro bom


Enquanto eu cantarolava a bela canção, eu sinto que os batimentos cardíaco dela, tinha aumentado. (Será que ela esta bem?)
Paro de cantar e fico apenas fazendo carinho nela.

-- Sabia que você canta muito bem? - ela sussurra
-- Sabia.
-- Modesta você , hein?
-- Jamais , meu amor.

Ela fica calada e me encara intensamente. Sempre quando eu a chamo assim, percebo que ela fica sem expressão alguma. Será que ela gosta?

-- Naquele dia , no bar, você cantou aquela música divinamente. Parabéns!
-- Obrigada. - falo envergonhada
-- E por fala naquele dia , por que a senhorita estava tão revoltada ?
-- E..eu?
-- Sim, você.
-- Ah, ne..nem eu se..sei di...dizer o po..porque. - gaguejo

" Prefiro levar essa leve pressão do que contar a ela que eu estava morrendo de ciúmes dela, com aquele Zé mané"

-- Aconteceu algo que eu não saiba?

-- Nã..não.
-- Mesmo? - levanta uma sobrancelha
-- Uhumm.
-- Ok. Fique sabendo que eu não gostei nem um pouco. -fala séria
-- Eu sei. Mas tentei me desculpar, você que não quis me ouvir.
-- Claro! Estava muito aborrecida com você.
-- E precisava me deixar dormir até aquela hora?
-- Aquilo foi seu castigo .
--Castigo cruel viu? -falo chateada
-- Não foi nada de mais , garota. Perdeu apenas uma aula, faltar um dia não faz mal.
-- Faz mal sim. Por sua culpa eu faltei aula, perdi uma prova e ainda ferrei com a minha canela no seu escritório.
-- Como assim ferrou a canela no meu escritório?
-- Foi uma cretina que eu não estou muito afim de falar o nome, que apagou a luz e me deixou no escuro. Quando eu acordei , não tive a sorte de achar o interruptor de primeira e acabei machucando a perna.
-- Ah, lembrei.. - ela fica pensativa , mas logo depois fica séria - Quem é cretina?
-- Você.
-- Você não tem medo de morrer , garota?
-- Não
-- Pois deveria! - ela levanta irritada da cama e segue para o banheiro.
-- Aonde você vai?
-- Para o banheiro. Não esta vendo?
-- Sua grossa!

Escuto a água do chuveiro cair, enquanto eu fico sentada na cama ainda pasma pela loucura da Fernanda. De repente, vejo ela colocar a cabeça para fora do banheiro e falar:

-- Você não vem?
-- Pra onde?
--Tomar um banho super gostoso comigo. -faz uma cara sacana

Olho para ela perplexa, ainda não acreditando nessa mudança repentina.

"Essa mulher é doida! "

Corro apressadamente para o banheiro, antes da maluca da minha chefe mudar de idéia. .

" Essa mulher pode ser uma grossa, doida, chata e reclamona, mas eu não trocaria ela por nada desse mundo. Porque o que eu sinto por ela é verdadeiro e eu vou fazer impossível para essa mulher me amar, do mesmo jeito que eu amo ela."

Notas Finais


Então , galera. Eu sei que eu sumir, mas é que eu ando sem idéia e sem tempo. Tem um lado meu que quer continuar a escrever e outro lado que quer parar, para não deixar vocês esperando tanto. É foda! A pessoa perde até o ânimo de continuar lendo, devido a demora. Se não der a louca em mim, irei postar na segunda. ( Eh , confesso que sou paranóica. ) Agora se der, só Deus saberá que dia eu irei postar. Então é isso! Espero que compreendam, até a próxima. Beijos.


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