História Incest Between Father And Son - Capítulo 10


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Categorias Arrow, Bates Motel, Saga Crepúsculo, Smallville, Supernatural, Teen Wolf, The Flash, The Walking Dead
Personagens Barry Allen (Flash), Carl Grimes, Carlisle Cullen, Clark Kent (Superman), Dean Winchester, Dylan Massett, Edward Cullen, John Winchester, Jonathan Kent, Malcolm Merlyn, Rafael McCall, Rick Grimes, Sam Winchester, Scott McCall, Sheriff John Stilinski, Stiles Stilinski, Tommy Merlyn
Tags Filmes, Gay, Homossexual, Homossexualidade, Series, Sexo, Sexo Explícito
Exibições 322
Palavras 3.007
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Colegial, Crossover, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shounen, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Último capítulo com um dos meus casais pai/filho que eu mais amo.
Obrigado pra quem acompanhou até aqui e mais ainda quem comentou me incentivando a continuar o trabalho.
Espero que gostem.
Boa leitura.

Capítulo 10 - Amanhecer (Carlisle E Edward) Crepúsculo


Fanfic / Fanfiction Incest Between Father And Son - Capítulo 10 - Amanhecer (Carlisle E Edward) Crepúsculo

Incesto

 

Amanhecer.

 

Necessariamente vampiros não precisam dormir, entretanto isso não quer dizer que eles não tenham outros motivos para ficarem na cama. Quando você tem uma ótima companhia tudo o que se quer e não sair do leito. Edward Cullen sabe muito bem o que significa isso quando ao seu lado está seu pai, Carlisle Cullen.

 

Talvez Edward não seja um bom estrategista, mas o tanto que possui de experiência nesse assunto é suficiente para que possa dominar a arte de manter Carlisle na cama muito mais tempo do que ele pretende.

 

Para ser honesto, acordar não é realmente o problema visto que não há necessidade de dormir. Como toda sua espécie, Edward fica acordado durante horas, apenas aproveitando o aconchego sob as cobertas, o Cullen caçula simplesmente odeia sair da cama de manhã. Quando tem que fazê-lo, geme, resmunga e até mesmo um bom café da manhã só consegue moderar o seu mau humor. 

 

Nesses dias parece que o melhor remédio é fazer-se de esquecido ou surdo quando seu pai vem chama-lo por estar na hora da escola. Isso quando não era a noite dele de dormir com Carlisle. O que o deixa mais feliz é quando encontra uma maneira ou outra de fazer seu pai ficar um tempo a mais na cama.

 

No inicio é sempre bastante simples. Quando Carlisle começa a mudar na parte da manhã se preparando para sair da cama, Edward sente isso de imediato, e seu primeiro movimento é puxar e envolver os braços de seu pai em torno de seu corpo tornando significativamente mais difícil sua partida. Edward vai para acariciar em seu pescoço, ou descansar a cabeça em seu peito, jogar um braço sobre sua cintura ou entrelaçar suas pernas juntas. Em algumas manhãs, às vezes já tem meio caminho andado quando Carlisle o arrasta de volta, de repente, e o puxa para seu peito, envolvendo num gostoso abraço de urso.

 

Nesta manhã, depois de sua primeira tentativa de pôr-se para fora da cama falhar. Carlisle sente o toque suave ocasional do rosto de Edward, os sopros de sua respiração na sua pele. Embora mesmo que nunca admita em voz alta, ele adora o afago que vem logo a seguir sem se importar em ceder um pouco mais de tempo, entregando-se a seus toques amorosos. Quando tenta se deslocar de novo, a única resposta de seu filho é um gemer baixinho em protesto para mantê-lo um pouco mais perto. É como se tivesse barganhando mais alguns minutos de aconchego ininterrupto.

 

A próxima vez que Carlisle tenta mover-se para sair é quando os beijos começam. Assim que sente a prensa macia, preguiçosa dos lábios de Edward por seu pescoço, clavícula e garganta, o vampiro mais velho sabe que já está condenado. Sabe que vai ser preso na cama por pelo menos mais uma hora ou mais, embora metade de si odeie se sentir derrotado. Carlise rola seus corpos ficando por cima de seu filho o fitando no rosto e não pode deixar de sorrir para si mesmo dando-lhe um pequeno aperto com o braço envolto em torno de suas costas.

 

Seus beijos são suaves, lentos com uma pequena ponta de língua aqui e ali para manter as coisas interessantes. Mãos juntando-se depois de muitos minutos, os dedos dançando levemente sobre as costelas, no estômago, traçando sobre os mamilos. Em seguida, para baixo, mergulhando em seu umbigo, sentindo a trilha fina de cabelos que levaria Edward até seu destino final. Com o tempo, os beijos foram ficando cada vez mais molhados, fazendo com que a respiração de Carlise viesse mais pesada pelo nariz enquanto sua mão esfrega no ombro de seu filho por trás.

 

As pontas dos dedos de Edward vão para o pau meio-bomba de Carlisle, entrando em sua cueca branca. O mais velho se vê engatando sua respiração, sua mão ainda segurando levemente o ombro de pele alva, tão clara quanto a sua. Edward está mais gentil hoje do que nos últimos dias e termina sua provocação embora não completamente. A imersão de sua mão na cueca obtém seu pai livre da peça intima o suficiente para que possa trabalhar sua total dureza. 

 

Edward está se movendo languidamente, e seu aperto não é apertado o suficiente para chegar a um fim muito rápido, isso é porque sabe exatamente o que está fazendo. O punho de forma moderada moveu para cima e para baixo no pau que começava a endurecer muito mais do que já estava, ao mesmo tempo seus beijos vão deslizando para mais baixa do que a clavícula. De olhos fechados e boca entreaberta Carlisle se delicia com os lábios se movimentando sobre a pele de seu abdome e depois o quadril. A boca de Edward chega ao pau completamente ereto agora, aplicando um beijo na glande sentindo o viscoso liquido seminal.

 

– Mmmm... Carlisle geme baixinho, proporcionando um incentivo não necessário, uma vez que sabe que seu filho não se move mais rápido porque assim deseja. Seus braços buscam mais travesseiros alteando a cabeça os ajeita para deixa-la mais elevada, ele adora assistir como aqueles lindos e finos lábios vão engolindo cada centímetro de seu comprimento.

 

Os olhos de Edward ainda estão fechados, e Carlisle pode ver a dica de um sorriso em seus lábios o permitindo saber a verdadeira intenção de tudo isso. É uma nítida provocação, os beijos de lábios fechados em todo o membro, os lábios ficando molhados e pegajosos com o pré-gozo escorregando para baixo na ereção, e também sobre os dedos longos. Eventualmente, os movimentos de sua língua para lamber em seus próprios lábios, antes de uma série de pequenas sugadas levando o pênis pouco mais da glande em sua garganta. Edward depois continua mantendo sua língua lambendo o liquida viscoso de sua fonte e provocando um gemido arfado em Carlisle.

 

Qualquer um que tenha experimentado sabe que Edward tem uma língua foda, além de ser excitante ter seus lábios ao redor da cabeça de seu pau é um verdadeiro deleite. Carlisle geme de novo, seus quadris mudando com o desejo de foder na boca de Ed. Resistindo aos impulsos permite seu filho continuar levando-o em seu ritmo moderado que mesmo assim o deixa completamente louco. Ele anseia para que Edward esteja o tomando tal qual o mais libidinoso das estrelas pornográficas, um anseio que não vai ser realizado agora. O filho vai demorar mais do que uma ou duas polegadas dele em sua boca, porque a última coisa que quer é tê-lo gozando rápido sem aproveitar tudo e da melhor maneira.

 

Não há como não se perder a noção do tempo quando se tem Edward trabalhando o membro juntamente com beijos, furtos de sua língua, e o exalar do cheiro de sexo espalhando no quarto. A excitação vai acentuando profundamente e Carlisle se obriga a sair do sentido de êxtase e, com isso, vem sua urgência de se deixar perder. Que os outros filhos não saibam, mas Edward é tão bom com isso, sempre fora o melhor o fazendo ver estrelas nas costas de suas pálpebras com cada toque sem pressa.

 

A próxima coisa para trazer seu pai de volta a realidade é Edward movendo para trás em seu corpo. À medida que o mais novo se instala com conforto, Carlisle percebe que o filho perdeu a boxer no meio do caminho. A ereção duríssima pressionando contra o abdômen enquanto seus dedos pegajosos de pré-gozo são levados à boca de Carlisle que ri um pouco antes de deixá-los serem empurrados para dentro. Ele suga os dedos como se os limpando de si mesmo.

 

Depois de um momento, os dedos do mais novo escorregam para fora da boca e a próxima coisa que ouve é o suave clique, familiar da garrafinha que sempre tem ao lado de sua cama. Seus olhos abertos e assim que seu pai termina de melar dois dedos, Edward ansiosamente os leva para baixo pressionando-os em sua própria entrada. Sua testa molhada de suor com riscos escorrendo por suas têmporas, sua respiração entrecortada, porém branda. Carlisle observa lambendo os lábios, ele adora quando Edward faz isso, e procura resistir à vontade de vira-lo na mesma hora e fode-lo incansavelmente.

 

Logo não tardou para que os dedos de Edward fossem substituídos pelo pau de Carlisle, a cabeça fora escorregando para dentro do orifício com certa facilidade. O mais novo abaixou-se lentamente até que sentiu o membro se enterrar completamente em seu interior com ambos ofegando de maneira suave. Carlisle saboreando o quão quente e apertada seu filho é ao mesmo tempo em que seus dedos esfregam o couro cabeludo quando o mesmo se inclina pra frente e exala sopros curtos de ar contra seu peito. Com as pernas em “V” Carlisle as abre e fecha fazendo com que seu pau entre e saia arrancando gemidos baixos. O hálito gélido bate em seu pescoço logo abaixo da orelha.

 

Quando Edward volta a ficar ereto em cima de seu pau, Carlisle sabe que é chegada a hora de deixa-lo controlar a situação. O mais novo usa o gostoso ritmo de sobe e desce, indo a profundidade total. Em seguida Carlisle sente as mãos do mesmo pesar e afrouxar contra seu peito, e é quando ouve o engatar de uma respiração bastante pesada. Suas mãos se movem para as coxas e então, seus dedos vão levemente apertando as unhas, cravando na pele clara de poucos pelos.

 

Edward vai alucinando em seu ritmo e executando um frenético movimento que logo tem seu pai chegado ao seu ápice com um gemido sufocado. O vampiro mais novo treme enquanto sente o liquido quente vir em seu interior, enquanto tem uma de suas mãos bombeando seu pau até que também atinge seu gozo. Ed trabalha seus quadris através de seu orgasmo diminuindo lentamente e caindo, outra vez, sobre os peitos de Carlisle, ainda ofegante. Com um largo sorriso, o vampiro mais velho o prende em seus braços, beijando seu rosto suado enquanto ouve suas respirações. Ele não deixa de pensar que sem sombra de duvida alguma essa é a melhor maneira de começar um novo dia, a melhor maneira de sair da cama.

 

Depois de um tempo, Edward desloca os quadris o suficiente para deixar o membro sair, embora não se mova o tanto suficiente para que Carlisle possa limpar a bagunça de sêmen entre seus estômagos. Saciado, o vampiro mais velho cumprimenta com um satisfeito, "Bom dia, filho", como resposta o mesmo murmura algo inaudível em sua pele.

 

Você vai me deixar nos limpar? – Pergunta Carlisle, brincando e tentando se levantar. Sem espaço e/ou auxilio esperado se resigna à sua sorte de ter um travesseiro para a cabeça descansar. Com um sorriso ele beija o lado direito do rosto de Edward.

 

...

 

É quieto por um tempo. O silêncio no quarto está contaminado apenas pelos sons suaves de suas respirações que voltaram ao normal tanto um quanto o outro podem sentir a ascensão e a queda do corpo de Edward sob os braços de Carlisle. Em algum momento, a boca do mais novo começa a trabalhar no pescoço, mais incisivamente do que antes, a língua lambendo e os dentes às vezes raspando de leve. Carlisle gosta da provocação deles, Emmett tem o mesmo tipo provocativo, assim ele apenas suspira suavemente e, esconde sua mão nos cabelos, desgrenhando os fios curtos.

 

– Ok, vamos lá, Edward, eu tenho que ir trabalhar. – Carlisle diz, depois bate em seu ombro lhe dando um empurrãozinho, e o mais novo geme relutante, mas permite que seu pai role seu corpo. Carlisle sai da cama antes que Edward possa arrastá-lo para uma segunda rodada, move-se para chegar ao chuveiro e se limpar, em seguida, trazer uma toalha para o filho.

 

Entretanto mesmo que não seja a primeira vez que isso acontece, Carlisle subestima seu caçula. Sua mão está a poucos centímetros de distância de sua camisa quando ouve Edward gemer baixinho. – Pai... – Vendo como a primeira palavra real dele nesta manhã, Carlisle não pode deixar de voltar-se para olhar para ele e é aí que o seu maior erro reside.

 

Sem qualquer ressalva, Edward apoiou-se sobre os joelhos, o rabo no ar completamente exposto, Carlisle olhando por cima do ombro para o rosto de olhar carente. O vampiro mais velho já pode sentir seu pau querer ganhar vida novamente, pulsando e latejando. Ele pode ver seu buraco rosa, enrugado, ainda molhado com lubrificante e, uma pequena trilha pegajosa de sêmen escorrendo em suas coxas. Na verdade, Ed não precisaria mexer a bunda do jeito que faz, porque seu pai já está duro e deixando escapar junto de uma respiração algo como... – Porra, isso é jogar muito sujo.

 

Não há nada, além de um brilho nos olhos e um sorriso no canto da boca enquanto Edward arqueia seus quadris no ar gemendo bem alto para que seja ouvido. – Pai, por favor...

 

– Droga, Ed!

 

Carlisle amaldiçoa xingando mais a si mesmo. É uma armadilha, ele sabe disso, mas é uma armadilha deliciosa, tanto que se condena por não conseguir resistir. Sem opção, rasteja de volta para cama, ajoelhado atrás de seu filho. Suas mãos deslizam sobre o traseiro, apertando os globos de carne magra, usando os polegares para movê-los afastados expondo o buraco de entrada.

 

– Você vai acabar comigo, você sabe disso? – Carlisle brinca, batendo uma palmada na bunda de seu filho.

 

Claro que Edward não tem sequer a decência de não rir, mas seu pai lhe corta a gracinha quando esfrega a ponta do polegar sobre a entrada escorregadia arrancando gemidos um atrás do outro, sem lhe dar qualquer tipo de trégua.

 

Abrindo um riso fechado de canto, Carlisle vai empurrando seu dedo, mas sem entrar diretamente, tendo agora a sua vez de brincar. O polegar escorrega com o lubrificante, praticamente nocauteando Edward o fazendo lamentar baixinho ao mesmo tempo em que arqueia seus quadris para trás. Cada som que sai de sua boca faz o pau de seu pai pulsar ainda mais.

 

Ele espera até que Edward esteja muito ofegante e sem fôlego só com a provocação em seu buraco antes de receber qualquer outra coisa. Não é preciso muito esforço para empurrar o dedo, o fazendo passar o primeiro anel de músculos já bem escorregadios. O mais novo o suga para dentro, e geme com numa espécie de gratidão. O vampiro mais velho quase não tem o que fazer, já que Edward o está levando tão bem, e tudo que lhe resta é cutucar sua próstata sentindo o outro corpo estremecer em seu dedo.

 

– Eu quero... Pai, por favor... Oh! – Edward insiste, seu tom quase implorando, e seu pai sabe que não precisa prepara-lo mais, além disso.

 

Habilmente, Carlisle puxa o dedo o trazendo completamente molhado com seu próprio sêmen ainda dentro de seu caçula. Envaidecido, orgulhoso se alinha uma vez mais com o traseiro de Edward, agarrando com firmeza por suas ancas e empurra de novo pra dentro dele.

 

Involuntariamente ou não, Edward deixa escapar um “Anh!", empurrando seus quadris para trás e Carlisle pode senti-lo apertando querendo provoca-lo mais ainda. O mesmo sorri, porque já está numa posição mais vantajosa desta vez, suas mãos continuam apertando firmemente nos quadris retirando quase todo o caminho antes de meter de volta ouvindo seus gemidos uníssonos.

 

Não demorou muito para Carlisle obter um ritmo frenético com profundas estocadas. Ele provavelmente nunca vai deixar de adorar a forma como Edward geme ansioso por mais, às vezes com uma pontinha de dor, seus quadris em movimento ainda que orientados nas mãos de seu pai a cada impulso. As únicas palavras que são ouvidas são nome de Carlisle e o grito ocasional de "mais!", Que sempre se cumpre, com movimentos mais rápidos, mais fortes, e isso, não leva mais do que alguns minutos antes que comece a sentir o orgasmo se aproximar. 

 

Suas intensas estocadas cada vez mais rápidas se igualam a punheta que uma de suas mãos bate para seu filho. Edward deveria já estar muito perto de seu gozo, uma vez que precisou pouco mais de meio minuto para que o mesmo se derramasse em seus dedos. Os espasmos e o intenso aperto em seu membro fez com que Carlisle viesse uma segunda vez tendo um gozo prazeroso e extasiante.

 

O segundo orgasmo substitui momentaneamente o uso de toda a sua coerência. Ele tem o bom senso de puxar para fora antes que ambos caiam para frente sobre o colchão, embora Carlisle despencasse para o lado de modo que não ficasse esmagando seu filho. Seu rosto virado para olhar diretamente em seus olhos enquanto seus braços o abraçavam com força tendo os dois numa espécie de pausa pra recuperar o fôlego.

 

Carlisle não se importa em ficar um pouco mais de tempo. Edward envolve em um gostoso aconchego pressionando uma de suas mãos contra o peito, e seu pai passa algum tempo apenas ouvindo o silencio de um coração que não bate há muito.

 

– Vamos lá, é quase meio-dia. – Carlisle adverte desta vez, com muito mais ênfase. – Você me fez perder uma manhã inteira de trabalho, espero agora conseguir pelo menos trabalhar à tarde.

 

Há uma longa pausa, quase como se tentando ganhar tempo, antes que Edward responde calmamente. – Bem que você gostou. – Sua mão segurando um pouco mais apertado, puxando sua boca para beijar ardentemente um ultimo beijo. Carlisle resmunga qualquer coisa entre um suspiro e outro, tentando soar irritado, porque Ed ganhou a batalha de hoje.

 

Aqui nós vimos alguns dos muitos segredos que existem por ai escondidos em todos os cantos do mundo. Atos que em sua maioria seriam completamente condenados em grande parte das sociedades mundiais. A forma de amor físico entre parentes não é visto com bons olhos, intitulados até mesmo de pecado.

Pecado ou não, muitas vezes essas aproximações existem e acontecem aqui e ali, de uma forma ou de outra. A atração e até mesmo o amor entre parentes de diversas formas e a física é uma delas, mesmo que não seja aceita, por ser julgada como uma abominação, por aqueles que se julgam, sem na verdade nunca terem sido, nem sequer de suas próprias vidas.

 

Fim


Notas Finais


Fui.


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