História Incest Prostitution - Capítulo 21


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Amor, Bts, Drogas, Improprio, Incesto, Irmãos, Ódio, Prazer, Segredos, Sexo
Visualizações 67
Palavras 1.652
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Aahhhhh postei e sai correndo

Capítulo 21 - Revelado?


Fanfic / Fanfiction Incest Prostitution - Capítulo 21 - Revelado?

Caroline On

 

Uma semana depois...

 

Já havia se passado uma semana e eu ainda continuava aqui, eu estava mais magra do que o normal, me davam uma refeição no dia e era apenas um sanduíche de verduras, pois diziam que eu sempre estava muito gorda e que precisava realmente emagrecer; pelo jeito que eu estou, já emagreci uns dois quilos e comer só uma refeição me fazia bem mau. 

Toda noite antes de dormir eu rezava, rezava para que me encontrassem e me tirassem daqui, eu sei que eu mereço, sei que fui uma péssima menina mas eu podia jurar que se eu continuasse ali dentro eu morreria por magreza. Agora eu estava deitada como sempre faço desde quando entrei nisso, passo a tarde toda deitada e sempre quando da seis da noite, me entregam a comida e depois de um tempo, as meia noite, me arrastavam de forma agressiva e me levavam para o puteiro; o dinheiro que jogavam pra mim era bem pouco e pra eu conseguir sair dali com certeza eu precisaria passar bastantes meses bem longos, puta merda, eu estou fodida de todas as formas.

 

MH: boa tarde meu bem -fala interrompendo meus pensamentos- como vai? 

 -Com fome -sorrio ladino-

MH: Mas você está gorda, precisa emagrecer 

 -Você quer me matar aos poucos, isso sim 

MH: Não...não fale assim

 -Saia daqui, só apareça quando for me entregar a refeição por favor, não teste minha paciência 

MH: Eu quem mando aqui -Fala alto-

 -Eu não me importo, não me importo com nada, se quer me matar seja mais rápido e pegue uma arma e dispare em mim -falo no mesmo tom e rapidamente o vejo tirar uma arma que havia em sua virilha-

MH: Não seja tão infantil -aponta a arma pra mim-

 -Atira, seu inútil, atira 

MH: Se eu quisesse te matar eu já teria matado a muito tempo, mas você me deve e só sai daqui quando me pagar tudo 

 -Você é um hipócrita

MH: Me respeite ou eu deixo você sem comida essa noite 

 

Nos encaramos por alguns minutos em silêncio mas logo depois ele gargalha e sai dali, trancando a porta em seguida. Pela primeira vez alguém me aponta uma arma e eu juro que achei mesmo que ele iria atirar mas ele não fez o que me fez subir um alívio, por mais que eu quisesse que isso tudo acabasse, eu nunca achei que poderia conseguir tão fácil assim....pedir pra morrer e realmente acontecer.

 

(...)

 

Já era noite pelo que eu notei por causa da janela pequena que havia ali e no mesmo instante que olhei para a porta, a mesma se abre, era o Min junto com a minha única refeição que rapidamente é entregue a mim; eu começo a comer depressa e assim que termino ele me puxa; eu não entendi na verdade pois nem era hora para ir ao "trabalho" mas ele sequer falou algo sobre o que ia acontecer. Ele me arrasta até no que seria uma sala de reunião pois todos os seus "colegas" estavam lá, ao todo sete pessoas, e me empurra em um sofá 

 

MH: Então...esses são Marcos -aponta pro garoto que me "ajudou"- Vinicius, Ismael, Alex, Gustavo, Anderson e António, meus capangas e seus guardas 

 -Guardas?

MH: Isso...eles a impedirá se caso tentar sair daqui mas eu sei que você é obediente o bastante para não tentar isso 

 -Essa foi a primeira vez que andei por esta merda 

Alex: Não gosta daqui?

 -Ah óbvio que eu adorei estar em um local onde eu sou obrigada a ficar dentro de um tipo de coisa que deveria ser um quarto e onde eu só posso comer uma coisa por dia 

Marcos: Ela é sempre mesquinha assim? 

 -Você sempre ajuda as pessoas e trazem ela pra lugares assim?

MH: Parem...hoje vai ser um dia legal 

 -Vai me soltar?

MH: Nem fodendo...a gente vai beber 

 -Não gosto de beber 

MH: Não beba 

António: Mas se ela não beber nem vai ter graça 

MH: Você quer graça, vai no circo, mas se ela diz que não quer beber ela não vai beber 

 

Uma hora depois...

 

Estava sentada no sofá segurando um copo vazio que anteriormente havia guaraná quando um dos capangas mais específico o Alex senta ao meu lado, ele me dá um copo cheio de refrigerante e eu agradeço enquanto já bebia. As pessoas se divertiam e dançavam com as musicas que tocavam mas a cada instante que eu tomava o guaraná eu me sentia tonta, algo de ruim iria acontecer comigo, e eu quem iria provocar.

Já havia se passado minutos e eu já não tinha mais consciência de nada, dançava que em louca no meio dos outros enquanto tocava um som que eu sequer conseguia decifrar, eu apenas dançava e curtia até sentir alguém me segurar por trás, eu não conhecia saber quem era pois minha cabeça estava confusa demais, mas, de alguma forma me excitava, eu estava necessitada e por isso imediatamente vi o Jungkook 

 

 -Incesto é pecado?

JK: É...é muito 

 -Sua voz engrossou!

JK: Sempre foi assim, você bebeu?

 -Só tomei guaraná...vamos ali, deixa eu dançar particularmente pra você 

JK: Isso é errado, Caroline alguém te embebedou 

 -Vamos...vai dizer que eu não te deixo excitado, meu amor 

JK: Vamos pra um lugar 

 

Ele me puxa pra um lugar e de vez em quando eu cambaleava enquanto andava até onde ele estava me levando e assim que chegamos no que seria um quarto eu entro e ele tranca a porta. Me jogo na cama e ele logo sobe encima de mim e começa a me beijar ferozmente 

 

(...)

 

JK: Ahh Caroline sua boca é tão deliciosa 

 

(...)

 

Deito-me exausta ao lado dele, minha cabeça ainda rodava e pra finalizar começa a doer, toco na mesma e fecho os olhos gemendo agora de dor que aos poucos vai parando rapidamente, vou perdendo todas as dores e forças e por fim não consigo mais ver nada; eu havia apagado.

 

(8:30 da manhã) 

 

Acordo espantada, eu estava olhando pro teto e logo noto que estava em um lugar totalmente diferente do que local onde haviam me colocado a uma semana atrás, diferente do que eu estava, esse era moderno, a cama era confortável e parecia que eu tinha companhia e na verdade eu tinha mesmo e era o Min Hyun. Eu fico espantada ao levantar o lençol e perceber que estava nua enquanto ele estava de cueca e por isso me enrolo com o lençol e me levanto fazendo ele acordar em seguida e quando me nota ali em pé, me olha sorridente e em seguida morde os lábios 

 

 -O que aconteceu? -falo semblante confusa-

MH: Vai dizer que você não lembra?

 -O que aconteceu? -repito a frase só que um pouco mais alto-

MH: A gente transou 

 -Eu só lembro que o tal do Alex me deu um copo com refrigerante e..-ele me interrompe-

MH: Ele te drogou e você deu encima de mim e a gente ficou, o que foi errado 

 -Errado foi me drogarem 

MH: Acredite o mais errado foi a gente transar 

 -Eu não acredito que transei com meu chefe -falo enquanto rodeava o quarto- e você tava consciente, porque não me parou?

MH: Eu tenho desejos por você 

 -Eu não acredito que meu chefe tem desejos por mim -tampo meu rosto inconformada-

MH: Mas...-o interrompo-

 -É por isso que você não deixou eu sair daquele lugar?

MH: Não...Kwan não te falou?

 -Falou o que?

MH: Ótimo, você já sabe por mim -pausa para suspirar- Seu pai não é o Kwan 

 -O que? -tiro as mãos do rosto e o olho inconformada-

MH: Jungkook não é seu irmão 

 -Você não sabe nada sobre mim 

MH: Sei porque fui eu quem te coloquei no mundo 

 -Ata e você quer que eu acredite?

MH: Pergunta pro seu pai adotivo 

 -Não fale sobre ele, você não tem esse direito 

MH: Sua mãe te deu pra ele porque não tínhamos condições mas ele sim, ele falou que iria cuidar de você como uma filha e lhe contaria tudo quando visse que você o entenderia 

 -O Kwan era o que então da minha mãe?

MH: A Catharina era melhor amiga dele, ele já tinha o jungkook quando te demos pra ele

 -O jungkook é de mãe diferente?

MH: Sim, mas a mesma também morreu 

 -Eu não acredito -volto a circular o quarto- eu não acredito em você, eu não devo acreditar em quem me sequestrou e como assim "também morreu"?

MH: Eu não te sequestrei, só quis passar um tempo com a minha filha, e sobre a sua mãe...melhor contar depois...uma bomba aos poucos é melhor do que uma gigante

 -Eu não sou sua filha -falo alto- e não fale sobre minha mãe 

MH: Então faz o teste de DNA

 -Como se eu pudesse sair daqui -rio debochada-

MH: Acredite em mim filha, por favor 

 -Eu só acredito quando o MEU pai me dizer -dou ênfase em "meu"-

MH: Eu estou te dizendo 

 -Você não é meu pai -grito-

MH: Você tá se preocupando com isso? a gente transou a noite toda praticamente e você se preocupa com isso? 

 -Eu já transei com vários, transar com você é o mínimo dos problemas

MH: Lembre-se que eu ainda posso te matar então acho bom não falar mal de mim

 -Qual o pai que faria isso? -pauso inconformada- matar a própria filha?

MH: Você acha que foi planejada? -ele ri- mas sabia que você é igual sua mãe? Uma prostituta de quinta -vou até ele e bato em seu rosto-

 -Quer falar de mim, você fale, mas nunca mais ouse falar na minha mãe que eu nem sequer conheci 

 

Ele ri enquanto passava sua mão onde eu havia batido e sem falar nada apenas sai do quarto me deixando ali sozinha, eu estava pasma, desacreditada, eu não acreditava de maneira alguma que o meu chefe era o meu pai com quem eu transei!


Notas Finais


Desculpa qualquer erro :')


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