História Incesto (Jikook and Sawako) - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Incesto, Yaoi, Yuri
Exibições 630
Palavras 2.057
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Pessoas lindas do meu kokoro 😍❤ minha net tá um lixo, eu queria postar esse Cap antes, mas ñ deu muito certo.

Tô muitoo feliz com os +50 favoritos, nunca pensei que iria passar dos 10 lsksks até pq é meu primeiro Yaoi né ksksks

Eu realmente tô muito chateada por demorar tanto pra postar, espero que vcs ñ fiquem bravos comigo, pois eu amo muiiito vcs meus TESUDOS AND TESUDAS, mas espero que gostem do Cap, qualquer erro, me desculpem..
Capítulo grande? Sim, pq quanto antes eu conseguir postar, melhor.. como eu disse, minha net tá um perfeito lixo
Aproveitem o Cap, e como já sabem, não fui eu quem escrevi o Lemon.
"Eu não sou tão criativa"
Leiam as fics da ~JuBangLô .. links nas notas finais do Cap anterior..
Amo vcs muitooo seus lesados...

BOA LEITURA 😍❤👏

Capítulo 7 - Jimin pov ~ Hot pt2


Fanfic / Fanfiction Incesto (Jikook and Sawako) - Capítulo 7 - Jimin pov ~ Hot pt2

Houve um longo momento de silencio no recinto escuro, onde somente se era possível escutar o som de nossas respirações se acelerando. Eu não fazia muita ideia do que estava se passando na mente dele, e muito menos se ele aceitaria flertar comigo nessa altura do campeonato. Somos irmãos afinal! Mas meu sentimento por ele é algo que vai muito além do sangue que compartilhamos – e isso já fazem bons longos anos de vida.
Será que estragarei tudo acaso demonstrasse à ele tudo o que se passa em meu interior? Do quanto ele mexe comigo e meus sentidos? Do quanto me faz sentir tesão quando encaro suas coxas grossas e bem trabalhadas? – Aaaah, como senti falta delas desde a última vez que coloquei meus olhos nessa parte deliciosa sua Kookie. - Deveria te dizer o quanto pecaminosamente desejo beijar e morder seus lábios rosados com mais intensidade que eu já tenha feito? 
Para mim você é pura tentação meu querido irmão. 
Passei minuciosamente o chicote de couro escuro pela lateral de seu rosto, eu não conseguia ver exatamente que expressão mantinha em sua face, mas conseguia escutar o som pesado de sua respiração se aprofundando ainda mais – seu nervosismo era palpável. 
- Está com medo de seu hyung Kookie? 
Sussurrei, mas nada obtive – exatamente nada. Ele não se movia e muito menos me empurrou dali como pensei que fosse fazer – se bem que ele nunca fez isso nem quando eu lhe dava uns selinhos na boca. Penso que Jeongguk não tenha tanto medo assim de ser punido por mim, aliás. 
- O que est... 
Lhe calei me debruçando sob seu tronco com o cuidado de deixar uma mão de cada lado no colchão e me achegar com os lábios aonde eu mais queria tocar naquele momento. Eu o beijei delicadamente provando com mais profundidade aquela bendita boca não tão carnuda, mas mais que perfeita e gostosa. Não encontrei mais nenhuma resistência depois de tentar em falso fingir que me queria longe de si com as mãos em meu peitoral desnudo, sua força colocada ali chegava a ser ridícula. 
Depois de quase um tempo naquele osculo calmo e delicioso, e sem interrupções, tive a ousadia de aprofunda-lo um pouco mais sugando e mordendo seus lábios os deixando gradativamente mais volumosos que de costume. Adentrei minha língua no espaço que me permitira, e brinquei com a sua fazendo ecoar naquele quarto os sons de estalos e chupadas que ambos estávamos a nos proporcionar. Sim! Jeongguk estava retribuindo o carinho na mesma intensidade. 
Depois de praticamente perder todo o fôlego nos pulmões, separei minha boca da dele respirando tão pesado e quente quanto si. 
- Isso ‘tá errado hyung. A gente não pode fazer isso. Nós somos irm... 
- Shiii... – o calei novamente colocando meu indicador sobre seu lábio já visivelmente inchado, mordiscando o meu por estar diante uma coisa tão tentadora como essa. - eu sei o que somos. Mas eu te amo mais do que posso aguentar maninho! E eu sei que em algum lugar dentro de você existe um desejo do tamanho do meu em querer descobrir se é bom ou não cometer esse pecado. Você me quer, não quer? 

O vi pela escassa luz entreabrir mais os lábios para tentar me contradizer, mas voltei a roçar minha boca no canto esquerdo da sua me deixando sentir a umidade de saliva deixada ali depois de nosso incrível e envolvente osculo. Passei minha língua naquela parte e logo já o sentia com vontade de se entregar novamente aquelas sensações de anteriormente, pois seu rosto voltava-se quase que automaticamente rumo a minha boca. 
Lhe dei um selar não muito demorado, pois ainda havia o desejo insano dentro de mim me obrigando a fazer aquilo o qual eu já tinha o objetivo desde mais cedo. Eu ainda iria o punir por ter sido tão levado hoje. 
- Sabe Kook. Por mais que eu te ame, você ainda precisa de um castigo por ter me trolado hoje. 

Disse baixinho no pé de seu ouvido, podendo sentir a enorme tensão que seu corpo estava a sentir por baixo do meu. Ora e outra eu o sentia roçar o joelho em meu baixo ventre – tenho certeza que fazendo aquilo ele sentiu que eu já estava bastante duro – talvez por isso ele estivesse tão desinquieto sob o colchão. 
- Hyung.... – Resmungou lento, quase que sôfrego. Minhas instigações pareciam estar o abalando mais do que eu pensava. 
- Shiii... eu queria que ao menos uma vez você me chamasse de oppa... como eu havia te pedido Kookie... – Ditei manhoso, enquanto me deixei levar a acariciar seu pescoço com minha língua aproveitando para me deliciar daquela parte de si tão cheirosa e atraente. Arrisquei uma mordida de leve em sua derme leitosa e pude escutar audivelmente o gemido tímido e entrecortado que saíra de sua boca. 
- Viu só. Você está tão envolvido quanto eu Kookie. 
Sorri me sentindo um vitorioso, era maravilhoso saber que tinha o objeto de meus desejos abaixo de mim e sendo tão submisso e tentador. Novamente o senti roçar seu joelho em meu falo coberto pelo jeans justo, e minha reação seguinte foi o provocar mais com aquilo, ondulei meu corpo fazendo certa pressão em seu baixo ventre encontrando-me assim com um membro tão rijo quanto o meu encoberto por seu jeans claro. 
- Você gosta disso Kookie? 
Indaguei sussurrando rente à sua boca pecaminosa sem quebrar aqueles movimentos eróticos sob si. Sem esperar uma resposta que era óbvia demais, desci mais beijos em sua derme mordiscando de leve deixando meu peso cair cada vez mais sob si – aos poucos já estava me esquecendo até mesmo quem eu era. Eu estava louco de desejo. 
Totalmente submisso ao prazer, Jeongguk me deixava fazer consigo tudo o que sempre sonhei em fazer. Eu marcava sua pele agora com mais força, obtendo seus resmungos de prazer me deixando cada vez mais insano. 
Eu sempre fui do tipo “apaixonado por sexo”. Sonhava diversas vezes em como foderia este ser sob meu domínio. Sempre imaginei diversas maldades com ele sendo minha vítima – sonhava em fazer o mesmo com Sawako, mas com Kook era com maior necessidade. Agora o tendo assim tão exposto e indefeso para mim me deixava nos céus. Eu estava pronto para ver minhas insanidades se tornando realidade – pelo menos uma parcela delas. 
Busquei suas duas mãos, e dei um jeito rápido de encontrar por ali qualquer pano para o fazer de algemas e prendi seus pulsos acima da cabeça amarrados na cabeceira da cama. Nada muito brusco, mas nem tão fácil de se escapar. Eu queria muito o ter totalmente indefeso para cumprir com minha primeira meta: que seria o punir usando o chicote que eu tinha em mãos. 
- O que vai fazer comigo, oppa? – Oppa? Fiquei surpreso. 
Disse totalmente em falso temor. Tenho certeza que ele estava se divertindo com minhas brincadeiras de o provocar. Seu sorriso de canto era malicioso demais para se dizer que ele estava com medo, e seu joguinho de palavras de segundos atrás, condenava que ele realmente queria mesmo me provocar ainda mais – como se já não fizesse isso desde que éramos pequenos. 
- Você é um menino malvado Jeon. Irei te punir por isso. 
Levantei meu peso de cima de si ficando sentado sob minhas panturrilhas em meio as suas pernas graúdas que estavam totalmente abertas para mim. Deixei o objeto de couro do lado de meu corpo e fui com minhas mãos até o cós de seu jeans. Ali ele já sabia o que eu faria em seguida... 
Então após soltar o botão de sua calça, curvei meu corpo e desci com o rosto rumo ao zíper e fiz questão de descê-lo com os dentes, deixando minhas mãos apalparem suas coxas e minha boca salivar por cima do tecido branco de sua cueca. Ele estava bastante rijo dentro daquele pedaço de pano, conseguia ver seu membro pulsar pelo fino tecido. Nessa hora tenho certeza que ele corou, como sempre fazia quando eu era tão pegajoso consigo. Eu não conseguia ver seu rosto com clareza, mas visualizei isso em minha mente. 
- Hyung, espera! 
O que houve com o “oppa”? 
- O que foi irmãozinho? Está com medo de quê? 
De repente o senti nervoso como de início, sua respiração era densa demais, era tudo o que eu conseguia escutar além da brisa arredando a janela de seu quarto, avisando de um temporal próximo – aliás, o quarto já não parecia mais tão frio como quando entrei mais cedo naquela altura da vida. 
- Isso... isso é tão errado. A gente está cometendo um peca... 
Eu já sabia o que ele iria fazer, e se começasse a analisar os fatos, a gente não teria mais clima para continuar, pois ele era sempre cheio de dramas. O calei novamente com um beijo profundo apertando com uma de minhas mãos o seu falo encoberto pela cueca, alternando a pressão ali conforme ele gemia e me instigava. Tenho certeza que mesmo querendo ir contra em seu interior, seu corpo por fora implorava por mais mordidas e beijos molhados, carecia de mais toques precisos de meus palmos em si. 
Eu lhe beijava a derme cheirosa aproveitando também para desabotoar a camisa clarinha que ele estava usando para me permitir mais espaço para me deliciar. Em pouco tempo eu já havia conseguido arrancar de seu corpo levemente torneado, tudo o que ele vestia deixando jogado em qualquer canto no chão. 
Passei minhas mãos por sua extensão, suas laterais, sua virilha, suas pernas... tudo ali era fascinante, acariciei todo seu corpo em deleite, e eu estava praguejando não ter ascendido aquela bendita luz quando entrei neste quarto. Queria muito poder ver com clareza toda sua silhueta, mas só conseguia o sentir quente e úmido de suor. 
Havia começado uma chuva calma do lado de fora, conseguia escutar os pingos baterem na persiana e uma brisa característica a balançar fazendo pouco mais barulho que os lábios de Jeon gemendo para mim. Estava frio lá fora, mas aqui dentro parecia um forno com um calor devasso produzido por nossos corpos suados. Eu mal havia começado qualquer coisa o qual almejava, mas já me sentia excitado suficiente para estar com o peito tão afoito e a pele tão ardente. 
Meus fios já haviam começado a grudar em minha testa, Kook também deveria estar da mesma forma. Busquei com uma das mãos o chicote de couro preto ao lado, voltei a me sentar na mesma posição de antes entre suas pernas, rezando internamente para que eu o acertasse nos lugares certos em meio aquele escurinho meio desnecessário agora. 
- Você está pronto para ser punido, Kookie? 
Eu só pude escutar os barulhinhos de antes acompanhados de seu respirar afoito e excitante. E de repente o primeiro grito alto veio a preencher aquele quarto quando acertei sua virilha com as tiras de couro do brinquedinho erótico. Não era pena o que eu estava sentindo ali – seus gritos seguintes só me instigavam a ir com um pouco mais de força, me policiando para não o cortar devido a minha energia querendo sair do controle. 
Eu tinha de mantê-lo com as pernas abertas o suficiente, pois na hora das ondas de dores ele queria as fechar automaticamente. Eu não fiz aquilo por muito mais tempo, pois meu lado sádico estava querendo me consumir, mas eu não poderia machucá-lo, e eu o faria acaso continuasse batendo em seu belo corpo com o objeto de couro. 
- Isso dói pra caramba Jiminnie! 
Foi a única coisa que ele conseguia pronunciar, pois sei bem que a derme dele deveria estar em chamas como se tivesse sido cortado por toda parte. Sei bem o quanto levar chicotadas assim doía. Mas confesso que amei aqueles gritos de dor saindo de sua boca deliciosa. Quanto mais ele gritava, mais eu queria o chicotear. 
Sai da posição em que eu estava e desci da cama para terminar de me despir. Assim que o fiz, retirei da carteira uma camisinha e voltei para cima de seu corpo. 
- Sabe Kookie... você vai se sentir bem melhor daqui a pouco, quando eu estiver fodendo você. – Me aproximei de seu ouvido após acariciar seu rostinho liso. – Eu te prometo. Serei cuidadoso dessa vez. 


Notas Finais


Comentem amoressssss 😍❤❤❤👏👏👏
Amo muitoooo ler os comentários de vcs, fico com um sorriso de orelha à orelha ksksksks


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