História Incidentes em série - Capítulo 17


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Categorias Elementary
Personagens Dra. Joan Watson, Sherlock Holmes
Tags Elementary, Investigação, Joan Watson, Joanlock, Misterios, Moriarty, Romance, Sherlock Holmes
Visualizações 8
Palavras 808
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 17 - Tempos melhores... Parte 2


- Sherlock. Se eles são seus amigos, por quê não os deixou vir?  - perguntava Kitty, que apesar de não estar dirigindo, olhava freneticamente e continuadamente, para frente. Estava preocupada com a velocidade em que o amigo andava. Como reação, ela se afundava no banco, surpresa que Sherlock ria dela - Não acredito! Você está rindo de uma situação desta? SHERLOCK O SINAL TÁ... 

-Vermelho? Sim não sou daltônico! - explicava Holmes, que poderia estar dirigindo, mas não olhava para frente-Primeiro eles são meus amigos,  claro que são, mas a mensagem que me os raptores de Joan me enviaram foi clara, devo encontra-los. Sozinho. Só estou aproveitando sua companhia... 

- Não, você está usando minha  preocupação para se desestressar! A LATA DE LIXO! 

-Também não sou cego nem surdo! Que grito! - eles riram um pouco, simultaneamente Holmes mexeu na orelha, que estava doída por causa do grito de Kitty:

-Epa! Você não vai sozinho para lugar algum! 

- Vou, e não seja teimosa! 

-Sherlock. Vou fazer o que? Bater palminha na calçada?! 

- Não, vai esperar Bell e Gregson, e avisa-los onde eu estarei, mas não quero que me sigam! 

-Se você precisar de... 

-Minha única necessidade agora, é estar perto da Joan! 

Kitty olhou para Sherlock, que desta fez focava no trânsito. Ela estava extasiada:

-Você ama a Joan? Meu Deus!! Você já falou isso para ela? 

-Gostaria de não discutir isso agora- interrompeu, recordando-se de suas brigas com Watson. 

"Tempos melhores irão chegar calma! "

Então bruscamente parou o carro, fazendo com que ele e sua amiga fossem para  frente, e retornassem intactos por causa do cinto de segurança:

-Quem você vai encontrar? É naquela praça certo? 

-Sim acho que já sei quem é! 

-Acha? 

- Sim, acho. Aquele é o meu advogado. -apontando para o homem :

-Aquele homem gigante de forte sentado no banco da praça? 

Sherlock balançou a cabeça verticalmente. Observando a praça, que estava pouco movimentada. Apenas o advogado de Sherlock Holmes, Louis Beckper, que estava todo de preto, e uma outra mulher que passeava com seu cachorro, labrador, jovem, média de 4 anos. 

Olhou aquela mulher novamente, não a conhecia, mas seus instintos insistiam em lhe dizer que alguém ali a conhecia. Saiu então do carro. Kitty se abaixou com medo de ser vista, se despediu de Sherlock, mentalmente, que já atravessava a rua sob o olhar cuidadoso de Louis, que estava calmo, e Kitty, que estava preocupada, tanto com Joan que estava sabe lá aonde, e com Sherlock. 

 Holmes chegou naquele banco, sentou-se ao lado de Beckper. Sabia onde aquela conversa chegaria, ele seria sequestrado, mas ao menos estaria junto a Watson... Quem sabe eles não teriam alguma chace para escaparem? Por isso que sonhar é muito mais fácil! Mas ele enquanto pensava, percebeu que um parafuso grande, saía da parte inferior do banco. Pensou que aquele objeto poderia ser utilizado como uma arma, então às escondidas, começou a tira-lo do banco:

- Olá Sherlock Holmes! 

- Olá Louis Beckper! 

- Sei que você não é surdo, nem daltônico, nem cego- retomou Beckper - então entre naquela Van Preta. 

Ele então apontou para a van que estava estacionada do outro lado da rua. O detetive não se mecheu:

- Onde está Joan? - retrucou Sherlock, que já havia conseguido tirar o parafuso do banco, escondendo-o, no bolso de seu casaco:

-Prometemos que vocês irão morrer juntos! Não te preocupas! 

- Por quê entrou nesta? 

O advogado olhou para Sherlock. Seus olhos transbordavam raiva:

-Por que você entrou no caso de Ashley Pirce? 

-Tudo isso por causa de um caso de sequestro? 

- Um caso que pode acabar com a vida de vários! Agora cale a boca e entre na van! 

Os dois se levantaram,até que Holmes para no meio do caminho e pergunta:

-O que me impede de sair correndo? 

Beckper riu:

-Joan. E sua vida também. 

Nesse momento ele colocou uma arma pequena, uma popularmente conhecida como '22'. Holmes também como forma de se proteger sacou do bolso o parafuso, e mirou o objeto no coração de seu advogado, que resolveu falar:

- Você não é capaz! Fora que Joan fugiu, já mandamos vários homens atrás dela, sabemos onde ela está. Se eu não retornar ao prédio em menos de 10 minutos eles a matam... Fora que aquela mulher que está com o cachorro é minha parceira. Natália Monroe... Opa! Diria que falei demais, acho que sua hora chegou Holmes... 

Então um gatilho foi puxado. Uma arma 22 dispara uma bala, não uma bala doce, óbvio que não, uma bala que pode matar, não de diabetes, mas sim de tétano ou hemorragia... E então caiu feito um tronco. 

Kitty saí correndo do carro, com o celular em mãos no número de Bell, que rapidamente a atendeu:

- Como você descobriu meu... 

- Sem conversas fiadas Bell! Mande uma ambulância e venha com as viaturas para o endereço que irei falar! 

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