História Incógnita 3-3 - Capítulo 20


Escrita por: ~ e ~Halfwitch

Postado
Categorias Amor Doce, Another
Personagens Agatha, Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Iris, Kentin, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Professor Faraize, Rosalya, Senhora Shermansky, Violette
Tags Amor Doce, Another, Crossover, Gore, Melancolia, Morte, Suspense, Terror
Exibições 22
Palavras 2.785
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Mutilação, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey Guys!

Como prometido, esse capítulo é mais longo e pretendo fazer os próximos mais longos também ^-^
Usarei uma frase dos Jogos Vorazes agora: "Lembrem-se do verdadeiro inimigo" e é isso aí ;) (Férias enfim!)
Espero que gostem do capítulo!

Capítulo 20 - Nunca sozinha


Fanfic / Fanfiction Incógnita 3-3 - Capítulo 20 - Nunca sozinha

 

_ Está segura..._ Ellie acordou em sobressalto, após escutar essas palavras em seu ouvido, como um sussurro. O relógio, é claro, marcava cinco da manhã. A garota olhou em volta, abraçando os joelhos. Como sempre, não havia ninguém. Ela levantou-se, acendendo a luz e sentou-se na beirada da cama, suspirando. O sol ainda não havia nascido do lado de fora da janela e tudo o que queria, era voltar a dormir e acordar quando tudo tivesse acabado. Lily estava lá, com os olhos atentos e a garota a pegou.

_ Queria ter a habilidade do Lysandre de ver o que você vê Lily._ Ela sussurrou, lançando novamente um olhar pelo sótão vazio, imaginando que Castiel vivera ali por anos, sozinho com suas tristezas e desesperanças. Agora, o lugar absorvia as dela._ Sabe, quem quer que esteja aí, eu sei que está tentando me proteger. M-mas… pelo menos me diga quem vocês são. Tenho medo, porque não sei quem está me mantendo segura e o porquê disso…

Nesse momento, a porta do armário se entreabriu, revelando um pouco do escuro de seu interior. Ellie se arrependeu do que disse no mesmo momento. Não desviou os olhos do armário, escutando apenas o martelar de seu coração em seus ouvidos. Seja lá quem fosse que estivesse a protegendo, ela sentiu que não queria mais saber, não estava pronta. Agatha tinha razão: O paradoxo mexia com algo além do que poderiam compreender, ou tentar compreender. Agora, o escuro a chamava. Ellie sentia medo, mas algo a chamava para o armário, a instigava a entrar nele.

Seu corpo estava completamente tenso de medo, por isso ela gritou quando uma pedra atingiu sua janela. Pelo menos, aquela pedra a fez desviar os pensamentos do armário. A fez sair daquela verdadeira hipnose. Elena abriu a janela, inclinando-se no parapeito e procurando a origem da pedra. O garoto de cabelos brancos estava lá, parado na rua escura. A garota franziu o cenho, se perguntando o que ele estaria fazendo uma hora dessas ali, mas desceu rapidamente as escadas para abrir a porta. Agradecia mentalmente por ele ter chegado justamente naquela hora, quando se sentia em perigo. Para Ellie, o mais provável era que os pesadelos sangrentos que tivera à noite, a fizeram ter um medo irracional quando o armário se abriu. Mas, não podia afirmar isso.

_ Lysandre? O que está fazendo aqui essa hora?_ O garoto parado do lado de fora da casa, usava calça de moletom e uma blusa lisa, além de ter os cabelos brancos desarrumados. Ellie nunca havia o visto daquela forma. Ele corou no mesmo momento que a viu de pijama, sem o uniforme da escola, ou suas roupas cotidianas.

_ M-me desculpe, eu deveria ter vindo mais tarde, mas não conseguiria esperar e sei que você não tem TV… Eu também não conseguia dormir e precisava falar com você..._ Ele continuava do lado de fora da casa, falando esbaforidamente e tropeçando nas palavras.

_ Entra aqui e explica direito o que aconteceu._ Murmurou a garota olhando para os dois lados da rua deserta antes de fechar a porta._ Eu já estava acordada, não se preocupe. Também não consegui dormir direito._ Lysandre andava de um lado para o outro, passando as mãos pelos cabelos. Ellie começou a se preocupar muito, porque ele nunca ficava nervoso._ O que aconteceu?

_ Elena, o carro explodiu._ Lysandre ainda não conseguia ficar calmo. Os olhos cinzentos da garota se arregalaram.

_ Como assim o carro explodiu? V-vem, vamos para o sótão._ Ele assentiu, acompanhando a garota pelas escadas tortuosas da casa estreita. Assim que entraram no sótão, Ellie fechou a porta do armário com um toque hesitante e se sentou na cama, sentindo-se aliviada por ele estar ali, independente do que o trouxera. Lysandre tirou seu celular do bolso do moletom, sentando-se ao lado da garota enquanto procurava algo. Ele estava mais à vontade agora do que da primeira vez que esteve ali.

_ Olhe, vi isso no jornal há pouco tempo. É o vídeo da câmera de segurança de uma das lojas da Cours Mirabeau. Provavelmente, toda a França já saberá o que aconteceu daqui algumas horas._ O garoto deu play em um vídeo em seu celular, mostrando uma notícia. Primeiro, a apresentadora falava sobre a tragédia, enquanto o vídeo da câmera de segurança era mostrado. Mostrava Ellie pulando heroicamente sobre o garoto, segundos antes do carro passar e atropelar Iris e sua mãe.

“_ Quatro pessoas morreram, incluindo a motorista e o passageiro. Porém, durante a retirada do veículo para o resgate dos corpos, o gás altamente inflamável presente no veículo, fez com que ele explodisse e atingisse quem quer que estivesse ao redor. Muitos policiais e funcionários da equipe de resgate morreram, incluindo curiosos que permaneceram no local após o acidente. Agora, mostraremos imagens exclusivas do momento da explosão…”

Os bombeiros guinchavam o carro do local e, aparentemente, todos os corpos já haviam sido retirados. Em uma fração de segundo, um brilho intenso apareceu na tela e em seguida, tudo estava em chamas. A garota arregalou os olhos.

_ Espera, volte um pouco o vídeo._ Falou ela. Lysandre fez o que Ellie pediu, voltando até um pouco antes da explosão e a garota rapidamente pausou o vídeo._ Olhe isso e diga que consegue ver, por favor._ Ela apontou para algo na tela, sem desviar os olhos desta. O garoto franziu o cenho, vendo que de fato havia algo ali. Era claramente uma pessoa alta e esguia, com vestido preto e o rosto escondido por sombras, parada bem ao lado da árvore. Poderia ser somente alguém que passava e parou para ver o que tinha acontecido, mas Lysandre sabia internamente que não.

_ É… A Madame de preto?_ Perguntou ele, hesitante. Ellie arregalou os olhos, assentindo. Ninguém além dela já havia visto aquela aparição, mas agora Lysandre a via. Não estava ficando louca. Mas, do que adiantaria ele vê-la agora? A garota suspirou, brincando com seus próprios dedos enquanto o garoto do tapa-olho guardava o celular.

_ Não adianta você vê-la na filmagem. Não muda nada. Pessoas ainda vão morrer, muitas delas como nessa explosão. Eu tenho medo. _ Lysandre escutou a garota falar, olhando para seu rosto, mas depois encostou-se na parede ao lado da cama, suspirando.

_ Queria poder dizer alguma palavra de consolo, dizer que tudo vai ficar bem, ou algo do tipo. Mas, mais do que eu, você sabe que não. Nem é sendo pessimista, mas sim realista e essa é a nossa realidade._ Ellie o olhou, vendo seu único olho âmbar encarando-a._ O pai da Bia era policial e morreu na explosão. A irmã mais nova do Jade também morreu e ela só estava passando na rua. Não acha que agora as pessoas vão começar a se desesperar e querer acabar com a maldição? Bem, os familiares também começaram a morrer.

_Eu sei, mas o que podemos fazer?_ Ellie acompanhou o olhar de Lysandre indo parar em sua mão e soube exatamente o que ele queria dizer. Ela poderia prever as mortes tocando nas pessoas, quando a vida estava se esvaindo delas, e talvez o morto também fosse imune. Recolheu a mão para perto do corpo, engolindo em seco._ Mas, como saberemos qual deles é? E se isso não der certo?

Lysandre entreabriu os lábios para começar a responder, mas foi interrompido pelo som do alçapão sendo levantado. Os olhos cor-de-rosa de Agatha apareceram na fenda do alçapão, olhando surpresa do garoto do tapa-olho para a boneca inglesa. Ellie pensou em Castiel no mesmo momento. Por que Agatha o rejeitara tanto? Filho adotivo era filho também e a mulher parecia ignorar isso. Ela sempre fora tão gentil com Eliie, tanto que a garota não conseguia imaginar a tia sendo rude alguém. Mas, agora a garota pensava se fora tudo fingimento e sentia uma raiva intensa de Agatha, afinal de contas, Castiel era seu irmão.

_ Oh, que surpresa! Eu vim avisar a Elena que as aulas de hoje foram canceladas e não imaginava que ela estaria com… alguém. Bom, suponho que já saibam da explosão._ A mulher havia entrado no sótão e fechado o alçapão, tendo olhares atentos ao seus movimentos. Pelo jeito, Lysandre também nutria certa raiva de Agatha depois da história de Castiel.

_ Oui, nós sabemos. Eu vi no noticiário. As aulas foram canceladas por causa das mortes?_ Elena falou com a tia, apesar da vontade de nunca mais fazer isso.

_ Toda provença está parada em respeito aos mortos. Foi o maior acidente causado por ácido nítrico na história da França. Três dos seus colegas de classe morreram…

_ É claro que morreram. É isso que a maldição faz, não é mesmo? Você sabe disso mais do que ninguém. Eu corro perigo, o Lysandre, você… _ Ellie levantou os olhos, encarando intensamente a mulher._ O Castiel. A senhora deve se preocupar muito com ele, afinal de contas, é seu filho. _ Os lábios de Agatha formaram uma linha rígida, parecendo ofendida. Porém, Ellie conseguia sustentar seu olhar.

_ Tudo bem Elena. Se quiser, pode continuar a me provocar. Não me importo, porque já lidei muito com adolescentes rebeldes. Eu preparei café da manhã. Fique a vontade, querido._ A mulher dirigiu um sorriso doce ao garoto, sendo retribuída apenas com um leve aceno, e se retirou do sótão.

_ Ela é inacreditável, não é? Como conseguiu fazer aquilo com o Castiel e agora, parecer uma boa mãe para mim? Realmente não entendo os seres humanos._ Murmurou a garota, recebendo um riso contido de Lysandre.

_ Como se você não fosse um ser humano. Um ser humano bem estranho, mas ainda assim, um deles.

_ Ei, eu ando sentindo coisas como todo mundo, eu mudei._ Ellie sorriu de canto. Como ele conseguia fazê-la sorrir mesmo depois de tudo aquilo? Fazer ela se sentir segura, mesmo com tudo aquilo acontecendo. Lysandre se perguntava como Elena podia se comportar tão normalmente, mesmo com os fantasmas ao seu redor. Mas, o que ele não sabia, era que a garota só conseguia continuar sã, porque ele estava lá. Os olhos cinzentos se ergueram, encontrando o cor de âmbar e assim ficaram, se encarando. Mas, é claro, quem desviou os olhos primeiro foi o garoto, que sentiu suas bochechas queimarem e levantou-se rapidamente.

_ Bem, eu preciso ir, porque não avisei minha mãe que iria sair e ela deve estar preocupada._ O olho descoberto rodava pelo quarto, até que deparou-se com Lily e ficou a observar._ Eu posso levá-la?_ Lysandre apontou para a boneca, enquanto Ellie franzia o cenho._ Não se preocupe, eu vou devolver. Só queria… Investigar mais sobre esse meu dom, se é que posso chamá-lo assim._ Elena assentiu, apesar de ter seus receios. Vendo as memórias de Lily, ele poderia ver Ellie em seu quarto, todas as noites de pesadelos e qualquer coisa que a boneca quisesse lhe revelar.

O garoto tocou a boneca, mas nenhuma das memórias desta pareceu invadir a mente dele, por isso franziu o cenho, encarando-a, juntamente com Ellie. Então Lily só revelava o que e agora quando queria? Ou isso dependia de Lysandre de alguma forma?

Desceram pelo alçapão: a garota atenta as escadas e perdida em pensamentos; o garoto olhando ao redor, observando todas as portas de madeira fechadas e se perguntando se atrás delas havia mais cômodos. Se havia mais quartos, porque Ellie escolheu dormir no sótão? Atravessaram a sala, em direção ao hall de entrada, mas antes que chegassem à este, um cheiro estranho impregnou as narinas de Lysandre. Estranhamente, Elena pareceu não ter sentido o fedor, que claramente era de putrefação. Porém, Lysandre reconheceu, porque, certa vez, quando ainda era pequeno, um rato morreu entre as tábuas do assoalho em sua antiga casa.

_ Está sentindo esse cheiro?_ Perguntou ele, franzindo as narinas. Elena inspirou profundamente, sentindo náuseas no mesmo momento e abriu a porta à sua frente, para sentir o ar fresco dissipar o fedor.

_ Mon dieu, o que é isso?

_ É cheiro de putrefação. Algum rato deve ter morrido entre as tábuas, ou algo do tipo._ Saíram para o passeio que ficava bem à frente da porta da casa. O dia já estava clareando, mas a penumbra ainda estava presente e as luzes dos postes, ainda acesas. Elena também notou que dentro da casa, estava mesclado junto ao fedor, um odor de aromatizante, como se alguém tivesse notado o cheiro, mas tentou escondê-lo. Agatha.

_ Vou ir buscar as fotos na Cours Mirabeau e as levarei para o Giraut de Bornelh na segunda-feira, não precisa se preocupar._ Elena mudou de assunto, porque iria com certeza questionar Agatha mais tarde. Não poderia tirar conclusões precipitadas. Lysandre ficou em silêncio por um momento, parecendo cogitar se realmente não precisava se preocupar, mas assentiu.

Ellie abraçava o próprio corpo, esfregando as mãos nos braços por causa do frio e Lysandre percebeu isso. Além disso, ela ainda estava de pijamas e alguns transeuntes já apareciam na rua de paralelepípedos.

_ Au revoir. Nos vemos na segunda-feira, então. E, Ellie, me promete que vai tomar cuidado? Eu não queria dizer isso, mas eu sempre tenho uma sensação estranha quando a Agatha está por perto. Apenas tome cuidado._ Ele sussurrou as últimas frases, observando a garota cujo olhar não demonstrava coisa alguma. Queria poder dar-lhe um abraço de despedida, ou de reconforto, mas tudo o que podia era ficar a encarando. Lysandre entreabriu os lábios para dizer algo, mas desistiu, apenas olhou para os próprios pés e virou-se para ir embora após um aceno de cabeça.

Não sabia quantas vezes aquela cena se repetiu, mas foram muitas. Todas as vezes que queria dizer que certamente gostava dela, mas não conseguia. Ele sabia dos inúmeros poréns que haviam. Não sabia quando começou a gostar da garota de olhar perdido e feições singulares, de personalidade fria e, ao mesmo tempo, sensível ao que as pessoas ao seu redor sentiam. Talvez, desde sempre. Quando Ellie o salvou, na noite que se passara, Lysandre não devia, mas se sentiu feliz, mesmo com pessoas morrendo. O quão estranho era se apaixonar no apocalipse? Era, no mínimo, masoquismo. Poderia perdê-la a qualquer momento, mas, cada vez mais, estava próximo a ela.

Elena observava Lysandre se afastar com Lily pela rua. Era uma manhã fria e estar no quarto era solitário, mas não estaria sozinha. Os fantasmas ainda estariam lá, esperando por ela. A garota entrou novamente na casa, sem escolha, depois que Lysandre sumiu em meio a neblina espessa.

A sala ainda estava impregnada com a mescla de aromatizante e podridão. Provavelmente, Agatha estava trancada em seu quarto, ocupada em corrigir e preparar atividades para suas aulas. Então, Elena decidiu falar com ela mais tarde, quando voltasse da Cours Mirabeau. A garota apenas vestiu-se e saiu novamente da casa, afim de ficar o menor tempo possível no sótão que agora tanto temia.

****

_ Não há nada de errado com as fotos, Mademoiselle. Estão perfeitas. Por que a pergunta?_ O mesmo idoso de sorriso aberto e contagiante do dia anterior, falava agora com um olhar triste. A explosão do carro não havia atingido sua loja, mas destruiu muitas lojas da avenida. O clima desolador pairava no ar quando Ellie se aproximou da rua parcialmente interditada e permaneceu quando entrou na reveladora de fotos.

_ Foi só um receio que tive das fotos saírem… manchadas, por causa da câmera antiga. Mas, pelo visto o senhor fez um ótimo trabalho._ A garota tinha em suas mãos fotos de todos os seus colegas de classe, incluindo Debrah, Dake e Iris. Não havia ninguém com o rosto manchado, apenas fotos comuns. O homem sorriu levemente com o elogio, aceitando o dinheiro da garota.

_ Merci Mademoiselle, volte sempre.

Ellie saiu da loja, suspirando. O fato de não ter as pistas de quem seriam os próximos a morrer não a abalou tanto. Como havia refletido antes, aquilo não mudaria nada. Agora, só estava curiosa sobre o porquê das fotos não terem seguido o padrão como ela imaginara. Por que as fotos dos alunos de 1990 saíram borradas e agora não aconteceu o mesmo? Era algo de especial com a câmera? Ou algo de diferente em quem tirou as fotos?

E, novamente, Agatha entrava na história. No anuário dizia que ela havia tirado as fotografias naquele ano. A tia havia se tornado uma verdadeira caixinha de surpresas. Estava envolvida até o último fio de cabelo em tudo aquilo, mas ainda conseguia ocultar detalhes que Ellie considerava cruciais. Ela contou a história à sobrinha, mas ainda havia muitas pontas soltas. Talvez, todo o segredo estivesse naquilo que a tia chamava de “O que não temos a capacidade de compreender”. A resposta poderia ser mais obscura e cruel do que Ellie imaginava.

 


Notas Finais


Até breve pessoal, lembrando que adoro os comentários e é bom saber o que estão achando da história ^-^ Beijinhos


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