História Incondicional - Será que gosto dela segunda temporada - Capítulo 34


Escrita por: ~

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Categorias Cúmplices de um Resgate
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Palavras 3.224
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura

Capítulo 34 - Você me salvou


Fanfic / Fanfiction Incondicional - Será que gosto dela segunda temporada - Capítulo 34 - Você me salvou

Safira ri

Era claro que todos iam perceber a movimentação incomum, o esmero em arrumar - se. Besta seria ela, se pensasse que poderia sair de fininho para algo mesmo que o compromisso não fosse com Regina; e ela também não teria tanta paciência para arrumar - se se fosse qualquer outro encontro.

Safira: Tem razão! - Ela beija a cabeça da filha - As outras duas podem sair de trás da porta viu? - Diz para ser ouvida por Priscilla e Luisa

Priscilla: Como sabia que estávamos ouvindo???

Safira: Eu sei como são curiosas...

Luisa: Você e a minha mãe... voltaram? – Ela não se intimida em perguntar

Safira: Não. Ela só me pediu pra me encontrar e conversarmos e eu atendi

Priscilla: Lá vamos nós de novo... Você vai se encantar por ela

Safira: E? – Pergunta, sabendo que mesmo sendo Regina, Priscilla tinha um quê de ciúmes

Priscilla: E ai, que você sempre cede e ela faz toda aquela palhaçada e você sofre feito uma tonta mãe – Ela própria estava com medo de voltar a se apegar em Regina

Safira: Hey, olha aqui pra mim – Ela encara os grandes olhos azuis que denotavam medo, mas uma enorme esperança não proferida é claro. – O fato de eu conversar com ela não quer dizer que vamos voltar, mas se isso acontecer...

Ela é interrompida por Pérolla

Pérolla: Isso vai acontecer! – Seu sorriso brilhante e aberto faz com que ninguém tenha coragem de brigar com ela

Safira: Se acontecer, nenhuma  das três vai sair machucada. – Vê que Priscilla já não a encara mais – Sei que pra você, que já encarou tantas indas e vindas é um pouco mais difícil acreditar nisso... Mas você confia em mim???

A garota só assentiu, incapaz de falar

Safira: Relaxe esse coração menina – Ela sorri e a filha lhe retribui

                                           X

Regina chega um pouco antes do horário combinado, odiava atrasos e também não negaria que a ansiedade estava tomando conta. Cumprimenta Suri ao entrar e nota um ar de curiosidade dentre os funcionários

Suri : Boa noite Dona Regina. – Ela fica encabulada com o olhar que recebe e logo trata de arrumar – Boa noite Regina

Regina: Agora sim. Eu não estou velha. Boa noite Suri. Me veja um suco de maracujá bem forte, vou precisar ter  muita calma hoje.  Quando a Safira chegar diga – lhe que estou na parte mais reservada do restaurante

Suri: É pra já  - Na verdade Suri não esconde sua preocupação. As patroas juntas?? Ela ia chamar primeiro o manicômio ou a policia??

Regina: Fica calma e não me olhe com essa cara de “ QUAL É A PRIMEIRA COISA QUE FAÇO?.  Eu não vim para brigar – Dá uma risada tranquila, apesar de seu nervosismo

Suri não contesta, é claro, mas não muda a expressão

Tempos depois

Safira chega no horário e ao contrário da ruiva está extremamente calma. Não a vê e se preocupa mas cumprimenta a todos com seu sorriso

Suri: A dona Regina chegou e pediu pra avisar que está nas mesas mais reservadas do restaurante. Para ser mais específica mesa 05. – Diz com um breve aceno com a mão

Safira: Obrigada Suri – Virando – se pra amiga sem conseguir conter a língua diz – Não vá se animando muito!

Suri: Eu? Imagina! Estou preocupada em quem eu vou socorrer primeiro!

Safira: Engraçadinha! Fica me devendo essa viu??? – Ela brinca com a amiga – Seria maldade eu descontar do seu salário???

Suri: Ah,  seria. Eu vou me casar! – Diz ela toda animada- Mas vai! Depois eu te conto! Tem alguém te esperando e aquela ali não tem pena de mim

Safira  sai gargalhando. Regina, é claro já a tinha visto, mas como já não encarava Suri como uma ameaça, deixou que a mulher conversasse com a amiga e usou aquele tempo para se acalmar e preparar para o que viria

Safira: Oi pensativa – Tenta quebrar o clima tenso ao qual sabia que Regina estava imersa – Com medo de mim??

Regina: Talvez – Responde saindo do seu torpor – Boa noite, você está querendo me provocar?

Safira: Ei calma. Eu só estou tentando te ajudar a não ficar tão tensa – Ela a encara – Sempre terminamos brigando e deve ser difícil pra você começar essa conversa

Regina: Como sabe que te chamei para terminarmos de conversar? – Sua voz ia ficando cada vez mais tensa

Safira: E foi por quê então? – Ela estava confusa

Regina: Foi por isso... Mas... – Ela falha

Safira: Mas?? Já sei eu sou um monstro bem grandão e você  TEM MEDO DE MIM – Regina assustara –se por Safira saber daquilo – Nunca diga isso a uma criança. Pérolla não viu maldade em me contar e me pediu para pegar leve com você

“ Aquela baixinha” – Pensa Regina

Regina: Onde paramos??? – Ela sabia, só queria ganhar tempo

Safira: Você me disse que foi forçada à... – Ela responde de imediato. Safira tinha ótima memória

Regina: Então... – Ela toma um gole de seu suco – Isso não adiantou de nada, embora eu tenha feito papai por um tempo pensar que sim...

Safira: Você está me dizendo que....? ! - Ela trava e Regina assusta

Regina: Espera! Pelo amor de... Deus – A última palavra demora a sair – Espera.

Safira: Você passou a aceitar isso??? – Ela tenta se acalmar e segura a mão de Regina porque percebeu o medo da ruiva de que ela fosse embora sem terminar de escutar

Regina: Mais uma vez por um tempo eu tentei... Ser normal. Ou o que meus pais consideravam ser normal e aceitável na época

Safira: Essa sua tentativa não foi o pai da Luiza... Ou foi?- Ela ajuda tentando entender

Regina: Foi.... Não na adolescência claro, um pouco mais tarde.  Durante um tempo eu aguentei. Papai ficou radiante, pelo menos eu havia aprendido. Ganhei sua confiança para ajudá-lo nos negócios novamente.... E consegui o que mais queria ser a filha perfeita de papai. Meu namorado ganhou a mesma confiança. Alcançando alto cargo e sendo o braço esquerdo de papai.. Terminar foi um processo muito complicado porque nenhum dos dois aceitou... Mas como eu ainda era uma adolescente, papai considerou um capricho e que logo voltaríamos. Eu estava mais uma vez liberta daquilo tudo, estava feliz. Até....

Safira: Até?? – Ela já conseguia processar melhor as coisas graças ao trabalho árduo que fizera no último mês

Regina dá um sorriso, largo e sincero

Regina: Até que na vida da Regina até então adolescente... O irmão aparece com uma namorada. Cabelos escuros, gordinha, timida, misteriosa e um sorriso calmo, alegre, brilhante feliz. Olhos escuros, alegres também... E eu  me rendi – Percebe que Safira não se dá conta de que a está descrevendo e gargalha – Isso realmente não te lembra alguém??

Safira perdida nas possibilidades, responde

Safira: Não

Regina: E se eu disser que ela tirou todas as minhas defesas no primeiro instante? Se eu te disser que eu zoava ela? Que eu ficava sem jeito? Que ela  me deixou sem ação? Que aquela menina de jeito super tímido tinha uma língua extremamente afiada e uma doçura sem igual? Que costumava me odiar e que eu odiava somente por não poder assumir o que sentia?

Safira: Espera, você tá falando de mim? – Diz finalmente entendendo

Regina: Como você é lerda! É claro que eu tô falando de você  - Ri

Safira: E o que eu tenho a ver com isso?

Regina: Tudo! Não percebe? – Ela se surpreende – Bom eu explico já que essa parte não não é tão difícil. Bom eu já te disse que você desmoronou tudo que eu lutei pra construir. A Regina hétero, perfeita e queridinha dos pais.  Sabia que eu estava prestes a me lascar quando você apareceu...

Safira: Isso te fez me odiar de cara?? – Indaga

Regina: Eu não te odiei... Eu te amei sua trouxa, mas enfim aquilo era proibido se eu ainda quisesse viver em casa e ter as mordomias que tinha. A confiança de meus pais... E eu fiz questão de te odiar... Uma missão completamente falhada eu admito.

Safira: Eu não diria totalmente falhada se por anos você me fez… Mal. Me fez pensar o que eu tinha de tão errado que, a Regina, que era idolatrada e amada por todos e que raramente humilhava alguém, o fazia comigo. Eu parecia seu alvo favorito… Seu e das suas amigas- Aquilo não doía mais, e Safira então sorri

Regina: Eu repito foi a missão mais falhada que eu tive. Você era o meu alvo favorito, pois despertou em mim algo que me esforcei para esconder, algo que até então, estava muito bem escondido. Eu era “popular” na escola e você… Um cisne - Seus olhos denotam brincadeira

Safira: Um cisne? Espera… Eu não era uma pantera? - Diz ela decidindo entrar no jogo e percebe que apesar de tensa, Regina parece relaxar

Regina: Se eu te disser “ patinho feio “ aí é que você me mata mesmo! - Elas sorriem uma para outra e Regina pede permissão para continuar, o que Safira acata - Bom, eu me vi apaixonada por uma garota completamente sem atrativos e confesso que na época, imaginei o que meus amigos, iriam pensar daquilo se soubessem o que eu era e consequentemente minha atração por você… Além de você ser muito mais nova é claro. O jeito era então tentar combater o que estava dentro de mim. Eu sei que eu te tratava de uma maneira horrível e isso acabou mexendo muito com a sua auto- estima também. Você parecia triste depois de um certo tempo e comecei a me preocupar ainda mais… Pra piorar tudo você entrou na família… E o meu “patinho feio” de repente, era a namorada do meu irmão e todos pareciam amar você… - Ela encara Safira

Safira: Está me dizendo que tinha medo que eu roubasse o amor que seus pais ou amigos tinham por você? - Ela fica surpresa

Regina: Eu já te disse uma vez… Não! - Seu tom é um pouco assustador e a reação de Safira a faz perceber- Desculpa… Bom não. É que todos pareciam te aceitar… Com o Geraldo e eu fiquei possessa com aquilo… Até porque aquele Idiota sabia tudo sobre mim... Sobre como eu me sentia... E até sobre você. Para minha surpresa ele resolve namorar você, sendo que ele nunca tinha levado garota nenhuma a sério.. Mas logo você... Eu cheguei a questionar...

Flashback Regina

Geraldo aparecera com Safira em casa. Ela... A SUA GAROTA.  O que aquele imbecil queria com ela? Usar? Machucar? Divertir- se? Ele sabia que Regina gostava dela por que diabos estava fazendo aquilo? E os pais pareceram  gostar dela. A menina que se Regina pudesse jogar a toalha e declarar – se o faria.

Ela não queria chorar, mas as lágrimas tão teimosas escorriam pelo seu rosto, esperava que ninguém a encontrasse ali, sabia que aquele era o seu quarto mas, ninguém ali parecia lembrar – se disso

Ela chorara por horas, com certeza os pais e o irmão já haviam escutado. Os pais como sempre

Geraldo: Olha que alguém reaprendeu a chorar – Diz ele, entrando sem bater

Regina: Saia daqui! – Diz ela, não querendo ver a cara do traidor

Geraldo: Eu sei que pra você deve ser difícil... Mas eu me apaixonei por ela Regina...

Regina: O quê é difícil? Eu não tô vendo nada de dificil aqui! E você lá se apaixona por alguém? Por que ela? Justamente ela Geraldo?

Geraldo: Isso não é pra provocar você tá legal? A Safira é uma menina incrível e doce. Eu não tive como ... Evitar... Eu não quero que a gente.... Que você fique assim. Eu sei que, você também é apaixonada por ela e quero que saiba que... – O irmão lhe dá um sorriso aberto e idiota – Eu não vou machucar ela... Ela é tão especial pra mim quanto é pra você

Regina: EU NÃO SOU APAIXONADA POR ELA!  E quer saber? Que você a machuque! Machuque muito ! e ela possa perceber o quão babaca você é

Geraldo: Regina nós somos amigos! Somos irmãos! E queria que pudéssemos ser amigos!

Regina o soca com toda raiva que sentia várias vezes.

Regina: AMIGO!... BELO... AMIGO.... UM ... COM... PLETO... IDIOTA.  TINHA QUE SER ELA? Você sabe Geraldo!

Geraldo: Eu sei! Mas jamais achei que você reagiria dessa maneira! O modo como a trata também não é a forma que se jura que você gosta dela! Achei que já tinha passado!

Regina: E EU POSSO TRATAR ELA DE QUALQUER OUTRA FORMA SEU IDIOTA? Não!

Geraldo: AH Regina. Você sempre deu seus pulos... Não me venha dizer que não podia! Você humilha a garota todo tempo!

Regina: ELA NÃO É TODO MUNDO. E SE EU TRATÁ-LA DOCEMENTE SABEMOS O QUE ACONTECERIA... FORA QUE AGORA EU ESTARIA ROUBADO A NAMORADA DO MEU QUERIDO IRMÃO – Ela é irônica – E seria uma menina... Eu nunca pude ser o que eu sou e você sabe muito bem disso

Flashback off

Regina: Então,  nós duas sempre estávamos nos enfrentando, pois você aprendeu a me enfrentar e ao invés de sentir raiva eu me sentia mais atraída. O engraçado é que ao mesmo tempo que você me enfrentava era muito doce e parecia mesmo querer  que eu fosse.... Sua amiga

Regina:  O único jeito de eu disfarçar o que sentia foi tentando odiar você... Todos pareceram amar você... Com o Geraldo. Aquilo me deixou com muito mais raiva. Sei que por um tempo fiz você pensar ser o ser mais esquisito da face da terra. Mas à medida que conviviamos ( mesmo muito mal) eu sabia que você era tudo que eu… Bom você, parecia ao mesmo tempo fazer questão de me agradar e eu já não sabia mais o que fazer. Acabei voltando com esse “namorado antes que eu pudesse fazer qualquer coisa.

Safira: Então, você engravidou - Diz ela lembrando - se

Regina: Sim, e eu estava super desesperada e você me ajudou. - Ela a encara- Eu me senti super culpada pelo que eu tinha te feito, pois dentre todas as pessoas que achei que tinha pra contar, justamente você me estendeu a mão… Então eu te ajudei  aquele dia no baile e passei a te tratar melhor longe dos olhos das outras pessoas…. E fui me apegando cada vez mais.

Safira: Digamos que eu percebi as suas súbitas mudanças comportamentais… Ser afável comigo longe das outras pessoas e perto delas me desprezar te fez pensar que me faria sentir melhor??  Eu me senti péssima

Regina: Entenda,  eu não podia amar você!! -Ela levanta a voz

Safira: Não…  Comece…  A…  Gritar… Comigo - Safira também gritava, mas,  aquilo pareceu assustar Regina. Com muito esforço aprendeu a controlar -se, Regina então,  passou a se aproveitar disso.- Voltando ao assunto…  Já que quer que te escute.  Voltou a namorar, o que pareceu não dar muito certo…- Ela não pode evitar uma ponta de ciúmes que nem ela queria sentir ou que Regina percebesse. - Engravidou… Espera mas, esse bebê não pode ser a Luísa! - Regina vê que mais uma vez o raciocínio de Safira nunca falha

Regina: Tem razão. Ela é a minha segunda filha. Eu perdi o primeiro.

Safira havia esquecido daquilo e sua expressão era claramente de quem estava odiando -se

Regina: Ei, tudo bem. Ela dá um sorriso- Eu juro que lido bem com isso. Meu relacionamento durou até que muito. Eu engravidei da Luisa um ano depois que eu tinha terminado….

A expressão de Safira torna- se confusa outra vez

Regina: Mais uma vez, ele não aceitou o fim do relacionamento e forçou… - Safira tem uma expressão furiosa, e Regina segura sua mão, na tentativa de que ela não perca o controle- A Pérolla… Luisa - Corrige- Foi um resultado ótimo. Papai me dizia que ninguém ia me querer, que eu era uma idiota e isso acontecia com quem queria mulheres. Ele achava Luísa um castigo pra mim.. Um ótimo castigo, mas assim, eu não poderia ajudá-lo e seria um escândalo para uma família respeitável… Era como  todos nós viam, mal sabiam o que realmente éramos… ladrões.. Eu não queria aquela vida para minha filha e fiz o que fiz… As palavras tão repetidas por papai só me convenceram depois do… Seu casamento. Eu havia perdido a mulher que eu amava por ser um ser humano desprezível

Safira: Você está longe de ser isso! - Ela grita -NUNCA MAIS REPITA UMA COISA DESSAS!

Regina: Eu me vi assim! - Continua, ainda tentando conter Safira. - Para mim, o amor se tornou algo para tolos, filmes, livros, historinhas contadas, pura fantasia. E pra não pirar eu fui me afastando das pessoas. Tornando - me cada vez a Regina que hoje sou…E que você mais uma vez conseguiu quebrar - Ela sorri

Safira: Quem era ele? - Ela indaga, respirando fundo

Regina: Acho que isso não vem ao caso… - Ela foge

Safira: Você prometeu me contar tudo… Regina por favor- Ela pede -Era ele… Era o Arthur… Não era?

Regina: Você é a sua maldita intuição certeira! - Responde por fim - Me admira não ter percebido isso…

Safira: Eu sempre achei que vocês tinham algo muito grave.  Mas não a real importância dele na sua vida. Mas, pelo modo como ele te ameaçava e parecia se divertir o te ver tão frágil, algo grave ele tinha

Regina: Ele era.... Ele é louco - Diz por fim - E a obsessão dele, depois que nos casamos era você. Não queria que você passasse pelo que passei. Parecia disposto a tudo, e não sei realmente qual era ... O objetivo dele real - Sorri- Mas... 

Safira: Você me salvou - Completa

Regina: E isso não é o pior.  Arthur foi apenas quem ajudou a esconder algo muito mais grave. Meu primeiro filho - Sua voz some totalmente e sua expressão é uma raiva que Safira jamais achava que Regina mesmo quem era,  fosse capaz de sentir

Safira: Espera. - Pega um papel em sua bolsa- Escreve, mas me conta.Eu preciso te entender.  eu quero te entender!

Regina a observa.  Medindo, duvidando,  talvez dela mesma ou de Safira

Safira: Olha aqui.  EU. NÃO. VOU. JULGAR. VOCÊ - Diz pausadamente

Regina: Vai embora

Safira: Quê?! - Ela leva um minuto pra entender aquela frase sozinha - Eu vou? E por que acha que eu fiquei até agora? Estamos separadas e eu podia ter ido, seguido com a minha vida, sei lá que diabos, mas não fui.

Regina: Pra jogar  na minha cara tudo o que fez? E não entender que eu não sou capaz de retribuir - Ela é direta

Safira: Não. Porque eu nunca vou. - Ela responde no mesmo tom

Regina: E por que nunca vai? - Provoca

Safira: Se você não é capaz de perceber o motivo sozinha, não sou eu que vou “mastigá-lo“ pra você

Regina: Indireta? - Ela ergue uma sobrancelha

Safira: Não faz meu tipo, faz? - Ela sorri, mas parece meio triste - Eu sei que sabe a resposta, mas é incapaz de dizer por si, e então quer que eu diga como prova, mas não vai ter isso de mim. - Eu só vou te responder - Sim, é exatamente isso que passa pela sua cabeça. E já não sei como fazer você acreditar em mim também

Regina respira fundo, pega o papel oferecido por Safira e escreve rapidamente duas palavras “ Meu pai”

Safira lê e entende. Regina cai em um choro inesperado

 


Notas Finais


Capitulo ficou um pouco grande e tive que novamente puxar o fio de alguns capitulos da primeira temporada e de anteriores aqui
Foi necessário


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