História Inconpreensivel Perdão - Capítulo 2


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Survival, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


eu sou um merda aushaushaushashua eu dividi em dois, uma parte so oq ela está pensando e uma parte narração, uma merda mas eu vou mudar e depois vai ficar melhor

Capítulo 2 - Por que


O cêu continua azul, por quê? 
Aqui está tão calmo, será que eu vou poder dorm-- por que tem alguém aqui? Ah, eu não quero brigar mais, eu quero dormir.
Só um humano... ele quer conversar, por que ele simplesmente não vai embora? Quem é ele? Ah... Vas, acho que já ouvi falar, acho que ele já nós falou de um Vas, ou era Jaz?
... Max? ... O que ele está escrevendo? Por que ele está escrevendo nossa conversa? Ele tem algum problema de memoria e escreve tudo para não esquecer? Ele continua escrevendo, que estranho...  Ele consegue escrever um trava-língua se eu falar bem rápido? Acho que não, ele deve ser lento.
Ah que droga, eu estou com tanta fome... ele tem comida, será que pego algo? acho que vou pegar o biscoito... Finalmente, já faz um tempo que eu... Por que ele continua perguntando?
O que ele está escrevendo agora? Eu quero ler... 
Eu? Será que eu ainda consigo?
Que droga... Está horrível... ele provavelmente vai rir de mim...
— Ah, eu tentei escrever "dormir"
Agora ele está rindo, sabia, eu não devia ter feito isso... Será que eu tenho que voltar agora?
O que? Ah, bom, eu não tenho que contar a ele, mas ele não é nenhum problema, mas pode ser que faça algo, se ele encontrar esse garoto... eu não posso ficar de olho nele... acho que posso... 
— Por que?
— Eu queria saber, só para saber com que eu estou falando.
Acho que isso não mudaria nada, se eu falar algo mais não deve mudar muita coisa, ele me deu biscoitos e água... 
— O biscoito estava bom?
Era um biscoito, não é algo super saboroso, mas quem sabe um doce de pimenta-caramelo...
O que ele tem na mochila dele?
Um toca-fitas, eu me lembro deles, eu gosto do som, sempre achei melhor que cristais.
— Você gosta de toca-fitas?
Gostar de toca-fitas ou o som deles...
— Eu não tenho nenhuma fita por enquanto.
Ele continua  falando.
— ...
Será que ele desistiu?
Roupas, água, comida, um guia de como sobreviver em um deserto e essa mochila, acho que ele poderia trocar por uma mais simples, ele não precisa de algo tão sofisticado *risos* 
... 
Anoiteceu, será que eu tenho que ir embora? Acho que vou esperar eles chegarem.
...
— Você... Família?
— Todos.
...
Estrelas... minhas costas... acho que vou dormir...
— Você também?
... Família? Eles... eu não consigo mais lembrar...
— Quer uma fogueira?
— Sim, por favor.
Frio, sempre frio, não?
Eu não quero...
*risos*
- Ai, mas que merda.
Ele vai morrer né? Será que eles vão matar ele por estar aqui? Eu poderia fazer isso logo, seria mais rápido.
...
Deixa para lá.
Eles.
... 
— Recebi uma mensagem dele. Ele disse que poderíamos nos separar. Nós já terminamos com aquele grupo, se você quiser seguir em frente...
— Quem é ele?
Pergunte dele se você quer saber.
— Acho que vou andar por aí.
— Ele nós diss--
O que tem?
— Eu vou andar por aí.
— Eu vou para o Sul.
— Leste.
— Se for ficar por essa área, complete a sua parte, e, mais uma vez, quem é ele?
Ótimo, ele respondeu, auto-suficiente.
— Daria esse nome a um rato.
— Sim, hahahahaha.
Por que eles não vão embora?
— Pode ficar aqui com seu namorado, mas faça sua parte, ele não vai querer saber de inúteis. E me responda quando eu lhe chamar.
— Se eu quiser.
 — Morra.
Tanto faz.
...
Talvez eu devesse ir agora como eles.
— Você está com sono?
— Você vai agora acompanhar seus amigos?
Por que eu perguntei sobre sono?
— Tudo bem então, eu acho que vou dormir,se quiser ir agora, até a próxima, se houver uma...
Ok.
Vou naquela cidade.
Você... deixa... uma marca... 
*narração*

Ela vai em direção a estrada. Caminhando tranquilamente, ela olha ao seu redor, ela sente saudade de casa. Sua mente volta a ficar vazia.
Ela chega a cidade, ou pelo menos o que sobrou. Ela percebe a movimentação espreita de homens. Ela continua andando.
Um homem a acerta com um taco de.
— Hm? - Ela faz.
O homem fica confuso por alguns segundos, e enquanto isso outro homem tenta droga-la com um pano coberto com algum tipo de sonífero, ela chute ele para longe. "Só dois?" ela pensa, "Bom, não haverá problema de qualquer forma". Ela pega o taco da mão do primeiro homem e enfia dentro da cabeça dele por baixo. Ela vai andando em direção ao homem restante. Ele tenta correr para longe mas ela fala um feitiço e quebra a perna dele. Ele grita de dor. Ela olha ao redor, verificando se mais alguém vira. Ela sente que é provável que mais nenhum venha.
— Que pena.
Com mais sangue ela poderia fazer alguma coisa, mas ela só tem dois agora, e ela não se daria ao trabalho de fazer algo com o sangue de apenas dois animais inferiores.
— Morre!! Morre, filha da p-

"Por que ele grita?" ela pergunta a si mesmo enquanto o segura pela garganta. "O que seria melhor? Afoga-lo? Estrangula-lo? Retirar a cabeça do corpo?" e em um estante ela se decide enquanto pega uma faca meio cega, que ela retirava de seu arsenal invisível, foi fácil acertar qual faca seria, não precisara olhar, e ela arrastava a faca na gargante dele, vendo a pele sendo cortada e ele agonizar; as duas partes se separando e ele falando, ou pelo menos tentando; a carne se mostrando, vermelha, ainda viva, ainda querendo vida; o sangue escorrendo e ele, sofrendo; o som deste homem se engasgando no próprio sangue, que escorre na mão dela num vermelho tão brilhante. A visão de que a vida se esvaiu do corpo de tal criatura, um vislumbre de um futuro que a tortura.
A visão era no mais, peculiar e bonita. As ruínas de um mundo novo, destruído por seus criadores, não tão singular, mas não a ação de criadores de destruírem o mundo que criaram, mas, de que os criadores deste, destruíram ele mais de uma vez, mesmo sendo eles, frutos dele. Humanos, sempre buscando seu fim, nunca satisfeitos com a vida. 

Ela viu uma loja aos escombros, não seria de sua atenção se não fosse por uma unica coisa: uma fita. Quando ela percebeu tal item, o pegou para dar a seu novo conhecido, alguém não muito interessante, não muito atrativo e ao que parece, tão inofencivo quanto um inseto. Ele não foi alguém que fez ela o notar tão bem e parecia tão fraco que a não servira a nada mas não o impedia de ser um pequeno objeto de distração de sua mente. Ela decide que lhe entregaria quando achasse oportuno. Ela precisa completar com sua parte, "sem se importar com o porquê disso" pensava ela mas ela se importava. Não somente o completar, ela faria algo mas agora não era hora de pensar nisso, não agora porquê agora ela tinha alguém com quem se preocupar, não somente ela mas aqueles com que ela foi enviada. Alguém de quem a morte, eles precisariam se assegurar.


Notas Finais


Sem muita revisão de novo, sorry, eu vou melhorando de que forma eu quero escrever e vou experimentando também então desculpa se parece bagunçado ou estranho. Aprecie com moderação


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