História Inconsciência - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Osomatsu-san
Personagens Ichimatsu Matsuno
Tags Enredo Que Enredo?, Mob, Pwp
Exibições 48
Palavras 1.108
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Violência, Yaoi
Avisos: Drogas, Estupro, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Minha primeira pwp de fato, e uma que dá vontade de tampar o rosto só de pensar. Então, essa era uma ideia que estava na gaveta, foi muito inspirada em um dos meus hentai preferidos, Taimanin Asagi, se você tem mais de dezoito e gosta de temas pesados, eu recomendo muito esse hentai.

É uma fanfic que resolvi dar de presente para a Karamatsu aqui do spirit. Espero que você goste.

Capítulo 1 - Capítulo Único


O dia começou monótono como qualquer outro, na sala de estar da casa dos Matsuno, os seis irmãos estavam estirados no chão sem fazer nada. Depois de alguns minutos um deles se levantava e anunciava aos outros para onde ia. Isso se passou cinco vezes até apenas um permanecer para trás. Quando Ichimatsu se deu conta estava completamente sozinho. Não era uma ocasião rara, mas sempre lhe causava um desconforto, por mais que não ousasse admitir, nem para si mesmo.

Com esforço se levantou do chão, foi até a entrada da casa, colocou os chinelos e saiu. Com as mãos nos bolsos do casaco de moletom, vagueou pelas ruas como se não tivesse destino. O tempo estava feio, no céu formavam-se nuvens escuras e densas, não que se importasse. No fim achou-se no mesmo beco de sempre. Olhou bem para o local. Seus amigos não estavam lá. Que seja. Encontrou um lugar entre dois sacos de lixo, sentou e abraçou com força os joelhos. Bem devagarinho deitou a cabeça entre os braços, assim, como quem não quer nada, e fechou os olhos.

- É ele.

Escutou uma voz dizer.

- Ei, rapaz. – Sentiu tocarem em seu ombro.

Instintivamente sobressaltou-se e agarrou um pulso, mas sem ter tempo de reagir, sentiu um soco forte contra o seu estômago e apagou.

Quando conseguiu abrir os olhos estranhou onde estava. A primeira coisa que viu foi uma parede cor creme, uma lâmpada de tons frios, e o frio do chão de madeira. Experimentou mover as mãos, mas em vão se mexiam, seus braços e pernas também não respondiam. Olhou para eles, e foi então que percebeu, o frio não vinha só do material cru do piso, ele estava da cabeça aos pés completamente nu. Uma corrente de aço separava seus pés, expondo seu membro, e seus braços estavam amarrados atrás de suas costas.

Com esforço virou-se para o outro lado e um terror tomou conta de seus olhos.

- Fique bem quietinho, rapaz.

Um vulto se aproximava de si com uma seringa contendo um líquido arroxeado. O líquido brilhava sob a luz branca da sala.

Começou a se debater com desespero. Tentou gritar, mas a voz não lhe saía da garganta, estava presa, tampada com algodão. Um pulso firme o manteve no lugar. Assim que sentiu a picada da agulha um pavor maior o paralisou, só conseguiu ver o líquido se esvaindo e o significado daquilo.

- Agora é só esperar.

O medo foi substituído por um calor que tomava conta de todo o seu corpo. Calafrios percorriam suas veias, sentia sua respiração ficando mais difícil, sua visão embaçava. Seu rosto queimava. Com dificuldade abaixou a cabeça e viu que seu membro tinha despertado, estava completamente ereto.

Um outro vulto se aproximou de si com um objeto cilíndrico em mãos.

- Creio que reconhece isto aqui. É um consolo, mas este foi ligeiramente modificado.

O vulto mostrou que havia um buraco no cilindro e dentro havia um fio de ferro, bem fino, que ia de uma ponta a outra. De repente sentiu uma pressão forte entre o saco e seu pênis, moveu com esforço a cabeça outra vez, haviam preso um elástico grosso em torno de seu membro. Deixou escapar um gemido gutural.

- Quer alívio?

O vulto se aproximou mais e começou a abaixar o objeto em seu pênis. O fino fio de ferro ia adentrando sua uretra e a agonia o fez gritar ensandecido, de uma só vez o objeto cobriu todo o seu membro e sua cabeça foi para trás batendo com força na parede. De repente sentiu o objeto levemente vibrar e massagear seu pênis, já sensível pelo estímulo da droga.

Uma sensação mista entre agonia e prazer preenchia seu ser, seu corpo tremia convulsivo, a corda em suas mãos parecia ainda mais apertada, o teto girava, rodopiava, as luzes pareciam se mover. Tudo isso acontecia e seus gritos se tornavam roucos. Outros vultos se aproximaram e esticaram seus membros, estavam se masturbando.

Ichimatsu estava próximo do orgasmo, sua barriga parecia repleta de formigas, ele ia, ele ia. E quando finalmente chegou, a intensidade do vibrador foi aumentada, era agonizante. Ele ia de novo, ele ia. E mais uma vez, e outra, e outra.

Sua voz foi abafada por algo entrando por sua boca, era o membro de um dos vultos, que sem aviso prévio, já começou a foder sua garganta.

Porque tudo isso acontecia com ele? Como foi acontecer? Mas parecia adequado, fazia parte de seu coração. Era uma sombra que o engolia e o fazia sentir-se como aquele céu repleto de nuvens. Era o lugar ao qual fazia parte, entre dois sacos de lixo, só mais um deles. Ele não tinha razão de existir, e cumpria seu dever, só mais um objeto a ser manuseado.

Um líquido quente e viscoso preencheu sua boca e foi descendo por sua garganta, mal teve tempo de respirar, outro membro ocupou o lugar do anterior.

Ele estava rindo de tudo aquilo, sua mente era uma salada mista, podre e fedendo a terra. Seu interior estava queimando, e sua língua sentia um gosto amargo. Quando foi que ele prestou para algo? Nada, ele não tinha feito nada em sua vida toda. Era um peso na família e devia ser descartado.

Sentia-se chegando ao clímax novamente, queria desesperadamente gozar, mas não lhe era permitido. Algo quente jorrou em seu rosto, em sua barriga. Os vultos chegaram antes dele. O líquido viscoso escorria até o chão. Seu ânus começava a latejar, precisava que o penetrassem, precisava de mais estímulo, cada vez mais.

Como se ouvindo o seu desejo, percebia-se sendo virado de barriga para baixo, estava de quatro com a bunda empinada para o ar. Alguém chegava por trás, e sem preparação alguma, adentrava-o por completo.

Seus olhos foram para trás e via pontos luminosos dispersos por todo canto. Gemeu ainda mais alto. O vulto atingia sua próstata com força, sempre no mesmo ponto. Os golpes eram certeiros e se viu chegando ao clímax diversas vezes, incansavelmente, sem tempo para respirar.

Ichimatsu estava exausto quando o terceiro vulto entrava dentro de si, seu pênis pulsava, pedindo por liberdade. Ele sentia-se sufocado como se estivesse imerso numa piscina e tampassem a saída, batia na cobertura, implorava para tirarem-no dali, e então afundava, perdia a consciência.

Os lábios de Ichimatsu continuavam extasiados, seus olhos vergavam para trás de sua cabeça, apenas metade da pupila podia ser vista. Os vultos o deixaram assim, ainda com o consolo vibrando, e um dildo preenchendo sua entrada.

As luzes foram apagadas e foi abandonado por horas até que uma nova rodada de vultos famintos viesse ao seu socorro.



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