História Inconsequência - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Xiumin
Tags Aikimsoo, Exo, Exo M, Exo-k, Fluffy, Kaisoo, Kid!exo, Yaoi
Exibições 879
Palavras 1.205
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


AiKimSoo, você não deveria estar postando capítulo da Alma Gêmea e não postando fic nova?
Devia, os capítulos estão escritos, porém, ainda não estão betados. Estou esperando minha beta, por isso não postei, mas de amanhã não passa. Amanhã postarei os dois últimos capítulos, eles estão bem fofinhos.
AiKimSoo, por que você está falando da sua outra fic nessa aqui?
Porque foi graças a Alma Gêmea - antiga Kaisoo Abo - que eu plotei essa fic aqui.
Ela é uma shortfic, terá 15 capítulos e nada mais que isso.
Ela está terminada e eu postarei na medida que eu for revisando.
Boa leitura, espero que gostem.

Capítulo 1 - Prólogo


Prólogo

-DO SUNIN VOLTA AQUI AGORA! - gritei desesperado. - KIM TAEOH! AISH! VOCÊS DOIS, PAREM DE ENGATINHAR PROS LADOS OPOSTOS! - praguejei sem saber atrás de quem correr. Parei no meio da sala pequena e fiquei olhando para os lados que os pestinhas tinham ido.

Eu estava exausto, me sentia cansado e só queria que tudo se acertasse. Eu queria que tudo fosse diferente, mesmo amando as crianças. Eu queria que Kyungsoo pudesse estar fazendo sua faculdade de gastronomia e não se privando de tudo. Eu sinceramente não achava justo que ele fosse trabalhar e me deixasse estudar.

Decidi ir pegar SunIn, que estava mais perto, e depois fui até TaeOh. Com os dois no colo, os larguei no cercadinho e sentei no sofá. Olhei para todo os lados e acabei sorrindo. Nunca pensei que com 17 anos eu moraria sozinho e seria responsável por duas vidas. Eu podia ter um filho de sangue, mas tinha dois no coração.

Enquanto eu estava sentado e olhando os cômodos, não consegui deixar de reviver as lembranças do passado. Fazia 9 meses que tínhamos as crianças em nossas vidas e mais de um ano que nossas vidas mudaram. Só faltavam mais 6 meses para eu encerrar a escola e poder trabalhar à noite no lugar do Soo. Ele era o mais sacrificado entre nós. Ele era meu pilar e eu queria ser seu pilar. Com esse pensamento em mente e olhando as crianças, quiquei no sofá quando meu celular tocou.

Sr. Kim/Chefe

-Alô? - atendi confuso. Era o chefe da cafeteria – que virava boate a noite - que eu trabalhava de dia e que o Soo trabalhava de noite.

-Kai? É o Minseok. Eu estou ligando, porque o D.O acabou de desmaiar e estamos o levando para o hospital...

-QUÊ?! - gritei num pulo. As crianças pararam de brincar e me olharam assustadas.

-D.O está ardendo em febre. Eu estou na ambulância indo com ele para o hospital próximo a cafeteria/boate. Por favor, preciso que traga a carteira dele pra poder registrá-lo no hospital. Estou te aguardando. - e com isso ele desligou.

Meu coração veio na boca e voltou. Kyungsoo tinha desmaiado? Ele estava com febre? Como eu não notei isso? Hospital? Claro que eu nunca ia notar, se nos vemos uma hora por dia é muito.

-Puta que paril! - praguejei bem alto e me sentia atônito, sem chão e completamente perdido. Meu Kyungsoo, meu hyung...

Parei de me lamentar e corri para o quarto das crianças. Peguei roupinhas de frio, as vesti e as coloquei no carrinho de dois lugares. Conferi se tinha colocado a carteira do Soo no bolso da minha calça jeans e saí de casa com as crianças.

Fiquei esperando no ponto de ônibus o transporte chegar. Eu estava completamente atônito. Eu queria chorar. Kyungsoo não podia passar mal, nada poderia acontecer a ele. Eu precisava dele em tudo, eu queria que ele precisasse de mim em tudo. Somente percebi estar chorando, quando enxerguei o ônibus com os olhos embaçados.

O motorista parou e entrei por trás, por conta do carrinho com as crianças. Eu estava aflito demais. TaeOh e SunIn começaram a chorar do nada e eu tentei distraí-los com os chocalhos. Os chocalhos que eu tinha ido comprar com o Soo. Nosso primeiro presentinho para crianças. Nossa primeira compra de bebês. Senti meu coração apertar ainda mais.

Dei sinal assim que percebi que estava na hora de descer. O motorista parou e esperou que eu saísse com minhas crianças. Eles tinham parado de chorar e eu tentava seguir o exemplo deles. Corri para o hospital, sem me importar em estar empurrando o carrinho. Assim que entrei, avistei meu chefe à minha espera. Ele estava ao lado do balcão de atendimento.

-Hyung, hyung...

-Kai, acalme-se. Você precisa se acalmar. O D.O está bem, o médico já o examinou e disse que não passa de um resfriado misturado com estresse e cansaço. - ele falou ao me interromper e sorriu. - D.O tem 18 anos, ele é forte igual a você. Vocês dois já fizeram mais conquistas do que muita gente mais velha. Acalme-se, tudo vai ficar bem.

-Eu posso vê-lo? - pedi desesperado.

-Pode sim, mas as crianças não. Eu as olho pra você. Vá ver seu tão precioso hyung. - ele me encorajou e antes que eu corresse para longe, me segurou pelo pulso. - A carteira dele. Preciso dos dados dele pra dar entrada e saída do hospital.

-Ah... - entreguei a carteira em suas mãos e lhe perguntei o número do quarto. - TaeOh, SunIn, comportem-se! - mandei e vi os dois me sorrirem travesso.

Não me demorei mais ali e apenas corri até o quarto que meu chefe falou. Adentrei o quarto sem bater e logo vi o corpo pequeno do meu hyung deitado na cama hospitalar e ligado ao soro. Não consegui evitar a cachoeira de lágrimas que desceram pelo meu rosto.

-Hyung! - choraminguei e corri até ele, segurando sua mão entre as minhas e sentando na cadeira ao lado da cama. - Hyung... Eu te amo muito. Por favor, não me deixe. - pedi ainda entre choros.

-Nunca vou te deixar. - ele sussurrou e eu me assustei, levantando a cabeça de supetão e encontrando os olhos semiaberto. Olhos que costumam ser grandes, expressivos e fofos. - Eu te amo, Nini. Não vou te deixar. Não precisa chorar ok? Vamos sempre estar juntos. - ele me assegurou e eu chorei ainda mais.

Eu o amava. Não era do nada e eu sabia que isso acontecia com o mesmo período de tempo de nascimento das nossas crianças. Eu o amava mais do que qualquer coisa e queria tê-lo comigo sempre.

-Hyung... Você me deu um susto. - choraminguei e vi seu olhar me pedir desculpas. - Eu pensei que ia te perder e por isso eu vou falar, porque não quero me arrepender.

-Falar? Se arrepender do quê? - ele perguntou ao me ver em silêncio. Respirei fundo, três vezes, para pegar coragem.

-Eu sou apaixonado por você, hyung. Eu preciso colocar isso pra fora, antes que seja tarde demais. - confessei ainda chorando e vendo os olhos dele se arregalarem. - Não precisa ser recíproco, só... Me deixa dizer que te amo e que sou apaixonado por você. A única coisa que te peço, hyung, é: nunca me deixe, por favor! - implorei e deixei que minhas lágrimas saíssem para expressar o que eu não conseguia explicar com palavras.

-Nini, por que chora tanto? - ele sussurrou e eu o encarei como se dissesse "acabei de me declarar pro meu melhor amigo hetero, estou com medo dele deixar de ser meu amigo." e ele riu. - Eu te amo Nini, espero que saiba interpretar isso bem.

-O que quer dizer com isso, hyung? - perguntei confuso. Ele sorriu para mim.

-Suas notas em interpretação textutal realmente nunca foram as melhores, não é mesmo? - brincou e eu fiz careta. Ele pediu que eu me aproximasse e eu o fiz, mesmo com medo de levar um tapa. - Eu te amo, Nini. Espero que agora saiba interpretar melhor. - e após dizer, ele beijou seu dedo indicador e o levou até os meus lábios.                         


Notas Finais


Eita Kaisoo, masoquiéisso?
O primeiro capítulo ahahaha
Não terá morte nem nada, será uma Kaisoo bem fluffy.
Não se preocupem, por favor, eu não vou abalar as estruturas de ninguém.
Vai ser muito amorzinho, quem me conhece, sabe que eu sou amorzinho.
E OLHA QUEM APARECEU!
TAEOH E SUNIN! SOCORRO! EU AMO ESSAS CRIANÇAS, COMO FAZ PRA VIVER?
Vou postar o outro capítulo.
Beijocas de tapioca doce.


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