História Inconsequência - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Xiumin
Tags Aikimsoo, Exo, Exo M, Exo-k, Fluffy, Kaisoo, Kid!exo, Yaoi
Exibições 384
Palavras 3.041
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eu to ficando triste...
Está em reta final e também preciso estudar pras provas
trabalhos
me focar...
não quero!
ALGUÉM ME DÁ FÉRIAS?!
Esse capítulo tá lindo.
Boa leitura.

Capítulo 11 - Um 10 em interpretação


Kyungsoo estava trabalhando em tempo integral. Jongin não tinha como servir e andar de muleta ao mesmo tempo, então Kyungsoo pediu a Minseok e Jongdae se poderia cobrir o moreno. O casal disse que não precisava cobrir ao adolescente, que eles não iriam demitir Jongin e nem descontar do salário, mas Kyungsoo insistiu e com isso o casal avisou que pagaria Kyungsoo como se ele fosse um funcionário em turnos diferentes. O baixinho ganharia dois salários.

Jongin estava na casa de seus pais há um mês e as crianças também. A senhora Kim não ligava muito para o filho quando se juntava com a senhora Do. As duas amigas ficavam dando completa atenção para as crianças e Jongin apenas achava engraçado.

Quando a noite chegava, a alegria de Jongin sumia um pouco. Estava acostumado a dividir a cama com Kyungsoo, mas isso não acontecia desde que tinha se machucado. Claro que Kyungsoo passava para visitá-lo todos os dias e aproveitava para ficar com as crianças. O que o moreno não sabia, era que Kyungsoo fazia isso no seu intervalo de turno da manhã ao da noite. Se soubesse, iria discutir com o mais velho.

O moreno estava sentado em seu quarto, fitando sua perna engessada e pensando se demoraria muito para voltar para casa. As crianças estavam com 5 meses – agora - e Jongin as admirava brincar no cercadinho que estava em seu quarto.

-Vocês sentem falta do Soo-appa? - Jongin perguntou e as crianças o fitaram. - Nini-appa está com muitas saudades do Soo. Será que ele está se alimentando bem? Dormindo bem? Por que não fica mais tempo com a gente quando vem nos ver? - choramingou.

-Jongin? - o moreno ouviu uma voz chamar atrás da porta e bater na mesma. - É a Sehyun. Posso entrar?

-Claro, noona! - Jongin respondeu e sorriu quando viu a amiga adentrar o local. - Que surpresa! Como veio parar aqui?

-Falei com meus pais que queria ver meu afilhado. - ela respondeu e se aproximou do cercadinho, pegando TaeOh no colo e o ouvindo chorar. - Calma neném, eu te carreguei por 9 meses, não precisa me estranhar.

-TaeOh e SunIn estranham muito. - Jongin explicou enquanto levantava com sua muleta e se curvava, para brincar com um chocalho. SunIn estava prestes a chorar quando viu o irmãozinho ser tirado do cercadinho e por isso o moreno a distraía.

-Soube que se machucou em uma apresentação de dança. Como está seu pé? - perguntou enquanto fazia caretas para TaeOh não voltar a chorar.

-Um saco. Não aguento mais ficar aqui, quero voltar pra casa.

-Mas você está em casa.

-Não. Minha casa é onde moro com o Soo. - Jongin insistiu.

-E como ele está? Por que ele não está aqui? É tão estranho ver vocês dois separados. - ela comentou e colocou TaeOh na cama, para pegar SunIn e brincar com as duas crianças.

-Ele está trabalhando. - Jongin respondeu após olhar o horário. Já era de noite. - E está morando na nossa casa, enquanto eu fico aqui. - explicou de forma amargurada.

-Tiveram uma briga de casal e ele te expulsou? - Sehyun zombou.

-Não. Desde que me machuquei, estou ficando aqui pra não dar mais trabalho a ele. Ele mesmo que disse que achava uma boa eu vir pra cá, então resolvi vir. - respondeu emburrado.

-Imagino como deve estar sendo pra você ficar sem transar com seu boy. - ela comentou como quem não queria nada.

-Transar com quem? Ficou maluca, Sehyun? - Jongin indagou com o rosto pegando fogo de vergonha.

-Com o Do, oras. Vai me dizer que nunca se pegaram? Que nunca se beijaram? - provocou e viu o moreno corar. - Já se beijaram então?

-Noonaaa! - Jongin resmungou.

-O que vocês dois estão esperando pra ficarem juntos hein? Que lenga lenga. Os appas de vocês são uns bobões. - ela falou brincando com as crianças.

Jongin ficou envergonhado e voltou a sentar na cama. As crianças gostaram de Sehyun. A garota ficou dando atenção as crianças e Jongin percebeu que ela seria uma boa mãe se quisesse. Sentia que tinha feito a coisa certa em deixá-la como madrinha do próprio filho.

-Ei, Kai. - ela chamou e ele a olhou. - Você sente saudades do Kyungsoo?

-Sim. - respondeu com sinceridade.

-Volte pra casa então. Aposto que o Kyungsoo não disse pra você vir pra cá com o intuito de dizer que você é um peso ou que dá trabalho. Ele, com certeza, disse isso preocupado com o seu bem estar. - ela falou e olhou o mais novo. - Pelo o que eu sei da vida de ambos, seu conforto estaria aqui e não na sua casa, entende? Mas se você sente tanta falta do Kyungsoo, apenas volte. Você não é um inútil e vai saber se virar quando ele sair pra trabalhar.

-Noona...

-Apenas volte pra casa. Kyungsoo deve estar se sentindo sozinho. - dito isso, ela deixou um beijinho na testa das crianças e bagunçou o cabelo de Jongin.

Sehyun saiu do quarto e deixou um Jongin pensativo. De fato ele estava bem melhor de quando se machucou. Sentia muita falta do seu precioso hyung e principalmente falta das carícias que trocavam quando estavam sozinhos. Não tinham como roubarem nem um selar do outro quando Kyungsoo fazia a visita rotineira.

-Será que... Eu realmente estou amando o hyung? - Jongin murmurou olhando seus filhos brincarem. Foi com esse pensamento, que o moreno decidiu que era hora de voltar para casa.

-x-

Kyungsoo chegou exausto. Era de madrugada, como sempre, e se jogou no sofá assim que adentrou a casa. Teria tempo para tirar um cochilo antes de começar seu trabalho no turno de Jongin. Preferia ficar trabalhando do que em casa. Era solitário demais não ouvir a risada das crianças e não ter o calor do seu Nini na hora de dormir.

-Hyung? - Jongin chamou. Kyungsoo abriu os olhos de maneira assustada e se deparou com um moreno sonolento se aproximando do sofá. - Só chegou agora?

-O que está fazendo aqui? E as crianças? - Kyungsoo perguntou preocupado e se levantando.

-Estão dormindo no berço. - o mais novo respondeu e se aproximou do seu hyung, o puxando para um abraço. - Eu senti saudades. Não quero ficar longe de você.

-Mas e sua perna, seu inconsequente? - Kyungsoo brandou, mas na verdade se sentia aquecido interiormente.

-Está bem melhor que antes. Eu estava com saudades e percebi que era melhor voltar pro nosso lar. - Jongin falou e se afastou do amigo, para olhá-lo e sorrir. - Eu vou ser um incômodo se ficar?

-Claro que não. Eu também estava com saudades. - Kyungsoo apressou-se a dizer.

-Então por que me mandou ir pra minha mãe?

-Porque o cuidado seria mais profissional do que aqui comigo. - o baixinho respondeu e o moreno sorriu. Sehyun estava certa.

-Não quero cuidado profissional, quero apenas meu hyung. - o maior declarou e sorriu abertamente.

-Você é mais dengoso que nossos filhos. - Kyungsoo provocou e ficou na ponta do pé. - Você também é meu crianção. - segredou e selou os lábios nos do moreno. Precisava sentir aquele carinho para ter energia.

-Não sou criança, hyung! - Jongin fez birra após se afastarem.

A verdade é que ambos estavam felizes de poderem compartilhar o mesmo lar novamente. Dormir sem o calor do outro os fazia se sentir em um eterno inverno, que eles não queriam mais sentir.

-x-

Os três meses de gesso do Kim mais novo passou rapidamente, assim como a correria do tempo trouxe a chegada dos 9 meses das crianças. Kyungsoo e Jongin voltaram a rotina de dividir o trabalho, assim como faziam com a criação das crianças. Quase não se viam direito, porque quando Kyungsoo chegava, Jongin estava saindo para a escola e quando Kyungsoo saía, Jongin estava se preparando para fazer deveres de casa ou estudar para provas.

Os dois meses que Jongin passou sem trabalhar foram conturbados. Assim que o mais novo soube da carga horária de Kyungsoo, discutiu com o mesmo. Brigaram feio e chegaram a se bater. Kyungsoo nunca pensou em trocar socos com Jongin, mas ouvir do mais novo que aquilo tinha sido uma traição de confiança entre ambos, estourou todos os nervos que vinha contendo ao longo do tempo.

Jongin estava preocupado com Kyungsoo e se sentia magoado por saber que o mais velho não lhe contaria nada sobre o trabalho, se ele não descobrisse. No momento em que recebeu um soco de seu hyung, revidou por instinto. Não se atacaram por muito tempo, porque era final de semana e iriam receber a visita dos amigos. Sehun e Chanyeol conseguiram separar os dois antes que se arrependessem de brigar.

Baekhyun e Luhan cuidaram de dar sermão nos amigos. Somente depois de algumas horas, Kyungsoo pediu desculpas a Jongin. Admitiu que tinha agido mais por culpa do seu estresse mental. O moreno o abraçou e se desculpou também, afinal, tinha falado palavras duras e ainda revidado os socos.

Os amigos dos dois não se surpreenderam com a briga de ambos e muito menos com a reconciliação. Os dois podiam achar que tinham explodido por aqueles motivos atuais, mas Chanyeol, Baekhyun, Luhan e Sehun sabiam que aquilo era apenas o que ambos acumularam desde que descobriram que seriam pais.

Desde o período que brigaram, Kyungsoo diminuiu sua carga horária e passou a dar mais atenção a sua pequena família. Jongin se sentia feliz por ver que seu hyung estava se esforçando menos. Não queria que nada de ruim acontecesse com o mais velho e de quebra, com a diminuição de horas no trabalho, Jongin tinha a oportunidade de passar mais tempo com Kyungsoo, mesmo que não tenham mais se tocado intimamente.

Com a chegada dos nove meses das crianças, fazia uns 3 meses que Jongin e Kyungsoo não trocavam nenhum carinho além de amizade. Não se beijavam mais e isso era reflexo da briga que tiveram. Ao se machucarem, perceberam que a dor foi mais intensa em si mesmo. Jongin teve a resposta para a pergunta que tanto se fazia e Kyungsoo apenas ganhava uma angústia maior. Por ambos terem consciência de seus sentimentos e medo de perderem a amizade um do outro, mantinham-se afastados e agiam apenas como dois garotos amigos.

Kyungsoo estava pensativo enquanto esperava a boate ser aberta, para que seu trabalho começasse. Se sentia cansado e já tinha espirrado algumas vezes. Esperava que não estivesse ficando gripado.

-Tá faltando vitamina C no seu organismo? - Jongdae questionou assim que viu o mais novo espirrando.

-Deve ser alergia a algum perfume. - Kyungsoo desconversou. - Ah! Por falar nisso, já são 21h né?

-Sim, por quê?

-Preciso ligar pro Jongin e lembrar a ele do remédio do TaeOh. - Kyungsoo respondeu e puxou o celular. Discou o número, já decorado, e foi atendido no terceiro toque. - Nini?

-Oi, hyung. Aconteceu alguma coisa? - a voz do moreno preencheu os ouvidos do alvo e o fez ficar com o coração acelerado.

-Não esquece de dar o remédio da gripe do TaeOh. Já vai dar a hora. - Kyungsoo avisou.

-Eu sei, estava indo pegá-lo agora. - e como se confirmasse o que dizia, o barulho de um armário se fechando foi ouvido.

-E como as crianças estão? - perguntou curioso.

-Estão sentadinhas no chão e brincando com as coisinhas deles. Estou aproveitando pra estudar, já que os dois estão quietos. - Jongin respondeu rindo.

-Então vou desligar. Vê se não esquece o remédio! - alertou e tinha certeza que o mais novo revirava os olhos. - Tchau. - e com isso desligou, antes mesmo que Jongin pudesse responder.

Após cinco minutos a boate abriu e o som alto preencheu o lugar. Kyungsoo sentiu dor de cabeça e suspirou pesadamente ao ver que não tinha mais seu remédio. Acreditava já estar acostumado com aquela barulheira toda, mas presenciava claramente uma negação ao que pensava.

Por volta das 23h, sentiu o corpo pesado e a dor de cabeça piorar. Subiu na escadinha para pegar uma das bebidas fechadas e sentiu uma falta de ar, junto com um frio repentino e então tudo se apagou.

-x-

Kyungsoo acordou ouvindo um choro conhecido. Jongin estava fazendo um drama para o que tinha acontecido, mas não parecia ser o único, já que Kyungsoo percebeu estar em um hospital.

-Hyung! - ouviu Jongin choramingar e logo sentiu sua mão ser segurada pela mão quente do mais novo. - Hyung... Eu te amo muito. Por favor, não me deixe. - Jongin pedia entre choro. Aquele "Eu te amo muito" tinha mexido com os sentimentos do mais baixo.

-Nunca vou te deixar. - sussurrou e viu o moreno se assustar ao levantar a cabeça de supetão. - Eu te amo, Nini. Não vou te deixar. Não precisa chorar ok? Vamos sempre estar juntos. - Kyungsoo tentou tranquilizar o mais novo, porém, apenas o viu chorar ainda mais.

-Hyung... Você me deu um susto. - o moreno confessou e viu o olhar do mais velho  pedindo desculpas. - Eu pensei que ia te perder e por isso eu vou falar, porque não quero me arrepender.

-Falar? Se arrepender do quê? - agora Kyungsoo se via mais confuso ainda. Viu Jongin ficar nervoso e respirar fundo várias vezes antes de tomar coragem de falar algo.

-Eu sou apaixonado por você, hyung. Eu preciso colocar isso pra fora, antes que seja tarde demais. Não precisa ser recíproco, só... Me deixa dizer que te amo e que sou apaixonado por você. A única coisa que te peço, hyung, é: nunca me deixe, por favor! - Jongin implorou e deixou que as lágrimas saíssem para expressar o que não conseguia explicar com palavras.

-Nini, por que chora tanto? - Kyungsoo sussurrou e recebeu um olhar de Jongin, que parecia dizer "acabei de me declarar pro meu melhor amigo hetero, estou com medo dele deixar de ser meu amigo." e acabou rindo. Não imaginou que pudesse ter seus sentimentos recíprocos e ainda acreditava estar sonhando ou delirando, porém, decidiu se confessar também. - Eu te amo Nini, espero que saiba interpretar isso bem.

-O que quer dizer com isso, hyung? - viu o rosto confuso do moreno e sorriu abertamente. Era aquele Jongin, que somente ele conhecia, que o fazia se apaixonar mais e mais.

-Suas notas em interpretação textutal realmente nunca foram as melhores, não é mesmo? - brincou e viu o mais novo fazer careta.  Kyungsoo pediu para que Jongin se aproximasse e riu internamente ao ver o medo do mais novo de apanhar. - Eu te amo, Nini. Espero que agora saiba interpretar melhor. - e após dizer, ele beijou seu dedo indicador e o levou até os lábios de Jongin.

O moreno foi preenchido com lembranças do dia em que Kyungsoo o ensinava interpretação e o explicou o que era um beijo por tabela. Jongin arregalou os olhos felinos e encarou as orbes de Kyungsoo. Sentiu seu coração acelerar e esperava que tivesse conseguido interpretar bem.

-Isso é uma confissão? - murmurou e viu o sorriso de coração nos lábios do mais velho.

-Você tirou um 10 na prova, Nini. - Kyungsoo respondeu e viu, aos poucos, o sorriso que tanto amava se mostrar no rosto da pessoa mais importante para si.

-Hyung, você tem certeza? Eu acabei de dizer que sou apaixonado por você, conseguiu entender isso? - Jongin perguntou afobado.

-Sim. Eu entendi muito bem. - Kyungsoo respondeu sorrindo.

-Então você está dizendo que também é apaixonado por mim? De verdade?

-Sim, Nini. Sou apaixonado por você há muito tempo.

-Mas como eu nunca reparei? Eu também sou apaixonado por você há tempos. - o moreno declarou.

-Eu não sei. Acho que fomos dois idiotas né? Porque todo mundo falava que a gente se gostava e... Bom...

-A gente costumava a se beijar... - Jongin completou a fala do mais velho e ambos coraram.

Uma confissão confusa - de ambas as partes - havia acontecido e deixado os dois completamente desnorteados. Estavam felizes que o sentimento era recíproco, porém, não sabiam como proceder. Estariam namorando? Se envolveriam de fato em um relacionamento? Deixariam que todos descobrissem o que sentiam? Para muitos, tudo poderia ser simples, mas para eles era complicado. Temiam se envolverem amorosamente um com o outro e perderem a amizade que tanto prezavam.

-E-e-e as crianças? - Kyungsoo acabou por perguntar, mesmo gaguejando.

-Estão lá fora com o Minseok-hyung. - Jongin respondeu. - Hyung... Quando você vai ter alta?

-Não sei. Vou chamar a enfermeira logo. - dito isso, Kyungsoo apertou um botão e logo uma enfermeira apareceu.

Depois de dizer que queria ir para casa, a moça foi chamar o médico. O doutor apareceu e liberou Kyungsoo, lhe entregando um papel com a receita e recomendação de que ficasse dois dias em casa, de repouso.

Jongin ajudou Kyungsoo a levantar da cama e por mais que fosse algo necessário, ambos coraram. Saíram do quarto, após agradecerem ao médico, e seguiram para a saída. Encontraram Minseok zelando pelo sono dos dois bebês no carrinho.

-Hyung? - Jongin chamou e Minseok levantou o olhar, encontrando Kyungsoo apoiado em Jongin.

-Omo! Kyungsoo já teve alta? - perguntou indo até os dois.

-Sim. Desculpe, hyung, mas eu vou ter que ficar em casa durante dois dias...

-Mas é claro que tem que ficar! Eu jamais deixaria você voltar ao trabalho nesse estado. Olhe pra si mesmo, Kyungsoo, está sendo apoiado pelo Kai. - Minseok apontou e viu os dois corarem. - Kai, aproveite pra tomar conta dele nesses dois dias. Ambos só apareçam no trabalho na segunda.

-Mas...

-Não protestem. Agora vamos, vou deixá-los em casa.

-Não precisa se incomodar, hyung. - Jongin apressou-se a dizer.

-Não é incômodo. Como vocês dois pretendem ir de ônibus nesse estado? Como você acha que vai conseguir apoiar ao D.O e segurar o carrinho das crianças? Apenas aceitem e vamos. - dito isso, o mais velho se afastou com o carrinho.

Kyungsoo e Jongin suspiraram cansados. O moreno, percebendo que seu precioso hyung não conseguia andar muito, se abaixou na frente do mesmo e o mandou subir em suas costas. Mesmo com vergonha, Kyungsoo aceitou sem reclamar. 


Notas Finais


E A FIC COMEÇA A PARTIR DO PRÓLOGO!
KYUNGSOO CONSEGUIU FAZER JONGIN VIRAR UM BOM ALUNO DE INTERPRETAÇÃO HEIN?
Sehyun... gosto muito dela.
Sobre o Kyungsoo e o Jongin terem se socado: Eles são garotos, acima de tudo, e acumularam muitas coisas. Eles precisavam extravasar. Eu sou uma menina e tenho vontade de sair batendo na minha amiga, mas não faço isso, pq não precisamos de tanto. Acontece que eles moram juntos, estão sofrendo juntos, vivendo uma vida juntos... Muitas coisas. Não foi pq um se ama mais que o outro, é pq eles só precisavam extravasar mesmo. Eles ainda são adolescentes, acima de tudo. Espero que tenham entendido e não os critiquem.
Vou corrigir o próximo e já posto.
beijocas de tapioca doce.


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