História Inconsequência - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Xiumin
Tags Aikimsoo, Exo, Exo M, Exo-k, Fluffy, Kaisoo, Kid!exo, Yaoi
Exibições 397
Palavras 1.725
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olha, eu quase enfartei.
Essa capítulo tinha sumido, quase passei mal!
Graças a Choi, consegui me acalmar e achei.
Eu não aguento mais fazer dever de morfologia....
Boa leitura.

Capítulo 13 - Crianças por um dia


No meio das brincadeiras, Jongdae e Minseok chegaram com um garotinho em seu colo. Todos pararam o que faziam, para fitar o casal que tinha chegado. Somente Chanyeol e Baekhyun sabiam o que tinha acontecido, porém, não contaram a ninguém.

-Boa noite, pessoal! – Jongdae foi o primeiro a falar.

-Boa noite. – todos responderam juntos.

-E como estão os lindos aniversariantes? Os presentes estão no carro. – Minseok falou sorridente. Nenhum dos presentes estavam com as crianças, porque Kyungsoo e Jongin pediram para entregarem no final da festa, se não TaeOh e SunIn não iriam largar os brinquedos.

-Obrigado, não precisavam se incomodar. – Kyungsoo agradeceu e se levantou, com Jongin ao seu lado, para curvarem-se em agradecimento.

-Claro que precisávamos! TaeOh e SunIn são duas gracinhas. – Jongdae elogiou e puxou a cadeira para que Minseok sentasse com a criança. – Agora que estamos todos reunidos, Minnie e eu temos algo para contar.

-Isso tem a ver com a criança? – Luhan, que estava ao lado de Jongdae, perguntou olhando os dois mais velhos.

-Sim. É uma longa história, por isso chegamos mais cedo. – Minseok disse. – Acontece que eu tinha uma irmã por parte de pai. Ela era mais velha e nós não nos dávamos muito bem. Ela se casou com um japonês e foi morar com ele lá no Japão, porém, eles sofrerem um acidente de carro e morreram. Meu pai já não é mais vivo e os parentes do meu cunhado não queriam pegar a guarda da criança, o único parente direto seria eu. – contou e todos estavam chocados. – O Dae e eu conversamos muito, então decidimos pegar a guarda do Koji. Nós temos uma situação financeira boa e uma vida estabilizada. Eu podia não ter nenhum relacionamento bom com minha irmã, mas daí ignorar uma vida inocente?

-As papeladas estão quase completas. O Koji está conosco há uns 4 dias e é um amor de criança. Está assustado, porque falamos um idioma diferente do dele, mas aos poucos estamos o deixando mais confortável. – Jongdae completava e fazia carinho na criança, que sorriu para ele. – Koji é um amor de bebê. Não dá trabalho e é muito fofo. Mesmo se desse trabalho, eu não iria querer ficar longe dessa criança gostosa. Eu já estou muito apegado a esse neném.

-Estamos vendo. – Sehun comentou rindo. – Está parecendo um pai babão.

-Falou o garoto que chegou carregando o irmão e se preocupa igual um pai. – Chanyeol provocou e todos riram.

-Se precisarem de alguma coisa, hyungs, a gente pode ajudar. Soo e eu estamos dominando a arte de cuidar de crianças. O Koji é novinho né? Deve ter a mesma idade dos meus bebês, se precisarem de qualquer coisa, é só falar. – Jongin declarou e viu o sorriso dos mais velhos.

-Vocês são uns meninos de ouro. – Minseok elogiou e os dois ficaram corados. – Desculpa a pergunta indiscreta que farei, mas... vocês nunca se arrependeram de terem aceitado a paternidade?

Jongin e Kyungsoo arregalaram os olhos. Estavam surpresos com a pergunta, mas não ficaram irritados ou algo parecido. Era normal que perguntassem algo do gênero, visto que, ambos tiveram que abrir mão dos sonhos e de todas as mordomias para cuidar das crianças. Ainda não tinham nem 20 anos e já viviam uma realidade muito adulta. Kyungsoo olhou para Jongin, que olhava para as crianças. Fitou suas duas preciosidades no colo de seus amigos e sorriu.

-Não tem do que se arrepender. Se eu tivesse escolha, faria tudo de novo. – Kyungsoo respondeu com um sorriso sincero.

-As crianças foram uma bênção em nossas vidas. Graças a elas, pude amadurecer e o Soo também. Nós superamos limites que todos diziam ser impossível, somente por sermos novos demais. – Jongin falou e segurou a mão de Kyungsoo, levando até seus lábios e a beijando, para logo olhar os amigos novamente. – E se não fosse por elas, eu não teria entendido meus sentimentos pela pessoa mais especial pra mim. Se não fosse por essa duplinha levada, eu não estaria com uma felicidade plena. Tenho 17 anos, terminei a escola há algumas semanas, sou pai de duas crianças, trabalho bastante, cuido das mesmas e ainda tenho a pessoa que eu amo do meu lado. Meu melhor amigo, a pessoa que passou pelas mesmas coisas que eu, sempre vai estar me esperando pra me dar um beijo antes de sair pra trabalhar. Eu sou feliz, mesmo que tudo tenha acontecido pra que eu não fosse. Como o Soo disse, se tivéssemos que ter uma oportunidade de mudar o passado, eu não mudaria nada.

-Vocês cresceram bastante. – Luhan observou e sorria com orgulho.

Todos ali sabiam que Kyungsoo e Jongin nunca foram imaturos, apenas tinham seus momentos de se entregarem a diversão, por serem jovens. Aquilo era totalmente normal. Todos os amigos sentiam orgulho dos dois por terem seguido com a vida e não terem fraquejado em momento algum. Kyungsoo e Jongin eram um exemplo de pessoas maravilhosas.

-Crianças, vocês não querem levar esses pequenos pra brincarem? Olha a carinha deles de inconformados! – a senhora Kim chegou e todos riram.

-Vamos levá-los. – Kyungsoo concordou e todos levantaram.

Os gêmeos foram no colo de Baekhyun e Chanyeol. Hansu foi no colo de Luhan, porque estava inconformado com o cunhado dando atenção para uma garotinha estranha. SunIn foi no colo de Kyungsoo e TaeOh no de Jongin. Koji estava no colo de Jongdae, porque Minseok sentiu um pouco de dor no braço por carregar o menino no colo o tempo todo. Assim que chegaram ao espaço destinado às crianças, colocaram os menores no chão e logo trataram de correr.

TaeOh, SunIn e Koji não sabiam andar com tanta precisão quanto Jongmin, SeoHyun e Hansu, então Kyungsoo, Jongin e Jongdae entraram no brinquedo para tomarem conta dos pequenos. Com o decorrer da diversão, Sehun entrou – por estar preocupado com Hansu correndo de um lado para o outro – e Luhan ficou filmando a brincadeira. Baekhyun e Chanyeol tiravam fotos dos gêmeos. Minseok acabou entrando no brinquedo também e se divertindo. Os convidados chegavam, porém os “anfitriões” estavam pouco se importando.

Somente quando os senhores Do e Kim chegaram chamando os filhos e os netos para tirarem fotos, que todos saíram do brinquedo. Os convidados foram comer e o casal foi tirar foto com os filhos. Tiveram que ser ajeitados por suas mães, porque estavam suando e totalmente descabelados. Nem se importaram com a bronca que levaram, estavam mais felizes em ter brincado com seus filhos e com as outras crianças. Era legal se divertir.

Após tirarem fotos, tiveram que fazer sala. Cumprimentavam os convidados de seus pais, alguns colegas de trabalho e estavam enjoados de tanto sorrir e segurar as crianças no colo. O que mais ouviam eram os parentes surpresos por eles terem tido filhos tão novos. Adoravam a expressão de surpresa nos rostos alheios, quando diziam que as crianças tinham madrinhas apenas, porque os pais eram eles. Mas era impagável olhar a face dos mais velhos quando diziam que estavam namorando.

-Namorado?! – uma tia de Jongin berrou. – Mas... Mas...

-O que foi tia? – Jongin perguntou sorrindo.

-Eu já estava prestes a procurar pretendentes pra você...

-Foi muita gentileza da parte da senhora, mas o Nini não está interessado em conhecer ninguém. – Kyungsoo apressou-se a dizer e sorria forçadamente. Se recusava a deixar que tentassem tirar seu namorado de si.

-Mas meu querido, vocês são homens. O que as crianças vão pensar quando chegarem na escola e verem que não tem mãe? – a mulher insistiu.

-Vão pensar que são muito sortudas por ter dois pais. – uma voz feminina se fez presente e assim que olharam, viram Sehyun sorrindo. – Como vai o afilhado da titia? – ela perguntou pegando TaeOh dos braços de Jongin, que respirou aliviado por poder relaxar os braços.

-Mas eles seriam mais felizes se tivessem pai e mãe. – a mulher argumentou.

-Não vejo motivos pra isso. Os dois agem como pai e mãe, as crianças são bem sortudas. – Sehyun rebateu.

-Mas SunIn vai precisar de uma presença feminina na vida dela. Quem vai explicar sobre ser mocinha, vai ouvir seus questionamentos de menina, ser sua confidente? – a mulher questionou e Sehyun revirou os olhos.

-Ela tem as avós e a mim. Fico muito grata por suas preocupações. – Sehyun falou de forma debochada.

-Quem é você, afinal de contas? – a tia de Jongin perguntou.

-Eu sou a mã... Madrinha do TaeOh. – Sehyun se corrigiu e sorriu. – Jongin, Kyungsoo, senhor Park, Byun, Kim, Oh e Lu estão atrás de vocês para falar sobre o trabalho.

-Oh sim! – Kyungsoo sorriu, tentando segurar a risada. Sehyun tinha feito seus amigos parecerem pessoas importantes. – Foi muito agradável conversar com a senhora, agora precisamos pedir licença. – Kyungsoo se curvou e segurou a mão de Jongin, puxando o moreno consigo para longe da mulher.

Mal escaparam da tia de Jongin – enquanto deixavam TaeOh com Sehyun – e foram barrados por outros parentes. Preferiam estar brincando com as crianças no playground do que ficar fazendo sala para os adultos. Em um momento de conversas, Kyungsoo viu Sehyun chamá-lo para pegar TaeOh. Deu SunIn para Jongin – suspirando aliviado por relaxar os braços – e se inclinou para deixar um selinho no moreno. Jongin foi pego de surpresa, porque Kyungsoo e ele tinham brigado algumas horas atrás justamente por falta de contato em público.

-Já volto. – o baixinho sussurrou e se afastou, deixando um Jongin estático para trás.

A festa ocorreu sem mais problemas e logo estavam cantando parabéns, porque SunIn e TaeOh estavam ficando sonolentos. Após o bolo ser partido, muitos convidados começaram a ir embora, como era normal de acontecer em qualquer festa. Quando se viram somente na presença dos amigos e dos pais, Kyungsoo e Jongin se permitiram se divertir.

O playgraund foi tomado por Kyungsoo, Jongin, Baekhyun, Chanyeol, Luhan, Sehun, Minseok, Jongdae, Koji, Jongmin, Seohyun, SunIn, Taeoh e Hansu. As crianças brincavam com os adultos e eram risadas para todos os lados. O momento era tão bonito, que os pais de Kyungsoo pediram para o câmera filmar aquela alegria toda. Queriam que aquele momento fosse para o DVD da festa, pois assim, SunIn e TaeOh sempre iriam sorrir ao verem a felicidade de seus pais em cuidarem de si. Os senhores Do e Kim estavam muito orgulhosos de seus filhos. Eles nunca fraquejaram e seguiram em frente, da melhor forma possível. Estavam criando as duas crianças muito bem. Era o primeiro aniversário de muito das kids.


Notas Finais


Ahhh esse capítulo é um dos meus favoritos.
Eles brincando com as crianças
se permitindo serem felizes.
E o melhor de tudo, é que eles não se arrependem de terem assumido a paternidade. Eu fico tão feliz.
Sehyun, melhor mã... madrinha. Senti peninha dela nessa hora, mas...
Beijocas de tapioca doce.


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