História Inconsequência - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Xiumin
Tags Aikimsoo, Exo, Exo M, Exo-k, Fluffy, Kaisoo, Kid!exo, Yaoi
Exibições 385
Palavras 2.759
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Chegando com mais um capítulo fresquinho pra vocês.
Boa leitura.

Capítulo 9 - Sinfônia estridente de choro


Kyungsoo estava se formado na escola e no meio da entrega de diplomas, uma colega de classe começou a gritar. Sehyun entrou em trabalho de parto. Todos ficaram desesperados, principalmente Jongin que tentava acalmar a menina.

Largando o canudo de formatura na mão do professor, Kyungsoo correu para perto do melhor amigo, enquanto chamava uma ambulância pelo celular. Os pais do pequeno Do e do menino Kim estavam estáticos. Seus filhos nasceram com hora marcada, então nunca tiveram que agir de repente.

-AHHHHHHH! - Sehyun gritava e segurava firmemente a mão de Jongin.

-Noona, respira fundo. TaeOh, por favor, aguenta um pouco. - Jongin pedia desesperado. Não era sua formatura e tinha ido apenas para prestigiar o hyung.

-A ambulância chegou. - Kyungsoo alertou ao ver os paramédicos adentrando o salão.

Tiveram que se afastar, para que os médicos pudessem colocar Sehyun na maca. Enquanto corriam, somente uma pessoa poderia ir na ambulância com a menina e Jongin foi quem decidiu ir. Kyungsoo tirou a beca de forma apressada e jogou nos braços dos pais.

-Kyungsoo, aonde você vai?! É sua formatura! - o senhor Do gritava, mas Kyungsoo já corria para fora do salão.

-Vamos atrás dele. - Chanyeol falou e assim começou a correr atrás de Kyungsoo junto com Baekhyun, Luhan e Sehun.

Os Do e os Kim ainda estavam em choque com todo o alvoroço, mas assim que se recuperaram, resolveram reagir e ir até o carro. Kyungsoo entrou em um táxi sozinho, antes mesmo que os amigos o alcançassem. Ele sabia que Jongin estava assustado com tudo, ele também estava, mas precisava ser forte. Por sorte não tinha trânsito e o hospital era perto, então não precisou pagar uma nota ao motorista.

Desceu do carro às pressas e saiu correndo para a direção da secretaria. Informou quem era e atrás de quem estava. A recepcionista mandou que fosse em direção à sala de espera. Kyungsoo não hesitou e saiu correndo, mas não antes de agradecer. Mal tinha entrado no espaço destinado e encontrou Jongin andando de um lado para o outro.

-Nini... - chamou enquanto corria até o amigo.

Jongin olhou para Kyungsoo e abriu os braços. O mais velho foi envolvido nos braços do mais novo, para logo começar a fazer carinho nas costas morenas e sussurrar palavras tranquilizadoras. Jongin estava tremendamente assustado, porque era para TaeOh nascer dia 10 de dezembro, igual a filha de Kyungsoo, não para nascer dia 5.

-Achei vocês! - Sehun exclamou ao chegar na sala de espera. - Caraca... - deu uma pausa ofegante. - Kyungsoo, você podia ter esperado!

E como se Sehun não estivesse ali, Kyungsoo o ignorou completamente e ficou fazendo carinho nas costas do melhor amigo, que se encontrava tremendamente assustado. Jongin temia que algo acontecesse a Sehyun e seu precioso TaeOh. Estava tão assustado.

-Não vai acontecer nada, okay? TaeOh só foi apressado. - Kyungsoo sussurrava enquanto puxava Jongin consigo para perto do sofá. - Ele ficou emocionado em ver a mamãe se formando e quis sair pra dar um abraço nela. - falou se sentando no sofá e puxando Jongin para sentar em seu colo.

Havia espaço de sobra para Jongin sentar na cadeira, mas Kyungsoo queria embalá-lo nos braços e niná-lo como um bebê. Jongin não contestava, porque estar perto de seu hyung era a única coisa que não o permitia desabar. Ficou sentado no colo de Kyungsoo, enquanto o baixinho afagava seus cabelos e suas costas.

-Ah! Achamos vocês! - ouviram a voz da senhora Kim.

-Kyungsoo, foi imprudente da sua parte vir sozinho! - seu pai esbravejou.

-Vocês estavam tudo congelados, alguém precisava reagir. - Kyungsoo se defendeu.

-Alguma notícia do parto? - a senhora Do indagou.

-Nenhuma ainda, tia. - Baekhyun respondeu.

-Isso é muito estranho... TaeOh estava marcado pra vir junto com SunIn. - senhora Kim murmurava.

-Isso acontece. Você sabe que crianças são imprevisíveis. - a senhora Do tentava confortar a amiga.

-Jongin, sai dai. Você não é criança. - o senhor Kim pedia, mas Jongin só se agarrava mais ao hyung.

-Tio, ele está muito assustado. É melhor deixá-lo. Não está me incomodando.

-Você mima ele demais, Kyungsoo. Ele é todo manhoso desse jeito, porque você e a mãe dele o mimam. - o senhor Kim retrucou e Jongin formou um bico nos lábios.

Jongin estava de cabeça baixa e com o rosto bem próximo de Kyungsoo. O senhor Kim não tinha acesso a birra do filho e por isso nem continuou a reclamar, apenas deu as costas para o filho e foi tentar tranquilizar a esposa. Estavam todos tentando acalmar a senhora Kim, por isso ninguém viu o que aconteceu.

Com o bico nos lábios e o rosto bem próximo do baixinho, Kyungsoo era o único que conseguia ver como a manha de Jongin acontecia. Enquanto acariciava os fios sedosos do moreno, Kyungsoo levantou o rosto e roubou um selinho de Jongin, que o olhou surpreso.

-Vai ficar tudo bem. - Kyungsoo sussurrou e Jongin abriu um pequeno sorriso, para logo começar a se aconchegar mais em seu hyung.

Desde o que tinha acontecido no dia da mudança, os dois procuravam não trocarem toques íntimos, mas haviam momentos que a carência batia e eles a saciavam com o outro. Bastava um selar, um carinho ou um abraço, para que ambos já se sentissem bem. Nunca quiseram aprofundar nada, para não piorar a situação em que estavam.

Justamente por evitarem trocar esses tipos de carinho que Jongin tinha se surpreendido com a atitude de seu hyung,   mesmo que tivesse gostado. Geralmente era Jongin a ter carência e ir atrás de atenção, Kyungsoo apenas retribuía. Eram raras as ocasiões que Kyungsoo quem ia atrás de afeto.

Ficaram ali, isolados de todos e no próprio mundo deles, esperando para receberem alguma notícia.

-x-

-Duas horas depois-

  

Jongin olhava seu filho através do vidro do berçário. Estava com as duas mãos no vidro e praticamente colava o rosto na parede transparente. Kyungsoo não se encontrava diferente, estava quase se fundindo com a vidraçaria.

-Ele é lindo! - Jongin falou com um enorme sorriso no rosto.

-É muito pequenininho! - Kyungsoo comentou olhando atentamente.

-Quando iremos poder ver ele de perto? - Luhan perguntou curioso.

-Acredito que só amanhã. Ele está muito frágil, acabou de nascer. - sra. Do respondeu.

-Poxa... Quero muito pegar meu afilhado no colo. - Chanyeol resmungou.

-Seu afilhado? O melhor amigo do Kai sou eu! - Sehun resolveu mostrar seu território.

-E daí? - Chanyeol indagou e uma discussão entre os quatro amigos se iniciou, porque todos queriam ser padrinhos.

Kyungsoo e Jongin ignoravam arduamente o falatório. Estavam tão felizes por tudo ter ocorrido bem. Sehyun estava dormindo tranquilamente e TaeOh também. Os dois não correram risco de vida nem nada. O nascimento de TaeOh tinha sido realmente inesperado, mas não trouxera problemas para ninguém.

Já era de madrugada quando os pais de Sehun, Chanyeol, Luhan e Baekhyun ligaram os mandando ir embora. O senhor Do ofereceu carona para os que moravam em direção a sua casa e o senhor Kim fez o mesmo. As mulheres não queriam ir, mas foram lembradas do evento importante que teriam no dia seguinte e tiveram que ceder.

Após ficarem sozinhos, Kyungsoo e Jongin sentaram nas cadeiras que tinham perto do berçário, porque não queriam tirar os olhos de TaeOh. Estavam tão cansados, que os olhos começaram a se fechar sozinhos.

-Soo? - Jongin chamou extremamente sonolento.

-Hum...

-Obrigado por tudo. - o moreno sussurrou de olhos fechados. - Eu sei como era importante pra você ter que fazer o juramento na formatura...

-Vá dormir, Nini. O juramento só eram palavras escritas, você e TaeOh foram muito mais importantes pra mim. Agora vamos dormir. - o baixinho mandou e os dois nem precisaram de um incentivo maior, logo estavam com os olhos fechados e rumando para o mundo dos sonhos.

-x-

-Noona, o que custa amamentar? - Jongin questionava enquanto segurava TaeOh em seus braços. A criança estava chorando de fome.

-Eu já disse que não. Meu peito vai cair. - ela respondeu enquanto a enfermeira sugava o leite de seu seio com uma injeção.

-Que peito? Para de graça, Sehyun. - Kyungsoo provocou. Tinha intimidade o suficiente para falar daquela forma.

-O peito que você nunca vai ter o prazer de tocar, tampinha. - ela retrucou dando a língua para o amigo.

-Shiii. - Jongin começou a se balançar ansioso. - Enfermeira, ainda falta muito?

-Não. Aqui está a mamadeira. - a mulher respondeu, estendendo uma mamadeira para Jongin.

-Pronto! Aqui campeão, vamos matar essa fome e acalmar esse pulmão. - Jongin falou se sentando e colocando o bico da mamadeira na boquinha da criança.

-Fico feliz que ele tenha puxado mais a você, Kai. Seria chato ele se parecer muito comigo, quando quem vai ficar com ele é você.

-Você não vai querer nenhuma participação na vida dele? - Kyungsoo perguntou e já sabia a resposta, porque era a mesma coisa que Jaehee vivia fazendo.

-Oppa, eu não estou preparada pra ser mãe. Não adianta eu querer fazer presença na vida do TaeOh, se eu não vou me entregar totalmente. Ainda tem meus pais e o meu noivo. Se souberem que tive uma criança, o contrato de casamento vai pro inferno e minha vida também. - ela explicou e Kyungsoo suspirou derrotado.

-Mas eu vou falar de você pra ele, noona. Se um dia quiser vir encontrá-lo como mãe, ele vai saber quem é você. - Jongin avisou e levantou o rosto para sorrir. - Você deu o maior e melhor presente da minha vida, serei sempre muito grato por isso.

-Para de falar essa coisas, garoto. - Sehyun resmungou e olhou para o teto, tentando conter as lágrimas. - TaeOh vai ter ótimos appas. Vocês são um exemplo de superação. Eu os admiro muito. Espero um dia poder vir visitá-los e quando eu fizer isso, vou querer ver TaeOh e SunIn bem gordinhos. Vocês não podem esquecer de alimentar as crianças. - ela avisou e olhou para os dois, deixando que uma lágrima escorresse. - E se vocês resolverem casar, volto da China rapidinho! Vou querer ser madrinha.

-Noona! - Jongin resmungou e Kyungsoo gargalhou. Sabia das brincadeiras da amiga.

-Você vai ter alta quando, Sehyun? - Kyungsoo perguntou.

-Amanhã. TaeOh também vai ter alta amanhã. Por quê?

-Vamos registrá-lo e queremos que você vá junto. - respondeu. - Sei que Jongin será um pai solteiro e que você nem colocará seu nome como a mãe, mas queremos que você seja a madrinha.

-O quê? - ela perguntou arregalando os olhos.

-É isso mesmo, noona. Você vai ser a madrinha do TaeOh e o Soo o padrinho, assim, o Soo vira o segundo appa do TaeOh e você a segunda omma, mesmo que seja a primeira omma também. - Jongin falou rindo e depositando a mamadeira ao lado do sofá, para ficar de pé e esperar TaeOh arrotar. - Porque desse jeito, se você sentir vontade de ficar muito presente na vida do nosso menino, você pode falar para seus pais e seu marido que quer paparicar seu afilhado. Ninguém vai poder questionar e nem irão desconfiar, já que TaeOh é uma cópia de mim. - explicou sorrindo.

Kyungsoo caminhou até Jongin e começou a fazer carinho nas costas do recém-nascido. Enquanto os dois ficavam admirando a pequena criança, Sehyun observava a cena de forma embaçada. Estava chorando e nem fazia esforço para se conter. Aqueles dois garotos estavam mais maduros do que nunca e as palavras deles atingiram o coração dela. Sehyun não queria abrir mão de TaeOh totalmente, então sempre se perguntou como iria conseguir se aproximar da criança futuramente e se teria permissão para isso. Não queria assumir o posto de mãe, afinal, TaeOh seria um filho ilegítimo para sua família, mas mesmo assim ainda era seu primogênito e gostaria de poder dar presente a ele de vez enquando.

A ideia que Kyungsoo e Jongin tiveram, era a resposta para a pergunta de Sehyun. Num futuro, quando estivesse estabilizada, poderia encontrar TaeOh como seu afilhado e ninguém na sua família iria questionar isso. Seria eternamente grata pelos dois por não a condenarem por sua covardia. Sabia que não podia desejar pais melhores para TaeOh e por isso torcia, internamente, para que Kyungsoo e Jongin percebessem o quanto eram apaixonados um pelo outro, porque somente assim, seu precioso primogênito nunca teria uma madrasta, somente dois pais e uma madrinha.

-x-

Depois do nascimento de TaeOh, da saída do hospital e do registro, chegou o nascimento de SunIn. Jaehee não teve mais problemas e nem complicações. Kyungsoo a fez ser madrinha de SunIn e Jongin o padrinho. Chanyeol, Baekhyun, Luhan e Sehun reclamaram, mas depois que entenderam a situação, se autoproclamaram padrinhos das crianças e por isso viviam enchendo os recém-nascidos de presentinhos.

Chanyeol, Baekhyun e Luhan passaram na faculdade que queriam e Kyungsoo ficou muito feliz pelos amigos, mas não conseguia parar de pensar que ele poderia estar feliz por si mesmo também, senão tivesse sido tão imprudente 9 meses antes. Estava no quarto, cuidando do sono de SunIn e TaeOh, enquanto Jongin tomava banho.

Estava inevitável pensar em sua vida. No que ela tinha se transformado. Estava de férias, igual a Jongin, por um mês para cuidar dos recém-nascidos. Não podia ter desejado patrões melhores que Minseok e Jongdae. Os dois também enchiam os nenéns de presentes, principalmente fraldas, o que deixava os pais de primeira viagem muito agradecidos.

Quando seus amigos começassem o primeiro dia de aula na Universidade, iria voltar para o trabalho, com horários diferentes. Trabalharia a noite e Jongin de tarde. Estaria trabalhando para poder sustentar a família que tão precocemente tinha formado.

Deixou que uma lágrima rolasse pelo seu rosto e tratou de limpá-la, fungando logo em seguida. Pensou que já tinha superado a fase de abrir mão de tudo, mas estava passando por um momento que o mostrava o contrário. Nunca pensou que saber da admissão dos seus amigos na faculdade o faria ficar tão para baixo, mesmo que estivesse orgulhoso deles.

Estava tão distraído em seus pensamentos depressivos, que não viu Jongin parado na porta do quarto. O moreno tinha visto quando seu hyung tinha limpando uma lágrima e ainda fungava. Seu coração se apertou ao ver aquilo. Sabia o quanto a aprovação dos hyungs afetaria Kyungsoo. Foi então que resolveu tomar uma iniciativa.

Jongin sabia que não seria muita coisa, mas por ora era o suficiente. Se aproximou de Kyungsoo, que estava deitado na cama e apoiado no braço para olhar as crianças, e o puxou para trás. Não foi muito delicado, mas também não foi muito bruto. Quando Kyungsoo ficou deitado de barriga para cima, Jongin apressou-se a tomar os lábios do mais velho nos seus.

Kyungsoo foi pego de surpresa, mas logo segurou os fios de Jongin e o puxou para si. O ósculo era afoito e profundo. Jongin queria fazer Kyungsoo esquecer de tudo. Os dois estavam completamente imersos no beijo e nas sensações que o toque proporcionava. Várias borboletas no estômago, corpo quente e uma nova onda de energia sendo compartilhada, era tudo o que os dois sentiam.

Faltava pouco para que se separassem por falta de ar, mas acabaram findando o ósculo antes do tempo. SunIn começou a chorar e logo TaeOh também.

-Caraca, ainda fico surdo! - Jongin comentou brincalhão e ainda por cima de seu hyung. Encarava a bagunça que Kyungsoo estava abaixo de si e só sentia vontade de tocá-lo ainda mais.

-As crianças têm um pulmão bom mesmo. - Kyungsoo concordou rindo e fitando os lábios vermelhos e os cabelos bagunçados de Jongin.

Não era comum terem um beijo daquele jeito, ainda mais porque demoravam bastante para se beijarem, e por isso os dois se fitavam arduamente. Com o aumento de choro da dupla de crianças, os dois levantaram. Kyungsoo seguiu até a cozinha, na intenção de fazer leite para as crianças. Era muito grato por Sehyun lhes mandar o leite próprio para recém-nascidos, porque era muito caro e não seriam capazes de arcar com os gastos.

-Soo, anda logo! Eu estou ficando surdo! - Kyungsoo ouviu Jongin gritar do quarto e riu.

-Se acostuma! - gritou de volta e acendeu o fogo para esquentar o leite.

Ainda estava mal com as coisas da faculdade, mas não podia negar que se sentia melhor. O beijo que Jongin lhe dera fora como uma injeção de energia. Se estivesse sozinho, desabaria, mas com seu melhor amigo, conseguia dar risada até mesmo de uma sinfonia estridente de choro.                         


Notas Finais


Eu super adoro o momento que o Jongin tá no colo do Soo e o Soo rouba um selinho dele discretamente
Sério, não sei explicar.
TaeOh e SunIn nasceram
Kyungsoo ficou feliz e mal pelos amigos passarem na faculdade...
Queria saber o que estão achando, de todas as emoções que estão sendo retratadas.
Beijocas de tapioca doce.


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