História Inconstant star - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Jaehyun, Taeyong, Ten
Tags Jaehyun, Kpop, Lemon, Nct 127, Nct U, Taeyong, Yaoi
Exibições 108
Palavras 2.236
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Primeiramente: demorei a postar porque esse capitulo não estava no cronograma da fic, mas eu tinha que postar!
Segundamente: não sou pervertida.
Terceiramente: mentira, sou sim.

Capítulo 5 - Oh, daddy!


Fanfic / Fanfiction Inconstant star - Capítulo 5 - Oh, daddy!

[Flashback on]

Pouco tempo depois de Jaehyun ir embora ouço uma batida na porta. Quer com todas as minhas forças que seja Jaehyun.

-Entra.  

Ten entra no quarto com o rosto avermelhado.

-Por que bateu para entrar no seu próprio quarto? – pergunto.

Ten tira a camisa e joga dentro de seu armário. Nunca reparei em Ten, e não seria agora que iria começar, mas ele de fato tem um belo físico e imagino quantas garotas queriam esse corpo para si, mas a praia de Ten sempre foi outra.

-Não quis atrapalhar o que quer que estivesse acontecendo aqui. – ele olha sugestivamente para os lençóis bagunçados da minha cama.

-Ele já foi embora há um tempo, então você não atrapalharia nada.

Não compreendo a expressão de Ten, é como se eu tivesse dito algo terrível, algo que ele não quisesse acreditar.

-Então vocês...

Não respondo, apenas brinco com a ponta do lençol e penso na temperatura do corpo de Jaehyun contra o meu.

-Porra Taeyong não acredito que você fez isso! – ele explode.

-Desculpa, mas não acho que isso seja da sua conta. – digo com raiva.

-Você era virgem cara! E conheceu esse louco quando? Ontem? Isso é rápido pra caralho!

-Olha quem fala... – acuso.

-É rápido até pra mim! – ele se senta do meu lado. – Não quero te deixar chateado, mas poxa, você merece coisa melhor Ty. Ele estava em cima de você, te enforcando!

-Você não entenderia. Está sendo tudo mais rápido do que eu planejava, mas eu não posso controlar!

-Eu te entendo, só, por favor, tome cuidado e não romantize nada abusivo. – ele me olha com carinho que nunca havia percebido nos seus olhos. – Você é importante.

E com um carinho no meu rosto se levanta e pega a toalha, partindo para o banheiro.

Ten nunca fez carinho em mim. Sempre conversamos, ou melhor, ele sempre passava horas e horas falando de suas aventuras pela noite e sobre seus parceiros sexuais. Mas nunca tivemos o mínimo de contato físico. E agora Ten se preocupa comigo, me acaricia e diz que sou importante? Isso é muito mais estranho do que qualquer outra coisa...

Meu telefone toca avisando que tem uma mensagem e já sei que é minha mãe. Não recebo telefonemas e mensagens a não ser dela. Não quero ver a mensagem, mas sei que se não responder ela ligará até que eu atenda. Pego o aparelho e estranho ao ver que a mensagem é de um numero desconhecido.

Desconhecido: Está livre?

Não tenho certeza, mas tenho ideia de quem seja e me coração reage da forma esperada: batendo descompassado.

Eu: Quem é?

Desconhecido: Vamos lá fantasminha, você sabe quem é.

Porra porra! Ele está me mandando mensagem. Caralho!

Eu: Não estou livre.

Desconhecido: Estudando para a próxima prova? Ha ha

Eu: Engraçado.

Desconhecido: Se vista, estarei aí em 10 minutos.

Eu: Não vou a lugar algum.

Não recebo mais nenhuma mensagem. Sei que posso enviar mais quinhentas e ele não vai responder. Uma parte de mim quer ser rebelde e ignorar completamente as instruções de Jaehyun. Mas outra parte – a maior delas, na verdade – está louca para encontra-lo novamente.

Levanto da minha cama e caço uma calça jeans limpa e visto uma camisa de mangas listrada. O tempo lá fora está frio então pego meu sobretudo preto e calço coturnos.

Quando saio do prédio onde fica meu dormitório reconheço a moto de Jaehyun e meu coração volta a acelerar com o homem que esta em cima dela. Vou até ele que sorri selvagemente. Ele me puxa pelo colarinho da minha blusa e me beija.

Sua língua explorando minha boca, tirando meu folego e fazendo minha virilha pulsar.

Ele me solta rápido demais para o meu gosto e estou tonto.

-Sobe, estamos atrasados.

 Subo na moto e passo meus braços pelo tórax de Jaehyun.

-Estamos atrasados para que?

-Vou te apresentar parte de meu mundo. – ele diz dando partida na moto e eu estremeço com seu tom de voz.

Tudo que eu quero é fazer mais parte do mundo dele.

(...)

Me vejo novamente em uma rua deserta com Jaehyun e ao longe consigo ouvir uma batida frenética, mas não consigo identificar de onde vem. Talvez do chão? Mas isso seria impossível, não é?

Ele desce da moto e então me tira de cima dela, levantando-me pela cintura. Seus braços me envolvem e então ele passa o nariz por meu pescoço, sentindo meu cheiro e eu estremeço e derreto em seus braços.

-Hum... eu disse que isso não iria acontecer de novo, mas você... – ele não termina a frase, só me puxa em direção a uma porta.

Ele abre a mesma e consigo ouvir o barulho da musica ainda mais alto. Está tudo muito escuro, mas Jaehyun me guia. Descemos varias escadas e então percebo que o som realmente vinha do chão. Ele para em frente a uma porta e se vira para mim.

-Antes de você entrar eu tenho que te avisar: não fale com ninguém, todos aqui são barra pesada e não acredite em nada do que disserem sobre mim.

-O que poderiam dizer?

-Depois a gente conversa. Se mantenha por perto.

Ele abre a porta e dentro da sala grande, porém abarrotada de gente está um pandemônio. Há pessoas bebendo, dançando, se beijando, algumas claramente transando e usando drogas. O cheiro de cigarro, maconha e suor é forte, mas e a musica é contagiante e me surpreendo ao ver que meu corpo se move.

Jaehyun me empurra pela multidão, sua mão em minha cintura possessivamente eu gosto disso. Estamos no meio da pista quando a musica muda, mas continua alta, ritmada, deliciosa me chamando para ela.

Mexo meu corpo e meu quadril no mesmo ritmo e só depois que sinto Jaehyun me virando é que percebo que estava dançando contra seu corpo.

Seu olhar é tão desejoso sobre mim que eu quero mais. Mordo o lábio inferior e passo meus braço por seu pescoço, me movimentando conforme a música e fitando os olhos castanhos e em formato de fendas. Vira novamente de costas para ele e rebolo em direção a sua pélvis. Jaehyun agarra meu quadril, me puxando mais para perto.

-Você não deve me provocar em publico desse jeito. – ele diz na minha orelha.

Não dou ouvidos. Estou de frente para ele e desço passando a mão pelo seu corpo, dançando. Ele me olha incrédulo e vejo que ele engole a seco. Meu corpo está queimando e eu o quero.

-Eu disse para não me provocar. Não quero ninguém te olhando enquanto você está dessa forma.

-O que você vai fazer comigo então? Vai me punir? – digo rindo.

-Sim. Eu vou. – seus olhos faíscam

Ele me puxa pelo punho, fazendo o mesmo percurso de antes e então me colocando em cima da moto.

Percorremos em alta velocidade até chegar a uma rua calma. Ele para em frente a uma pequena casa maltratada. Ele está apressado, espera impaciente para que eu desça da moto e volta a me puxar. Jaehyun tira uma chave do bolso e abre a porta da casa.

Mal tenho tempo de notar a decoração, mas é pequena e com poucos moveis velhos. Ele me puxa pela escada e abre uma das duas portas do corredor.

Sinto minha pele formigar ao ver que é o quarto dele. Composto apenas por uma cama grande com lençóis pretos, um armário, uma poltrona  e uma pequena cômoda.

-Entra.

Eu entro e ele me fita com a expressão séria.

-Eu tenho algumas pequenas regras. – ele me diz.

-Quais são?

-A primeira regra é não me desobedecer, a segunda é não ser desrespeitoso comigo, a terceira é não me trair e a quarta é não me provocar.

Minha boca está seca e o tom de voz dele me faz ficar mais excitado ainda.

-O que eu devo fazer com você por desrespeitar a quarta regra?

-Eu não sei... – mordo os lábios.

-Não morda os lábios dessa forma. Tire a roupa.

Um pouco envergonhado faço o que ele manda, me desfazendo de cada peça. Enquanto isso ele pega uma caixa na cômoda.

-Suba na cama e fica de quatro, mãos na cabeceira.

Não posso mentir. Estou amando esse jogo. Faço o que ele pede. Jaehyun amarra meus pulsos fortemente na barra da cabeceira.

-Você vai se arrepender de ter me provocado, bebê. – ele diz no meu ouvido e percebo do que ele gosta.

-O que você vai fazer comigo Daddy?

Fico satisfeito ao ouvi-lo arfando.

-Do que me chamou? – ele pergunta, olho por sobre meu ombro.

-De Daddy. – faço um biquinho e seus olhos queimam. Ele tira a roupa e se prosta atrás de mim.

-Você vai ter sua punição bebê.

Gemo baixinho quando ele encosta sua língua em minha entrada e lambe, às vezes chupando, me deixando completamente molhado com sua saliva. Meu membro pulsa quando ele para com sua ação.

-Eu vou te marcar. – ele diz.

-Como daddy? – pergunto.

-Com a mão, e quero ouvir você contando. – sua voz é tão cortante como uma faca. – Comece a contar.

Ele desfere o primeiro tapa e eu grito. A ardência é grande.

-Um. – falo baixinho e recebo mais um tapa. – Dois.

Logo em seguida recebo mais um, tento me segurar, mas as amarras ferem minha pele.

-Três. – mais um tapa. – Ahh, Jae...

-Conte.

-Quatro.

Quando Jaehyun desfere mais um tapa sinto uma lágrima escapar, mas ao mesmo tempo meu membro lateja. Estou muito excitado e eu não esperava por isso.

-Cinco... ahh – grito com o sexto tapa.

-Seis. Isso dói daddy!

-É para você não me provocar de novo. – ele acaricia minha nádega dolorida. – Você vai desobedecer seu daddy de novo?

-Não... – choramingo.

-Muito bem. Agora eu quero que você se empine o máximo possível. Sua punição ainda não acabou.

Eu tento fazer o que ele manda, apesar do receio do que esta por vir, mas as amarras que me prendem dificultam meus movimentos e ferem a pele fina do meu pulso.

-Vamos... quero você empinado. – ele pressiona.

E por fim me rosto está sobre o colchão, meus braços presos pelo pulso e minha entrada completamente visível.

Não consigo ver o que ele está fazendo, apenas o ouço remexendo na caixa e então sem me avisar sinto um objeto me penetrando com facilidade devido à saliva de Jaehyun. Arqueio as costas mais ainda e gemo, quase gritando.

E então de fato o gemido vira um grito de prazer quando ele liga o aparelho e o mesmo começa a vibrar em mim, causando sensações dolorosamente deliciosas em mim.

-Daddy... – gemo e mordo o lençol preto embaixo de mim.

-Você gosta disso né? – Jaehyun puxa meu cabelo me fazendo olhar para ele por sobre o ombro. – Você fica tão gostoso gemendo desse jeito. Me dá vontade de foder essa sua boquinha.

Jaehyun agarra meu membro e começa a fazer movimentos lentos, a vibração em minha entrada mais os movimentos de jaehyun me fazem enlouquecer.

-Daddy, desse jeito eu vou... ah.. daddy.. – mal consigo falar, estou prestes a gozar quando ele para os movimentos e tira o plug ao mesmo tempo, caio deitado na cama derrotado e indignado por não ter conseguido atingir meu ápice,

-Me diz o que você quer bebê. – ele fala.

-Quero você... – digo ofegante e gemo quando ele volta a me masturbar. – Quero gozar no colo do meu daddy!

Ele me desamarra da cabeceira, mas volta a amarrar minhas mãos atrás das costas e se senta na poltrona, seu membro duro e molhado com o pre gozo. Eu o quero agora.

-Então vem bebê. Senta aqui. – ele bate com a mão em seu colo.

Sem pensar duas vezes me posiciono no colo de Jaehyun e ele ajeita seu membro em minha entrada, então sento com força gritando de prazer e me deliciando com os gemidos de Jaehyun, isso é tudo o que eu desejo.

Jaehyun dita os movimentos segurando meu quadril e me fazendo subir e descer em seu membro. Não posso tocá-lo, pois minhas mãos estão amarradas e estou ficando louco por isso.

Jaehyun ajuda fazendo movimentos rápidos e certeiros dentro de mim. Não consigo mais fechar a boca, só jogo a cabeça para trás e gemo cada vez mais alto em uma desordem deliciosa. Ele também geme alto, me apertando e dando chupões pelo meu tórax.

-Goza pro seu Daddy hum? – ele pede.

-Daddy! – eu gemo pedindo mais até que com uma estocada profunda ele atinge minha próstata me fazendo gritar e gozar, sujando nossos abdomens.

Ele continua estocando forte contra mim, meus olhos reviram e ele grita rouco e arranha minhas costas ao se desfazer dentro de mim, me enchendo com seu gozo.

Desabo contra seu peito, ofegante e cansado. Ele não está de forma diferente.

Um pouco recuperados ele beija meus lábios e desamarra meus pulsos. Vejo que estão com vergões vermelhos. Mas como sempre nosso prazer está ligado com a dor.

-Deita um pouco. – ele diz e aceito de bom grado.

Deito na cama grande e confortável e então algo volta a minha mente nebulosa.

-Por que você disse que conversaríamos depois?

Ele deita ao meu lado dando um beijo na minha nadega que arde.

-Porque eu matei meu irmão Taeyong e você deve saber disso.

O que? Sento-me na cama e me cubro com o travesseiro.

-Você o que? Por quê? Você é louco?

Não vejo nada em seu rosto.

-Eu o matei por causa dessas marcas em mim e por causa de gente como você Taeyong.

 


Notas Finais


postei e saí correndo hehehe
não deixem de comentar, so assim posso saber o que vocês estão achando ok??
Beijos no kokoro goxxtosas!


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