História Inconstant star - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias NCT 127, NCT U
Personagens Jaehyun, Taeyong, Ten
Tags Jaehyun, Kpop, Lemon, Nct 127, Nct U, Taeyong, Yaoi
Exibições 43
Palavras 2.236
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Primeiramente: demorei a postar porque esse capitulo não estava no cronograma da fic, mas eu tinha que postar!
Segundamente: não sou pervertida.
Terceiramente: mentira, sou sim.

Capítulo 5 - Oh, daddy!


Fanfic / Fanfiction Inconstant star - Capítulo 5 - Oh, daddy!

[Flashback on]

Pouco tempo depois de Jaehyun ir embora ouço uma batida na porta. Quer com todas as minhas forças que seja Jaehyun.

-Entra.  

Ten entra no quarto com o rosto avermelhado.

-Por que bateu para entrar no seu próprio quarto? – pergunto.

Ten tira a camisa e joga dentro de seu armário. Nunca reparei em Ten, e não seria agora que iria começar, mas ele de fato tem um belo físico e imagino quantas garotas queriam esse corpo para si, mas a praia de Ten sempre foi outra.

-Não quis atrapalhar o que quer que estivesse acontecendo aqui. – ele olha sugestivamente para os lençóis bagunçados da minha cama.

-Ele já foi embora há um tempo, então você não atrapalharia nada.

Não compreendo a expressão de Ten, é como se eu tivesse dito algo terrível, algo que ele não quisesse acreditar.

-Então vocês...

Não respondo, apenas brinco com a ponta do lençol e penso na temperatura do corpo de Jaehyun contra o meu.

-Porra Taeyong não acredito que você fez isso! – ele explode.

-Desculpa, mas não acho que isso seja da sua conta. – digo com raiva.

-Você era virgem cara! E conheceu esse louco quando? Ontem? Isso é rápido pra caralho!

-Olha quem fala... – acuso.

-É rápido até pra mim! – ele se senta do meu lado. – Não quero te deixar chateado, mas poxa, você merece coisa melhor Ty. Ele estava em cima de você, te enforcando!

-Você não entenderia. Está sendo tudo mais rápido do que eu planejava, mas eu não posso controlar!

-Eu te entendo, só, por favor, tome cuidado e não romantize nada abusivo. – ele me olha com carinho que nunca havia percebido nos seus olhos. – Você é importante.

E com um carinho no meu rosto se levanta e pega a toalha, partindo para o banheiro.

Ten nunca fez carinho em mim. Sempre conversamos, ou melhor, ele sempre passava horas e horas falando de suas aventuras pela noite e sobre seus parceiros sexuais. Mas nunca tivemos o mínimo de contato físico. E agora Ten se preocupa comigo, me acaricia e diz que sou importante? Isso é muito mais estranho do que qualquer outra coisa...

Meu telefone toca avisando que tem uma mensagem e já sei que é minha mãe. Não recebo telefonemas e mensagens a não ser dela. Não quero ver a mensagem, mas sei que se não responder ela ligará até que eu atenda. Pego o aparelho e estranho ao ver que a mensagem é de um numero desconhecido.

Desconhecido: Está livre?

Não tenho certeza, mas tenho ideia de quem seja e me coração reage da forma esperada: batendo descompassado.

Eu: Quem é?

Desconhecido: Vamos lá fantasminha, você sabe quem é.

Porra porra! Ele está me mandando mensagem. Caralho!

Eu: Não estou livre.

Desconhecido: Estudando para a próxima prova? Ha ha

Eu: Engraçado.

Desconhecido: Se vista, estarei aí em 10 minutos.

Eu: Não vou a lugar algum.

Não recebo mais nenhuma mensagem. Sei que posso enviar mais quinhentas e ele não vai responder. Uma parte de mim quer ser rebelde e ignorar completamente as instruções de Jaehyun. Mas outra parte – a maior delas, na verdade – está louca para encontra-lo novamente.

Levanto da minha cama e caço uma calça jeans limpa e visto uma camisa de mangas listrada. O tempo lá fora está frio então pego meu sobretudo preto e calço coturnos.

Quando saio do prédio onde fica meu dormitório reconheço a moto de Jaehyun e meu coração volta a acelerar com o homem que esta em cima dela. Vou até ele que sorri selvagemente. Ele me puxa pelo colarinho da minha blusa e me beija.

Sua língua explorando minha boca, tirando meu folego e fazendo minha virilha pulsar.

Ele me solta rápido demais para o meu gosto e estou tonto.

-Sobe, estamos atrasados.

 Subo na moto e passo meus braços pelo tórax de Jaehyun.

-Estamos atrasados para que?

-Vou te apresentar parte de meu mundo. – ele diz dando partida na moto e eu estremeço com seu tom de voz.

Tudo que eu quero é fazer mais parte do mundo dele.

(...)

Me vejo novamente em uma rua deserta com Jaehyun e ao longe consigo ouvir uma batida frenética, mas não consigo identificar de onde vem. Talvez do chão? Mas isso seria impossível, não é?

Ele desce da moto e então me tira de cima dela, levantando-me pela cintura. Seus braços me envolvem e então ele passa o nariz por meu pescoço, sentindo meu cheiro e eu estremeço e derreto em seus braços.

-Hum... eu disse que isso não iria acontecer de novo, mas você... – ele não termina a frase, só me puxa em direção a uma porta.

Ele abre a mesma e consigo ouvir o barulho da musica ainda mais alto. Está tudo muito escuro, mas Jaehyun me guia. Descemos varias escadas e então percebo que o som realmente vinha do chão. Ele para em frente a uma porta e se vira para mim.

-Antes de você entrar eu tenho que te avisar: não fale com ninguém, todos aqui são barra pesada e não acredite em nada do que disserem sobre mim.

-O que poderiam dizer?

-Depois a gente conversa. Se mantenha por perto.

Ele abre a porta e dentro da sala grande, porém abarrotada de gente está um pandemônio. Há pessoas bebendo, dançando, se beijando, algumas claramente transando e usando drogas. O cheiro de cigarro, maconha e suor é forte, mas e a musica é contagiante e me surpreendo ao ver que meu corpo se move.

Jaehyun me empurra pela multidão, sua mão em minha cintura possessivamente eu gosto disso. Estamos no meio da pista quando a musica muda, mas continua alta, ritmada, deliciosa me chamando para ela.

Mexo meu corpo e meu quadril no mesmo ritmo e só depois que sinto Jaehyun me virando é que percebo que estava dançando contra seu corpo.

Seu olhar é tão desejoso sobre mim que eu quero mais. Mordo o lábio inferior e passo meus braço por seu pescoço, me movimentando conforme a música e fitando os olhos castanhos e em formato de fendas. Vira novamente de costas para ele e rebolo em direção a sua pélvis. Jaehyun agarra meu quadril, me puxando mais para perto.

-Você não deve me provocar em publico desse jeito. – ele diz na minha orelha.

Não dou ouvidos. Estou de frente para ele e desço passando a mão pelo seu corpo, dançando. Ele me olha incrédulo e vejo que ele engole a seco. Meu corpo está queimando e eu o quero.

-Eu disse para não me provocar. Não quero ninguém te olhando enquanto você está dessa forma.

-O que você vai fazer comigo então? Vai me punir? – digo rindo.

-Sim. Eu vou. – seus olhos faíscam

Ele me puxa pelo punho, fazendo o mesmo percurso de antes e então me colocando em cima da moto.

Percorremos em alta velocidade até chegar a uma rua calma. Ele para em frente a uma pequena casa maltratada. Ele está apressado, espera impaciente para que eu desça da moto e volta a me puxar. Jaehyun tira uma chave do bolso e abre a porta da casa.

Mal tenho tempo de notar a decoração, mas é pequena e com poucos moveis velhos. Ele me puxa pela escada e abre uma das duas portas do corredor.

Sinto minha pele formigar ao ver que é o quarto dele. Composto apenas por uma cama grande com lençóis pretos, um armário, uma poltrona  e uma pequena cômoda.

-Entra.

Eu entro e ele me fita com a expressão séria.

-Eu tenho algumas pequenas regras. – ele me diz.

-Quais são?

-A primeira regra é não me desobedecer, a segunda é não ser desrespeitoso comigo, a terceira é não me trair e a quarta é não me provocar.

Minha boca está seca e o tom de voz dele me faz ficar mais excitado ainda.

-O que eu devo fazer com você por desrespeitar a quarta regra?

-Eu não sei... – mordo os lábios.

-Não morda os lábios dessa forma. Tire a roupa.

Um pouco envergonhado faço o que ele manda, me desfazendo de cada peça. Enquanto isso ele pega uma caixa na cômoda.

-Suba na cama e fica de quatro, mãos na cabeceira.

Não posso mentir. Estou amando esse jogo. Faço o que ele pede. Jaehyun amarra meus pulsos fortemente na barra da cabeceira.

-Você vai se arrepender de ter me provocado, bebê. – ele diz no meu ouvido e percebo do que ele gosta.

-O que você vai fazer comigo Daddy?

Fico satisfeito ao ouvi-lo arfando.

-Do que me chamou? – ele pergunta, olho por sobre meu ombro.

-De Daddy. – faço um biquinho e seus olhos queimam. Ele tira a roupa e se prosta atrás de mim.

-Você vai ter sua punição bebê.

Gemo baixinho quando ele encosta sua língua em minha entrada e lambe, às vezes chupando, me deixando completamente molhado com sua saliva. Meu membro pulsa quando ele para com sua ação.

-Eu vou te marcar. – ele diz.

-Como daddy? – pergunto.

-Com a mão, e quero ouvir você contando. – sua voz é tão cortante como uma faca. – Comece a contar.

Ele desfere o primeiro tapa e eu grito. A ardência é grande.

-Um. – falo baixinho e recebo mais um tapa. – Dois.

Logo em seguida recebo mais um, tento me segurar, mas as amarras ferem minha pele.

-Três. – mais um tapa. – Ahh, Jae...

-Conte.

-Quatro.

Quando Jaehyun desfere mais um tapa sinto uma lágrima escapar, mas ao mesmo tempo meu membro lateja. Estou muito excitado e eu não esperava por isso.

-Cinco... ahh – grito com o sexto tapa.

-Seis. Isso dói daddy!

-É para você não me provocar de novo. – ele acaricia minha nádega dolorida. – Você vai desobedecer seu daddy de novo?

-Não... – choramingo.

-Muito bem. Agora eu quero que você se empine o máximo possível. Sua punição ainda não acabou.

Eu tento fazer o que ele manda, apesar do receio do que esta por vir, mas as amarras que me prendem dificultam meus movimentos e ferem a pele fina do meu pulso.

-Vamos... quero você empinado. – ele pressiona.

E por fim me rosto está sobre o colchão, meus braços presos pelo pulso e minha entrada completamente visível.

Não consigo ver o que ele está fazendo, apenas o ouço remexendo na caixa e então sem me avisar sinto um objeto me penetrando com facilidade devido à saliva de Jaehyun. Arqueio as costas mais ainda e gemo, quase gritando.

E então de fato o gemido vira um grito de prazer quando ele liga o aparelho e o mesmo começa a vibrar em mim, causando sensações dolorosamente deliciosas em mim.

-Daddy... – gemo e mordo o lençol preto embaixo de mim.

-Você gosta disso né? – Jaehyun puxa meu cabelo me fazendo olhar para ele por sobre o ombro. – Você fica tão gostoso gemendo desse jeito. Me dá vontade de foder essa sua boquinha.

Jaehyun agarra meu membro e começa a fazer movimentos lentos, a vibração em minha entrada mais os movimentos de jaehyun me fazem enlouquecer.

-Daddy, desse jeito eu vou... ah.. daddy.. – mal consigo falar, estou prestes a gozar quando ele para os movimentos e tira o plug ao mesmo tempo, caio deitado na cama derrotado e indignado por não ter conseguido atingir meu ápice,

-Me diz o que você quer bebê. – ele fala.

-Quero você... – digo ofegante e gemo quando ele volta a me masturbar. – Quero gozar no colo do meu daddy!

Ele me desamarra da cabeceira, mas volta a amarrar minhas mãos atrás das costas e se senta na poltrona, seu membro duro e molhado com o pre gozo. Eu o quero agora.

-Então vem bebê. Senta aqui. – ele bate com a mão em seu colo.

Sem pensar duas vezes me posiciono no colo de Jaehyun e ele ajeita seu membro em minha entrada, então sento com força gritando de prazer e me deliciando com os gemidos de Jaehyun, isso é tudo o que eu desejo.

Jaehyun dita os movimentos segurando meu quadril e me fazendo subir e descer em seu membro. Não posso tocá-lo, pois minhas mãos estão amarradas e estou ficando louco por isso.

Jaehyun ajuda fazendo movimentos rápidos e certeiros dentro de mim. Não consigo mais fechar a boca, só jogo a cabeça para trás e gemo cada vez mais alto em uma desordem deliciosa. Ele também geme alto, me apertando e dando chupões pelo meu tórax.

-Goza pro seu Daddy hum? – ele pede.

-Daddy! – eu gemo pedindo mais até que com uma estocada profunda ele atinge minha próstata me fazendo gritar e gozar, sujando nossos abdomens.

Ele continua estocando forte contra mim, meus olhos reviram e ele grita rouco e arranha minhas costas ao se desfazer dentro de mim, me enchendo com seu gozo.

Desabo contra seu peito, ofegante e cansado. Ele não está de forma diferente.

Um pouco recuperados ele beija meus lábios e desamarra meus pulsos. Vejo que estão com vergões vermelhos. Mas como sempre nosso prazer está ligado com a dor.

-Deita um pouco. – ele diz e aceito de bom grado.

Deito na cama grande e confortável e então algo volta a minha mente nebulosa.

-Por que você disse que conversaríamos depois?

Ele deita ao meu lado dando um beijo na minha nadega que arde.

-Porque eu matei meu irmão Taeyong e você deve saber disso.

O que? Sento-me na cama e me cubro com o travesseiro.

-Você o que? Por quê? Você é louco?

Não vejo nada em seu rosto.

-Eu o matei por causa dessas marcas em mim e por causa de gente como você Taeyong.

 


Notas Finais


postei e saí correndo hehehe
não deixem de comentar, so assim posso saber o que vocês estão achando ok??
Beijos no kokoro goxxtosas!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...