História Incontrolável - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Larry, Larrystylinson
Visualizações 514
Palavras 3.215
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Capítulo 5


Louis continuou esperando... O curto caminho da janela até a cama foi percorrido incontáveis vezes, sua ansiedade e impaciência foram aumentando conforme o tempo passava e nada acontecia, nem um mísero sinal do Harry, mas o que mais estava deixando-o louco era o fato de que ele sequer sabia pelo que estava esperando acontecer... Como Harry faria para chegar até a ele, aonde iriam... Merda, ele nem mesmo tinha certeza se o outro realmente iria, talvez...

O talvez ficou pairando em sua mente, o pensamento bruscamente interrompido pelo toque do seu celular soando no quarto. Já passava da meia-noite, era quase uma da manhã, e Louis só conseguia pensar em uma pessoa que poderia estar ligando a essa hora, o número desconhecido brilhando na tela do aparelho fez o coração dele dar um pulo enquanto ele atendia a chamada.

-Harry? – sua voz saiu com um tom incerto, só podia ser o Styles, mas como ele conseguiu o número do seu celular era um mistério.

-Olá, gostoso... – a resposta o fez revirar os olhos, mas sorrir ao mesmo tempo.

-Como você conseguiu o meu número?

-Tenho meus truques. – Harry disse com diversão. –Fico feliz por você estar mesmo me esperando.

-Quem disse? Talvez eu estivesse dormindo e você acabou de me acordar. – Louis não resistiu em provocar um pouco também.

-Você me atendeu no primeiro toque e não está com voz de quem acabou de acordar. – a resposta foi certeira. –E então, está pronto, Louis?

-Onde você está? – ele foi até a janela e olhou para a rua, mas não viu ninguém ali, a rua estava completamente vazia e silenciosa.

-Na esquina, vem, estou te esperando. – e a ligação foi encerrada.

Louis sabia que agora não tinha mais volta, Harry estava ali esperando por ele... E ele queria ir, então deixou toda a hesitação de lado e simplesmente foi!

Sair silenciosamente de casa se mostrou uma tarefa bem fácil, Mark já estava num sono profundo e Louis sabia que ele continuaria assim até a hora de ir trabalhar. Um vento gelado o atingiu assim que ele fechou a porta e passou pela pequena varanda na frente da casa, indo para a calçada, mas, apesar do frio, era uma noite agradável com um céu lindamente estrelado e uma lua cheia que iluminava a rua.

Louis se encolheu um pouco em seu casaco e enfiou as mãos nos bolsos enquanto olhava de um lado para o outro, Harry não disse exatamente em qual esquina estava esperando, mas logo ele percebeu que não precisava se preocupar com aquilo porque viu o outro surgindo brevemente na esquina a sua direita, acenando em sua direção.

Com um sorriso espontâneo e uma sensação de curiosidade e empolgação, ele caminhou em passos rápidos até estar frente a frente com o Styles. Num rápido olhar de cima a baixo, Louis notou que Harry estava todo de preto, mas não parecia estar sendo incomodado pelo frio porque usava uma camisa de mangas curtas com alguns botões abertos.

-Pronto? – ele lhe perguntou, as covinhas aparecendo quando sorriu abertamente.

-Estou. – Louis notou outro detalhe e franziu o cenho. –Por que você está com essa mochila?

-Tem algumas coisas aqui que serão úteis. – Harry ajeitou a alça da mochila em um dos ombros e começou a caminhar. –Vamos.

Essa é a última chance de desistir dessa maluquice, Louis pensou consigo mesmo, mas os seus pés já estavam se movendo e ele deixou um suspiro resignado escapar enquanto seguia os passos tranquilos de Harry.

-Pensei em vir com minha moto, mas não costumo ser muito silencioso quando estou com ela e nós precisamos ser furtivos aqui, não é?! – Harry disse. –Por isso vamos caminhando, mas não é muito longe.

-E onde exatamente nós estamos indo? – Louis perguntou, os dois caminhavam lado a lado, bem próximos um do outro.

-Logo você verá. – Harry deu uma piscadela divertida.

-Eu devo estar mesmo maluco para te seguir desse jeito sem nem saber para qual lugar vamos.

-Confesso que cheguei a pensar que talvez você não viesse. – Harry admitiu.

-Cogitei seriamente essa possibilidade...

-Mas aqui está você. – Harry voltou a sorrir.

-Sim, aqui estou. – Louis revirou os olhos, mas também sorria. -Aliás, como você conseguiu o meu número? E nem vem com essa de que você tem os seus truques porque eu quero mesmo uma resposta.

-Eu vi que você virou amigo do Liam e imaginei que provavelmente ele teria o seu número, então pedi para o Zayn conseguir para mim. – Harry contou. –Não foi fácil porque o Liam não queria dar de jeito nenhum, mas ele deu um jeito e acabou conseguindo.

-Você podia ter me pedido, pouparia tanto trabalho para o Zayn. – Louis riu.

Os dois continuaram a caminhar por mais alguns minutos em silêncio, Louis percebeu que eles estavam se afastando das casas e indo para uma área mais deserta.

-Sério, para onde estamos indo? – ele não aguentou mais e acabou por questionar.

-Não precisa ficar com medo, juro que não é nada perigoso. – Harry atravessou a rua e Louis o seguiu de perto. –De qualquer forma, nós acabamos de chegar!

-O quê? – Louis franziu o cenho ao ver onde exatamente eles tinham parado.

Era uma casa enorme, rodeada por um muro também enorme, a iluminação dos postes na rua lhe permitia ver alguns detalhes da propriedade que tinha uma aparência de abandono, além de ser bem distante das outras residências, ao redor só existiam alguns vastos campos gramados.

-É aqui? – Louis parou de olhar para a casa e voltou a focar sua atenção no Harry, ficando surpreso ao ver que ele tinha se aproximado dos impressionantes portões de ferro e mexia no cadeado que trancava o lugar. –Harry! O que você está fazendo aí?

-Garantindo que a gente possa entrar. – a resposta foi dita tranquilamente.

Louis chegou mais perto do outro e viu que ele mexia no cadeado com um pequeno arame, parecia ser um clipe ou um grampo e...

-Você está arrombando?!

-Isso mesmo! – Harry riu.

-Harry, isso é tão estúpido, além do mais, essas coisas só dão certo em livros e filmes, você não vai conseguir abrir esse cadeado com... – mas Louis parou de falar bruscamente porque é claro que Harry conseguiu e exibia um largo e convencido sorriso enquanto abria os portões.

-O que você estava dizendo mesmo? – ele arqueou uma sobrancelha e Louis bufou.

-Isso continua sendo muito estúpido. – retrucou. –Não podemos invadir a casa de alguém assim!

-Essa casa não é de ninguém há muitos anos, está abandonada, as autoridades continuam mantendo os portões trancados, mas é só isso, ninguém mora aqui. – Harry explicou.

-Não sei... – Louis hesitou.

-Vem comigo, ok?! Prometo que não vou te meter em nenhuma encrenca.

Louis ainda hesitava, mas ele já estava ali e o fato era que Harry ter escolhido aquele local o deixou curioso, então ele resmungou consigo mesmo, mas seguiu o Styles pelos portões.

-Eu devo ter mesmo enlouquecido, nem te conheço direito e estou te seguindo para dentro de uma casa abandonada. – Louis murmurou, mas Harry o ouviu perfeitamente e sorriu.

-É bom se arriscar um pouco de vez em quando, não acha?

-Não sei, mas parece que vou descobrir hoje se é bom ou não. – Louis disse, a verdade era que mesmo conhecendo Harry tão pouco, e tendo ouvido coisas bem duvidosas sobre ele, alguma coisa acontecia quando os dois estavam juntos, algo que fazia Louis querer mesmo se arriscar, que o fazia confiar no Styles, que o fazia ansiar por algo que ele nem mesmo sabia ainda direito o que era!

Harry caminhava na frente, por uma trilha de pedras que levava até a varanda e a porta da casa, a grama do quintal estava bem alta, a pintura das paredes desgastada e algumas janelas tinham os vidros quebrados, mas enquanto olhava ao redor Louis podia ver a beleza por trás dos destroços causados pelo tempo.

-Esse lugar deve ter sido lindo. – ele pensou alto e Harry se virou para olhá-lo enquanto tirava algo de dentro da mochila.

-Era sim. – respondeu e Louis viu que ele agora tinha uma lanterna em mãos. –Não lembro muito, nunca entrei aqui antes do abandono, mas de fora a casa parecia um castelo de conto de fadas.

-O que aconteceu?

-Um senhor morava sozinho aqui, ele era recluso, não o víamos muito pela cidade, ninguém sabia muito sobre ele... Enfim, um dia ele faleceu e desde então a casa ficou abandonada.

-Nenhum parente apareceu? – Louis perguntou.

-Não que eu saiba. – Harry deu de ombros enquanto empurrava a porta da frente, que estava um pouco emperrada, mas que logo se abriu.

-Uau... É enorme! – Louis exclamou ao segui-lo para dentro de uma grande sala.

Estava escuro ali, mas a lanterna ajudava, também estava tudo muito sujo e empoeirado, alguns móveis abandonados e estragados... Mas mesmo assim era tudo tão imenso e imponente, parecia mesmo um castelo.

-Algumas pessoas da cidade acham que o lugar é mal assombrado. – Harry falou de repente e Louis olhou com uma mistura de curiosidade e diversão para ele.

-Está tentando me assustar, Harry?

-Não, eu mesmo não acredito nessas besteiras. – Harry riu. –Mas algumas pessoas realmente acham que é, uns dizem que já viram coisas estranhas, a mãe do Zayn jura que uma vez passou aqui na frente tarde da noite e viu todas as luzes acesas, o que seria impossível, já que não tem energia elétrica mais por aqui.

Louis também não acreditava nessas coisas, apesar de adorar uma boa história de terror, só que mesmo não acreditando foi impossível não sentir um leve arrepio ao ouvir aquilo.

-Não precisa ficar assustado, eu te protejo. – Harry disse, de repente chegando tão perto, e de forma tão brusca, que Louis ofegou de surpresa.

-Idiota! – estapeou o peito dele.

-Estou falando sério. – Harry sorriu. –Pode perguntar pela cidade, alguém vai ter alguma história para contar sobre essa casa e coisas estranhas que aconteceram por aqui, mas, como falei, eu não acredito em nada disso.

-Ok, mas por que exatamente você me trouxe justamente aqui? – Louis perguntou.

-Vem que eu te mostro. – Harry deu um passo pra trás, mas ergueu a mão para Louis, que dessa vez não hesitou nem por um segundo antes de segurá-la e se deixar ser levado.

Eles passaram por mais alguns cômodos da casa, todos enormes e empoeirados, até saírem na parte de trás do quintal, que parecia ainda mais abandonada, mas Harry, que continuava segurando a mão de Louis na sua, seguiu para uma escada de pedra no canto direito. Louis o acompanhou em silêncio, degrau por degrau, a lanterna não sendo mais necessária ali fora, já que a lua e as estrelas lhes davam a iluminação necessária, ele ainda não entendia o porquê da escolha daquela casa, ou para onde estavam subindo, mas então eles chegaram no topo da escada e tudo fez sentido.

-Puta merda! – Louis exclamou e Harry riu.

-É bem bacana aqui, não é?!

Bacana era pouco, Louis caminhou pelo terraço, também bem sujo e um pouco destruído pelo tempo, mas o estado do lugar não importava em nada porque a vista dali de cima era simplesmente deslumbrante.

-É incrível. – Louis murmurou depois de alguns instantes só admirando.

Era como se ele pudesse enxergar toda a cidade dali de cima, as casas, apenas uma ou outra com alguma luz ainda acesa, os campos enormes, todas as árvores e... Ele olhou para cima e ofegou... Era como se estivesse um pouco mais perto do céu também, as estrelas brilhavam tanto...

-É ainda mais bonito quando está uma noite tão estrelada assim. – Harry sussurrou ao seu lado e Louis virou o rosto para ele, pensando que aquela também era uma visão deslumbrante.

-É perfeito, Harry!

-Achei mesmo que você pudesse gostar. – Harry disse e o olhou, os dois apenas se encararam por um tempo antes de Harry tirar a mochila do ombro e abri-la.

Louis o observou e sorriu quando o viu tirar uma manta lá de dentro e forrar o chão antes de sentar em cima dela e pegar também duas garrafas de cerveja.

-Parece que você pensou em tudo. – Louis comentou enquanto sentava com ele na manta e aceitava uma das garrafas. –Eu não estava esperando por isso.

-Não? – Harry esticou as pernas e se inclinou um pouco para trás, apoiando-se em um dos braços e dando um gole na cerveja. –Achou que eu te levaria para alguma festa maluca ou uma corrida perigosa?

-Não sei o que exatamente eu estava esperando, mas com certeza não era por uma casa abandonada com uma vista tão espetacular assim. – Louis também bebeu um pouco da cerveja.

-Eu estou querendo te agradar, então precisei me esforçar um pouco para pensar em algo que você gostaria.

-Nossa, se você planejou tudo isso para tentar me agradar é porque quer mesmo me beijar de novo, não é?! – Louis arqueou uma sobrancelha de forma atrevida e Harry riu.

-Você não faz nem ideia do quanto! – respondeu sinceramente. –E então, foi um bom começo?

-Sem dúvida é bem melhor do que uma festa louca ou uma corrida estúpida. – Louis sorriu de lado e voltou a olhar para as estrelas que pareciam irreais de tão brilhantes. –Você costuma vir muito aqui?

-Já tinha um bom tempo que eu não vinha, mas quando estava pensando em um lugar que poderia te levar me lembrei daqui. – Harry disse e então se lembrou de algo que o fez rir. –Uma vez, no ano passado, o seu pai me prendeu bem aqui.

-Sério? – Louis se virou rapidamente, ficando de frente para ele.

-Sim, era aniversário de um amigo e nós queríamos dar uma grande festa, então achamos que esse seria um bom lugar... Mas as coisas deram um pouco errado, teve uma briga, alguém que estava na festa se assustou e chamou a polícia e eu acabei sendo levado pelo Mark. – Harry deu mais um longo gole na cerveja e se sentou, aproximando-se mais.

-Uau... – Louis disse. –Meu pai já te levou preso!

-Não foi nada demais, só precisei pagar uma fiança e fui solto, mas tive que ouvir um longo e chato sermão do seu pai.

-Ah, ele é bom mesmo em dar longos e chatos sermões. – Louis não escondeu a diversão ao dizer isso, era verdade que ele mesmo não tinha sido muito alvo desses sermões, já que sua relação com o Mark era distante e fria nos últimos anos, mas ainda se lembrava de algumas ocasiões durante a infância. –Mas você bem que mereceu, vai!

Verdade que eles também tinham acabado de invadir a casa, mas ao menos não tinha sido para dar uma festa louca que acabaria em alguma grande briga sem sentido.

-Ah, vai me dizer que você nunca fez uma idiotice na vida, Louis? – Harry se inclinou para mais perto, seus corpos cada vez mais próximos.

-Pelo menos você admite que foi idiotice. – Louis arqueou uma sobrancelha, sorrindo divertido. –E é claro que já fiz uma coisa ou outra, mas parece que não tanto quanto você, não é?!

-Eu não apronto tanto assim. – Harry afastou a franja que caía sobre a testa do Louis e os dois se olharam fixamente. –Porra, você é mesmo tão lindo.

Louis sorriu com o elogio, sentindo coisas estranhas e gostosas acontecendo em seu peito e estômago.

-Aposto que você...

-Não, eu não digo isso para todos. – Harry o interrompeu, acertando em cheio o que ele diria, os seus dedos agora deslizavam pelo rosto do outro, contornando e acariciando.

-Olha só! Você consegue até mesmo ler os meus pensamentos! – Louis brincou, mas seu corpo estava arrepiado pela leve carícia em seu rosto.

-Eu tenho muitas habilidades... – Harry chegou o rosto mais perto e Louis suspirou baixinho.

-Aposto que sim. – Louis mordiscou os lábios quando percebeu que os olhos do Styles estavam fixos em sua boca.

Por alguns instantes os dois ficaram em completo silêncio, a atração entre eles era explosiva desde o primeiro instante em que se viram, a vontade de estar perto, de tocar, de...

-Eu preciso mesmo te beijar. – Harry resmungou, seus olhos voltando a focar nos azuis em sua frente.

-Você precisa é parar de ficar falando isso e me beijar de uma vez! – Louis exclamou e, mesmo um pouco surpreso pela resposta, Harry não perdeu mais nenhum segundo e fez o que ambos tanto queriam desde a noite em que se conheceram.

As bocas se encontraram e se encaixaram com voracidade e perfeição, o beijo era intenso, despertando ainda mais toda aquela atração que surgiu entre os dois desde o início. Harry segurou o rosto de Louis, que tinha seus dedos embrenhados nos cabelos do Styles, seus lábios se moviam em sincronia, as línguas se entrelaçavam e em pouco tempo eles estavam ofegando, mas não queriam se afastar de jeito nenhum, então o beijo continuou e continuou...

Louis gemeu quando sentiu as mãos de Harry desceram do seu rosto para seus braços, deslizando pela pele suavemente, depois se encaixando em sua cintura e o puxando para o colo dele.

-Harry! – Louis arfou entre o beijo enquanto se sentava no colo dele, uma perna de cada lado, seus peitos colados, as bocas ainda roçando uma na outra.

-Merda, sua boca é tão gostosa! – Harry exclamou e sua língua deslizou pelos lábios já meio inchados de Louis, que os entreabriu instantaneamente, recebendo a língua que se entrelaçou com a sua e outro beijo avassalador se iniciou.

Um beijo se transformou em outro e em outro ainda mais longo, eles iam de intensos para lentos e suaves, as mãos deslizavam pelos cabelos, rostos e corpos, Louis continuou montado no colo do Harry e quando as bocas se desgrudavam era para deixar rastros de beijos e marcas pelo maxilar e pescoço um do outro... Tudo tão intenso e gostoso que eles mal viam o tempo passar.

-Não sei o que você tem... A sua pele, seu gosto, seu cheiro, essa sua boca... Mas você está me deixando louco! – Harry murmurou roucamente quando eles estavam com as testas encostadas uma contra a outra, os olhos azuis intensamente fixos nos verdes, suas respirações quase em sincronia, ambos se recuperando de uma sessão de beijos que os deixou sem fôlego.

-Você me deixa louco também. – Louis sorriu em êxtase, ele já tinha conhecido alguns caras interessantes, recebido beijos e carícias que o fizeram delirar, mas não assim, não como Harry fazia. –E você está deixando essas minhas férias em Holmes Chapel muito mais interessantes e surpreendentes também.

-No que depender de mim... – Harry se interrompeu para beijar os lábios tentadores em sua frente rapidamente mais uma vez. –Essas suas férias serão deliciosas.

Louis percebeu o jeito malicioso com que a frase foi dita, mas apenas sorriu antes de puxar os cabelos do Harry com certa força e beijá-lo profundamente.

Eles não conseguiam se desgrudar, quanto mais provavam um do outro mais queriam, era como se o resto do mundo tivesse sumido ali no terraço daquela casa abandonada.

Eles mal se conheciam, Louis tinha muitos motivos para ficar afastado do Harry, mas agora tudo o que os dois mais desejavam era mais daqueles beijos, então esqueceram todo o resto e apenas se beijaram... Louis queria saber mais sobre Harry, queria fazer perguntas, se sentia a cada instante mais curioso sobre o outro, mas isso ficaria para mais tarde, até porque eles ainda tinham o resto da madrugada toda pela frente!


Notas Finais


Oii :) Eu queria muito ter postado antes, mas não consegui pq estou em dias de provas na faculdade e aí complica... Mas amei escrever esse cap. e espero de verdade que vocês também tenham curtido esse encontro furtivo deles... rsrs... No próximo cap. continua ;)
E no próximo cap. o Louis (e vocês) vão começar a conhecer um pouquinho mais sobre o Harry, esse lado irresponsável e meio problemático dele é só uma pontinha de quem ele realmente é, só a superfície, logo vocês saberão mais sobre a história dele, aliás, na capa tem uma pequena pista de algo sobre ele, talvez alguém já tenha notado... rsrs
Muuuito obrigada pelo apoio <3 É provável que o próximo capítulo saia no sábado também, mas tentarei postar antes :)
Beijos


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