História Incridible Girl - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Exibições 34
Palavras 1.092
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Festa, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - "Por que se importa"


Vermillion School, enfermaria

11h20 am

Fiquei parado na porta da enfermaria por quase uma hora, ou até mais sei lá. Estava esperando uma resposta. Minha roupa estava suja com o sangue da garota, sua testa estava com muito sangue chegava ao ponto de escorrer pelo rosto da mesma.

Sério me senti apavorado, pedi para que não avisassem aos pais dela. Eles são sozinhos com aquela cafeteria e lanchonete, não podem sair assim. Pelo menos a enfermeira entendeu.

Mais uma hora de passou todos passavam por mim e eu conversava mas, n saia de lá. Quando deu 12h30 Pm, finalmente escutei a porta sendo destrancada. Eu a abri e entrei sem muito barulho, ela me olhou e tirou seus óculos, os colocou sobre a mesa e cruzou as pernas e braços como quem diz: " Fala logo o que você quer ".

Digamos que ela não é lá muito amigável, com ninguém.

– Ham... É... Pouriska – falei ainda acoado com ela, a única pessoa que me assustava era ela – Como ela está ?

– Hm... Isso é novidade para mim. Ficou esse tempo todo lá fora do para perguntar isso? – perguntou ela

– sinceramente, poderia responder antes a uma pergunta de fazer criar uma? – perguntei incomodado 

Ela fechou os olhos, suspirou e logo depois se levantou ainda calada, e caminhou até seu armário e começou a procurar algo

– não se preocupe não foi tão grave quanto pareceu – respondeu ela – toma, se troque. Você não pode andar por aí todo sujo de sangue

Falou ela sorrindo, o que foi estranho ela nunca havia sorrido para nada e nem ninguém. Mas logo seu sorriso foi embora ao escutar a porta correr pelos trilhos com força.

– Pouriska ! Emergência – falou Elfman treinador de luta

Ela empurrou a sacola com uniforme em meu peito e correu para arrumar o kit de primeiros socorros. Antes de sair ela parou na porta e me encarou.

– vou avisar que você está aqui. Quando a senhorita Heartfilia acordar dê a ela sei uniforme e ao sair feche a porta. 

Não tive tempo de responder ela simplesmente saiu correndo corredor à fora.

Ótimo, fiquei para babá. Pelo menos não assistirei as aulas restantes. 

Uma, duas, três, quatro horas se passaram e a loira se mantinha adormecida. Acredito que tenha sido os medicamentos da Pouriska, meu dia foi tedioso, dormi acordei mexi nas coisas dá enfermaria. E para mim não faltava mais nada para mexer a não ser a mesa da "vovó". Me levantei da maçã, caminhei até a mesa e logo de cara vi a fixa da loira.

Na verdade era fixa e logo em baixo vinha o histórico da garota, desde o escolar ao familiar. E não vou mentir, me surpreendeu ao extremo, peguei o histórico e fui até a onde ela estava adormecida, sentei na poltrona que la estava e a olhava dormir.

Garota, quem é você ?

Não demorou muito e logo ela acordou, ela se levantava aos poucos ainda um pouco tonta. Ela resmungava e apoiava sua mão na cabeça.

– Ah ! Finalmente acordou. Mas para a sua tristeza e minha felicidade as aulas acabaram por hoje

Quando finalmente despertou e viu que eu estava ali, pude ver seu espanto, não sei dizer se ela estava perdida ou assustada por estar sozinha comigo.

– Relaxa, não fiz nada com você, não a vi sendo trocada e você continua não me machamando a atenção, em nada mesmo

Ela continuava a me olhar assustada e calada. Encolhida no lençol, me levantei da poltrona e coloquei as fixas dela no lugar de onde tirei, foi quando finalmente lembrei do pedido de Pouriska.

Peguei a roupa dela que estava no canto dobrada e caminhei até a ela novamente. Parei de frente para mesma e joguei sua roupa em seu colo.

– Toma, pediram para eu lhe entregar isso e falaram para você o vestir – avisei

Ela pegou nas roupas e me encarou como se pedisse para eu sair dali. Suspirei e sai sem falar nada.

Afinal, qual o problema dela 

Pensei enquanto estava sentado na maçã novamente a aguardando, não demorou muito e ela saiu já vestida.

– ótimo, assusta posso ir... – foi interrompido por ela

– por que ficou ?

Perguntou ela sendo direita, eu parei na porta com a mão na maçaneta, — afinal. Por qual razão eu realmente fiquei ? —

–Sei lá, só fiquei. E que diferença faz eu ter ficado ou não ? –

Perguntei se volta e ela não me respondeu apenas desviou o olhar. Abri a porta e quando eu ia sair ela novamente direita.

– por que estava lendo minha fixa ? –

Despierto fundo pois eu realmente não tinha resposta para essa.

– cara qual é a dificuldade em agradecer? Só faça isso... – respondi

– você não me respondeu –

Ela me irrita

– Ah, droga. Ela voou só peguei para colocar no lugar. Que inferno –menti

Ela olhou para baixo e eu suspirei, são pra a fora seguido por ela. O caminho foi silencioso, paz... Finalmente. Mas o silêncio de repente escutei um som de algo caindo ao chão. Olhei para trás e era ela tentando se levantar.

Tch! Droga

Corri para ajuda-lá, peguei sua bolsa e logo em seguida segurei seu braço a ajudando a se levantar.

– vamos, você ainda está fraca para andar sozinha. Vou te levar em casa hoje. – afirmei

–não precisa

– só Cala a boca e aceita. Você ainda está dopada 

Ela não retrucou, apenas continuamos nosso caminho em silêncio. Tirei o carro do meu pai do estacionamento e a coloquei dentro.

A loira deu o endereço é assim fomos, precisamos um pouco de trânsito. O dia já havia acabado e a noite está começando, eu a olhava de canto de olho e estava sempre com o olhar vago, com a cabeça recostada no vidro e sentindo um possível frio. Liguei o aquecedor.

– o carro é seu? – perguntou ela cortando o silêncio

–Não 

– mora longe

– também não

E assim foi seguindo o interrogatório até chegarmos ao destino, assim que estávamos perto de onde a vi pela primeira vez eu não aguentava mais.

–para alguém que quase não fala, você sobrou hoje – comentei sendo sarcástico

Ela me olhou e voltou a olhar para a janela calada. — Ótimo fiz merda —

— Aqui – falou ela apontando para um portão ao lado da cafeteria

Eu dei a ré e estacionei o carro, desci do mesmo e ajudei chegar até lá. Quando eu ia virar as costas para os embora ela seguros meu braço fazendo-me olhar para trás.

– eu não tenho dificuldade em agradecer – falou ela – Obrigada por hoje

– Ah! Esquece isso. Você se machucou hoje – falei guardando as mãos nos bolsos – vou indo

– Por que você se importa? – perguntou ela do nada

"Por que eu me importo?" .... Por que?




Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...