História Incubus - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Anjo, Bangtan, Bts, Demônio, Íncubus, Limbo
Exibições 158
Palavras 2.803
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Bora ler?

Capítulo 12 - Doze


Namjoon (ON)

 

Suspirei encarando os projeteis mergulhados em agua benta. Desde pequeno sentia algo diferente pelo meu treinador, mas jamais pensei que isso fosse evoluir com o tempo. Meus pais me avisaram que os anjos eram frios porem piedosos. Quando eles não voltaram da ultima missão eu já sabia o que havia acontecido e logo me apresentaram a Jin e foi ele quem cuidou de mim desde então.

Mesmo que tenha aprendido com meus pais sobre a profissão de nossa família eu ainda era uma criança inocente. Um sorriso surgiu em meus lábios quando me recordei da primeira vez que vi Jin. Sua beleza me fez ficar admirado e acabei por elogia-lo tocando seu rosto para me certificar que era real e quando sorriu tive a certeza que estaria protegido.

Durante minha adolescência os treinos físicos se intensificaram e nossa missão começou a ser posta em prática, conheci Jeon quando estava na escola. Era irritante ficar lá por horas, já havia aprendido tudo aquilo, mas ere meu dever estar perto de Jungkook. Acabei me afeiçoando ao garoto. Enquanto isso Jin observava Jimin de longe.

Uma noite na mansão estranhava a demora do anjo, estava jogado no sofá enrolando com o treinamento da noite. De repente ele rompe a porta com um braço machucado pingando sangue, o problema era que sua mão segurava o braço no lugar, havia sido praticamente amputado. O vermelho exagerado que via me fez ficar assustado. Ele deu alguns passos, mas não conseguiu subir as escadas sentando-se nos degraus ofegante. Me aproximei querendo ajuda-lo.

- SeokJin , me diga o que fazer. – Sentia as lagrimas, mas devia ser forte.

- Nammie .. – Ele sorriu e desmaiou.

Gritei seu nome, fiquei com medo de sacudi-lo. Corri para cima infringindo as regras e entrando em sua sala e lá me rendi ao meu desespero, as lagrimas romperam junto com minha voz alta e em ordem. Logo um anjo apareceu, afagou meus cabelos sem dizer nada e saiu.  Logo retornou com Jin no colo e ambos sumiram.

Fiquei sozinho por dias, mas não tive coragem de sair daquela sala. Me encolhi escorado em uma parede, não comia, acabava dormindo vencido pela cansaço e chorava sem emitir som algum. Estava começando a achar que havia sido largado por ser inútil, por não ter aprendido o suficiente. Minha mente apenas me trazia motivos para me sentir culpado. Eu já não sabia se era manhã, tarde ou noite. 

- Custus Vigilat. (Sentinela sempre vigilante)– Ouvi sua voz .

Levantei meu rosto e lá estava ele descendo os degraus da escada daquela sala branca. Por longos segundos achei que era apenas um sonho, uma ilusão muito bem pregada. Ele não se aproximou de mim apenas saiu em direção a porta preferindo suas palavras de sempre.

- Ediscere, scire, agere, vincere ( Estudar, saber, agir, vencer) – Era seu estilo de me dar bronca sempre que me via disperso de meus deveres.

Sorri e me levantei o seguindo para nossa sala de treinamentos. Nunca recebi um elogio, um obrigado ou um afago por aquele dia. Mas jamais esperei por eles apenas tomei a decisão que Jin nunca mais estaria ferido daquela maneira, pois faríamos a promessa e eu o protegeria.

      

- Achei que já estivesse pronto. – Jin adentrou a sala em seus trajes brancos.

- Você vai andar pelas ruas assim? – Indaguei sem olha-lo alcançando a arma e começando a por os projeteis na mesma.

- Me troco mais rápido do que você decidindo que brinquedo usar. – Revirou os olhos.

- Vai querer algo hoje? – Perguntei sorrindo ainda concentrado em minha atividade.

- Não, mas embainhe minha espada e carregue uma arma para mim, por favor.

Dito isso se retirou me deixando só na sala. Separei dois coldres (um de perna e um duplo de axilas) deixando-os sobre o balcão. Olhei as duas espadas perfeitamente afiadas, abençoadas pelo altíssimo apoiadas em seus lugares. Peguei uma bainha para a cintura colocando a espada dentro da mesma e juntando aos coldres. Terminei de carregar as três armas engatilhando-as e as travando.

Não havia necessidade de trocar de roupa, apenas peguei um sobretudo para esconder os coldres. Jin retornou a sala e jogou o sobretudo dele sobre a mesa estendendo seu braço mostrando a frase meia lua, estendi o meu conectando os braços formando um circulo com as frases. Nos olhamos e dissemos juntos:

Ex unitate vires

(Poder através da união)

 

Coloquei os coldres e encaixei as três armas. Jin amarrou a bainha em sua cintura. Vestimos nossos sobretudos e saímos em direção a mais uma missão.

 

[...]

 

Entrei novamente naquele covil. O lugar estava cheio de uma nevoa branca, não identificava se era tabaco ou gelo seco, pois os aromas se misturavam causando uma coceira no fundo de minha garganta. Jin estava logo atrás de mim mostrando seu desinteresse naquele lugar. A recepcionista não estava em seu costumeiro lugar demonstrando a armadilha que aquilo era. Assim que enxergamos o salão completo pude ver Min Yoongi escorado a uma coluna sorrindo para uma jovem que dançava sensualmente em um pole dance. Estávamos as suas costas, mas ele não se virou.

- Bem vindo caçador. – Sua voz proferiu no ambiente.

- O que acha de soltar os humanos que prendeu aqui Min? – Sugeri. – Seu problema é comigo, estou aqui.

Ouvi sua gargalhada com ele levando a cabeça para traz por fim pondo seus olhos em nós. Seus fios verdes contrastavam com a pele clara e as roupas pretas.

- Acha que pode chegar aqui e opinar em algo caçador? – Mexeu o rosto o pondo de lado, caminhando em nossa direção. – Este lugar é meu!

- Desprezível tanto egocentrismo em um pequeno ser. – Jin bufou.

- Oh! Seu amigo é abusado como você. – Yoongi observou.

- Não lhe devo concelhos, mas lhe darei um bom. Não brinque com ele. – Sorri.

Min fez um gesto de mão apontando para mim rapidamente, ouviu-se um som soprado de seus lábios demonstrando estar um pouco pensativo.

- Sabe, preparei a festa para você. – Sentou-se em um balcão que servia de bar. – Saiu daqui tão apressado mais cedo que não pude agradecer ao banho que me deu. Foi uma demonstração ardente de seus sentimentos por mim, confesso.

- Vamos Min, não se faça de burro. – Sentei-me em uma das cadeiras. – Libere os humanos e resolvemos nosso relacionamento a sós.

- Piadista como todo caçador insolente. – Seu sorriso foi brincalhão.

Enquanto conversava com Yoongi, Jin observava a sala decidindo que feitiço usar para soltarmos os que ali estavam presos. Min estalou seus dedos e os humanos levantaram.

- Saiam daqui pedaços de carne inúteis. – Jin olhou-me enquanto as pessoas saiam devagar. – Veja, colaborei com sua missão.

- Um ato realmente nobre. – Bati palmas lentas para ele. – Surpreendente, mas me diga o que quer em troca.

Vi seu sorriso crescer enquanto levantava.

- Sabe anjo, o treinou bem. – Dirigiu-se a Jin caminhando em sua direção com um copo na mão. – Gostaria que meus alunos fossem tão uteis assim.

Jin o olhava demonstrando sua desaprovação.

- Mas como ajudei vocês, agora podem me ajudar. – Yoongi voltou a andar e logo vimos pessoas vestidas iguais a ele caminharem para dentro da sala. Ele subiu no palco que havia ali.  – Crianças, hoje terão aula prática. – Sorriu olhando para todos, mas seu rosto endureceu logo em seguida. – MATEM!  

Foi tudo que disse e em seguidos todos vieram em nossa direção. Rapidamente alcancei uma das armas acertando os mais próximos. Jin Não puxou sua espada, apenas desviava dos golpes intediantemente.  Aquilo começou a me irritar. Conforme acertava os corpos de demônios eles evaporavam em minha frente. Sorri.

- É claro que Min Yoongi não iria conjurar demônios presos a este plano. – Disse vendo mais corpos evaporarem.

- Imaginou algum demônio confiante no que ensina? – Jin brincou rindo em seguida.

Ouvimos um rosnado. O tiro seguinte que dei ouviu-se um grito do atingindo e o pegou fogo. Ok! Ele havia liberado as almas do inferno para nos atacar. Olhei para Jin que acenou para mim. Rapidamente ele puxou sua espada agora atacando os que vinham em sua direção. Minha munição estava acabando, puxei a arma do coldre da perna continuando a eliminar as almas.

- Jin! – Chamei-o. – Terminamos, podemos ir embora?

- Já cansou? – Jin sorriu divertido.

Balancei a cabeça minimamente para sua provocação. Guardei a arma que acabou a munição. A que estava em minha mão já estava quase em seu fim e a outra era a de Jin, não a usaria por prevenção se ele precisa-se.

- Me cubra. – Pedi a Jin que logo se pôs a minha frente enquanto recarregava as armas escondido em suas costas

Ouvi o som de uma lamina sendo arrastada no chão, levantei o olhar encontrando Taehyung se aproximando de nós. Seu sorrio cresceu quando me viu. Disparei em sua direção algumas vezes mesmo sabendo que aquilo apenas iria feri-lo, mas ele era rápido na espada evitando meus golpes. Ele levantou sua mão e fui lançado no ar, consegui apoiar meu corpo com uma mão e um joelho no chão ao aterrissar sentindo a pele queimar.

Olhei para Tae que levantou sua espada com intenções claras de acertar as costas de Jin. Corri o mais rápido que pude. Não tinha nada para impedi-lo, mas se ele acertasse o meio das costas de Jin, ele perderia suas asas. Coloquei-me a frente do golpe levantando um braço com o intuito de interromper o golpe sentindo a lamina raspar em meu braço e em seguida atravessar minha pele próximo a clavícula saindo nas costas. Meus lábios soltaram um pequeno som esganiçado.

SeokJin (ON)

Estava entediado de apenas passar a lamina naquelas almas as vendo queimar. Ouvi alguns disparos notando que Namjoon havia voltado à batalha. Mas o som que veio em seguida não me confortou. Então senti a queimação em minha pele, mas sumiu rapidamente. Quando interligamos nossos poderes eu sentirei o que o caçador sofrer, pois seu poder tem a mim como fonte. Virei-me encontrando meu irmão com uma espada enfincada em Namjoon ajoelhado com uma mão segurando a lamina. Taheyung arregalou os olhos quando se deparou comigo dando alguns passos para trás soltando a espada.    

- J-Jin .. –  A voz do demônio falhou ao pronunciar meu nome.

Namjoon deitou seu corpo no chão. O sangue escorria e pelo piso a baixo de si. Meus olhos ferveram em raiva, sem perceber proferi o encantamento de minha espada sentindo-a esquentar em meus dedos que a apertaram mais forte e fui em direção a Tae que dava passos para trás fugindo de mim até cair no chão.

- Fiat voluntas Dei. (Faça-se a vontade de Deus.) – Pronunciei levantando minha espada.

- JIN! – Ouvi NamJoon gritar me acordando do sentimento que me cegou. Não podia matar Tae, ele ainda estava ligado a Jeon. – SUMA DAQUI TAE.

O caçador gritou e o demônio se mexeu fugindo. Olhei para ele no chão com o sangue empoçando no local que estava. Fui em sua direção o olhando de cima.

- VOCÊ É IDIOTA? – Gritei para ele e apoiei meu pé em seu ombro e puxei a espada de seu ferimento o vendo franzir o rosto e rir em seguida.

- Preciso matar quem inventou que vocês são delicados. – Ele tentou se sentar, mas falhou.

- Levante dai. – Ainda estava irritado.

- Jin, esta sentindo a queimação? – Ele perguntou e foi quando reparei que não, franzi o cenho. – Meu braço está cortado. Acho que podemos dizer que a espada é forjada no inferno. – Ele sorriu.

Abaixe-me largando a espada no chão ouvindo seu tilintar no piso. Alcancei seu sobretudo o rasgando no lado direito deixando seus ferimentos a mostra. E lá estava o corte nas letras da frase. Ele não iria se recuperar, não estávamos ligados, ele não estava sugando o poder necessário para isso.

- Acho que preciso dizer aquela frase. – Sorriu.

- Cale a boca. – Ditei sem olha-lo, observava seus ferimentos tentando pensar em algo.

- Saia daqui antes que algum deles decida voltar. – Nam me pediu.

- Já disse para calar a boca Namjoon!. – Apertei meu maxilar.

Sem o poder dos anjos, por que ele fosse de uma família tradicional de caçadores, aqueles ferimentos não iriam se curar. Ele irá sangrar até morrer. O desespero começou a tomar conta de meu ser.

- Jinnie, preciso dizer. As regras, lembra? – Sua voz estava ficando fraca.

- Não, você só precisa dizer isso quando for morrer. – Olhei em seu rosto e ele sorriu mesmo parecendo sonolento. – Eu não devia ter arrancado a espada. – Me condenei constatando minha idiotice.

- Memento mori. (Lembra-te que morrerás). – Proferiu sério.

- Que frase de merda Nammie. – Disse segurando as lagrimas que queriam romper meus olhos rindo junto com ele.

- SeokJin xingando, vivi para ver isso. – Brincou, mas em seguida ficou sério. – Sua vez.

- Não quero dizer, você não irá morrer. – Disse querendo me convencer.

Ele levantou sua mão sem ferimentos e acariciou meu rosto.

- Você é lindo. – Disse sorrindo e senti uma lagrima escapar.

-Pare! Não se despeça fazendo o que fez quando criança. – Repreendi.

- Você se lembra. – Ele fechou os olhos suspirando.

- Não esqueceria as covinhas nunca. – Sorri notando que ele estava muito fraco. A poça de sangue aumentava cada vez mais.

- Só as covinhas? – Riu soprado. – Jin, diga sua frase, por favor. Não quero ir para o inferno por causa de uma frase. – Brincou.

- Deixe de ser idiota ao menos quando morre. – Entrei em seu jogo. – Não tem pecados para ir para o inferno.

- Tenho. – Ele sorriu. – Fui contra as regras. Eu amei um anjo.

Me levantei com aquela frase, apoiei as costas da mão em meus lábios apertando os olhos sentindo a onda de lagrimas descerem. Rapidamente me sentei no chão e o puxei para meu colo o ouvindo fazer algumas exclamações e sentindo minhas roupas molharem com o sangue. O abracei desajeitadamente. Não estávamos ligados e não podia conjurar minhas asas para tira-lo dali. Sentia-me sem escolhas.

- Você sabia que não podia matar Tae..? – Sua voz estava mais baixa.

- Não me lembrava, desculpe e obrigado por salvar Jeon. – Disse a ele tentando não espairecer em minha voz o choro.

- Não Jinnie. – Sua mão alcançou meu braço o sujando de sangue. – Não mate seu irmão, não carregue essa culpa. O condene ao inferno. Será mais fácil assim. – Sorriu minimamente. – E desculpe por invadir seus livros, eu vi um diário de vocês dois. Por isso .. s-sei.

Notei o quão ele se preocupava comigo. Em anos ignorei o carinho que ele demonstrava ter, fui duro, fui insensível até em sua confissão. Agora sentia apenas culpa. Culpa por não ter aproveitado cada segundo.

- E pluribus unum. (De muitos, um.) – Disse em despedida e ele sorriu.

- Obrigado Jinnie. – Seu aperto em meu braço diminuiu.

Comecei a proferir uma reza de piedade com os sentimentos transbordando em mim, com as lagrimas tomando meu rosto. Apertei os olhos quando sua mão apenas descansou em meu braço. Preferi a reza até o fim e pedi ao altíssimo por perdão. Namjoon respirava fracamente ainda. Sentia como se minha vida fosse encerrar junto com a sua. Já tinha perdidos inúmeros caçadores, mas o rompimento nunca me pareceu tão doloroso como se me rasgasse por dentro.

- Você foi o único que amei Nammie, me desculpe. – Confessei-me entregando meus mais profundos sentimentos.

Eu não poderia me apaixonar pela criança que vi crescer, que vi tornar-se homem. Eu mal entendia o que era amor. Mas todos os seus jeitos me conquistaram. Todos os seus sorrisos são uma lembrança, sua conquistas, seus machucados, sua sensibilidade .. E agora eu estava o perdendo. Segui as regras, reprimi e neguei os sentimentos humanos para encarar seu fim NamJoon (!?). Sentia-me insignificante por achar que estava fazendo o certo, porque me arrependia amargamente de não ter correspondido a sua confissão quando me disse “Jin preciso que saiba. Eu o amo! Mais que a meu próprio ser. Não poderia carregar isso como um segredo até a morte. Apenas saiba disso.” Como teve coragem de me dizer aquilo e sair como se não fosse nada? A dor que me consumia me fez chorar mais e exclamar como se fosse algo físico.

Ouvi uma cantiga de infância, algo que minha mãe cantava para me acalmar. Abri os olhos a encontrando em minha frente proferindo a melodia. Ela caminhou calmamente para trás de mim, se abaixou e me abraçou. Hoseok apareceu ao seu lado. Sorriu terno para mim, alcançou o braço de Namjoon. Arregalei os olhos achando que ele o levaria para os céus, mas o aperto dos braços de minha mãe pedia para que eu confiasse. Logo ele viu o corte no braço de Nam, vi seus lábios mexerem e passou sua outra mão sobre o ferimento o curando e restabelecendo a sua marca. Assim que vi as letras acenderem meu mundo apagou.  


Notas Finais


Não tenho palavras pra vocês hoje .. Só quero relatar que amei escrever esse capitulo por trabalho que tenha dado. É a primeira cena mais agitada que descrevo e espero que tenha saído tudo bem rs

Provavelmente passarei a fic para um post por semana. Motivos? Bem acho que tudo esta em um ritmo muito frenético para todos e quero que acompanhem a história certinho.

Qualquer sugestão pode falar!

Obrigada por ler <3


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