História Indecent propost - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Visualizações 8
Palavras 2.545
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - O lar provisório


Batia minha perna frequentemente enquanto ouvia o tic tac do relógio e via o ponteiro rolar devagar. Apesar de minha própria ansiedade está me irritando eu não consegua a controlar, estou com o coração palpitando e com o estômago embrulhado desde a hora em que abri meus olhos. Sinto que a cada 1 hora que se passa é como se fosse uma eternidade.

O que está me incomodando mais que a ansiedade de saber que eu vou para casa de Castiel e que está tudo confuso, é o que está acontecendo com a Íris, não está falando comigo, passa reto e olha para mim com nojo, além de estar usando roupa completamente vulgar e chamativa. Do meu ponto de vista eu fiz algo para ela, mas do ponto de vista do Castiel ela sempre escondeu ser quem é, sim eu estava falando com ele á uns segundos atrás pois a Íris queria que queria falar com ele independente do que ele estivesse fazendo, percebi que toda vez que ela batia na porta ela subia mais a saía ou puxava mais o decote, o que me irritava um pouco mas eu e Castiel não temos nada e eu sempre considerei Íris minha "Melhor amiga" então eu tentava me alto acalmar.

-Castiel: Senhorita Cooper, está me ouvindo?.- Me despertei e quando olhei para o lado ele estava apoiado na minha mesa me encarando profundamente. 

-Desculpa senhor Parker, o que deseja?.- Desde quando ele estava ali, me olhando me aprofundar nos meus pensamentos?

-Castiel: Preciso ter uma conversa particular dentro da minha sala.- Ele se manteu ereto assim que terminou a frase.- Poderia me acompanhar?.

-Claro.- Senti os olhares de todos os curiosos sobre nós, me levantei e logo o segui até sua sala.

-Castiel: Finalmente sós.- Falou assim que trancou a sala, ele se aproximou e juntou nossos corpos.

-O que foi? Já está com saudades?.- Falei baixinho colando nossas testas.

-Castiel: Mosca.- Falou me beijando, mas não demorou muito para ele nos afastar.- Você só veio aqui duas vezes e eu juro que tentei reprimir meu dejeso de ter seus lábios aos meus.

-Tão romântico.- Sorri e o beijei. Não sei quanto tempo, mas só paramos quando ouvimos batidas na porta, se ajeitamos rápidamente e logo Castiel sentou na sua cadeira.

-Castiel: Entre.- Não demorou nem 2 segundos para eu ver uma cabeleira ruiva entrar.- Olá Íris, novamente. O que deseja?.

-Íris: Eu queria saber o que fazer com esses relatórios.- ESPERA, EU MEXO COM ESSA PARTE DA EMPRESA.

-Como assim, relatórios? Eu mexo com essa parte, além do mais eu terminei de fazer quase todos, até tinha alguns, mas estava em minha mesa.- Olhei para Castiel atordoada, o mesmo nem expressava reação.

-Castiel: Senhorita Cooper, acalma-se.- Ele suspirou e colocou a mão na testa a massageando.- Como conseguiu isso, senhorita Green?.

-Íris: Sim eu peguei a papelada na mesa da Beatriz, mas é porquê ela não estava fazendo seu serviço.- Ela levantou o queixo com ar superior 

-Filha da...

-Castiel: Senhorita Cooper, contenha-se.- Ele se levantou me cortando, eu o olhei irritada.- Me dê isso Íris, por favor! E que isso não se repita, senão vou ter que tomar atitudes trágicas e ninguém quer isso. Certo?.- Ele pegou a papelada e na última palavra ele me olhou.

-Não, ela roubou uma papelada, senhor Parker.- Suspirei e olhei para ela.- Vai que dá próxima ela roube algo mais preciso.

-Castiel: Isso não era se repetir. Senhorita Green por favor se retire da minha sala, preciso terminar a conversa com a senhorita Cooper.- Falou esticando seu braço e apontando para a porta, eu ainda estou irritada e chocada.

-Íris: Tudo bem.- Ela empinou a bunda e saiu, esperei uns minutos e conferi se a porta estava trancada e se ela ainda poderia ouvir algo.

-Você esta maluco ou o que?.- Falei baixo, mas demonstrei a raiva que eu sentia.

-Castiel: Eu não posso puni-la por isso, achariam quem tem algo de errado...

-Algo de errado? Nunca achei que você agisse de um modo tão ignorante, ela me roubou, independente se foi folhas. É um roubo.- Finalizei me exaltando e alterando o tom de voz.

-Castiel: Tudo bem, não irei discutir.- Ele suspirou.- São iguais.

-Falou algo?.- Ela falou baixo, mas tenho uma ótima audição.

-Castiel: Nada, foi apenas uma pensamento alto.- Falou chacoalhando a cabeça.

-Okay, vou para a minha mesa, em caso ela queira roubar mais alguma coisa.- Ótimo, era realmente para eu não ter ouvido, mas tudo bem. Quando estava perto da porta ouvir um "psiu" vindo de Castiel fazendo eu o encarar.

-Castiel: Quando der 18:00 , vai para a garagem e me espera do lado meu carro.- Concordei, ainda passaríamos na casa da amiga da minha mãe.

Concordei com a cabeça e fui para a minha mesa. Todos faziam seus trabalhos tranquilamente, como eu já tinha feito tudo o que Castiel me mandou eu resolvir olhar meus emails o que meu deu muitas supresas, pois uma era da minha faculdade, felizmente eu já tinha dinheiro para paga-la e então fui atrás de uma bolsa, afinal se eles cobrissem pelo menos 55% da taxa já me daria um grande alívio. Cliquei no email esperançosa e sim eu consegui a bolsa, o que me deixou bastante alegre, mas o que eu não esperava é que eles aumentaram 24% da taxa pois a faculdade estava "suprindo necessidades financeiras", ELES SÓ PODEM ESTAR DE BRINCADEIRA COMIGO. Fechei o email triste pois ia demorar para guardar mais dinheiro, apesar de tudo não ia deixar isso me derrubar, continuei a mexer nos emails até ver um sem nexo, sem assunto, sem nome, sem endereço de email, curiosa cliquei.

Anônimo.

Castiel está confuso e não vai demorar para você descobrir.

Meu dia está melhorando cada vez mais! quem era? Eu não fazia a menor idéia, o que quis dizer com isso? Sei muito menos, mas sinto que ele ou ela, tanto faz, está querendo ver Castiel fora de jogada ou quer que eu fique incucada. O que de uma certa forma já conseguiu, enfim, meu foco ainda está sendo a faculdade e não vai ser um ser humano qualquer que vai me desviar de meus focos, principalmente de Castiel, mesmo que não tenhamos nada, ainda tenho um contrato a zelar.

Notei que as pessoas já estavam indo embora e que Íris me encarava de rabo de olho como se eu fosse sua pior inimiga e estivesse prestes a ataca-la. Eu gosto muito dela, sempre a considerei minha amiga, mas ela está conseguindo me irritar e falta pouco para dar um tapa na sua cara, foco Beatriz. Me levantei e comecei a arrumar minhas coisas, abri a bolsa e juntei tudo o que era meu e coloquei lá dentro, ajeitei minha roupa e bati na porta do "senhor Parker", não demorou muito para ele mesmo abrir a porta.

-Castiel: Oi senhorita Cooper. Pessoal estão dispensados por hoje.- Esbanjou o sorriso que fazia as mulheres suspirarem, logo seu olhar se direcionou a mim.- O que deseja?

-vim avisar justamente que estou indo para a casa.- Pisquei para ele e o mesmo sorriu.

-Castiel: Boa hora. Até logo senhorita Cooper.- Ele entrou dentro da sua sala e eu fui para o elevador.

Espero que você não demore Castiel, o elevador se fechou e eu esperei o andar da garagem chegar, por sorte ninguém entrou então eu tive a oportunidade de retocar meu batom que agora estava um vermelho vinho. Agora eu estou a procura do carro de Castiel, não demorou muito eu achei porém o carro da Íris estava estacionado ao lado, ou seja, ela não saiu ainda. 

-Íris: Tudo bem, ela já sabe quem é quem.- Ouvi a voz dela e eu me escondi na frente do carro de Castiel, sentei no chão para ela não me ver.- Ela deve ter visto a mensagem. Agora preciso ir para casa, depois te ligo.

Ouvi o carro dela dar partida e quando olhei ela já tinha ido. Será que ela quem enviou-me aquela mensagem? Por que ela me enviaria aquilo? será que ela sabe de algo que eu não sei? Tantas perguntas e nenhuma resposta. Entre tudo, eu queria saber o que aconteceu para ela está assim, eu posso está enganada, mas Íris era uma pessoa boa e sempre foi, não acredito que ela possa ter ficado "ruim" de repente. As pessoas mudam, eu sei disso, mas é difícil acreditar quando é a pessoa que você conviveu e te ajudou.

-Castiel: Ficou tão cansada assim?.-Falou aparecendo do meu lado me assustando e me encarando sentada no chão.

-Eu me escondi.- Revirei os olhos e levantei ficando na sua frente.- Vamos? 

-Castiel: Vamos!.- Ele abriu o carro e entrei no mesm sentando no banco do carona. Ele deu partida com o carro e eu ficava o encarando, Castiel conseguia ser o homem mais sexy da minha lista.- Do que estava se escondendo?.

-Íris. Ela apareceu do nada, parece que alguém está obcecada por você.- Falei revirando os olhos e colocando minha atenção na janela, ouvi um riso abafado como resposta.

-Castiel: Ciúmes?.- Perguntou enquanto me encarava.

-Não.- Respirei fundo.- Presta atenção no farol.

Logo deu partida de novo e o resto do caminho foi em silêncio. As vezes eu o olhava mas estava concentrado olhando para a rua, fiquei pensando se a Íris me enviou aquela mensagem ela queria me ajudar, certo? Afinal, para mim contou como ajuda, não faz sentido ela tentar dar em cima dele. Eu o olhei, o que você esconde Castiel? O que tem atrás desse sorriso encantador e esses olhos acizentados

-Castiel: Já chegamos.- Falou tirando o cinto de segurança, eu fiz o mesmo.

-é...Percebi.- Sorri e saí do carro, fui até minha porta e Castiel me seguia.- Vai esperar aqui ou vai subir e me ajudar?.

-Castiel: Proposta distintas. Vou te ajudar, pois sou um cavalheiro.- Concordei e subimos, minhas malas já estavam feitas.

-Pega aquela blusa do cabide.- Tinha deixado o sueter vermelho no armário em caso esfriasse mais, Castiel puxou a blusa e a foto que eu tinha achado estava em baixo. Não me lembro de ter colocado lá, Castiel pegou e olhou detalhamente a foto, sua feição ficou um tanto espantado e triste.- Aconteceu algo?.

-Castiel: Beatriz, quem é esse homem.- Perguntou, eu me aproximei e vi seu dedão em cima do mesmo.

-Meu pai.- Dei de ombros e peguei a foto.- Ele me abandonou quando criança. Por quê?.- Dobrei o sueter e coloquei em uma das malas.

-Castiel: Nada...- Ele parecia esta engolindo algo.- Vamos!.- Ele pegou 3 malas e estava descendo.

-Estranho...- Falei baixo, logo peguei as outras 2 malas e a blusa. Isso é porque nem levei o guarda roupa todo.

Assim que desci conclui  que Castiel já estava no carro, apaguei as luzes e terminei meu caminho, fechei a porta e fui levar as malas para o carro também, assim que cheguei Castiel deu uma afastada e estava quieto o que me fez pensar um pouco na mensagem supostamente mandada pela Íris, coloquei as malas dentro e Castiel fechou a parte de trás, logo entrei no carro e Castiel entrou uns minutos depois, ficamos uns 2 minutos sem falar nada até eu quebrar o silêncio.

-Castiel?.- O Chamei e levantei a cabeça para encara-lo.

-Castiel: Oi?.- Apesar de ser bem desconfortável, subi em seu colo e o beijei, demorou um pouco para corresponder, mas quando o "choque" passou nossas línguas se batalhavam perfeitamente. Minha saia tinha subido conforme a minha posição e Castiel só fez o favor de subi-la mais para apertar minha bunda.-Fio dental?.

-Eu gosto.- Sorri e paramos de se beijar aos poucos, voltei para o banco de passageiros mesmo que ainda fosse  desconfortável.-Agora sim, vamos.

Ele deu a partida e avisou que o caminho seria longo, logo eu apoiei minha cabeça no vidro da porta e acabei pegando no sono enquanto olhava as ruas.

~~~~~~

Acordei em um quarto gigante, na verdade eu não sei onde estou, mas posso chutar que seja o quarto de Castiel ou apenas o quarto de hóspedes. Me levantei e olhei ao redor, esse quarto era maior que minha cozinha. Depois minha atenção foi para uma porta de vidro enorme que estava meio aberta, me aproximei e tive de cara com uma varanda que dava de cara com um céu maravilhoso, em menos de um mês minha vida conseguiu se tornar isso, até 2 anos atrás eu vivia embaixo da assas de minha mãe humildemente.

-Castiel: Desconfiei que estava acordda.- Ouvi sua voz atrás de mim e eu me virei ficando cara-a-cara com ele.

-Dormi tanto assim?.- Perguntei sem entender que horas eram agora.

-Castiel: Não, foi apenas um palpite.- Ele se sentou na cama e logo eu o acompanhei.- Você dormiu faz mais ou menos 1 hora. Gostou do seu novo quarto?.

-Por um minuto achei que fosse o seu, afinal isso aqui é muito grande.- Meus olhos rodiavam o quarto admirada novamente, da parte de Castiel ouvi um sorriso abafado.

-Castiel: Não, seu quarto vai ser aqui e o meu no fim do corredor á direita.- Ele foi parando de sorrir até ficar sério definitivamente, eu o olhei sem entender sua mudança de humor.-Peço que vá para meu quarto apenas em emergências e que não entre na porta de frente para ele. Me entendeu bem?.

-Tudo bem.- Olhei para o canto do quarto timidamente, não entendi por que dele ter ficado tão "grosso" repentinamente. Confesso que estava curiosa o suficiente para entrar lá escondido, mas além de estar desobedecendo ordem estaria perdendo sua pouca confiança em mim.

-Castiel: Vamos comer, Doma Cármen fez macarronada ao molho branco e bife arrolê.- Segurou minha mão fazendo-me levantar, eu concordei com a cabeça apesar de estar sem fome, eu não negaria um prato de comida desses.

~

O Jantar foi bem calmo, conheci a Dona Cármen. Ela era cozinheira do Castiel desde que ele era pequena, ela me contou quando Castiel pedia para ela fazer panquecas com sangue, ou seja, panquecas com geléia de morango, acabei fazendo amizade com uma senhora de 66 anos e  que não parava de me elogiar na mesa.O Castiel? Na janta seu humor já tinha voltado a melhorar, eu não parava de pensar o que ele poderia esconder naquele quarto e por quê não me deixar entrar em seu quarto.

Fechei o chuveiro e saí enrolada na toalha ainda molhada. Assim que pisei no meu quarto vi Castiel deitado na minha cama usando apensar uma calça de moletom e deixando aquela visão dos Deuses exposta para mim, não acredito que vou ter esse homem. Percebi que ele estava queito e com os olhos fechados, ele só pode ter dormido, me aproximei e o cutuquei, em questão de segundos ele tinha me puxado e logo ficando em cima de mim.

-Uau, que susto.- Respirei ofegante enquanto o olhava.

-Castiel: É feio olhar alguém enquanto dorme.- Sorriu malicioso e eu o acompanhei.

-Era para ter certeza, mas...- Inclinei minha cabeça e o beijei sem deixar falar mais nada, na mesma hora fui correspondida. O beijo estava tão bom, tão quente que só depois percebi que minha toalha da tinha sido aberta, eu enrolei minha perna em sua cintura, mas logo ele foi parando o beijo.

-Castiel:Preciso que você descanse hoje. Amanhã é sexta e quero te levar a um lugar.- Tirei minhas pernas e ele se levantou, eu fiz o mesmo me enrolando na toalha.

-Onde?

-Castiel: Supresa.- Ele riu, eu coloquei a toalha no banheiro e voltei, o mesmo nem me encarava.- Bom, vou indo. Boa noite.

-Boa.- Ele já tinha ido, coloquei uma calcinha e uma camisola de renda preta, deitei na cama e rapidamente peguei no sono sem ficar nos meus devaneios.




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