História Indefinido, who? - Capítulo 1


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Categorias HyunA, Pentagon (PTG)
Personagens E'Dawn, Hui
Tags 365 Fresh, Crimes, Drama, E'dawn, Hui, Máfia, Pentagon, Policial, Sexo, Triângulo Amoroso, Triple H
Visualizações 16
Palavras 1.083
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Policial, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá! Depois de um bom tempo de hiatus eu decidi voltar a escrever, Hyuna sempre fui minha inspiração maior, eu a admiro muito e esse MV dela com os meninos me encheu de ideias. Explicando, a fanfic ela se passa no MV, mas com uma historia em torno disso, por isso que eu recomendo que assistam o mv antes de começarem a ler, dessa forma vocês já vão ter uma noção maior da historia e tudo mais. A fanfic vai ter no máximo, uns doze capítulos, ao menos eu planejei isso. E eu espero que vocês gostem e me apoiem. Uma coisa muuuito importante, a fanfic não roda em torno da Hyuna, mas para vocês entenderem o contexto, terão que saber sobre ela, então o primeiro capitulo é todo virado nessa bonequinha. Bom, quando eu postar o segundo capitulo, ue irei explicar umas coisinhas pra vocês. Espero que me apoiem! Boa leitura. <3

Capítulo 1 - Prologue or prologo?


Fanfic / Fanfiction Indefinido, who? - Capítulo 1 - Prologue or prologo?

Prólogo: 

All my friends are heathens, take it slow, wait for them to ask you who you know. Please don't make any sudden moves, you don't know the half of the abuse. All my friends are heathens, take it slow. Wait for them to ask you who you know please don't make any sudden moves. You don't know the half of the abuse 
                                                         

                                                                      — Heathens, Twenty One Pilots
 

 

Como tudo poderia dar errado? Planejamos diversas coisas, montamos planos, guias e tudo para que dê certo então porquê? Qual a razão para tudo ter ido pro ralo em questão de segundos? Não tinha uma explicação plausível para a reviravolta que o destino deu. 

 

Dizem que coisas ruins vem a cavalo, não demoram demais para acontecer e a maneira qual a notícia chegara a você é a mais rápida possível, acreditem... Esse ditado popular nunca me foi tão sincero e verdadeiro. Desconfiem, quando tudo está dando certo, algo virá para atrapalhar, alguém talvez. Acreditar em coisas banais como destino era o motivo de Hyuna ser uma garota diferenciada, digo, ela tinha vinte e três anos e lia horoscopo, acreditava fielmente que as estrelas poderiam dar-lhe uma resposta e constantemente perguntava-se o motivo de tantas coisas acontecerem daquela forma. No fundo ela sabia que não tinha nada que justificasse aqueles acontecimentos, não tinha estrelas quais pudessem dizer o motivo de sua mãe falecer, ou até mesmo a razão de sua existência já que tudo constantemente terminava de maneira desagradável e justamente por isso que a ruiva acreditava. Era justamente por não ter justificativa plausível que a menina acreditava fielmente em suas teorias banais, dessa forma ela teria alguém a quem culpar, poderia dizer que tudo deu errado por conta do gato preto que ela viu na rua, o espelho quebrado graças a um freguês irritadinho da barbearia, ou até mesmo o dia de azar do seu signo.

 

Entre nós, você está trabalhando de boa e do nada é abusada, isso é acaso ou destino? Tem alguma justificativa? Por quê a ruiva? Necessitava de uma explicação, porquê dentre tantas mulheres ela que fora alvo de um abuso? Culpa dela? Que culpa eu tinha? era o pensamento da mulher. Nunca tinha feito nada de ruim em sua vida inteira, pelo contrário, estava trabalhando para sustentar a sua vida, já que o destino fez questão de retirar a vida de seus pais. Sim, e junto disso a mulher tinha uma dívida a pagar, agiotas... Eles são as pessoas mais difíceis qual vocês me verão falar. Eu nunca imaginei que a maldade de certas pessoas poderiam atingir limites extremos, porém com o tempo você percebe que nada daquilo irá surpreender-lhe. O velho ranzinza não teve dó de mim, ele não teve um pingo de pena da situação que eu tinha de enfrentar para lhe entregar o maldito dinheiro, ele agia como um membro da família, sempre oferecendo apoio a minha genitora, Mal sabia ela que quem pagava por todos aqueles quitutes era sua única filha. Kim trabalhou até não aguentar mais e no fim ela teve de se manter no emprego, quem pagaria sua faculdade? Ninguém. Porém maldita hora qual recusou a oferta que lhe fora feita. Mais uma vez se passou em sua cabeça, destino... Ele é engraçado, não? No final podemos mudar ele ou ele quem nos muda? 

 

As mãos sujas de sangue fresco e quente que escorria entre os seus dedos, o cheiro de ferro misturado ao aroma que exalava dos incensos de canela que ainda queimavam sobre a bancada de madeira. A garota estava totalmente em prantos, não sabia o que fazer naquela situação, ninguém poderia ajudá-la, afinal, quem em sã consciência poderia ajudá-la a encobrir o homicídio que acabara de cometer. As coxas manchadas de sangue que escorriam sobre os roxos na pele pálida, marcas de dedos,  sinais de uma falsa posse; Suas mãos estavam tão tremulas que a garota duvidava se ainda podia controlar seu corpo, o objeto qual utilizou para se defender, um canivete Mondaine estava jogado em algum lugar do chão parcialmente ensanguentado, o blazer quadriculado que uma vez fora usado para a protege-la do frio, agora era usado como instrumento numa tentativa falha de livra-se do líquido vermelho que coagulava pelo chão. Ela só tinha aquela peça, a mais bonita de seu guarda-roupas, agora estava encharcada de um vermelho escuro assim como o seu jeans, a regata rasgada graças às mãos grandes de seu agressor, os lábios manchados pelos beijos roubados contra sua vontade, os olhos marejavam, a maquiagem barata estava completamente borrada e escorriam por suas bochechas o preto do rímel e lápis. O velho da barbearia realmente gostava demais daquela mulher; de Hyuna. No momento em que ela começou a trabalhar para ele a confiança era algo bom, porém naquele momento, na situação que se encontrava, ele iria se arrepender amargamente por ter acreditado no rostinho de criança que a jovem possuía. Ela se livrou de tudo graças ao desespero que a fazia ficar bamba, seus passos eram curtos e o tempo inteiro virava o a cabeça para trás, tinha alguma coisa a seguindo e algo fora deixado para trás, uma parte de sua inocência, de sua bondade. 

 

 

Sua cabeça estava a mil e ela não prestava atenção em nada além de sua sombra, jurava estar sendo seguida e sem perceber atravessara a avenida principal do Rio Han, a claridade que agrediu suas orbes a fizera pensar que sua hora tinha chego, alguém com autoridade para julgá-la, Deus a esperava e não tinha mais o que pensar, era seu fim. Fechou os olhos e os forçou por de trás das pálpebras, os dígitos sujos apertavam seus próprios braços e seu interior ansiava por aquilo, um vazio em seu ser a deixava ansiosa por algo para cessar ao seu sofrimento. Por mais que sua cabeça dissesse que não era seu aquele o momento de sua partida, ela almejava que fosse. Não aguentava mais a série de acontecimentos que a deixavam completamente sem rumo, se a perguntassem o seu nome, ela não saberia responder. Apesar de ter plena consciência de que ninguém entenderia suas ações, seu coração pulsava e pedia por ajuda, a esperança de que alguém poderia entender tudo aquilo e a ajuda-la era tão grande quanto a sua sanidade. Um paradoxo, ela não estava muito sã e sua esperança era idêntica a sua sanidade, isto é a prova da tamanha confusão que encontrava a mente judiada da garota.  

 

Pobre, Hyuna... Foi só a sensação de ser atingida por um carma. 

 


Notas Finais


E aí, gostaram? Me dêem um feedback! Obrigado, vejo vocês no próximo capitulo!


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