História Indomáveis - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce, Um Jogo Sem Regras (Nerve)
Tags Amor Doce, Armin, Nerve
Visualizações 9
Palavras 2.846
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Hentai, Luta, Mecha, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Super Power, Super Sentai, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá pessoal! Venho aqui novamente para mais essa história. Dessa vez, uma grande mistura entre o game Amor Doce e o livro/filme que tanto amamos, Nerve.
Tudo será explicado melhor no decorrer da história.
Quero pedir antecipadamente um trilhão de desculpas de esse capítulo apresentar muitos erros ortográficos ou momentos confusos. Prometo estar sempre estar me esforçando para melhorar a cada dia.

Capítulo 1 - Bem vindos ao Nerve


Fanfic / Fanfiction Indomáveis - Capítulo 1 - Bem vindos ao Nerve

Rosalya conhecia Blake desde seus sete anos de idade, e sabia muito bem quando a mesma estava mentindo. Ela olhou no fundo dos seus olhos esverdeados procurando pela verdade e só a achou quando Blake virou o rosto com as bochechas já avermelhadas.

— Vamos, responda de uma vez!— apressou.

— Porque isso te interessa?

— Talvez porque você é minha melhor amiga, e amigos revelam seus segredos!— respondeu!

— Até mesmo segredos constrangedores e particulares— complementou Alexy.

Ela se afastou. A ponta de borracha do seu All Star preto de cano alto fez um barulho assim que entrou em contato com o chão liso do corredor do colégio.

— Anda, Blake! Não é vergonha nenhuma isso— Alexy disse tentando reconfortá-la, mas só serviu para que ela se sentisse ainda mais nervosa. Ela suspira convencida e dá de ombros. Eles iam caçoar da resposta, mas sabia que não iam espalhar para todos seu tão tenebroso segredo.

—Tá certo, eu… eu nunca dei meu…

— Ah! Meu Deus, então é verdade! Você nunca deu seu primeiro beijo!— Alexy gritou e Rosa quase pulou para cima dos armários. A sorte era que o corredor já estava vazio, caso contrário toda escola saberia que Blake Wilson, a tiete de heróis e ficção científica de dezesseis anos, nunca havia beijado!

— Ei, também não é assim! Eu já dei um selinho num garoto do oitavo ano!— disse tentando se justificar.

— Ai amiga, selinho não é beijo de verdade— Rosa falou enquanto tentava conter o riso.

— De qualquer forma, antes de sair beijando qualquer um, prefiro esperar a pessoa certa— disse cruzando os braços.

— E qual seria o homem certo? Clark Kent, Tony Stark? Ou talvez Peter Parker— Alexy zombou sabendo da quedinha da amiga pelos atores de seus heróis prediletos.

— Quem sabe— deu de ombros.

— E nenhum dos rapazes aqui da escola te interessa?— Rosalya perguntou e Blake, por algum motivo, pensou alguns minutos sobre isso.

Seus únicos e verdadeiros amigos eram eles. Alexy é o único homem que Blake tem grande intimidade, mas não conta muito vendo sua clara preferência por pessoas do mesmo sexo. Por algum motivo, pensou nos rapazes da sala. Todos eles tinham sua beleza, seus gostos e suas qualidades. Entretanto, Blake possuía uma personalidade que não é muito do interesse dos rapazes. Era claro que todos eles preferiam garotas meigas e delicadas, que usam roupas femininas e possam ser gentis, totalmente contrárias de Blake.

Uma das coisas que mais irritavam seus amigos, era a grande baixo autoestima e o antissocialismo que a afastava das pessoas e a fazia afundar no mundo do imaginário, ou melhor dizendo, dos quadrinhos. Ela não se sentia bonita nem interessante o suficiente para ficar com ninguém daquela escola.

— Talvez Nathaniel? Castiel, Lys-fofo, Kentin…?— Rosa tentou fazer com que a amiga anunciasse sua paixão por algum dos rapazes— Armin?

Alexy olhou para Rosa e esboçou um sorriso. Armin, assim como Blake, não gostava muito do mundo real, e se perdia na internet. Ele ficou bobo imaginando sua melhor amiga e seu irmão andando de mãos dadas pelo corredor do colégio.

A jovem balançou a cabeça e enfiou as mãos no bolço da calça jeans um pouco larga. Balançou a cabeça negativamente anunciando sua indiferença com todos esses rapazes ditos.

— Ai meu Deus, desse jeito vai ficar encalhada para sempre, amiga. Srta. Wilson, faça o favor de arranjar um pretendente o mais rápido possível, eu quero ir em seu casamento!

— Rosalya, eu tenho dezessete anos, ainda há muito tempo! Não precisa me apressar dessa forma.

Ela abre a boca para falar algo, mas é interrompida assim que Nathaniel grita do outro lado do corredor para que eles saem do colégio. Estavam a tanto tempo tentando convencê-la de falar a verdade que mal se deram conta de que estavam no colégio fazia tempo.

— Desculpe!— disseram em coro e saíram correndo até a saída.

O dia estava chuvoso e frio. Rosalya tremeu devido as roupas curtas e coladas que usava. Blake e Alexy não foram atingidos já que estavam no conforto de roupas grandes e quentes.

— Onde vocês pretendem ir agora?

— Bom, como meu irmão não está ficando em casa esses dias e meus pais estão em viagem, podemos ficar até de noite de bobeira!— ele anunciou animado.

— Por mim tudo bem, meus pais não se importam muito!

Eles olharam para a jovem esperando uma confirmação. Tudo o que ela queria fazer era ir para sua casa, guardar sua mochila e fazer uma maratona de filmes da Marvel, como havia planejado a semana toda. Por outro lado, não queria decepcionar seus amigos; ela reconhecia o quão pacientes e dedicados eles foram para conquistar sua amizade, e não queria parecer ingrata.

— Meu pai fica trabalha até tarde, então podemos ir— diz por fim.

— Ótimo! Para onde vocês querem ir primeiro?

— Cinema!— Blake sugere animada.

— Não tem nenhum filme legal passando.

— Que tal sorveteria?

— Com esse frio? Nem morta— disse Rosa.— Que tal irmos a uma lanchonete?

Os dois concordaram sem muita opção.

Eles seguiram o caminho até o centro da cidade, conversando, rindo de qualquer coisa que falavam ou viam, até que o celular de Rosalya vibra e ela imediatamente pega-o. Ela fica parada no meio da calçada lendo seja lá o que fosse. Um sorriso encantador surge em seus lábios e Blake e Alexy se olham sem entender muito.

— Por favor, diga que não é outro desafio— Alexy diz desfazendo aquele rosto animado e gentil que sempre faz.

— É um dos bons!— responde animada ainda olhando para a tela do celular cor-de-rosa.

O rapaz aproxima-se da amiga e lê o que tanto a animou. Logo, uma reação de surpresa e medo se fez presente em seu rosto.

Blake continuava parada, olhando para os dois já tendo uma ideia do que se tratava.

— Blake, pode filmar pra mim?— ela perguntou entregando seu celular.

— Por favor, não faça isso. O que seu namorado dirá?— o rapaz ainda tentou impedi-la, mas Rosa estava viciada em desafios, e não pararia.

Blake pegou seu celular e, após soltar um longo suspiro, ergueu-o na direção da amiga e fez sinal para que a mesma começasse. Alexy afastou-se e se encostou na vitrine de uma loja com os braços cruzados, apenas assistindo aquilo.

— Olá galera do Nerve! Eu voltei com mais um desafio! E dessa vez parece bem intenso— disse olhando diretamente para o telefone. Blake captava tudo aquilo com precisão.

— Qual é Rosa, é melhor não fazer isso— insistiu, mas a mesma apenas o ignorou.

A jovem de cabelos platinados andou até o meio da rua e puxou todo o ar de seus pulmões. Abriu os braços e esperou. Alexy e Blake aproximaram-se da beirada da caçada, prontos para agir que algo desse errado no desafio.

Naquela área, o limite de velocidade é de 60 km/h e se, por acaso um carro estrapaçasse isso, poderia facilmente perder o controle e atropelá-la.

Toda época tem sua “moda”, a da vez é um game online chamado Nerve. Esse propõe algo interessante, porém perigoso, dependendo do lunático que estiver participando. Funciona da seguinte forma: há os jogadores e observadores. Os observadores são aqueles que dão desafios para os jogadores, sendo eles simples ou arriscado. Os jogadores se gravam cumprindo o desafio e, ao finalizá-lo com sucesso, ganham prêmios e sobem no “placar”, se é que existe de fato um placar.

Rosalya, desde que descobriu essa nova tendência, viciou completamente e aceita quaisquer desafios que lhe darem. Lysandre, Alexy, Blake e seu próprio namorado tentaram convencê-la de que Nerve não é algo do bem, mas ela se opôs a todos os argumentos. Só restou então aceitar e orar para que ela não se machuque.

Eles avistaram um carro vermelho seguindo rápido pela rua larga. O rapaz de cabelos azulados se encolhe e coloca as mãos em frente aos olhos evitando de ver um possível acidente.

Blake desesperou-se, mas não parou de filmar um segundo sequer. O motorista só foi se dar conta de que a jovem estava parada no meio do asfalto metros depois.

Ela parecia querer se suicidar daquela forma, com os braços abertos e olhos fechados. Era verdade, Nerv podia ser um jogo perigoso, mas Rosalya parecia estar ciente dos riscos.

O carro freia segundos antes de ficar um metro de seu corpo. Naquele instante, tudo pareceu congelar. O rapaz não conseguiu deixar de serrar os dentes quando tudo aquilo aconteceu. Blake quase entrou em estado de choque. Mas deu tudo certo, afial.

O motorista, que antes estava a ponto de desmaiar, começou a xingar a jovem com vários palavrões nunca antes ouvidos. Rosalya mal se moveu, parecia que tudo aquilo foi meramente calculado e que ela tinha 101% de que a pessoa que estivesse dirigindo pararia a tempo.

A freada do carro vermelho fez com que outros mais freassem bruscamente atrás desse. Ela, literalmente, parou o trânsito.

Quando viu que o homem estava descendo o carro para pegá-la, Rosa gritou para os amigos e eles, por impulso, correram junto com ela.

Blake sentiu em sua mão uma vibração do celular, mesmo correndo conseguiu ver na tela algo escrito como “Parabéns! Você completou o desafio! Seu dinheiro será depositado.”, ou algo assim. Blake pensou um pouco. Não sabia que Nerve pagava para os jogadores, aliás, não sabia nada sobre o jogo além do que Rosa explicara.

Ela nunca fez parte dessas modas populares, sempre preferiu ficar bem distante.

Eles correram bastante. Nem se deram o trabalho de ver se alguém os seguiam. Alexy temia que algum dos motoristas ligasse para a polícia, afinal, é fácil encontrar uma menina de grandes cabelos platinados e um rapaz de cabelos azuis e roupas coloridas, não? Sua mente entrou em uma paranoia louca. Ele via-se sendo caçado pela cidade, com sua cabeça a prêmio. Ia ser pego pelo maior mercenário do país e conheceria seu filho, e se apaixonaria. Só naquele instante, conseguiu imaginar uma história inteira, digna de virar um filme, não?

Assim que Rosa parou, eles fizeram o mesmo.

—E então? Foi divertido, não?—perguntou sorridente pegando o celular da mão de Blake.

—Está brincando? Isso foi o terror! Agora toda a cidade está atrás de nós!—Alexy disse enfurecido.

—Como é? A cidade…?

—Qual é Rosalya, isso foi assustador… e perigoso!

—Era óbvio que o carro ia parar a tempo, seus bobos. Ninguém aqui tem censo de aventura?

Blake ainda estava com o sangue gelado. Apesar de nunca admitir em voa alta, aquilo até que foi divertido, mas, ainda assim, terrível.

Rosalya puxa seus amigos ainda bravos até a lanchonete que antes era seu principal destino. Eles não falaram nada até chegar no estabelecimento. A tarde já se fazia presente, a claridade do sol estava fraca, isso porque perderam tempo demais no colégio.

As luzes da lanchonete eram vermelhas e tinha um ar de balada, mas estava vazio demais para ser comparada com uma.

Eles se sentaram em volta de uma mesa e imediatamente foram atendidos por uma garçonete que já se acostumara com as vindas do grupinho.

Eles fizeram seus pedidos e permaneceram em silêncio por certo tempo, até que, pela primeira vez, Blake foi a primeira a dizer algo:

—Então, quer dizer que você ganha por cada desafio?

Alexy encarou-a, aparentemente também não tinha consciência daquilo.

—Sim—Rosa responde— a cada desafio cumprido. Porque acha que há tanta gente participando.

—E fazendo loucuras—o rapaz complementa.

—Isso é um detalhe.

—E como é? Tipo, você dá sua senha do banco?

—Não, eles simplesmente acham através do dispositivo que estamos usando para jogar. A cada desafio cumprido com sucesso, é depositado automaticamente na conta bancária. Bastante prático.

—Isso tudo é para não trabalhar—Alexy apoia a cabeça com as mãos—, dinheiro fácil.

—Não é apenas pelo dinheiro, é também pela diversão!

—Não acho nada divertido se arriscar e ser observado por pessoas desconhecidas na internet—fala.

—Vem cá, desde quando você é tão zeloso assim, hein? Até onde eu sei você costumava fazer loucuras piores que eu faço. O que aconteceu?

—Aconteceu que minha amiga se jogou no meio da rua e quase foi atropelada a quase dez minutos atrás!

—Ora, por favor, o carro nem estava tão veloz assim.

Era a primeira vez que Blake escutava seus melhores amigos brigando. Ela parecia que estava sobrando ali no meio. Pediu licença e dirigiu-se ao banheiro para evitar entrar na discussão. Por algum motivo, o fato de que o game paga os jogadores a interessou bastante. Ela pensou nisso no momento em que corriam para longe.

Será que Rosa estava certa? Será que podeira o Nerve ser um meio alternativo e divertido de ganhar dinheiro?

Ela ficou parada em frente ao espelho olhando-se. Aquela sua palidez e olheiras só mostravam o quanto a menina não saia de casa.

—Meu Deus, parece que por onde eu for, sempre haverá uma praga atrás- uma voz muito familiar disse atrás dela.

Pelo reflexo, Blake pode ver uma figura de tamanho mediano com olhos azuis e grandes e volumosos cabelos dourados. Ela se vira e cruza os braços.

—Ora, ora, se não é Blake Wilson, a mais cafona da escola.

—Olá, Ambre— falou simplesmente.

—Sabe, eu tenho uma peninha de você. Dezessete aninhos e ainda não deu o primeiro beijo?—falou diretamente, com uma voz irritante e fina.

Os olhos da jovem abriram-se e seu coração vacilou por míseros segundos. Ela havia ouvido sua confissão mais cedo! Blake tinha certeza que ela não pouparia esforços para espalhar para todo o colégio. Estava claro, ela não só havia escutado aquilo como também ouviu que iam para essa lanchonete—já que é a mais frequentadas por eles, todos sabem—, possivelmente, usou o tempo de vantagem em que Rosalya desperdiçou cumprindo o desafio para chegar primeiro. Blake temia as chantagens que ela estava prestes a fazer.

—Seria uma grande tragédia se, por acaso, todo mundo ficasse sabendo disso, não? Blake Rose Wilson é tão sem graça que ninguém quer beijá-la. É de dar dó, não?

—E acredito que você tenha vindo aqui por algum motivo a mais além de caçoar de mim, não?

—Exato! E meu pedido é bem simples: você faz o que eu mando, caso contrário, espalharei essa deprimente novidade.

—Ambre, eu tive a infelicidade de conhecer você na oitava série, e sei muito bem que você faz de escravo todos aqueles que te obedecem. Mas se quer saber, eu me nego a fazer qualquer coisa por você.

Ela sorri diabolicamente, como se essa resposta fosse mais esperada que a outra.

—Além disso, eu apenas nunca beijei, não é nada demais.

—Você que pensa…

Ambre retirou seu celular do bolso e começou a digitar várias coisas de maneira rápida. Blake apenas ficou encarando-a até ela dizer algo, e quando o fez, mostrou a tela do celular com a mensagem gravada.

Ela havia escrito para Li e Charlotte coisas sobre ela, e ainda complementou a história, dizendo que os rapazes não a queriam pois ela fazia coisas nojentas. Blake perguntava-se como ela conseguiu escrever tanta coisa em tão pouco tempo.

A mensagem foi enviada, e a jovem simplesmente ficou intacta.

—Sabe, é bom colocar as pessoas em seu devido lugar. Espero que tenha aprendido a lição— falou e saiu do banheiro.

Blake encostou-se na pia do banheiro prestes a desmaiar. Aconteceu muita coisa em pouco tempo. Aquele estava sendo o dia mais insano de sua vida.

A jovem sabia que a loira fazia aquelas coisas por que Castiel se negou a ficar com ela e, no mesmo dia, escolheu Blake para ser sua parceira nas aulas de ciência. Isso acabou fazendo com que ela concluísse que ele Castiel havia trocado-a por Blake. Assim, um ódio mortal desnecessário pela garota cresceu.

E por isso, somente por isso, ela espalhou um segredo que a jovem havia se negado até de contar para seus próprios amigos. Talvez não parecesse tão ruim, afinal, muitas pessoas ainda não perderam seu BV, mesmo com dezessete anos. Mas o que Abre havia escrito, aumentou muito mais a verdade, e, com certeza, todos a veriam como a menina indesejada e nojenta da escola. Blake pensou em como uma informaçãozinha tão insignificante poderia se tornar algo perigoso e motivo de gozação. Adolescente é um ser do mal.

Ela não sabia muito o que fazer. Estava imóvel, com seus pensamentos a milhão. Foi então que sua “aventura” realmente começou. Blake havia se lembrado que, assim como rosa, Ambre e suas comparsas eram viciadas em Nerve e, pelo que os boatos dizem, ela está orgulhosamente ocupando um grande lugar no jogo, sendo a queridinha de todos.

Blake só pensou em uma forma de combatê-la: arrancando-a de seu trono. Ela começaria a jogar.

Talvez aquele não tenha sido o melhor plano de todos, mas seria sua arma de fogo contra aquela loira.

Ela pega seu celular no bolso do moletom e acessa a internet. Assim que entra na página principal, começa a suspirar fundo. Ela realmente queria e faria aquilo.

Digitou a senha, aceitou os termos de uso. Criou seu user— @TheBatman—, apesar de não ser o mais criativo.

Estava a um clique de começar aquilo tudo e não hesitou mais.

Bem vindo ao Nerve.


Notas Finais


E aí? Gostaram? Odiaram? Amaram? Pode dizer tudo o que sentirem vontade em relação a história nos comentários. A opinião e crítica de vocês é essencial para o desenvolvimento da fanfic e para evolução da minha escrita. Espero imensamente que esse primeiro capítulo agradem vocês.
Se ficou confuso, com muitos erros, ou com muitas cenas mal desenvolvidas, podem dizer!
Favoritem se curtiram! Até a próxima.


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