História Inesquecível (Naruhina) - Capítulo 28


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Hanabi Hyuuga, Hinata Hyuuga, Hyuuga Hiashi, Ino Yamanaka, Kiba Inuzuka, Kurenai Yuuhi, Sai, Sakura Haruno, Shikamaru Nara, Shino Aburame, TenTen Mitsashi
Tags Hentai, Hinata, Hinata Adulta, Hinata Hyuuga, Naruhina, Naruto, Naruto Adulto, Naruto Hokage, Naruto Uzumaki, Pos-guerra, Traição
Visualizações 1.365
Palavras 2.840
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Acharam que não ia ter capítulo hoje?! ;D
Eu disse que voltava mais cedo dessa vez.
Esse capítulo deu uma trabalheira danada para escrever. (Levou muito tempo. Criação e revisão dá um trabalho do c*****!!!)
Vocês vão se emocionar. :}
Espero. rs
Até as notas finais.

Capítulo 28 - O passado não sabe seu lugar


Naruto encarava Hiashi de volta com a mesma intensidade. A diferença é que o Hyuuga tinha o Byakugan ativo, pronto para atacá-lo.

— Por favor, Hiashi-sama, não vamos brigar. – Pediu Naruto. - Vim para conversar com o senhor.

— Não tenho nada para conversar com você. Vá embora de uma vez!

O clima de tensão era nítido quase como uma presença física entre os presentes. Os Hyuugas que assistiam à cena, estavam calados e igualmente aflitos.

— Não é boa ideia o líder do clã Hyuuga lutar contra o Hokage da Folha.

— Não use de sua posição para me coibir, seu moleque! - Hiashi bradou. - Hoje estou aqui como o pai de uma moça ludibriada por um Don Juan qualquer e você.... não está aqui como Hokage, está?

— Nunca houve nem haverá dissociação dos dois sobre minha pessoa. Sou Hokage em tempo integral para o bem e para o mal. Hinata entende isso. Será que o senhor consegue entender também? - Naruto tentava manter a calma. Anos trabalhando com diplomacia em tratados de vilas e países o deram bagagem suficiente para entender que entrar em uma briga era sempre a última opção.

— Basta! Vá embora de meu clã e fique longe de minha filha. Nunca mais irá vê-la, Uzumaki!

Naruto expirou forte pelas narinas controlando ao máximo seu temperamento. Hiashi notou quando o azul vívido dos olhos do Hokage vacilou para o vermelho, voltando ao natural logo depois.

— Controlando o demônio que há em você? - Hiashi provocou.

— Sempre - Naruto retrucou de maneira sincera e simples.

A mera lembrança de que ele era o portador da Kyuubi de repente se tornou uma memória aterrorizante para a maioria dos Hyuugas que já tinham presenciado do que o nove caudas era capaz. Tal pensamento reforçou a ideia para alguns de que o sétimo era o mais forte dos Hokages e em seus íntimos rezavam para que Hiashi-sama não despertasse a ira de Naruto a tal ponto.

— Hakkeshō Kaiten! - Hiashi gritou despertando todos dos próprios temores e os trazendo a realidade que podia ser bem pior.

Não era da natureza dos Hyuuga estardalhaço, mas todos os presentes estavam aflitos, receosos e secretamente tinham o seu favorito.

— Droga! – Naruto sibilou e em seguida ativou o modo sábio para poder sentir o chackra da rotação que o Hyuuga fazia.

Uma grande redoma de chackra se formava ao redor de Hiashi, assim bloqueando qualquer chance de Naruto atacar ou fazê-lo parar.

Hiashi se aproximava e Naruto conseguiu se esquivar a tempo.

— Maldito... - Hiashi sibilou entredentes, mas nem por isso, se deu por vencido.  Continuou o movimento giratório. Não podia abrir brecha para o portador da Kyuubi atacá-lo.

— Hiashi, lutar não nos levará a lugar algum. Vamos conversar - Naruto pediu mais uma vez.

— Engana-se. Te levará ao cemitério, desgraçado!

Com isso em mente, Hiashi deu outra investida, mas Naruto desviou novamente.

— Não me tornei Hokage à toa, Hiashi-sama. Te mostrarei que sou merecedor de sua filha.

Hiashi riu sarcástico. "Que moleque insolente"

— Título são como palavras, não servem de nada num campo de batalha - cuspiu de volta.

— Sei bem disso - Retrucou Naruto de forma seca. Tinha título de gennin quando lutou à frente da quarta Grande Guerra Ninja.

— Dizem que no amor e na guerra vale tudo. Eu vou lutar com tudo para conseguir sua benção.

— Sairá daqui morto, Uzumaki! – Vociferou Hiashi com sua voz grave de trovão. – Ráaaaaaa!!! - Deu um berro gutural enquanto ainda girava, mas se preparava para o golpe dos punhos gentis.

A ideia era fechar todos os tenketsus de Naruto.

“A aura dele é assassina, consigo sentir o ódio dele me alimentar" Kurama advertiu o loiro através da conexão que tinham.

“Precisarei de você, Kurama" Naruto respondeu.

"Hai”

Naruto assentiu internamente enquanto Hiashi se aproximava mais uma vez. Era impossível enxergar seus movimentos a olho nu, até mesmo senti-los se tornara confuso, por isso, Naruto adicionou o poder da bijuu ao modo sábio.

Bem a tempo, as nove caudas do chackra de Kurama se tornaram mãos enormes que romperam com a barreira do Hakkeshō Kaiten de Hiashi, o deixando exposto. Contudo, ele não perdeu tempo se assustando com tal ato, foi para cima de Naruto.

— Jūken! – Hiashi gritou no mesmo instante em que Naruto o bloqueava.

Tudo parou.

No milésimo de segundo que as mãos de ambos se chocaram uma contra a outra, foi mais intenso, revelador e profundo que poderiam imaginar. Foi devastador.

O chackra de ambos entraram em combustão. Hiashi sendo o trovão, Naruto o raio. Som e luz quebrando as barreiras da consciência, do tempo. Fez-se tempestade.

 

Naruto que já era capaz de sentir tudo em amplitude por conta do modo sábio, não suportou a enxurrada de informações a qual Kurama pôde ter acesso devido Hiashi estar consumido por ódio e sede de vingança. Um dos poderes da raposa era se aproveitar de tais fraquezas humanas.

Naruto viu e sentiu o que Hiashi sentiu. Tudo, passado e presente ao mesmo tempo.

 

Viu quando Hiashi arrombou a porta do quarto da filha após ouvir os barulhos caóticos que de lá vinham.

Encontrou-a de roupas rasgadas e cabelo cortado erroneamente. As feições normalmente serenas da morena estavam distorcidas numa careta de loucura enquanto ela terminava de destruir o quarto.

— Mas o que é isso? Hinata, o que deu em você?

Hinata por sua vez apenas o encarou, o olhar vazio como se não fosse ela quem estivesse lá.

Ela começou a gargalhar do nada. O desespero oprimiu Hiashi.

— HINATA! — Ele gritou na esperança de fazê-la voltar a si, mas não adiantou.

Hanabi entrou logo em seguida e se chocou com o que encontrou.

— Nee-sama... — a voz aguda foi morrendo ao final da sílaba.

— Não é engraçado? — pela primeira vez desde que o pai entrara em seu quarto. — Como a vida é uma droga, mas mesmo assim você é ensinado a acreditar que ela tem um propósito e então... e então... Pá na sua cara! Não tem merda nenhuma na ponta do arco-íris. Nada de pote de ouro ou reino encantado... mas talvez haja um outro lado... talvez haja.

— Nee-sama!

— Hinata!

Pai e irmã a repreenderam ao mesmo tempo.

Hinata deu um sorriso debochado.

— O que foi? Sabem que é verdade. Sabem que seria melhor para todos nós se eu não existisse. O mundo seria um lugar melhor...

— Cale-se Hinata! — No auge do desespero, Hiashi resolveu apelar para sua autoridade de pai.

— O senhor me despreza — cuspiu a verdade entalada por tanto tempo. — Assim como todos do clã e da vila. Assim como ele... — ao mencionar "ele" a voz dela se tornou mais fragilizada, como se algo dentro dela tivesse quebrado em mil pedaços.

Hiashi engoliu o nó da garganta, o olho ardia.

— Mas não tem importância. No final, nada tem importância — ela voltou a sorrir de maneira doentia e aquilo alarmou Hiashi. - No final é só isso mesmo — ela disse e num movimento rápido apontou uma kunai para o próprio pescoço.

— Vou acabar logo com isso — avisou.

— Não!!!! - Hanabi se desesperou. Já chorava aos soluços.

Hiashi se antecipou ao movimento da filha e ao mesmo tempo que lhe retirou a kunai, lhe golpeou a nuca para desacordá-la.

Hiashi a pegou no colo, tão leve quanto uma pena. Sentiu o nó na garganta se dissolver por completo, pois, as lágrimas lhe banhavam o rosto.

O que tinha feito com sua filha?

.

.

.

Ordenou discrição aos criados e colocou guardas 24h para vigiar a mais velha.

Hinata acordara no dia seguinte somente. Não abrira a boca para nada, nem para falar nem para comer. Passara o dia olhando para a janela vendo as nuvens passarem.

— ALGUÉEEEM!!! – Um dos guardas gritou de repente alarmando Hiashi no mesmo instante.

Ele foi correndo em direção ao quarto de Hinata.

— O que você fez, imbecil? — Hiashi gritava, o coração aos frangalhos. — Não era para deixá-la sozinha!

— Ma-mas... – o guarda tentou falar, mas a voz não veio.

Hinata tinha pedido para ir ao banheiro...

— Saiam da frente! - Uma velha senhora apareceu.

Amarrou torniquetes nos antebraços de Hinata para conter o sangue dos cortes profundos que a mesma fizera. Em seguida, a velha pressionou tenketsus vitais para garantir que nada mais se esvaísse. Aplicou um pouco de ninjutsu médico, mas avisou:

— Ela precisa ir para o hospital.

— Não – Hiashi foi categórico. Apertava Hinata nos braços.

— É o único jeito de salvá-la.

— Não entende? - O pai se exasperou. - Será pior se ela for! - Gritava ensandecido.

— O que poderia ser pior do que a morte dela?

Hiashi engoliu a seco o orgulho Hyuuga e tomou sua decisão, levou-a ao hospital.

Hinata foi atendida às pressas. Médicos e enfermeiros faziam procedimentos e exames para mantê-la estável. Foi preciso que ele e Hanabi doassem sangue para repor o que ela tinha perdido.

Horas infindáveis mais tarde, uma médica de cabelos rosa apareceu. A presença dela fez o estômago de Hiashi se revirar.

— Como ela está?

— Bem. Descansando.

— Graças a Kami-sama! – Hiashi desmanchou-se, caindo sentado na cadeira.

— Ela está bem, oto-san - Hanabi lhe disse, reconfortante.

Sakura olhava a cena compadecida.

— Ela ficará bem. Precisa de cuidados psicológicos. Sabe, é normal ter sequelas da guerra. - Sakura tentou sorrir em compreensão, mas Hiashi não sorriu de volta.

— Cuidarei dela. É meu dever como pai. – Pausou e em seguida complementou: — Tenho um pedido a lhe fazer.

— Se eu puder ajudar.

— Não conte a ninguém — ele disse com seriedade, o que fez Sakura assentir na mesma hora.

— Parte do meu trabalho é discrição.

— Certo.

Sakura anuiu e saiu, deixando-o para trás com Hanabi.

 

Mais algum tempo depois, puderem ver Hinata em seu leito. Ela dormia um sono pesado causado por remédios. Havia nela olheiras profundas, a palidez mais acentuada e marcas de tristeza em cada traço do rosto.

Hanabi também olhava para Hinata com carinho e pena. Acariciou o cabelo (agora) curto da irmã.

— Hina-chan é muito melhor que ela - disse de repente.

Aquilo surpreendeu Hiashi de tantas maneiras que não soube o que dizer.

— Lia o diário dela escondido — Hanabi confessou às lágrimas. — Sei de tudo. Sempre tentei ajudar ela como podia, mas sou mais nova. Claro que ela não me daria ouvidos... — riu, apesar de chorar. - Ela não merecia isso, oto-san.

Hiashi não disse nada.

Tinha passado a noite anterior a claro revirando o quarto dela para ver se encontrava alguma pista do porquê de ela ter feito o que fez. Então, encontrou um diário de capa lilás com uma fita laranja que guardava seus segredos, escondido embaixo do colchão. Foi melhor do que podia pedir. Naquelas páginas carregadas de sofrimento juvenil, encontrou um buraco negro tão grande que se sentiu sugado ao término da leitura.  A filha tinha depressão e ele nunca se dera conta porque era um pai horrível. Estava escrito ali. Mas também estava escrito o nome de maior peso naquele sofrimento todo: Uzumaki Naruto.

Hiashi olhou mais uma vez para sua filha adormecida e concordou com Hanabi.

— Ela é sim, filha. É sim.

.

.

.

Um mês depois, foi visitar Hinata no centro de repouso.

Ela tinha ataduras nos braços. O cabelo ainda curto, mas com corte bem feito. O olhar anestesiado.

— Está bem, filha? — Ele perguntou em um dia de visita.

— O que o senhor acha?

Ele olhou pra frente, desviando o olhar dela.

— Por que me salvou?

— Por que???

— É. Por que? — Ela inquiriu, o olhar carregado de rancor. — Sou a droga de um estorvo. Não sirvo para nada. O senhor deixou isso bem claro a minha vida inteira.

Hiashi apertou as mãos em punho, arrependido e enraivecido. Hinata interpretou aquilo de outra forma.

— Arrependido? É... eu também estaria no seu lugar. Foi um erro ter salvado um estorvo como eu. Gastar dinheiro num lugar como este quando bem poderia ter pago um funeral e só.

— Chega! — Hiashi bradou, mas para surpresa de Hinata, ele a abraçou. — Chega. — Repetiu. — Eu não aguento mais vê-la assim.

Hinata sentiu seus ombros molharem. Seu pai chorava.

Seu pai nunca chorava.

Nem quando a esposa ou o irmão gêmeo morreram.

Por que ele chorava agora?

— Você é importante. É importante para mim, para Hanabi e para o clã. Você se mostrou uma pessoa valorosa. Perdoe-me se nunca deixei isso claro. Tenho um orgulho tremendo de você, filha.

Hinata tinha os braços largados, não abraçava o pai de volta.  Não chorava, pois, a essa altura se sentia vazia.

— Volta para mim, Hinata - O pai pediu.

— Sinto que minha alma se foi. Só o que resta aqui é este invólucro de carne e osso. Sou uma casca vazia.

— Não diga isso.

— É a verdade.

— Então lute.

— Não tenho forças.

— Então pegue as minhas.

— Por que?

— Porque eu amo você, filha.

O olho de Hinata brilhou por uma fração de segundo. O suficiente para Hiashi não perder as esperanças.

— Vou lutar por você, minha filha. Serei forte por nós dois.

.

.

.

Um ano mais tarde, fora visitar a filha.

A aparência já estava sadia, o sorriso mais tranquilo, o cabelo abaixo dos ombros. Ela brincava com Akamaru enquanto conversava animadamente com Kiba e Shino.

Kurenai observava a cena junto a Hiashi.

— Ela é mais forte do que parece, Hiashi-sama.

— E por isso deixei que chegasse onde chegou. Ela carregou tanta dor por tanto tempo... Ela é só uma menina.

— Uma menina de coração de ouro.

— Sim. Feito ouro. Vou cuidar para que nenhum mal jamais lhe aconteça novamente.

 

***

 

Naruto tinha os olhos arregalados com as cenas que vira. Faltava-lhe o ar. De repente se deu conta de que Hiashi o golpeara forte na região torácica que o fez voar por alguns metros e bater contra a parede de uma casa.

Naruto caiu de joelhos, as cenas ainda vívidas em sua mente. Sentiu enjoo. Tudo girava ao seu redor. Descobrir que fora a causa da ruína de Hinata fora demais. Não podia conviver com aquela culpa. Merecia ser punido.

Ainda no chão levantou a cabeça para cima, apenas para ver a raiva brilhar com intensidade nos olhos brancos. Hiashi foi para cima dele mais uma vez.

Naruto não impediu.

Levou uma série de golpes violentos que lhe tiraram o ar e a vitalidade. Foi ao chão, não suportando o peso do próprio corpo. Tudo doía.

Hiashi sabia que Naruto o havia deixado bater nele.

— POR QUE??? – O Hyuuga tinha lágrimas represadas nos cantos dos olhos. Chutou Naruto no estômago, este se contorceu de dor.

Com o chakra da Kyuubi forçando os tenketsus bloqueados a se abrirem novamente, a energia voltava aos poucos para o corpo de Naruto que conseguiu balbuciar:

 — Porque... eu merecia. Eu... eu não sabia. Eu... me perdoe.

Hiashi suspirou desgostoso.

— Você é a desgraça da vida dela — dizendo isto, pôs-se em posição de luta. Daria o golpe derradeiro.

Acertaria o último tenketsu deixando-o desacordado por um tempo. Se fosse um homem comum, ficaria em coma por dias. Mas quando acordasse, sentiria dores tremendas por dias a fio. Queria mesmo era matá-lo, mas não podia. A morte seria fácil demais para ele. Agora ele carregaria o mesmo peso que ele – saber que era o culpado pelo sofrimento da pessoa que mais amava.

Quando se preparava para dar o gole, uma figura rápida e pequena se esgueirou na frente do loiro caído no chão, protegendo-o com o próprio corpo.

— Hinata! — Hiashi se sobressaltou, parando milímetro de acertá-la com o golpe destinado ao loiro.

Hinata respirava ofegante pela corrida e pelo medo de perder seu amor nas mãos de seu pai.

— Por favor, papai. Não faça isso — ela implorou agarrada ao corpo de Naruto. — Eu o amo. Quero me casar com ele. É tudo o que sempre quis.

Hiashi largou os braços ao lado do corpo, rendido.

- Nee-sama! - Hanabi veio correndo. - O que foi que perdi? - Veio eufórica por ter derrotado todos os guardas de prontidão, além de ter destruído o escritório do pai com um jutsu desconhecido.

Céus! Suas filhas o matariam do coração desse jeito!

— É isso mesmo que você quer? — Se dirigiu à Hinata.

— É tudo com o que sempre sonhei.

Hiashi respirou fundo, pedindo sabedoria divina e força para entregar a mão de sua menina para aquele moleque insolente e burro e tapado e lerdo e que havia feito sua filha chorar, mas que agora a fazia feliz.

A vida era difícil.

E o passado não sabia seu lugar, sempre se fazia presente. Mas era hora de deixar para trás o que aconteceu.

— Está certo então. Tem minha bênção para se casar com este idiota.

Hinata ainda ofegava, o coração irregular, mas sorriu com os dizeres do pai. Era importante para ela que ele estivesse ao seu lado nos bons dias também.

— Arigato, oto-san. Eu te amo!

Hiashi lhe sorriu de volta vendo a filha feliz novamente.

— A..riga..tou, Hiashiiii.... — Naruto balbuciou as palavras de maneira confusa e então apagou.

— Naruto-kun? — Hinata se desesperou.

— Leve-o ao hospital — Hiashi falou seco aos guardas que assistiram a luta de seu líder contra o Hokage. — Não preciso dizer que espero nada além de discrição de vocês. — Emendou e todos os Hyuugas acenaram positivamente.


Notas Finais


Surpreendi vocês, foi não?! =D
Boa sexta-feita, meus leitores lindos!
AMO VOCÊS!!!
COMENTEM!!!


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