História Inevitable - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Palavras 1.438
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu sei, eu sei, podem me xingar a vontade.

Eu demorei uns mil anos pra atualizar? Sim.
Eu fui burra o suficiente para apagar toda a história? Sim, e fiz de propósito. A verdade é que o rumo que a história estava indo não estava me agradando, eu li, reli, e pensei que bosta é essa? Pensei seriamente em excluir a história de vez, porque sinceramente eu fiquei muito desanimada, acho que fantasiei de mais em minha mente que seria as mil maravilhas, mais eu troquei os pés pelas mãos e só deu em merda. Mas eu pensei, eu posso fazer melhor, e porque não refazer tudo de novo?! E cá estou eu. Eu juro que vou dar tudo de mim aqui, eu já até pensei em outra história, que por sinal já tem tudo pronto, o primeiro capitulo, o segundo, a capa e o banner, só falta mesmo a sinopse, que está me matando.

Mas enfim, a história tem a mesma ideia só que o Bieber aqui vai ser famoso, mas eu não irei focar na carreira dele, essa não é a intenção. Ele terá 19 anos, então está totalmente fora da realidade, é tudo fruto da minha imaginação.

Espero que vocês gostem dessa nova versão.... Boa leitura!

Capítulo 2 - Capítulo um


Fanfic / Fanfiction Inevitable - Capítulo 2 - Capítulo um

Point of view – Melanie Cortez

- Você sabe que suas atitudes diante essa situação está errada, não sabe? – questiona Rick, tirando os olhos da estrada rapidamente para me olhar. Bufo.

- Mas eu não vou com a cara dela – repito pela milésima vez – E além do mais, ela tem idade para ser sua filha.

- Ficou louca Melanie, ela tem 26 anos, eu tenho 31, só cinco anos de diferença. – diz espantado.

- Idade para ser sua filha – insisto – Então se eu conhecer um cara cinco anos mais velho que eu você não pode reclamar – cruzo os braços abaixo dos seios fazendo birra e olho pela janela.

- Não mesmo, nem se fosse da sua idade eu deixaria, além de que eu sou seu pai e minha obrigação é cuidar de você. – franze o cenho olhando para a estrada.

- E eu sou sua filha, e minha obrigação é cuidar de você.

- Eu sou o pai aqui, você só obedece.

- Idai, quando você estiver velho caindo aos pedaços, quem vai cuidar de você? – pergunto o olhando de sobrancelhas arqueadas – Exatamente, eu – não lhe dou tempo para responder.

- Melanie, Melanie.

- Nem tenta pai, já perdeu seus argumentos depois dessa.

Sinto o carro parar de frente ao inferno, vulgo colégio. Olho para o grande campo coberto por grama verde repleto de alunos. Ótimo, cheguei cedo.

- Prefiro a Samantha – sussurro. Abaixo a cabeça e começo a brincar com meus próprios dedos que estão em cima de minhas pernas.

- Já conversamos sobre isso Melanie – Rick fala cansado.

Saio do carro e bato a porta com força sem ao menos me despedir. Ando pelo extenso gramado até estar dentro do colégio, caminho pelos corredores lotados, o alto barulho de vozes e risadas faz minha cabeça latejar. Paro em frente meu armário colocando a senha no cadeado o abrindo, olho para o horário preso com fitas adesivas juntamente com algumas fotos na porta do armário, junto o material da primeira aula jogando tudo dentro da mochila, bato a porta do armário com um pouco de força chamando atenção de quem estava por perto, ignoro todos e volto a fazer meu caminho até a sala de aula.

- Caiu da cama? – franziu o cenho me olhando – Você nunca chega antes do sinal tocar.

- Hoje meu pai tinha que estar mais cedo na gravadora, e como eu estou sem meu carro, tive que vir com ele – reviro os olhos.

- Qual foi do mau humor?

- Não estou de mau humor – lhe olhei e forcei um sorriso.

- Te conheço Melanie, abre a boca e diz logo – insiste.

- Briguei com meu pai – bufei, viramos o corredor seguindo até a última sala.

- De novo? – ergue as sobrancelhas me olhando – O que está acontecendo? Vocês já não tinham brigado no sábado?

- Pois é, é o que a gente mais faz desde que ele começou a sair com aquela mulher.

- Tá com ciúmes Melzinha? – caçoa rindo de mim.

- Claro que não, até porque eu prefiro que ele fique com a Samantha. Só que aquela mulher não me desce.

- Relaxa logo ele vê que ela não presta e dá um pé na bunda dela.

- Deus te ouça – ergo os braços olhando pra cima.

Entramos na sala ao mesmo tempo em que o sinal soa seu barulho irritante. Sentamo-nos em nossos devidos lugares esperando pelo professor. Ótimo, matemática, não tinha como meu dia ficar melhor.

O professor entra na sala cumprimentando a todos recebendo um coro de bom dia. Ao longo da explicação da matéria que eu deveria estar prestando atenção, já que minhas notas em matemática não são muito boas, eu me ocupo desenhando coisas desconexas. Isso Melanie, é desse jeito que você termina o ano e entra em uma faculdade descente. Minha consciência grita me fazendo bufar e prestar atenção na aula para entender o conteúdo. Deus se tem eu tenho uma certeza na vida, é que, na hora de escolher qual curso fazer eu com certeza fugirei da matemática.

O sinal soa mais algumas vezes nos fazendo levantar e seguir para as próximas aulas, que infelizmente não foi junto com Emma. E a hora do intervalo chega me fazendo suspirar em aprovação. Guardo meus materiais no armário e sigo até o refeitório.

- Já sabe qual faculdade quer fazer – Emma me encara enquanto morde sua maça.

- Não, eu não tenho a mínima ideia do que fazer – choramingo frustrada.

- Você bem que podia se juntar a mim no curso de Design de moda.

- Sabe muito bem que essa não é minha praia.

- Mais você tem bom gosto e um ótimo estilo.

- Eu sei – jogos meus cabelos para trás, fazendo cara de convencida.

- Vadia – gargalha jogando um guardanapo em meu rosto. Faço careta. – Ficou sabendo da festa que o Matt vai dar? Estão falando que vai dar o que falar essa festa.

- Não. – franzi o cenho – Acho que sou a única que nunca vai entender o porquê de festa, logo na volta às aulas, isso não faz sentido. Deviam dar uma quando acabassem as aulas.

- Uai, simples, uma de chegada pra que todo mundo se reencontre e conheça os novatos gostosos, e uma de despedida. Ouvi dizer que a despedida vai ser a melhor, já que é nosso ultimo ano – bate palma animada.

- Mesmo assim não faz sentido ter festa antes, mas tudo bem, tudo pela diversão – reviro os olhos rindo – Nem me fale em ultimo ano, eu não faço a mínima ideia do que fazer quando isso tudo acabar. Parece que agora que esta caindo à ficha. Responsabilidade.

- Falando nisso, nós temos que mandar nossas cartas para as universidades. Qual você está pensando?

- Eu realmente não sei – respiro fundo – Nunca parei pra pensar nisso, porra. Eu preciso decidir minha vida – a olho desesperada.

- Realmente, é sempre bom sabe? Um futuro, um namorado, essas coisas.

- Obrigada pela indireta, recebida com sucesso. – mandei uma piscadela lhe olhando com deboche.

 

 

 

Bati na larga porta de madeira branca. Estava no decimo andar do Bellágio no centro de Los Angeles. A porta é aberta revelando uma ruiva de cara amassada, parece que alguém acabou de acordar. Jogo-me em seus braços abraçando sua cintura, seus braços me envolvem em um abraço apertado.

- Ei, o que aconteceu? – me afasta minimamente para ver meu rosto.

- Só estava com saudades, faz mais de duas semanas que a gente não se fala, e descobri que isso é horrível.

- Vem, entra, seu pai sabe que está aqui? – ergue as sobrancelhas me olhando.

- Na verdade não, e duvido que ele vá dar falta, agora ele só tem olhos para aquela oxigenada.

- Não fala assim Mel – me repreende com o olhar. Seus braços em volta dos meus ombros me guiam até o sofá onde nos sentamos.

- Mas é verdade Samantha – franzo a testa – Desde que ele começou a sair com ela nós só temos brigado, nunca foi assim, caramba, eu quero o meu pai de volta – me levanto e caminho até a varanda, cruzo os braços, fecho os olhos por um segundo e respiro fundo. Eu não vou chorar. Olho a vista que é proporcionada deste andar, o sol está para se por deixando o céu alaranjado.

- É só questão de tempo até ele se desenvocar dela e perceber o erro que está cometendo com você. – tenta me acalmar, suas mãos alisam meus braços em uma tentativa falha de passar confiança.

- Porque vocês não voltam? – olhei em seus olhos esverdeados, suplica saltando pelas palavras que saiam da minha boca.

- É complicado – suspira – Nós dois cometemos erros, entende, não é um simples pedido de desculpas que vai concertar tudo.

- Mas vocês ao menos tentaram.

- Tentamos Melanie, ou menos eu tentei, juro que tentei mais isso não depende só de mim, ele também tem que estar disposto. Quando você tiver alguém que ame de verdade vai entender o que estou querendo dizer.

- Vocês são tão complicados – cruzei os braços olhando para frente – Eu não quero isso pra mim. – faço careta. Sua rizada ecoa por meus ouvidos.

- Nem tudo é um mar de rosas. Sempre vai haver brigas, alguém se metendo no meio, pessoas dando opiniões sem ao menos saber o que está acontecendo, a diferença de gostos, ou quando você percebe que ama tanto a pessoa que quando vê já a perdoou pela pior burrada já cometida. Tudo isso é inevitável. O amor nem sempre é bonito.

- Acho que prefiro me iludir achando que tudo pode ser perfeito – brinco, soltando uma risada fraca.


Notas Finais


Eu espero realmente que agora dê certo e tudo vá para frente como o esperado....

Beijos, abraços e tudo de bom pra vocês <3


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