História Inevitable - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Palavras 1.995
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OIIIII GENTE, voltei e dessa vez nem demorei.....

Eu estou extremamente feliz com todos os favoritos, sério vocês não tem ideia do tamanho da minha felicidade quando meu celular vibra e eu vejo que é uma notificação de favorito, falta eu sair pulando pela casa. Cara eu quero só agradecer a todos que tiraram uns minutinhos do seu tempo para me dar essa chance, é tão gratificante pra mim chegar aqui e ver que estão gostando da história, eu fico até empolgada para escrever mais, pra ter mais de vocês aqui comigo. MUITO OBRIGADA por todos os favoritos isso me incentiva pra caralho, sem contar que alegra meu dia com toda certeza.

Muito obrigada gente, e boa leitura.... <3

Capítulo 3 - Capítulo dois


Fanfic / Fanfiction Inevitable - Capítulo 3 - Capítulo dois

Point of view – Melanie Cortez

- Senhorita Melanie? – ouço a voz da diretora no final do corredor.

Merda. Viro em sua direção e forço um sorriso.

- Oi Sra. Davison.

- Oi querida, você poderia ligar para seu pai vir aqui? Quero conversar com ele.

Lhe olho desconfiada, me lembro bem da ultima vez que me pediu isso.

Flashback on:

Disco o numero do meu pai rapidamente na tela do meu celular. Dois toques e ele atende.

- Pai, oi, a diretora pediu pra você vir aqui no colégio, ela disse que é algo importante – digo empolgada. Tenho certeza que ela vai me elogiar, minhas notas estão ótimas e meu comportamento melhorou bastante.

- O que você aprontou Melanie?

- Nada eu juro.

- Chego em dez minutos.

Já tinha meia hora que meu pai estava na sala da diretora. Não pensei que fosse demorar tanto, afinal era só um elogio e nada mais. Estava sentada na cadeira da sala de espera em frente à porta de sua sala mexendo os pés freneticamente, observando o cadarço desamarrado de meu All Star sujo pelo uso excessivo, balançando de um lado para o outro. A porta é aberta e por ela passa um Rick com a cara fechada, abro um largo sorriso e caminho em sua direção.

- E ai? – pergunto animada.

- Você está suspensa por uma semana – me olhou serio – e agora de castigo.

Desmanchei meu sorriso. Mas o quê?

Flashback off.

E parece que meu pai esqueceu-se de me tirar do castigo até hoje. Reviro os olhos internamente.

- Claro – sorrio fraca. Vejo-a caminhar de volta para sua sala.

Pego meu celular no bolso de trás de minha calça jeans e disco os números tão conhecidos por mim.

- O que você está fazendo? – escoro na parede ao meu lado. Os corredores estavam vazios, já que todos estavam tendo aulas. Mas minha turma foi dispensada pela saída repentina do professor. Algo relacionado à mulher dele estar no hospital.

- Batendo uma. Espero que seja muito importante para estar me atrapalhando. – ouço-o arfar. Faço careta.

- Que nojo – sua risada explode por meu ouvido direito me fazendo afastar o celular e arquear as sobrancelhas.

- Brincadeira. Fala ai, o que aconteceu?

- Está perto do Rick?

- Uns cinco passos de distância, por quê?

 - Não deixa ele saber que está falando  comigo.

- Ok – ouço passos e uma porta fechando – Pode falar, estou ao seu dispor madame – reviro os olhos e solto uma risada.

- A diretora quer falar com o Rick, eu não sei o que, mas não quero arriscar, da ultima vez quebrei a cara. Então eu pensei como você é um ótimo irmão, porque não ajudar sua maninha, hum?

- Você não presta. Mas fala ai, o que aprontou dessa vez?

- Também quero saber. Só faz uma semana que as aulas voltaram e a diretora já está no meu pé. Talvez seja falta de sorte.

- Hum – consigo vê-lo olhando em seu relógio de pulso –quinze minutos chego ai. Preciso terminar de assinar uns papeis, vai ser rápido.

- Beleza. Tchau.

- Beijo, se cuida.

Caminho até a sala da direção pra informar que quem vai vir é meu irmão. Bato na grande porta de madeira escura envernizada, recebendo um entre abafado.

- Licença diretora – fecho a porta atrás de mim – Só vim avisar que meu pai não poderá vir, mas meu irmão já está a caminho.

- Tudo bem, quando ele chegar traga-o aqui querida – assinto.

Saio da sala e volto a me sentar na entrada do colégio. Concentro-me jogando em meu celular, mas minha atenção logo é desperta por um motor potente. Olho para o estacionamento e vejo Victor parando sua moto Harley em baixo de uma arvore. O observo descer, colocar o capacete pendurado no retrovisor, passar a mão em seus cabelos castanhos claros, e caminhar em minha direção.

Subindo as escadas de dois em dois degraus o vejo parar em minha frente, exalando seu perfume másculo. Observo seu sorriso de lado. Também reparo em suas roupas. Continua o mesmo desde que me conheço por gente. Estilo motoqueiro bad boy. Calça preta caída mostrando o cós da cueca também preta, uma corrente prata presa em sua calça, uma camisa cinza escura com uma caveira branca, a jaqueta de couro preta cobrindo seu troco e consequentemente escondendo seus braços cobertos por tatuagens, o piercing no septo, os olhos tão azuis como os meus, e suas inseparáveis botas pretas com cadarços desamarrados, lhe dando um ar desleixado. E ele é acredite.

- Limpa aqui – olho para seu rosto e o vejo passar os dedos no canto da boca – a baba tá escorrendo.

Reviro os olhos, levanto do banco ando até estar ao seu lado, apoio minhas mãos em seu braço esquerdo e o empurro pelo corredor.

- Você é um convencido de merda. Mais o pior nem é isso. E sim o fato de que você tem razão.

- Olhe pelo lado bom. Só você me tem – pisca e me dá um selinho.

E novamente eu estava sentada na cadeira da sala de espera enquanto Victor estava na sala da diretora. Folheei algumas revistas, bati os pés, arranquei linhas dos rasgos presentes na parte do joelho e coxas de minha calça jeans preta. Observei as botas pretas em meus pés, seus cadarços estavam desamarrados, são iguais as de Victor, apenas alguns números menores que a dele. Talvez eu tenha mais dele do que possa imaginar.

- Vamos? – ergo os olhos na altura de seu rosto. Suas sobrancelhas estão arqueadas – Sonhando acordada?

- Nossas botas são iguais – ignoro sua fala, franzo o cenho as olhando.

- Nós compramos juntos, idai que são iguais?

- Não sei, só que... Ah deixa pra lá. Então o que a diretora queria?

- Você está sendo uma ótima aluna esse ano – sorriu de lado. Arqueei as sobrancelhas.

- Sério que ela me elogiou?

- Imagino que “sua irmã é uma ótima aluna, tem um grande potencial” –afinou a voz fazendo uma risada escapar por entre meus lábios – seja um elogio.

- Se eu soubesse que ela fosse elogiar tinha deixado meu pai vir – reclamo.

Ouço sua risada, me levanto pegando minha mochila na cadeira ao lado jogando-a no ombro, sinto o braço esquerdo de Victor em cima de meus ombros nos guiando para saída. Descemos as escadas e caminhamos até sua Harley.

- Vamos ter que ir direto para gravadora.

- Por quê? Pensei que iriamos para casa – choraminguei.

- Vão fazer a gravação de uma nova musica e eu preciso estar lá – explicou me entregando o capacete – Aquilo está uma bagunça, nunca vi tanta correria por causa de um novo disco.

Dei de ombros sem me preocupar, era sempre assim. Music Group cresceu desde minha chegada aos Estados Unidos. Lembro-me bem de meu pai saindo de casa, se jogando de cara nas oportunidades, para que pudesse nos proporcionar uma vida confortável, e sair da casa dos meus avós. Apesar de eles dizerem que não era incomodo algum, meu pai queria ter uma casa própria onde nós pudéssemos construir nossas vidas como uma família, mesmo que fôssemos apenas nós dois.

Eu tinha apenas três anos de idade quando o vi partir em um avião com destino a Los Angeles. Era muito pequena, mas as lembranças ainda estão frescas em minha memória, foram os piores meses, ou melhor, anos da minha vida, com certeza. Hoje eu sei que aquilo foi preciso. Ele tinha apenas quinze anos quando nasci, perdeu metade de sua adolescência, se dedicando a mim, em momento algum ele me abandonou, mesmo sendo apenas um garoto ele sabia que tinha responsabilidades, e elas eram maiores ainda quando já se tinha uma filha recém-nascida nos braços.

Com dezoito anos ele veio para Los Angeles, tentar uma vida aqui, um emprego bom, para que futuramente pudesse me buscar para viver junto a ele. Talvez a sorte estivesse ao seu lado naquela época. Ele encontrou pessoas incríveis que o ajudaram muito, e que hoje eu sei que ele é eternamente grato a todos. Começaram com um simples sonho de adolescente. No seu ciclo de amizades tinha um grupo de garotos que formaram uma banda, cantavam em bares, festas, qualquer fosse o estabelecimento que lhes pagassem, independente da quantia, eles sempre aceitavam. Vídeos foram gravados e postados no Youtube, viralizou, pessoas e mais pessoas os procuravam para fazer grandes shows. Com o dinheiro arrecadado, abriram uma pequena gravadora a Music Group. Mas mesmo assim os shows não pararam, ainda que precisassem do dinheiro para crescer no ramo.

Atualmente é a gravadora mais conhecida de toda Los Angeles, ganhou troféu em grandes eventos, e vários contratos foram fechados com grandes artistas.

Tenho orgulho de ser filha de Rick Cortez.

Sinto a brisa gélida tocar meus braços expostos, fazendo-me arrepiar, apesar da sensação ser boa, não deixa de ser fria, agarro a cintura de Victor colocando minhas mãos dentro do bolso de sua jaqueta.

Com a velocidade que estávamos, não demorou para chegarmos. Desci da moto tirando o capacete, vendo Victor fazer o mesmo, viro o pescoço e franzo o cenho.

- Porque tem tantos paparazzi? – olho para seu rosto esperando uma resposta.

- Isso é o que Justin Bieber faz – revira os olhos – acredite isso estava bem pior. Mas tivemos que pedir para saírem, estavam quase invadindo.

- Uau – já tinha ouvido falar dele obviamente. O garoto que foi descoberto por Scooter  Braun no Youtube, e levou o mundo a loucura com apenas quinze anos. É ele é um bom artista.

Caminhamos lado a lado até estar dentro da gravadora.

- Ei, você por aqui?

- Eddy – solto um gritinho e corro para abraçá-lo.

Eddy é amigo de meu pai desde que ele veio para LA, com seus trinta e poucos anos surpreendentemente se tornou uma pessoa especial para mim, uma vez que eu precisava de conselhos para lidar com meu pai quando estivesse encrencada.

- Posso saber por que sumiu?

- Desculpa, mas as coisas não anda muito boa entre eu e meu pai – faço careta.

- Aposto que é por causa da Ashley. Mas relaxa que ninguém aqui gosta dela – pisca.

- Pelo visto é só meu pai que tem mau gosto aqui – rimos.

- Vamos lá baixinha – Victor aparece me puxando para dentro do elevador e acenando para Eddy.

- Tchau Eddy – grito já dentro da caixa metálica.

Vejo as portas se fecharem e o quinto andar ser acionado. Não demora muito para as portas se abrirem e nos retiramos andando em direção à porta dupla preta no fim do corredor, com a placa branca com letras garrafais em vermelho indicando ESTÚDIO.

Entramos com cautela para não fazer barulho e atrapalhar quem estiver gravando. Fecho a porta com cuidado, olho para frente vendo os irmãos gêmeos Aidan e Alec sentados em frente à mesa cheia de equipamentos profissionais, fazendo alterações nas batidas da nova musica. Através do vidro em frente à mesa em que os gêmeos se encontram consigo ver uma silhueta masculina de costas, com fones no ouvido e sua voz ecoando pelo microfone.

Caminho silenciosamente até meu pai dando-lhe um beijo na bochecha recebendo um sorriso em troca logo sentindo seus lábios tocarem minha testa e seus braços rodearem minha cintura em um abraço quente. Separamo-nos e eu me sento ao seu lado começando a reparar em quem estava na sala.

 Em um sofá de couro preto no canto da sala estava três garotos sentados, um reconheci ser Khalil, junto de um loiro de olhos claros ao seu lado um moreno com os cabelos cobrindo suas sobrancelhas grossas de olhos castanhos escuros. Em pé ao lado de Aidan e Alec estava Scooter, olhando para dentro da sala de gravação, batucando os dedos na mesa, mexendo os lábios, e a cabeça balançando de um lado para o outro de maneira leve.

Voltei meu olhar para o garoto cantando, instantaneamente me lembrei de Victor reclamando sobre o porquê de estar tudo tão agitado.

Justin Bieber.

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


É isso ai meu povo, eu espero de coração que gostem

Comentem por favor, eu preciso saber se estão gostando da história, e eu aceito de braços abertos opiniões, o que eu devo ou não por na história, sem contar que me incentiva pra caramba, mesmo que seja um simples CONTINUA, vocês não tem ideia do quando apenas isso me deixa feliz, saber que estão gostando de algo que eu escrevo, não tem palavras pra descrever, eu simplesmente amo, e amo todas vocês, com certeza, já tem um lugarzinho no meu coração pra todas.....

AAAAAAAAAAAAHHH Inevitable tem um style agora, sim, sim sim, e ficou tão lindo <3, deixarei o link nas notas finais.
Beijos amoras, espero mesmo que tenham gostado, e uma ótima semana para vocês.

Link do style: https://spiritfanfics.com/personalizar/style/barbara-palvin-inevitable-9044866


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