História Inevitably Broken - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~mendestilinski

Postado
Categorias Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Danielle Campbell, Grace Phipps, Hayes Grier, Jack & Jack, Jacob Whitesides, Matthew Espinosa, Nash Grier, Nate Maloley, Sam "Wilk" Wilkinson, Shawn Mendes, Taylor Caniff, Victoria Justice
Personagens Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Danielle Campbell, Grace Phipps, Hayes Grier, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Jacob Whitesides, Matthew Espinosa, Nash Grier, Nate Maloley, Personagens Originais, Sammy Wilkinson, Shawn Mendes, Taylor Caniff, Victória Justice
Exibições 14
Palavras 1.625
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Famí­lia, Festa
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá gente! Somos a Bel e a Malu e resolvemos juntar as ideias e dar início a nossa primeira fanfic. Esperamos que gostem!

Info:
A Summer será a Danielle Campbell, a Hanna será a Skyler Samuels e a Brianna a Grace Phipps. Com o decorrer da fic iremos atualizando os personagens novos.

Boa leitura!

Capítulo 1 - Prologue.


Fanfic / Fanfiction Inevitably Broken - Capítulo 1 - Prologue.

   "O amor é uma esperança de um novo recomeço para nossas vidas."

Summer Maloley P.O.V

Em menos de trinta minutos era a 15º vez que Hanna me telefonava, além de mandar milhões de mensagens. Desde o dia em que nossos pais resolveram nos mandar para Los Angeles, a loira não parava quieta. Hanna quando queria conseguia ser a pessoa mais perturbada do universo. Recusei todas as suas chamadas com a certeza de que depois ela iria me engolir viva e me pus a terminar de arrumar as malas.

– Summer? Hora do almoço, querida. Sua prima Brianna está vindo, então se apronte logo. - gritou minha mãe do andar de baixo.

– Já estou terminando, logo desço. - rebato.

Termino meus afazeres e desço as escadas, dando de cara com uma Brianna saltitante passando pela porta da frente.

– Não acredito que você e Hanna irão curtir os gatinhos de LA sem mim! - Brianna ri e logo faz beicinho. – Aproveitem por mim, ok? 

– Não irei me envolver com ninguém, já a Hanna eu não sei. - bufo e giro meus calcanhares indo para a cozinha.

– Qual é Summer, já está mais do que na hora de você seguir em frente, curtir um pouco a vida e rebolar essa linda bunda que Deus te deu. - fala a última parte rindo e eu reviro os olhos.

Entro na cozinha e me sento na cadeira de frente para Brianna, que se senta logo depois. Minha mãe estava colocando os últimos talheres em cima da grande mesa da minha casa. Logo depois escuto a campainha tocar e me levanto indo até a porta. Quando toco a maçaneta e giro a mesma, levo um susto com a loira passando por mim e entrando rapidamente dentro da minha casa e indo direto para a cozinha.

– Que pressa é essa, menina? Até parece que come alguma coisa. - ouço minha mãe reclamar com Hanna.

– Fome de ansiedade, preciso comer para me acalmar. - Hanna diz atacando desesperadamente as comidas expostas na mesa.

– Não dou cinco minutos pra ela fazer aquela carinha e correr pro banheiro. - digo voltando para o meu lugar.

– Quando vai acabar com isso, Hanna? - mamãe pergunta com a preocupação evidente em sua voz.

– É isso que tem me deixado longe das risadinhas e xingamentos de todo mundo. Eu estou bem, estou feliz, vocês deveriam ficar também. - a loira fala largando seus talheres na mesa.

– Como podemos ficar feliz sabendo que a qualquer momento você pode ter um treco? - Brianna se pronuncia.

– Ainda mais eu, que terei que cuidar de você durante um ano inteiro. - digo me lembrando das crises que a garota tem quando fica sem comer.

– Já chega! Se continuarem com esse assunto eu juro que coloco tudo para fora em cima dessa mesa. Viajaremos hoje e eu não quero chegar em LA de mau humor, então esqueçam isso, por favor. - ela fala com a impaciência já nítida em sua voz.

– Hanna sem comer de novo? - uma voz masculina preenche o ambiente e a silhueta de Sammy atravessa a porta da cozinha. – Pelo menos quando estávamos juntos eu te fazia comer.

Samuel e Hanna namoraram durante dois anos, ele sempre foi louco por ela, mas quando descobriu que iríamos nos "mudar" há três meses atrás, pediu um tempo, para que ambos pudessem se acostumar com a ausência um do outro. Ela aceitou o término da melhor forma possível, algo que surpreendeu a todos, já ele não aguentou e uma semana depois pediu para voltar, mas recebeu um não como resposta.

Não que Hanna não gostasse do Sammy, muito pelo contrário. Minha prima sempre teve um carinho enorme por ele, tudo o que fez foi pensando em evitar sofrimentos futuros. Eu a entendo e apoio, pois manter um relacionamento a distância não seria fácil.

– Pode subir, Sam, o Nate está no quarto. - digo e o garoto de cabelo platinado vai em direção às escadas.

(...)

Depois do almoço, a tarde passou lenta e também tranquila. Eu e as meninas assistimos filmes aleatórios que passavam na TV enquanto conversávamos. Assim que o relógio marcou 18:00 horas, Hanna foi para casa se arrumar e levou Brianna junto. Aproveitei e subi para o meu quarto afim de fazer o mesmo.

Entrei no box e deixei que a água caísse sobre meus ombros. Lavei meus cabelos e os enxaguei. Nosso voo sairia depois das 21:00 horas, então tinha tempo o suficiente para me arrumar. Sequei meus fios castanhos e os deixei soltos, vesti minha lingerie e procurei pela roupa que havia separado mais cedo, logo a vestindo. Era algo bem simples e confortável, apenas uma calça jeans escura, uma blusa branca com listras pretas, minha jaqueta de couro e coturnos. Fiz uma maquiagem leve e borrifei um pouco de perfume.

Desci às escadas já com todas as minhas bagagens, recebendo em seguida uma mensagem de Hanna, avisando que já estava a caminho do aeroporto junto de seus pais e Brianna.

– Está pronta? - mamãe surgiu no topo da escada já com as chaves do carro na mão.  

– Acho que sim. O papai não poderá ir mesmo? - pergunto cabisbaixa, lembrando que por causa do trabalho, papai não estaria presente.

– Não, querida, eu sinto muito. - ela desce o último degrau e beija a minha testa.

– Tudo bem, eu entendo. - digo indo em direção à porta da frente.

– Maninha, já podemos ir? - Nate pergunta descendo as escadas pelo corrimão. – você tá muito gatinha ein, Sun? - ele fala rindo e pegando as minhas bochechas as apertando.

– Sim, já estou pronta.- reviro os olhos, retirando suas mãos das minhas bochechas. – e vá se ferrar.

– Agressiva. - diz e pega uma de minhas malas. – pra que tanta mala, vai morar lá por quanto tempo? Cinco anos?

– Aí, tem quase tudo que irei precisar. – o empurro para fora. – cadê o seu amigo?

– Estou aqui. - Sammy aparece do além, me dando um pequeno susto.

– De onde apareceu? - digo olhando para trás, onde se encontrava um oxigenado risonho.

– Um mágico nunca revela seus truques - diz com um ar convencido.

– Sei, essa é velha. - o olho desconfiada. – vamos logo, vou me atrasar.

Vou em direção ao carro da minha mãe, com uma mala em uma mão e na outra uma frasqueira pequena. Colocamos tudo no porta malas, enquanto ela já nos esperava dentro do carro. Entramos e fomos em direção ao aeroporto.

(...)

Tivemos que aguentar uma Hanna histérica de ansiedade por meia hora, até que nosso voo foi anunciado pela primeira vez e toda a choradeira começou.

– Oh, minha filhinha, está indo para longe de mim.- o drama começa.

– Mãe, não começa, ok? - digo, a fazendo fazer beicinho. – Também irei sentir saudades, não se preocupe com nada.

– Difícil, meu bebê está crescendo tão rápido. - ela fala, com a voz manhosa.

– Não sou mais um bebê, sei me virar. - levo uma mão até o seu rosto, limpando as lágrimas que já desciam. – Vai ser só um ano. Logo voltarei.

– Vou sentir muita saudade. - me abraça, e eu retribuo, lhe dando um beijo na bochecha. – Me ligue se acontecer alguma coisa.

– Tudo bem. - me afasto dela, olho ao meu redor, paro o meu olhar no meu irmão, que me olhava triste. – Hey, não vai se despedir? - pergunto rindo.

– Não quero ficar por tanto tempo longe de você. - ele me abraça, sinto meu pés deixarem o chão e meu corpo se levantado de leve. – Com quem eu vou brigar?

– Para isso serve o Sam. - olho para o Sam, que estava ao meu lado. – Vou te ligar sempre que puder. - falo olhando para o meu irmão, que assente.

– Irei sentir falta de vocês. - Sam fala, me abraça de lado, olha por cima do ombro e para seus olhos em Hanna que se despedia dos seus pais e logo desvia o olhar para mim. – Tomem cuidado, e fica de olho nela. - fala a última parte se referindo a Hanna.

– Não se preocupe, ficarei de olhos abertos. - falo sorrindo, ele retribui, e me abraça. – Vou sentir saudade, oxigenado. - digo e bagunço seu cabelo platinado.

– Não bagunça o meu cabelo, Sums. - Sammy se afasta, colocando seus fios rebeldes no lugar. – Demorou para arruma- lo. 

– Imagino. - falo rindo, acabo me assustando com um peso em minhas costas, sinto braços arrodearem meu pescoço e olho para trás, vendo Brianna agarrada em mim. – Saí, folgada.

– Deixa eu aproveitar enquanto vocês ainda estão aqui. - diz, puxando eu e Hanna, para um abraço triplo. – Quero que me contem tudo o que acontecer lá. Principalmente se envolver gatinhos. - ela pisca o olho e eu reviro os olhos pelo comentário.

– Contaremos tudo. - Hanna se pronuncia rindo, quando percebe que eu não iria falar nada a respeito, como de costume.

“Passageiros do voo 657 com destino a Los Angeles ,dirijam-se imediatamente para a fila de embarque.”

– Está na hora. - digo olhando para cada um que estava ali presente.

– Enfim chegou a grande hora. - Hanna diz e abraça seus pais. Logo depois olhando para Sammy que se encontrava com seus olhos fixos na mesma, lhe manda um sorriso tímido que é retribuído no mesmo momento.

– Nós amamos vocês! - falamos juntas e entrelaçamos nossas mãos, indo em direção a fila de embarque.

Apresentamos nossos documentos e logo já estávamos dentro do avião. Procuramos nossas poltronas e nos acomodamos. Não demora muito para o avião decole e o famoso frio na barriga apareça. Olhei para a garota ao meu lado e ela retribuiu o olhar com um singelo sorriso. Tinha certeza de que Hanna também estava sentindo as borboletas embrulharem seu estômago, e tinha mais certeza ainda de que isso não era por estarmos dentro de um avião, e sim pelo que viria pela frente.  


Notas Finais


Comentem o que acharam e se gostaram, logo mais postaremos o próximo capítulo. Beijos!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...