História InFamous: Sombras do Passado - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Infamous
Personagens Personagens Originais
Exibições 16
Palavras 3.259
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção, Luta, Romance e Novela, Violência

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 15 - Final - Dois condutores felizes


Ela abriu os olhos de leve e a forte luz do local quase a cegou, podendo se ver Jonathan conversando com alguma outra pessoa desconhecida do lado de fora da sala. Tess estava deitada a uma maca de hospital, tendo os pulsos e as pernas amarradas com cintos, como se fosse uma das pacientes descontroladas e malucas. Mesmo ainda estando na base de Downtown, a sessão hospitalar do local era moderna e prevenia que qualquer um tentasse fugir, mesmo se fosse um condutor. A sala era completamente branca, tendo ainda um sofá, vários armários que deveriam estar repletos de coisas de médico, um painel de comunicações, a porta para o banheiro, uma câmera vigiando a condutora e um pequeno arsenal, para caso de um paciente descontrolado. Jonathan bateu no ombro da pessoa com quem conversava, usou  algo no painel ao lado da porta no lado de fora e entrou na sala, indo diretamente a máquina que estava ligada a Tess, lhe injetando algum medicamento.

         - Eles vão precisar aumentar a dose, caso não queiram que você acorde no meio do voo. - Jonah disse, ao observar a dosagem que havia no painel.

         - E quem disse que eu vou a algum lugar? - ela perguntou, estando bem sonolenta.

         - Você ainda está cismando com isso? Tess, você vai voltar para Washington, chega de se esconder! Pare de fugir disso...

         - Para me usarem como arma? Isso sim não é vida...

         - Você não teve culpa de ser escolhida para carregar esse poder e agora precisa lidar com as consequências.

         - Não vou... Delsin não vai deixar...

         - Pare de falar sobre esse maldito! - Jonah gritou e se levantou da cama. - Você não ama ele, Tess! Você ama a mim! Você me ama! Eu sou seu namorado!

         - Jonah, você está doente... Aceite que acabou tudo entre nós, é mais fácil...

         - Nada acabou entre nós, me entendeu? Foi aquele maldito que te seduziu para usar seus poderes! Você só está confusa, só isso, meu amor! Quando voltarmos a Washington, você vai esquecer ele e vai voltar a ser minha Tess!

         - Isso não vai acontecer, porque eu não te amo mais, ninguém me seduziu e eu não vou voltar para Washington.

         - Você me ama sim! Quando eu encontrar o Rowe novamente, eu...

Nesse momento, um alarme dispara por toda base, vendo que vários soldados e médicos conversavam no lado de fora, querendo saber o que estava acontecendo.

         - Falando no diabo... - Tess disse, rindo.

         - Se for ele, ele está morto!

         - Diria que você cai antes do que ele...

Jonathan bufa e corre para fora da sala, a trancando e observando Tess uma última vez pela janela. Mesmo expressando raiva na frente da garota, Jonathan estava com medo. Ele tinha apenas uma arma contra um condutor de quatro tipos de poderes e sabia que alguns tiros não iam fazer diferença alguma. Seu único desejo no momento era voltar a ser condutor de vidro, assim a batalha poderia se igualar, mas graças a Tess, ele não era mais condutor há oito anos e possivelmente, não tinha o mesmo poder de Delsin. Ao perceber um batalhão correndo para o estacionamento do local, Jonathan pára, pega a arma e volta a sessão hospitalar, querendo esperar seu oponente.

 

Ben havia feito os canos dos tanques de guerra haviam sido entortados, dando a chance de explodirem quando tentassem atirar, Blake havia atirado em vários guardas os deixando presos na parede por grandes manchas de tintas coloridas, Zoey criou várias criaturas e animais aleatórios feitos de grafite que perseguiam os soldados para todos os lados, com a ajuda do ar e do som, Jason e Jessie arremessavam todos os militares que ficassem no caminho, deixando a parte de resgate para Delsin, Fetch e Eugene, que também usavam seus poderes para se defenderem.

         - Eu vou atrás da Tess e dos Campbell, vocês fiquem aqui e acabem com os soldados, mas não os matem! - disse Delsin, enquanto atirava a fumaça.

         - Sem chance, D! - disse Fetch.

         - Vamos com você! - disse Eugene, comandando seus anjos.

Foi quando vários helicópteros do exército apareceram do lado de fora, já mirando nos condutores. Jason, Zoey e Eugene, que haviam desenvolvido a habilidade de voar, vão em direção dos helicópteros, enquanto o resto da equipe continua seu caminho pela base. Delsin avista um comboio intacto, sendo que alguém muito familiar entrava no veículo.

         - É o Vincenzo! - gritou Delsin aos colegas. - Não podemos deixar que ele fuja! Blake, preciso de um jeito para o segurar!

         - Deixa comigo! - gritou Blake.

O condutor de tinta atira um míssil de tinta em direção ao comboio, impedindo que Vincenzo e seus guardas seguissem o caminho.

         - Fetch, eu e você agora, corrida até o Vincenzo! - disse Delsin a Fetch.

         - Pode apostar, fumaça! - disse Fetch, rindo.

Os dois se distanciaram da equipe e chegaram ao mesmo tempo em Vincenzo, sendo que os guardas acabaram caindo no chão por pedaços de metais aleatórios. Vincenzo Campbell ainda estava coberto por uma tinta laranja quando foi erguido por Delsin e Fetch, vendo que não havia nenhuma escapatória.

         - Ok, ok, vocês me pegaram! - disse Vincenzo, se livrando das mãos dos condutores. Ele nota Ben atrás de ambos. - Benjamin? Benjamin Martin! Há quanto tempo!

         - Não o suficiente, senhor... - disse Ben, encarando Campbell.

         - Onde está a Tess? - perguntou Delsin.

         - Você quer dizer, a traidora? - perguntou Vincenzo, rindo. - Deve estar por ai. O namorado dela a trouxe de volta.

         - Ele não é namorado dela! - gritou Delsin, agarrando Vincenzo pelos ombros. - Não percebe? Vocês perderam! Não há porque a esconder agora! Eu vou a achar de um jeito ou de outro!

Um ruído foi ouvido por todo o lugar, sendo que eram os autofalantes da base.

         - Delsin Rowe! Sei que está na base! Se quiser a Tess, vai ter que a tomar de mim! Estamos na sessão hospitalar! Estou te esperando!

O microfone foi desligado, deixando Delsin mais irritado do que antes. Era Jonathan. Ele havia desafiado Delsin e ele não iria deixar limpo essa história. Vincenzo, ainda coberto pela tinta laranja, ri da fala de Jonathan, dando um sorriso estranho.

         - Você ouviu, Delsin? - os condutores encaram Vincenzo. - Jonathan o desafiou! A sessão hospitalar é naquela direção, siga as placas no túnel...

Ainda olhando feio para Vincenzo, Delsin olha para o túnel que mostrava várias escadas e portas, vendo que não havia mais nenhum soldado no caminho. Ele arremessa Vincenzo para Fetch e limpa a tinta laranja no tecido que havia dentro do caminhão.

         - Prende esse ai e todos os soldados que puder. - disse Delsin à Fetch. - Depois que tudo isso acabar, vamos ver quem vai se redimir ou quem vai fugir e os deixe ir. Só ele que vai para junto da Augustine.

         - Legal, eu vou ver a Brooke! - disse Vincenzo, em um tom sarcástico. - Isso é muito melhor do que Washington!

         - Pede ajuda para o pessoal se precisar. - Delsin olhou para Ben. - Quero que você venha comigo.

         - Mas e o Campbell? - perguntou Fetch. - O outro?

         - Vamos achar ele. - disse Delsin. - Mas primeiro quero me certificar de que o Jonathan nunca mais irá procurar a Tess.

 

Delsin e Ben chegaram a um longo corredor escuro, que possuía várias portas e grandes janelas, como se fossem locais de observação para algo. Olhando de janela em janela, eles encontram Tess na maca, vendo que a garota parecia dormir.

         - É ela! - Delsin tenta abrir a porta, mas sem sucesso. - Tess! Tess!

Eles batem na porta e na janela, mas não conseguem chamar a atenção da garota. Delsin vê o pequeno painel ao lado da porta e tenta digitar qualquer coisa, mas sem sucesso.

         - Ben, se afasta, eu vou explodir isso! - disse Delsin, já se preparando para usar a fumaça.

Ambos os condutores deram alguns passos para trás, enquanto Delsin mirava na janela, até que alguém, que entrou no corredor, chamou a atenção dos dois.

         - Isso não vai adiantar, Rowe. - Jonathan segura um cartão em uma das mãos. - Essa base foi do D.U.P., lembra? A Augustine teve o trabalho de atirar em todas as janelas até que elas ficassem à prova de condutores. E está ai um rosto que eu não via faz tempo... Olá Benjamin.

         - Jonathan... - Ben olhava com raiva para Jonah. - Você continua o mesmo maldito que eu conheci no exército...

         - Isso não vem ao caso. - Jonathan coloca uma das mãos nas costas e observa o cartão que tinha em mãos. - Vê isso, Rowe? - ele balança o cartão azul. - Isso é a única maneira que você tem de ver a Tess. Quer o cartão? Lute comigo.

         - Lutar com você? - perguntou Delsin, enquanto observava Tess. - Você só pode estar de brincadeira...

         - Lute comigo! - gritou Jonathan, assustando Ben e Delsin. - Antes que eu decida abrir aquela porta e fugir com a Tess!

Do nada, Jonathan é puxado para trás e alguém lhe dá um soco no rosto, o fazendo cair no chão. O cartão é puxado pela mesma pessoa, que pode se ver quem era assim que entrou na luz do corredor.

         - General Campbell... - disse Ben, ao ver seu antigo superior.

Vincent Campbell analisava o cartão, estando com ambas as mãos enfaixadas, sem sinal de sangue. Seus frios olhos negros encararam Delsin, lhe dando calafrios e até um pouco de medo. Não tinha como acreditar que era o irmão gêmeo de Vincenzo.

         - Delsin Rowe. -  Vincent riu e deu alguns passos para frente. - É bom finalmente conhecer a cara de quem anda me desafiando recentemente. Nunca esqueço a cara de quem me fez algo...

         - Desafiando? - perguntou Delsin, em dúvida.

         - Vamos começar por três meses atrás... - o militar cruza os braços e percebe que Jonathan já estava se levantando, olhando para o soldado. - Nem pense em fugir, garoto. Você aprontou demais e ainda vou descontar na frente deles. - Jonah balança a cabeça positivamente e Vincent volta a se dirigir à Delsin. - Primeiro você derruba o meu D.U.P. e prende uma das minhas melhores militares, Brooke Augustine. Em segundo, você toma conta de Seattle, não permitindo que nenhuma força militar se aproxime. E agora isso... Você está mexendo com a minha garota.

         - Está falando da Tess? - perguntou Delsin. - Ela não gosta de você, porque seria sua garota?

         - Eu criei ela! - gritou Vincent, fazendo Jonah dar um passo para o lado. - Aquele idiota do Nick nunca fez nada decente para criar uma verdadeira militar como ela!

         - Não se atreva a falar mal do Nick na minha frente! - disse Ben.

         - Condutores... Sempre querendo a fama, não é? - perguntou Vincent. Ele caminha até a sala de Tess e usa o cartão, vendo que a porta havia aberto. - Minha garota vai voltar comigo para Washington e se você a seguir, Rowe, vai ser preso. Nem que eu tenha que abrir Curdun Cay novamente, você não vai chegar perto da Tess.

         - Qual é o problema de vocês? - perguntou Delsin, quase gritando. - Deixem ela em paz! Ela merece ter uma vida sem ter que ficar fugindo e se escondendo de todos!

         - Ela não pode. - Vincent se virou para Delsin. - Ela é uma condutora, assim como você, Delsin. Nenhum condutor pode ter uma vida normal, você não entende? Apenas com a diferença de que o poder dela pode salvar todos os condutores do mundo! E ai sim, vocês podem ter suas vidas normais! E você se encaixa nisso, Jonah...

Vincent soca novamente o rosto de Jonathan, fazendo o garoto cair no chão.

         - Você é um idiota, Jonathan! - Vincent gritava, fazendo que Delsin e Ben estranhassem. - Foi você que mandou a mensagem para o Nicholas, não foi?

Ambos os condutores se olham e encaram Jonathan, que coloca a mão no nariz para ver se não sangrava.

         - Se eu não tivesse mandado, eu não teria a chance de enfrentar o Rowe! - Jonathan colocou a mão sobre o canto da boca, vendo que pouco sangue escorria. - A Tess precisa saber que sou eu quem ela ama!

         - Seu completo maníaco incompetente! - gritou Vincent, erguendo Jonah pela jaqueta. - Aprenda de uma vez que a Tess não ama mais você e nunca mais vocês vão ficar juntos! Vê aquele condutor maldito? - ele aponta para Delsin. - Ela ama aquele cara e nada do que você fizer vai mudar isso!

Vincent joga Jonathan ao chão, encara os condutores e mexe na maçaneta da porta. Até perceber que a porta havia sido trancada, vendo que a maçaneta estava deformada. Delsin olha para Ben, vendo que o condutor de metais havia mexido no objeto.

         - Benjamin Martin, abra essa porta agora mesmo! - disse Vincent.

         - Agora que sabemos que a Tess está segura lá dentro, quer fazer as honras, fumaça? - perguntou Ben.

         - Com muito prazer... - Delsin sorri para o colega e em seguida, olha para Vincent.

O general, sem saber o que fazer, pega uma das armas que tinha no cinto e aponta para Delsin, mesmo sabendo que isso era inútil. O condutor de fumaça pensa em até matar Vincent, mas se lembra de tudo o que tinha feito com Augustine. Matar nunca foi sido a solução e ele nunca fez isso com o D.U.P. Não seria agora que ele faria isso. Nesse momento, Fetch e Blake chegam ao corredor, observando a cena que estava sendo feita. Jonathan no chão, segurando a boca, e Vincent, ainda apontando a arma para Delsin, enquanto Ben esperava a reação do condutor de fumaça.

         - Eu não tenho nada para fazer com ele. - Delsin olha para Blake. - Blake, usa sua tinta para prender ele e leva junto com o irmão gêmeo.

Ben joga um pedaço de metal na mão de Vincent, fazendo com que ele derrubasse a arma e em seguida, Blake, em um movimento rápido, enrola o general em grandes camadas de tinta verde e o leva para Fetch. Vendo que não era possível arrumar o que havia feito com a maçaneta da porta, Ben arranca o objeto, fazendo com que a porta se abrisse rapidamente. Delsin e Ben entram na sala, vendo que Tess parecia sonolenta por causa do remédio que lhe era dado.

         - Tess? - perguntou Delsin, ao abrir os cintos que a prendiam.

         - Ela está sedada, parece bem sonolenta para mim. - Ben observa a dose que havia no painel e desligou o aparelho. - Acho que não demora muito para ela acordar.

Assim que Ben desligou a máquina, Tess começa a se revirar na maca e abre os olhos novamente, vendo Delsin.

         - Eu... Eu... Eu morri? - ela perguntou, sonolenta.

Ambos riram e Delsin a pega no colo, finalmente se tranquilizando por ter a garota que tanto amava, segura novamente. Assim que os três já haviam saído da sala, eles avistam todos os outros condutores do grupo, já prontos para terminarem o serviço. Quando pensavam em voltar para o estacionamento...

         - Rowe!

A atenção de todos se voltou para Jonathan, que estava no chão, vendo que sua boca já havia parado de sangrar.

         - Você não se livrar de mim tão fácil! - gritou Jonah, se rastejando pelo chão. - Eu vou aparecer na casa da Tess quando eu quiser e vou levar ela embora! Você não pode impedir nosso amor!

Delsin olha para Tess, que apenas se aninhou nos braços do condutor e ele a beija na testa.

         - No tempo certo, Jonathan, você vai encontrar o verdadeiro amor. - Delsin o encara, vendo que ele não havia desistido ainda. - E nesse caso, eu achei o meu e você não quer aceitar que perdeu o seu. - ele se vira para os colegas. - Vamos embora.

Todos deram as costas ao soldado e saíram do local, deixando Jonathan mais irritado do que já estava. Ele percebe que havia perdido e por final, solta um grito de raiva.

 

Quando saímos da base militar, percebemos que o local estava cheio de policiais de Seattle, incluindo o doutor Nicholas. As perguntas foram todas direcionadas a mim e quando eu dei minha defesa, todos ficaram ao meu lado. Vincent e Vincenzo acabaram sendo soltos por autoridades maiores de Washington e voltaram para a capital junto com seus soldados, enquanto ninguém teve mais noticias do Jonathan. As bases que restavam do D.U.P. e estavam sendo usadas pelos militares foram derrubadas, sendo que isso foi mais uma comemoração para os cidadãos de Seattle. Mesmo a derrubada dos militares tivesse sido um assunto pessoal para mim, os cidadãos me apoiaram até fim, mostrando o quanto os Campbell e Augustine estavam errados. Humanos e condutores podem coexistir e todos estavam de prova. E eu havia dado meu recado aos militares. Se mexessem com qualquer amigo meu na cidade, teria volta, porque acima de tudo, eu era o protetor de Seattle e dos condutores. E agora... Agora eu teria que proteger a pessoa que eu mais amava.

 

Duas semanas depois...

O apartamento dos Wright estava mais arrumado, com todos os móveis no lugar, junto com quadros, plantas e até objetos de enfeite. Nicholas Wright preparava o almoço, fritando várias coisas no fogão e ainda misturando algo em um pote. Ao se sujar com o molho, ele o limpa no avental que usava e olhando pela janela da cozinha, avista um neon indo em direção ao jardim dos fundos. Ele ri e pega os óculos em cima do balcão, os colocando.

         - Tess! - ele vai até a escada e observa a porta do quarto da filha aberta. - Tess, chegou visita para você!

Tess Wright, que estava digitando coisas em seu notebook, ouve o pai, levanta o olhar para ver a janela e observa seu namorado, Delsin Rowe, apoiado na cerca do jardim, a observando. Com um sorriso no rosto, ela fecha o notebook, pega o fino casaco roxo em cima da cama e corre para o andar de baixo, vendo que seu pai a observava. Ela riu do avental do doutor, sendo que seu pai acabou rindo junto.

         - Ok, Tess, você sabe as regras... - Nicholas ainda ria. - Sem violência, sem voar longe, sem sair de Seattle sem que eu saiba e voltar antes das 22 horas.

         - Vamos almoçar com você, pai.

Nicholas parou, olhou para o relógio no pulso e voltou a se dirigir à sua filha.

         - São 10:35, volte antes do meio-dia, mocinha. - Nicholas falava em um tom sério, mas sabia que estava brincando.

         - Sim senhor, doutor Nicholas!

Nicholas lhe manda um beijo e volta a preparar o almoço, enquanto Tess se dirigiu a porta do jardim. Assim que ela sai do apartamento, corre para os braços do condutor que tanto amava e lhe abraçou como se fizesse anos que não o via. Após um longo beijo, Delsin enrola os braços de Tess em seu pescoço e espera ela fechar os olhos.

         - Se segura! - ele disse.

Assim, o neon sai em disparada por Seattle, subindo o Obelisco Espacial, local aonde Tess e Delsin haviam se conhecido melhor. Pelo menos, ela estava tendo a vida que sempre quis ter e ao lado da pessoa que mais amava, esperando que isso durasse o máximo possível.


Notas Finais


Agradeço a todos que acompanharam a história e sinto muito por demorar tanto a postar... Pretendo fazer uma continuação e se quiserem, ficarei feliz se acompanharem a próxima. Obrigada a todos pela atenção e que Lord Gaben os protejam e os guardem!


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