História Infância Perdida - Capítulo 2


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Categorias Beauty & the Beast, Lei & Ordem: Unidade de Vítimas Especiais, Revenge
Personagens Amanda Clarke, Catherine Chandler, Charlotte Grayson, Det. Elliot Stabler, Det. Olivia Benson, Emily Thorne, Heather Chandler, J.T. Forbes, Jack Porter, Joe Bishop, Nolan Ross, Personagens Originais, Tess Vargas, Victoria Grayson, Vincent Keller
Visualizações 9
Palavras 964
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Estou de volta trazendo a vocês mais um capítulo, espero que gostem =')

E mais uma vez agradeço a todos que me ajudaram para a confecção do mesmo =`)

Capítulo 2 - Não Converse com Estranhos


Vamos voltar um pouco o relógio, ainda na parte da manhã um pouco antes de Amanda chamar Carl para ir a escola, o garoto de cabelos escuros, havia acordado, e ainda olhava ao teto branco, pensando em sua vida curta, em como tinha sorte por ter pais tão bondosos, mas não no presente momento, visto que havia brigado com seu pai, Jack, na noite anterior, pois o pequeno menino de 11 anos, queria ficar acordado até mais tarde, o que devido a escola na manhã seguinte não seria possível, então pai e filho brigaram, o pequeno, ficara de castigo, tendo que subir ao seu quarto imediatamente.

 

Por esse motivo na manhã seguinte, o garoto, não sentiu ânimo em se levantar, permanecendo na cama por mais uns minutos, Carl desisto e se levanta, caminha com seus pequenos pés ao banheiro, faz sua higiene, voltando ao quarto, para a seguir, para então se arrumar. Depois de alguns minutos, devidamente pronto, o garoto, desce as escadas, aonde Amanda já prepara seu café, por sorte, seu pai já havia saído, o menino se senta à mesa, Amanda o serve.

Dormiu bem? – Disse Amanda com um sorriso quase materno nos lábios, mesmo sem oficialmente mãe, Amanda se sentia mãe do pequeno.

Mais ou menos, você acha que meu pai está muito bravo comigo? – Carl pronunciou a sentença com um certo ar angustiado.

Bom, você agiu mal ontem, acho que deveria pedir desculpas , afinal, vocês dois são pai e filho. -Amanda sempre tinha que fazer o meio de campo para os dois, o que era até irônico visto seu passado.

Tá bom — afirmou Carl que terminava de comer.

Amanda observa o menino que pega sua mochila, assim que o motorista aparece na porta para leva-lo a escola, A loira o acompanha e fica na porta vendo p carro levar o menino para a escola. A seguir, ela se põe a observar a varanda fitando as ondas do mar, que estavam calmas, por sinal,

Na escola, o menino sentia que estava sendo observado, olhava para os lados e nada via, fazendo com que se esquecesse do assunto, pois como vocês bem sabem, o que normalmente preocupa um adulto, não preocupa uma criança.

(...)

Em um ponto distante dali, exatamente no tribunal de justiça, uma loira fazia promotoria de um caso,  a loira se chamava Alex Cabot. A loira ouvia o barulho do martelo, a fazendo sair de sua mente, onde estava até então, sorria vitoriosa com o resultado.

Eu declaro que o réu em questão é culpado – O juiz proferia enquanto batia o martelo.

Ao ouvir essas palavras, a loira sorria com os lábios, já arrumando suas coisas para então deixar o tribunal, quando observa uma bela ruiva se aproximar, era a vítima, que estava com um certo alivio em sua expressão, Alex a observa se aproximar, sentindo em seguida o caloroso abraço da vítima.

—  Muito obrigada, mesmo, sem sua ajuda, provavelmente ele ainda estaria livre. – A ruiva dissera em agradecimento, fazendo a loira lhe sorrir.

Eu só fiz o  meu trabalho, fico feliz que q justiça tenha sido feita. – A loira se despede, e sai do tribunal.

    A loira se pega pensando em suas recordações, da época em que trabalhava com Olivia e Elliot, por alguns instantes, sorria com um certo apreço maior ao lembrar de Olivia, apesar de ter sido um dos empregos que lhe gerara as rugas atuais, foi aonde fez os amigos mais fieis, aonde sua vida profissional deslanchara, caminhava pelo seu novo local de trabalho até a máquina de café, pega o mesmo, e vai a sua sala, a qual, havia uma janela, a loira se posta a observar, como estava no 10º andar, a vista, dava para o topo de alguns prédios, as pessoas pareciam minúsculas, apesar de ser lindo, a loira ainda sentia falta de seu antigo emprego, solta um suspiro triste, escutando um barulho de seu celular, ao olhar o remente, abre um sorriso bobo nos lábios. Não demorando para escrever uma resposta.

(...)

               Não muito longe da sede da SVU, acho que vocês leitores nem vão se lembrar muito dessa pessoa, apesar de ter achado que ele foi um dos mais célebres detectives, um dos quais integrou uma das melhores equipes que se conhecem até os dias atuais, que rufem aos tambores, pois ai vai seu nome, Elliot Stabler.

                Elliot acabava por levantar de sua cama, estava entediado, pois seu tempo em casa, não lhe fora agradável, não que ele não estivesse gostado de ficar com as crianças, pelo contrario, mas o moreno sentia falta da adrenalina que percorria suas veias, quando o mesmo se empenhava em um caso.

                             O moreno já havia pensado há um tempo em voltar, tanto que isso até fora motivo de discussão entre ele e a sua esposa, Ket, mas depois se muito debate, ela acabou compreendendo que seu emprego no 16th distrito era indispensável ao moreno, soltando o ar a loira proferiu.

Tudo bem, Elliot, mas me prometa que toda vez que perceber estar se aproximando de seu limite irá parar um pouco para respirar.

                O homem de olhos azuis apenas concorda, e isso fora  a última conversa que tiveram sobre o assunto. O moreno acordou hoje decidido, depois de ter resolvidos alguns assuntos legais quanto ao conselho, só lhe restava conversar com uma pessoa, não sabia como seria isso, afinal a morena não aceitara bem a noticia de suas férias, e uma possível aposentadoria.

               O moreno caminha para seu antigo local de trabalho, aonde resolveria um dos  últimos aspecto para seu retorno, ao chegar, se direciona para a sala do chefe, que agora era ocupada por uma de suas melhores amigas. A porta estava aberta, Eliot coloca um pé dentro, batendo na porta.

Com licença.... - O moreno proferi tais palavras, um pouco apreensivo.


Notas Finais


Bom é isso, na próxima semana terá mais =´)


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