História Infantilism - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Chanbaek, Exo, Hunhan, Infantilismo, Xiuchen
Visualizações 258
Palavras 1.022
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - Capítulo sete


- JongDae, estou te chamando faz tempo.- se assustou com Sehun olhando para si.- Por que tem um garoto ruivo em seu quarto? E por que um garoto daquela idade está com uma chupeta na boca, isso é algum fetiche seu?- bem, teria de explicar cada detalhe pra Sehun, mesmo contra a própria vontade.

- Sehun, fale apenas quando o necessário sobre isso.- recebi um olhar tedioso e continuou frase.- Não é fetiche nenhum, é apenas um amigo que tem algumas manias diferente.- o outro o secou com o olhar.- Tudo bem, ele é infantilista, mas agora, vamos fazer algo mais interessante.

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          - JongDae não grita, por favor.- implorou Sehun, com certo receio em acordar o pequeno ruivinho  que dormia no quarto ao lado. .- Está entrando.- ouviu o gemido dolorido do outro.- Entrou, não se mexa, irá doer.- endireitou a coluna e sentiu uma leve vontade de rir da expressão dolorida do moreno.

- Está doendo.- gemeu dolorido novamente e o  moreno agradeceu a seja lá quem for por finalmente ter entrado, ainda parado, sem mover um músculo mesmo que não preciso.- Oh Sehun, não me peça para não gritar, você não sabe o quanto dói trocar o  piercing no septo.- se justificou completamente emburrado com a audácia do mais novo.- Claro que não sabe é cagão a ponto de ter medo de uma tatuagem no pulso.- provocou.

- Tudo bem, não me provoca.- levantou as mãos para o alto, em sinal de rendimento.- Desviando desse assunto, quando você vai levar esse garoto para a casa dele?- apenas recebeu um olhar desconfiado do menor.- É apenas porque não quero dividir minha cama com você?- justificou-se. 

- Sem drama, por favor.- falou se ajeitando no colchão e puxando o cobertor até seu pescoço, sempre choramingo pelo incômodo no septo, estava exausto e precisava de uma longa noite de sono.

 Não houve nem tempo do maior e reclamar pois moreno já ressonava alto, maldita seja a  intimidade que ambos ganharam com o tempo. Sehun apenas se acomodou ao lado do outro e tentou dormir, com certa dificuldade com tamanho espaço que o outro tomava da cama, além dos roncos que de vez em quanto escapavam.
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         O ruivo desceu da cama desconhecida coberto de suor, mas o frio em seu corpinho só o deixou mais confuso. Saiu do quarto um tanto zonzo e passou a vagar pelo corredor do apartamento, a primeira porta que abriu deu direto para um quarto. Reconheceu JongDae que dormia pesadamente é um desconhecido que estava para cair do colchão alto.

  Cutucou o corpo esparramado mas apenas recebeu um resmungo, cutucou novamente e viu o outro abrir os olhos lentamente, este o olhou confuso e estava pronto para virar e voltar ao seu sono

  - Jong, está muito frio.- coloco os dedos gordinhos em cima da cama, ainda meio sonolento JongDae levou os dedos até a testa do ruivo, sentiu os dedos esquentarem perante a pele fervente e se levantou da cama.

 O banho gelado foi recheado de resmungos do infantilista e choros em reprovação do garoto, mais tarde JongDae agradeceu a qualquer entidade ou força da natureza pela febre ter passado e a tosse e espirros diminuído, e finalmente MinSeok ter dormido.
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           O barulho de socos na porta forçou o Kim a abrir os olhos, varreu o quarto com o olhar até para em MinSeok que ainda dormia sugando a chupeta, o relógio marcava oito horas e se não fosse pela batidas fortes na porta de entrada JongDae voltaria a dormir sem reclamar da luz que adentrava a janela.

  Calçou as pantufas e se arrastou até a porta, abriu sem vontade a grande madeira e deu de cara com eu namorada sorridente, a última citada entrou na casa sem se importar com confirmação ou não. 

 - Eu poderia entrar e brigar pelo bolo que você me deu, entretanto.- intensificou a última palavra antes de continuar.-, MinSeok não está em minha casa, e o resumo disso é que tive uma noite maravilhosa sem o choro daquele pirralho.- o tatuado engoliu em seco e forçou um sorriso.

 - Eu já vo- a garota o interrompeu com o começo de outro falatório, o Kim suava frio e o medo do pior só aumento quanto ouvir passos em direção a onde estavam, apertou o indicador – ato que só deixou mais evidente que eu estava nervoso -.

 - Por que não dormiu em minha cama, não que eu esteja reclamando.- a frase do loiro foi morrendo assim que viu a face desesperada do amigo, que mesmo sabendo que não o MinSeok que vinha vindo estava nervoso.- Já entendi, estou indo trabalhar, se vira aí bro.- sussurrou a última frase e bateu levemente no ombro do amiga, para sair logo depois.

- Eu já volt- foi nesse momento que JongDae percebeu que não iria conseguir terminar sua frase novamente, a causa foi um espirro cinto do quarto, o garota olhou o local mas rapidamente JongDae colocou a mão sobre o nariz.- Puxa vida, acho que vou pegar um resfriado.- uma tosse seca ecoou no local, o moreno fingiu tossir e abanou o rosto.- Acho que irei ao médico.- virou os ombros da garota em direção à porta e tentou a levar para fora.

 - Eu vou com você, não se preocupe.- ela só poderia estar brincando.

 - Não, não, gosto ir sozinho, além de ser um mau ambiente.- sorriu convincente.- Vá para sua casa, para você ver MinSeok quando ele chegar.- a outra pareceu entender, pegou sua bolsa clara e estava pronta para sair.

 - JongDae.- o plano foi por água abaixo com a voz manhosa do infantilista na entrada da sala.- Estou com fome.- passou a mão pela barriga, e passou pela sala indo para a cozinha, sem ao menos perceber a presença da irmã.

 - Eu posso explicar.- a formosa fase “Eu posso explicar” mas na verdade nunca podemos explicar nada.- Bem, na verdade eu não sei como explicar, mas não é isso que você está pensando.- e lá estava ele usando outra frase típica de traidor, mas no caso ele não fez nada de errado, bem, ele acha isso.

 


Notas Finais


Perdoem os erros e a demora.


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