História Infatuation (Imagine Jungkook) - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Tags Bangtan Boys, Got7, Você
Exibições 111
Palavras 2.122
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


VOLTEI CARALEO
SIM FIQUEI MT TEMPO FORA, MT MESMO
MAS AGORA VOU VOLTAR YEYY
COMO DESCULPAS, TROUXE UM CAPÍTULO (NÃO MUITO GRANDE) MAS DEUS QUIS ASSIM OKAY
NÃO ME MATEM, PLEASE <3
BOA LEITURA :]

Capítulo 7 - Drunk and Be Drunk


Entrei na sala arrastando os pés e, com uma cara certamente representativa para uma segunda-feira.

— Que cara é essa? – Jeon parecia assustado. Para melhorar sua expressão, dirigi meu olhar a ele com a face mais assustadora que poderia fazer.

— A cara de quem encheu a cara e está com dor de cabeça. – falei colocando minhas mãos sobre a cabeça.

— Você não devia beber essas coisas... – falou calmamente. Eu olhei para ele. – O quê? Elas são muito perigosas... – soltei o ar com incredulidade.

— E você faz alguma outra coisa além de estudar? – perguntei ironicamente.

— Bom, eu não sei, mas... Acho que não beijaria qualquer um que eu visse por aí. – falou e eu arqueei as sobrancelhas, meramente confusa.

— Como assim? – questionei de volta. – Você tá me chamando de puta? – estiquei o olho, o semicerrando e, pela primeira vez, Jungkook não demonstrou medo, ele começou a rir. – Acho que não falei algo para ter graça... – retruquei seriamente, apenas vendo o garoto rir.

— _____, você realmente não se lembra do que fez na festa? – continuou rindo.

Nesta hora, parei para pensar: As pessoas andavam me encarando muito desde que entrei hoje, então... Eu fiz mesmo alguma coisa?

Meus olhos se arregalaram automaticamente e meu coração disparou, afinal, por que um nerd inocente e besta mentiria pra mim desse jeito?

— O que eu fiz? – me aproximei dele, desesperada querendo saber. Ele se afastou um pouco e disse as piores palavras que eu podia ouvir.

Você beijou o Park Jimin.

De repente, meu mundo caiu.

Naquele momento, eu me lembrei de quando as pessoas me diziam que quando bebíamos esqueceríamos tudo o que aconteceria no dia seguinte, e como eu ria disso, e ainda dizia que conseguiria me responsabilizar pelos meus atos.

Nessa hora, eu tive vontade de cavar um buraco e ir até o centro da terra, pra ser queimada no magma.

— Eu... O quê? – falei com um sorriso no rosto, que simbolizava minha morte. Aproximei-me mais do rosto de Jungkook e cochichei, para que ninguém ouvisse. – E quem viu essa cena? – perguntei em um sussurro, cuidando para que as pessoas na volta não ouvissem.

— Acho que pelo menos o Ensino Médio todo. – falou parecendo pensativo quanto a isso.

 

Fechei os olhos por um breve momento, assentindo com a cabeça tentando falar para mim mesma que toda aquela merda que havia acontecido era real. Mordi os lábios, respirei fundo e dirigi minha visão ao garoto.

— E por que você não foi lá me impedir? – falei com os olhos semicerrados. – Se ele estava tentando me beijar, você devia ter me impedido! – gritei em um sussurro, tentando aliviar a situação. – Céus. – neguei com a cabeça, voltando a minha posição normal.

— Hã... _____... – voltei a encará-lo e ele parecia estar segurando alguma coisa. Parou de pressionar os lábios e soltou a bomba. – Não foi o Park que beijou você... Foi você quem avançou nele... – senti uma pontada no meu ego. Meu orgulho tinha sido completamente ferido.

— QUÊ?! – gritei e todos presentes na sala puderam ouvir e, assustados, olharam para mim. Os encarei por um instante e voltei para Jungkook. — Guarda suas coisas. – falei rapidamente e, me voltando para meu estojo, comecei a socar meus materiais dentro da minha mochila.

— O quê? – perguntou confuso e com as sobrancelhas arqueadas.

Após eu ter terminado de guardar as minhas, comecei a pegar os materiais de Jeon sem sua permissão vendo que ele ainda não havia guardado os dele.

Ele tentou falar alguma coisa, provavelmente não entendendo nada do que estaria acontecendo ali, mas eu apenas peguei seu pulso e o arrastei pra fora da sala comigo.

Quando paramos, em frente a uma praça, me sentei no banco ofegante, pelo fato de meu sedentarismo.

— Pode me explicar o que tá acontecendo? – falou confuso. – E por que pegou meus materiais? – olhei pra ele.

— Não foi você quem beijou alguém no meio de uma festa com mais de 200 pessoas. – por incrível que pareça, eu estava calma, obviamente não sabia o porquê. – ele permaneceu quieto e eu dei um suspiro com ódio. – Merda, agora eu entendi porque esse garoto falou aquela babaquice pra mim. – concluí e Jeon se virou para mim.

— Babaquice? – questionou confuso.

— Sim. – respondi e tentei me lembrar do momento.

- Você não me deixou em casa ontem? – perguntei-o.

- Não. – negou, dando uma risada um tanto debochada. – Acho que você...anda sonhando muito comigo. – eu desviei do chão para sua face que me mostrava um mero deboche. 

— Viado, filho da puta... – pensei alto e comecei a xingá-lo.

— Mas... O que aconteceu? – perguntou com certo aflito na voz.

— Eu acho que bebi demais e... Cometi esses erros... – falei levantando a sobrancelha. – Mas só o que me lembro é de sair pela porta e depois acordar na minha cama. – continuei. – Só que eu lembrava que eu tinha falado com Park antes de você me contar tudo isso, mas pensei que fosse uma conversa. – falei a última frase com certa indignação, mas logo meu lado pensativo fluiu novamente. – Mas se não foi ele, quem me deixou em casa? A Anna que não foi... – continuei com meus pensamentos, enquanto Jeon não falava nada, apenas suspirava.

Logo, uma luz se acendeu em minha cabeça, como se fosse um chamado de Deus.

Eu me perguntava como eu não tinha pensado nisso antes, e logo um sorriso brotou em meu rosto.

— Será que... – arregalei os olhos, com um sorriso bobo no rosto e me virei para Jungkook, que, de braços cruzados e uma cara de desinteresse, me olhava atentamente. – Será que foi o Mark?! – falei animada e ele arqueou as sobrancelhas.

— Que Mark? – perguntou confuso.

Mark Tuan é um garoto do terceiro ano que é absolutamente lindo. Ele é mais um dos meninos da nossa escola que eu realmente admiro muito. Só que, claro, não contei isso pra ninguém além da Anna, mas acho que nessa hora foi necessário.

— MARK TUAN, AQUELE DEUSO DO TERCEIRO ANO QUE FOI NA FESTA TAMBÉM! – peguei seu braço e comecei a chacoalha-lo de tão feliz que eu estava, ele parecia incomodado, mas dei de ombros. Olhei pro céu, aparentemente muito feliz. – Ele não tinha falado comigo a festa inteira, acho que nem devia ter me notado... – falei, mas logo abri um sorriso. —... Será que... Ele esperou a hora em que eu ficasse sóbria pra se aproximar de mim?

— Sóbria? – entortou a boca. – Pare de se iludir, ____. – olhei para aquele ser com mal humor.

— Você, nem pra me ajudar! – reclamei. – Podia ter me impedido de avançar no Park Jimin! – falei empurrando seu peito com meu dedo.

— Então você está dizendo que não gostou? – levantou as sobrancelhas e eu, que iria falar algo, me calei e arregalei os olhos.

— Eu beijei Park Jimin! – gritei alto, fazendo o garoto se contorcer de dor. – Por que eu não lembro da sensação?! – comecei a tocar minha boca, mas depois me virei para o garoto. – Se eu ficar bêbada de novo, eu posso beijar o Mark Tuan!

— _____... – me chamou, mas eu dei de ombros.

— Mas... Se Mark me deixou em casa, por que ele não falou mais comigo? – foi uma pergunta mais pra mim, mas acabei falando alto.

— Você tem certeza que foi ele quem te levou pra casa? – levantou as sobrancelhas e eu o encarei.

— Sim! Se não foi o Park, só pode ter sido o príncipe da minha vida! – fiz um coração perto do peito, estava realmente muito feliz, até que Jeon se levantou bruscamente. – Aonde você vai? – perguntei.

— Eu tenho um compromisso. – falou sério e saiu rapidamente, me deixando ali.

— Compromisso? – pensei. – Desde quando esse garoto marca alguma coisa? – levantei as sobrancelhas.

Jeon Jungkook

Comecei a andar pelas ruas enquanto entrava em devaneios.

A vontade de ter contado toda a verdade para ela era grande, mas não podia contar, porque se ela soubesse de absolutamente tudo...

20 Horas Atrás

Jeon Jungkook

Eu estava sentado no sofá, no meio de todas aquelas garotas que tentavam dar em cima de todo o mundo, mas ____ estava apenas na dela, bebendo perto do bar.

É claro que não duvidei que ela bebesse, porque popular do jeito que é, deve ir a várias festas por dia. Eu estava quase saindo da festa, porque estava quase mofando lá, até que vi o pior.

Quando direcionei meus olhos para _____, Park Jimin estava perto dela, tentando “ajudá-la” em meu ponto de vista, só que, quando ele ia segurá-la para não cair, ela aterrou as mãos no pescoço dele e o beijou.

Eu arregalei os olhos. Eles são tão íntimos assim? Que eu saiba, ele dava ombros pra ela.

Quando eu pisquei, lá estava ela passando pela porta, completamente tonta. Todos começaram a cochichar sobre o que viram ali, porque, obviamente, eles estavam quase no centro da pista, onde praticamente todos estavam.

— Jeon! – Anna correu até minha direção, não sei como consegui ouvi-la com tanto barulho.

— Você veio. – comentei.

— Por favor, ajude a _____! – falou parecendo preocupada. – Ela está completamente fora de si, e quando isso acontece ela faz coisas terríveis, na rua então, pode ser a pior coisa! – disse preocupada.

Eu, logo ia soltar um “e por que você mesma não vai ajudá-la?”, mas ela pareceu ler minha mente pelos olhos e me respondeu:

— Eu iria atrás dela, mas estou acompanhada e sabe... Não posso deixa-lo na mão. – respondeu meio atordoada com o barulho alto da música. – Pode, por favor, fazer isso? – suspirei fundo.

— Ok. – ela sorriu, me deu um papel com um endereço (como se ela já tivesse previsto isso), e voltou para dentro da multidão, enquanto eu pegava meu casaco e saía, atravessando o jardim e logo avistando uma anta girando no poste, a uns três metros de onde eu estava.

— A lua... Vem o sooooooooooooooooooool – ela cantava (mais como um ruído) terrivelmente, enquanto girava e ria como uma retardada. – O dia... – fez um biquinho e logo ficou triste, olhando para o céu.

Fechei os olhos, suspirando profundamente.

— O que é que eu fui inventar de vir nessa festa. – murmurei baixinho me aproximando da mesma, enquanto ela continuava com sua cantiga horrível de precipício. — ______, vamos. – falei e ela finalmente notou minha presença, dando um grande sorriso.

— Você tem cobras no cabelo. – falou colocando uma mão no cabelo e bagunçando-o, enquanto a outra se apoiava no poste. Fechei os olhos, os protegendo de entrar cabelo e logo minha paciência estava se expirando. – Eu adoro tigres! – falou animada, acho que eu nunca a vi tão animada assim.

— Que legal, vamos agora. – falei com desinteresse, pegando em seu pulso e arrastando-a. Ela, se segurando com a outra mão no poste para não sair, começou a choramingar.

— Não faça isso comigo, homem mal! – seu choro era extremamente irritante. – Homem mal! – apontou pra mim com a mão em que eu segurava.

Suspirei fundo.

— Eu te pedi com jeito. – me aproximei e a peguei, colocando seu braço esquerdo em meu pescoço e segurando-a pelos joelhos, ela deu um grito e começou a se rebater.

— Não vou deixar você me matar! – falou com a voz completamente embriagada, dando tapas em meu peito com a mão direita.

Ela continuou resmungando coisas pelo caminho todo, enquanto eu seguia o endereço.

— Você é mais chata ao normal. – comentei, aproveitando que ela não poderia escutar.

Quando chegamos, pedi permissão para sua mãe e ela me pediu para deixa-la em sua cama. Abri a porta de seu quarto com dificuldade, porque ela estava realmente pesada em meus braços, mas aparentemente estava dormindo, porque não falou absolutamente nada desde uns dez minutos.

Coloquei-a na cama e a cobri com o cobertor que estava em seu lado, só que, quando fui cobrir seus ombros, os braços de ____ foram para meu pescoço, me assustando.

— _____? – tentei chamá-la, na tentativa que ela acordasse. – Está acordad-

Ainda com os braços em meu pescoço, antes que eu terminasse de falar, ela os empurrou contra si, me puxando junto.

Confesso que doeu quando ela me empurrou para seu ombro, porque o impacto foi grande. Ela ficou assim por uns três minutos, mas depois decidi me soltar e, involuntariamente, meu coração batia muito rápido.

— V-Você... Tá acordada? – ela continuava com os olhos fechados, mas com a boca semiaberta. Ainda com seus insistentes braços em meu pescoço, ela decidiu me puxar novamente, só que... Eu não fui parar em seu ombro.

Aquilo era um território nunca explorado, e que, se dependesse de mim, não iria acontecer.

Ela pressionou seus lábios contra os meus e eu arregalei os olhos novamente. Uma confusão de pensamentos surgiu em minha cabeça. Meu coração estava acelerado e eu sentia uma angústia, mas só não sabia o motivo.

Olhei para ela rapidamente, ela continuava com os olhos fechados e, por hora, me afastou. Virou-se para o lado oposto e me deixou ali, parado, com uma sensação de confusão e angústia, algo realmente inesperado.



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