História Infectados - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Cientistas, Infecção, Morte, Romance, Sexo, Tortura, Zumbis
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Palavras 1.305
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Mais um cap
Obrigada aos favoritos e comentarios

Boa Leitura

Capítulo 3 - Capitulo 3


Todos se colocaram em mesas diferentes ninguém queria sentar perto dos infectados e por isso sentamos juntos, Edward ate tentou se aproximar mais quem disse que ele conseguiu? Todos nos olhavam como se fossemos monstros e eu não duvido de que não sejamos. Tudo o que eu mais desejava era poder me livrar desse vírus e deixar de ser uma infectada.

- as pessoas agem como se a gente fosse mordê-los. – disse Jay.

- talvez eles pensem que é somente através da mordida que o vírus é transmitido. – respondi.

- eles devem perceber que não é a única forma de transmitir o vírus. – Hyung olhava para os lados vendo todos cochicharem, suspiramos e terminamos nossa refeição. Nos colocamos em lugares individuais para ficar de olho nos adolescentes e prevenir caso algum infectado invadisse a escola outra vez.

O ambiente estava pesado, os olhares, as opiniões, os risinhos, tudo incomodava ainda mais por nossa audição ter ficado um pouco mais apurada do que a deles por conta do vírus, olhei para meus irmãos e todos estavam de cabeça baixa apenas ouvindo e atentos a qualquer barulho diferente, resolvi fazer o mesmo ate que ouvi alguém se aproximar. Não quis olhar afinal provavelmente era alguém que queria e provocar e me irritar o que seria fácil no momento.

- Kristal. – chamou, encarei a pessoa vendo Edward a meu lado escorado da mesma forma que eu.

- sim. – respondi.

- estamos todos apreensivos com o que esta acontecendo, mas eu queria lhe dizer que a nossa relação não mudou. – disse firme, o encarei confusa.

- o que esta querendo dizer? – perguntei.

- o nosso namoro... Ele ainda existe você é minha namorada e não pode me trair assim como eu não o farei. – disse me olhando, não consegui me conter e acabei sorrindo.

- tem certeza? Eu sou uma infectada e assim como eles você deveria estar com medo e querendo fugir de mim. – respondi, ele negou.

- eu conheço a verdadeira você Kristal. Sei que jamais me machucaria e você provou isso ao me salvar mais cedo. – respondeu pegando em minha mão, notei que havia olhares sobre nos.

- obrigada por não agir diferente comigo. – disse apertando sua mão e em seguida a soltei me endireitando e ficando seria deixando Ed confuso.

- olá a todos. – disse meu pai entrando no lugar e lançando um olhar assustador para cada um de nos. – espero que os infectados não estejam causando problemas. – disse me olhando por Ed estar por perto, engoli em seco e o vi pegar aquele maldito aparelho que mexe com a nossa audição e nos deixa loucos.

- eles só se acham melhores do que a gente. – respondeu um garoto que julguei ser da classe de algum dos meninos.

- é mesmo? – perguntaram, muitos assentiram e eu acabei dando um passo involuntário para trás percebendo que somente a parede estava ali para me prender, Ed tentou me tocar mais não permiti, eu não precisava de outro motivo para ele usar aquilo na gente. – se é assim melhor ensinar bons modos a eles. – assim que terminou de falar pude ouvir aquele barulho insuportável, coloquei as mãos nas orelhas tentando a todo o custo impedir daquele som de entrar ainda mais fundo na minha cabeça. Eu sabia que não era a única que sentia que a cabeça explodiria a qualquer momento, eu sabia que não era a única a sentir dor, a gemer de dor. Aquilo estava aumentando e acabei caindo de joelhos no chão ofegante, o barulho começou a sessar e acabei suspirando aliviado. – entendam vocês só estão aqui por que eu permiti, não tratem esses jovens como se fossem menos que vocês. – disse alto o suficiente para todos ouvirem. – VOCÊS ENTENDERAM? – perguntou em um grito.

- sim. – respondemos juntos e tentando nos erguer. Me escorei na parede vendo que alguns sorriam satisfeitos e Ed estava preocupado.

- o que foi isso? – perguntou baixo.

- explico depois, não é bom deixar ele mais irritado ou pode ser pior para nos. – respondi baixo, meu pai me olhou e depois se sentou.

- qualquer problema com os infectados vocês podem me falar, agora os seis quero que façam uma ronda pela escola e vejam se não tem infectados aqui dentro. – disse sem nos olhar, assentimos e seguimos para fora do refeitório.

- ele sempre nos machuca. – reclamou Grey.

- já deveria estar acostumado com isso. Vamos logo fazer o que ele mandou. – disse desanimada, nos separamos e cada um foi para um lado. Fui em direção ao anfiteatro, entrei e olhei ao redor vendo três infectados andando confusos de um lado para o outro, afinal ali estava escuro e por isso eles estavam bem perdidos. Comecei a andar lentamente sem fazer barulho ate que senti uma mão segurar meu braço, olhei para trás vendo Ed e alguns estudantes olhando assustados para aqueles três infectados.

- Kristal é perigoso. – disse Ed apertando meu braço, acabei dando um pequeno sorriso e o fiz soltar meu braço.

- eu posso me virar, prefiro lidar com eles do que com o cientista que vocês virão. – respondi e fiz sinal de silencio, voltei a caminhar entre as cadeiras enquanto Ed ficava na porta com os outros. Parei a centímetros do primeiro infectado, me movi rapidamente me abaixando e passando ao lado do infectado podendo assim ficar entre o meio dos dois, suspirei e peguei a arma apontando para o primeiro e em seguida atirei e apontei para os demais me livrando dos três. – bem que poderia ser sempre assim tão fácil. – disse guardando a arma e me sentando um pouco afastada dos infectados caídos ao chão.

- você só apontou o revolve e atirou assim tão fácil, ate nos podemos fazer algo assim. – disse Megumi uma amiga de Ed se aproximando.

- se você for rápida o suficiente sim, mas o contato com o sangue pode te tornar uma infectada é por isso que ainda estou aqui. – respondi fechando os olhos.

- é assim tão fácil ser infectado? Foi assim com você? – perguntou Megumi novamente se sentando.

- é fácil sim, mas não foi assim comigo, eu passei por testes no laboratório do meu... Quero dizer do cientista que esta aqui e com o aperfeiçoamento e os erros cometidos com os outros eu acabei me tornando uma infectada controlada. – respondi me levantando e ouvindo levemente aquele barulho horrível que meu pai usava para nos controlar. – preciso verificar se não há mais infectados pela escola e limpar essa sujeira. – disse me referindo aos corpos no chão.

- precisa mesmo? Gostaria que pudéssemos conversar como antes, ter um tempo só para nos dois. – disse Ed segurando minha mão, o olhei dando um pequeno sorriso triste.

- eu preciso ir, eu adoraria poder ficar e passar mais tempo com você como antes mais não dá. Eu preciso fazer o que o cientista falou. – respondi soltando sua mão e começando a caminhar para sair do anfiteatro.

- você vai fazer tudo o que esse cientista falar? Você vai mesmo me deixar só por que ele quer que faça algo? – perguntou Ed magoado o olhei enquanto estava na porta.

- não é questão de fazer, ou de querer Ed. Meu medo não me permite desafiar aquele homem. – respondi e os deixei para trás indo em busca de outros infectados, mas no fim dei de cara com o meu pai.

- vocês não estão fazendo como ordenei. Venham antes que eu resolva usar o dispositivo. – disse erguendo o dispositivo, o seguimos e acabamos parando no anfiteatro outra vez, mas agora estava completamente vazio. – eu avisei para fazerem o seu trabalho e no fim encontrei com dois infectados na biblioteca, não acham isso uma impudência? Não vão pedir desculpas? – perguntou sorrindo, do que adiantaria nos humilharmos e pedir desculpa quando sabíamos que no fim ele iria nos torturar de alguma forma.


Notas Finais


Então esta ficando bom?
Estou me aventurando nesse mundo de suspense e de terro

Kiseu e ate


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