História Inferno - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bts, Hot, Lemon, Namjin, Seme, Taehope, Uke, Vhope, Yaoi
Exibições 22
Palavras 912
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Introdução, capítulo curto. Os próximos serão maiores.

Capítulo 1 - Introdução


Fanfic / Fanfiction Inferno - Capítulo 1 - Introdução

 

SEOKJIN 

 

Com passos apertados, fui andando rumo ao salão principal. Um dos guardas reais me comunicou, falando de dois delinquente que estavam causando confusão, de uma proporção tão grande que nem os próprios guardas davam conta. Prontamente cheguei no local. A cena que visualizei não me surpreendeu muito. 

Dois rapazes se atracando numa luta desajeitada. O ruivo caído no chão desnorteado, Hope, filho mais velho de Suga e futuro sucessor do trono. Vampiro alfa da primeira linhagem, tipo sanguíneo O negativo, sua personalidade é difícil de se lidar, altamente teimoso e mimado. Em cima do mesmo, o loiro se preparando para dar mais uma sequência de socos, V, o caçula dos Park. Tritão de sangue azul, pode parecer forte por fora, mas por dentro é tão frágil como uma pluma. Facilmente manipulável. 

 Já estou acostumado, afinal, quase toda festa em que esses dois príncipes em específicos são convidados, há desavença entre eles. E sempre sobra para mim os deter antes que arruínem tudo. 

— Parem já com este pugilato! - Me comprometi a puxar o mais novo de cima do outro, segurando fortemente sua cintura. Olhei para o lado. — Seus incompetentes, andem, segurem ele! - Disse impaciente aos guardas. 

Me obedeceram no instante seguinte. Enquanto quatro guardas tentavam o controlar, foquei no rebelde em meus braços. Se debatia, as guelras em seu pescoço, braço e pernas agitavam-se, e criava uma minúscula esfera de água com os dedos. Assisti ela vir em minha direção e molhar parte de minha bochecha esquerda. Felizmente, seus poderes aquáticos se limitavam bastante quando não estava completamente transformado, com a cauda e tudo mais. 

— Me larga caralho! - Debatia-se. 

Aproximei meu dedo indicador de sua testa, a tocando bem no meio. Conjurei um antigo feitiço de sono, o fazendo desmaiar. O coloquei sentado em uma cadeira qualquer. O efeito passa depois de uma hora, sendo que não fiz com muita intensidade, propositalmente. 

Uma parte já estava resolvida, faltava a outra. Do outro lado, parece que o vampiro conseguiu domar todos os subordinados. Havia mordido alguns, seus caninos sujos de sangue fresco o denunciavam. Os olhos estavam de uma cor âmbar mesclada com dourado brilhante. Terminava de chutar um dos guardar caídos, e virou em minha direção, me mirando com intensidade. Até o mais bravo dos bárbaros o temeria nesse estado. 

Menos eu. 

Fiquei perdido por um segundo com seu olhar hipnotizante, mas logo voltei por mim, tratando de agir. Agilmente, me concentrei e estalei as pontas de meus dedos, fazendo surgir correntes grandes e fortes do ar. Elas se enroscaram ao redor de Hope, prendendo-o com força, do tornozelo até os ombros. O ruivo caiu no chão, pulando como um peixe. 

E só agora que notei os convidados vendo toda a luta. Igual a mim, também não estavam nada impressionados. Metade do salão estava destroçada, os não humanos conseguiram fazer um estrago e tanto.

— Você. - Apontei para uma serva qualquer. — Limpe esta bagunça. Você dois, liguem para as famílias. E você aí no canto, prepare as carruagens, quero elas pronta para partirem em dez minutos. - Todos assentiam com a cabeça, ninguém era louco o suficiente para negar uma ordem minha. — A festa acabou, todo mundo. Me desculpem pelo imprevisto. - Curvei-me em sinal de respeito.  

Os nobres deram de costas, cada um saindo dali, indo de volta para seus respectivos reinos. "Como eles permitem esse tipo de coisa aqui?" "Deveriam ter banido esses dois há tempos." "Que ridículo, perco meu tempo aqui e me acontece uma coisa dessas.", todo tipo de murmúrio eu escutava. 

— Da próxima vez eu te mato! - O vampiro audacioso se dirigiu a mim. 

— É mesmo? - Ri irônico. — Primeiro vai ter que aprender a sair daí. - Fiz movimento de fechar o punho com as mãos, apertando ainda mais as corrente, ouvindo-o gemer de dor. Satisfeito, escutei uma das serventes me chamando. 

— Senhor – Curvou a cabeça de leve. — Sua alteza está lhe chamando. 

Suspirei, me preparando para mais uma noite com aquele homem. Ás vezes me agradeço por nascer bruxo, e por saber feitiços que anulam a dor. Andei um pouco apressado até o aposento real, pois sabia que Kim Namjoon não tolerava atrasos, e hoje eu quero evitar amanhecer com marcas de punição pelo corpo. 

Abri um lado da porta dupla, adentrando o quarto enorme. Era luxo puro; Na hora de construir, não poupou gastos. Piso da mais cara madeira, paredes de mármore com textura, um lustre gigantesco com diamantes e ouro. Como não quero me apegar muito aos detalhes falarei apenas o básico. Uma varanda grande, uma cama grande com teto de tecido, e uma mini jacuzzi no meio de tudo, e finalmente, uma escada em espiral que dava acesso ao segundo andar. Basicamente, é isso. 

De costas para mim, encontrava-se lendo um livro qualquer que desconheço o nome, escorado na varanda. 

— Me solicitou? - Chamei sua atenção. 

Se virou, desviando o olhar do livro. Sorriu de lado, malicioso, caminhando em minha direção, e jogou o objeto em um canto qualquer. 

— Soube que a festa acabou mais cedo. Como sempre, conseguiu controlar a situação. - Me pegou pela cintura, acariciando meu pescoço com o nariz. — Existe conselheiro mais prestativo? - Sussurrou em meu ouvido, mordiscando minha orelha. Meu ponto fraco; 

Tremi em êxtase. 

— Bons garotos merecem ser recompensados. Não concorda, Jin? 

Já corado e quente, senti suas mãos atrevidas adentrando minha calça, apertando em lugares indevidos. 

— Sim, mestre. - Respondi em tom baixo, totalmente rendido. 

E a noite apenas começou. 



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